Dica Fácil para SEO – Seu site bem colocado no Google

Dica de SEO - Camila Renaux

Oi, pessoal!

No post de hoje vou compartilhar uma super dica de SEO para facilitar o dia a dia de quem precisa ter o site bem colocado nos resultados de busca do Google.

Sabemos que SEO (Search Engine Optimization ou Otimização para Motores de Busca) é muito mais uma “arte” do que uma “ciência”, afinal, temos uma série de critérios e boas práticas para seguir. Lembrando que tudo depende da concorrência do nosso mercado – concorrência pelos termos de busca (keywords) que nosso cliente usa para buscar e, por consequência, nos encontrar.

Se preferir, confira o vídeo na íntegra lá no fim desse post, diretamente do meu canal no Youtube.

Conteúdo

O pilar principal para ter sucesso em SEO é gerar conteúdo. Sem ele, nada feito! Esse conteúdo precisa ser original, frequente e de qualidade.

Precisamos garantir que os termos de busca estejam no texto, que as imagens estejam otimizadas e que o conteúdo seja o mais completo possível, além de seguir as boas práticas de SEO. Na prática, o conteúdo precisa resolver o problema do nosso cliente ou potencial cliente.

Reciclar

Muitas vezes gastamos muita energia gerando novos posts, que demoram muito para subir no ranking ou sofrem com a concorrência, que em alguns mercados pode ser bem acirrada.

A dica é: recicle conteúdo já existente no seu site ou blog!

Sabe aquele post ou página que já está indexado, mas não consegue vencer a concorrência para estar entre as três primeiras posições? Você vai recicla-lo e otimiza-lo ainda mais, dando um “boost”, uma força extra para ele! O resultado é ganho de autoridade e melhora no ranking. O pulo do gato é não precisar começar do zero!

Como fazer isso:

1. Melhores todos os quesitos do texto: estrutura, uso de palavras chave, negritos, sinônimos e claro, deixe-o mais rico em informações! Faça aquele conteúdo ser ainda mais completo e atual, insira novas informações, agregue mais dicas, links e novidades.

2. Vídeo: se quiser dar ainda mais força para esse conteúdo, utilize o Youtube ao seu favor. Grave um vídeo com o conteúdo que antes era somente textual, publique em seu canal no Youtube e otimize títulos, tags e a descrição. Com esse vídeo já publicado, faça a incorporação (embed) no seu post ou site. Isso dá mais opções ao leitor, que pode consumir o conteúdo através de texto ou vídeo. O Google gosta disso e você ganhará pontos importantes. Outra dica é colocar o link para o post completo na descrição do vídeo! É Link Building acontecendo na prática!

3. Atualizar data: como você realmente melhorou o conteúdo, atualizou, agregou informações e até um novo formato (vídeo), você também ganha o direito de atualizar a data do seu post. É comum usarmos termos como “editado”, “update” ou “revisado” para mostrar ao leitor que esse conteúdo não é novo e sim, reciclado e melhorado.

4. Seja honesto: se a intenção for mudar duas ou três palavrinhas e aí mudar a data do post, se poupe desse trabalho! Essa gambiarra não vai resolver e ainda será anti ético com quem acompanha seu site ou blog. É importante que o conteúdo seja realmente atualizado, melhorado, ganhe novos formatos e fique muito mais completo!

Espero que tenham gostado do post!

Até a próxima :)

Instagram e Stories: Estratégias para Marcas

Camila Renaux fala sobre Instagram

Oi, pessoal!

No post de hoje vamos falar sobre Instagram e Stories: o que dá certo, como gerar resultado, se precisa ter feed harmônico, qual a melhor estratégia de conteúdo e porque está tão difícil ganhar novos seguidores! Vem comigo e se joga!

Se preferir, confira o vídeo na íntegra lá no fim desse post, diretamente do meu canal no Youtube.

1. Instagram não é para todos

Aliás, nada é para todos! O Instagram trará melhores resultados caso a sua marca possua uma estratégia de conteúdo com apelo visual. Imagens bonitas, impactantes, “antes e depois”, composição de produtos! Empresas de moda, fitness, estética, acessórios, arquitetura, entre outros exemplos, tendem a construir um conteúdo mais consistente. Se a sua empresa for B2B (vende para outras empresas) e/ou tiver produtos de cunho muito técnico e industrial (software e motores, por exemplo), vale a pena repensar a presença no Instagram. Uma dica é adaptar: se você vende um produto sem apelo visual, pode usar essa mídia para comunicar as ações institucionais ou de endomarketing, com colaboradores.

2. Encontrabilidade

O Instagram era uma rede social menos concorrida e nela era mais fácil ser encontrado. Usar hashtags (as vezes mais de 50 em um post) era a garantia de ganhar novos seguidores. Hoje temos mais de 800 milhões de usuários na rede e não é mais tão fácil ser visto. Quem não é visto, não é lembrado! O uso das hashatgs (filtros de busca com etiquetas de conteúdo) ainda é válido e pode ser utilizado, sempre com testes de resultado para encontrar o número ideal de hashtags (que trazem resultado!) sem poluir a publicação.

Os anúncios no Instagram tem foco em cliques que levam para outro site e por isso, não costumam trazer seguidores. O ideal é usar os anúncios para levar as pessoas ao seu site ou loja virtual, com foco em conversões (vendas e cadastros).

3. Edgerank

Edgerank é o algoritmo que determina a entrega do conteúdo no Facebook e no Instagram. Antes dele ser usado, o único critério para a entrega de conteúdo era a ordem cronológica. Os principais critérios que o Edgerank utiliza são: Peso, Afinidade, Qualidade e sim, Cronologia. Isso significa que os conteúdos que serão mais entregues serão aqueles com os quais você mais interage, os que o Instagram considera com maior peso (vídeo, por exemplo), publicações com mais engajamento, etc.

É importante entender isso para usar o Edgerank ao seu favor, ao invés de ser vítima dele.

Segundo pesquisas, os melhores horários para postar: 11:00 | 15:00 | 19:30 às 22:00

4. Stories

A dica de ouro para quem quer resultados no Instagram! O formato de vídeos e fotos rápidos, que permitem interações (directs) e o “overposting” (vários posts) fez tanto sucesso no Snapchat, que o Facebook tentou comprar a empresa. Após a negativa do Snapchat, o Instagram ganhou uma versão quase igual – para usar um termo politicamente correto – e essa virou uma super treta jurídica entre as empresas.

Uma coisa é fato: se a sua marca quer aumentar o engajamento, ganhar visibilidade e alcançar seus seguidores com o conteúdo que produz, é necessário usar o STORIES!

5. Estratégia de Conteúdo para Stories

No início era totalmente baseada em “bastidores”, uma espécie de making of das marcas. Hoje o ideal é que o conteúdo das Stories tenha a cara da sua marca e siga uma linha conceitual de branding, mesmo que em menor intensidade em relação a aquelas publicações que forem para o feed. Uma dica é usar conteúdo exclusivo para essa mídia, incluindo promoções, como cupons de desconto surpresa e exclusivos para quem acompanha o Stories. Também é uma mídia que permite um maior número de posts, sem tanta preocupação com quantidade, podendo se adaptar ao tipo de conteúdo.

DICA DO ESFORÇO VERSUS RESULTADO: Quantas pessoas visualizaram sua primeira história? E a segunda? E a terceira? E a décima? Se esse número cair demais, avalie até onde vale a pena. Quanto esforço você faz para produzir conteúdo e quantas pessoas vão simplesmente pula-lo porque já estão “cansadas”? É muito importante ficar de olho no “apetite” dos seus seguidores para não gastar energia a toa. TESTE, TESTE, TESTE!

6. Feed Harmônico

É aquele feed todo integrado, onde tudo se conversa e as imagens se completam. Ele não faz muito sentido na hora de pensar em comportamento do usuário, Instagram não é site e não consumimos conteúdo assim. Mas para empresas do ramo da moda, é interessante ter um! O público alvo aprecia, os estilistas gostam, comunica um cuidado visual que marcas desse segmento apreciam. Mas não é obrigatório, nem regra!

DICA: usar uma pitada disso na estratégia – mesmo que as publicações não sejam interligadas visualmente, é possível sim ter unidade visual e contar uma história ao longo dos posts.

7. Relacionamento

Não use o Instagram apenas para mostrar seu conteúdo, expor seu produto, falar de você. Use-o para ouvir e para conversar! Responda comentários, monitore contas e respostas de outras empresas, comente publicações de clientes e formadores de opinião. O mais importante é possibilitar diálogos e fazer relacionamento verdadeiro.

 

Espero que tenham gostado do post! E vocês? Como usam o Instagram? Conte nos comentários, eu adoro responder vocês <3

Fome de Poder – Lições de Marketing

Fome de Poder Lições de Marketing - Camila Renaux

Oi, pessoal! No post de hoje vou comentar as lições de Marketing do filme FOME DE PODER, que narra a história real da criação do Mc Donald’s, sua estratégia empresarial e a história de seu “fundador” – Ray Kroc. Tem no Netflix! O filme é cheio de sacadas de Marketing! Vem comigo e se joga!

Se preferir, confira o vídeo na íntegra lá no fim desse post, diretamente do meu canal no Youtube.

1. CONHEÇA O SEU PÚBLICO

O público alvo do Mc Donald’s são as famílias. Mas as ofertas existentes antes da sua criação eram primordialmente drive-ins, locais de festa e bagunça, frequentados por jovens. A rede de fast food soube entender que seu público era diferente e focou em um produto mais adequado e um ambiente familiar, com bancos e locais para sentar. EssE era o DIFERENCIAL!

Em outro momento do filme, essa adequação de público aparece também para os franqueados – outro público de interesse. Endinheirados da cidade não cuidavam das franquias com o esmero que Ray Kroc esperava e isso era péssimo para a marca. Ao  franquear para casais que faziam do restaurante sua “segunda casa”, trabalhavam juntos e cuidavam dos mínimos detalhes, o Mc Donalds tinha melhores resultados. Saber quem é o seu público e adequar sua oferta para ele é chave para ter um diferencial!

 

2. TENHA UM PRODUTO PRIMOROSO

O filme mostra o trabalho incansável dos irmãos Mc Donald’s para encontrar o processo perfeito para a cozinha, rapidez no atendimento e até o número de fatias de picles que cada hambúrguer deveria ter – um esmero sem fim com o produto! Mesmo quem não tem um centavo para investir em Marketing consegue construir marca e reputação com um bom produto percebido (pelo seu cliente, não por você mesmo!) e processos primorosos. Quem é excelente é lembrado, recomendado e dificilmente esquecido! 

 

3. VENDER NÃO É O MESMO QUE LUCRAR

Essa lição parece óbvia, mas na prática ela pega muitos de nós. É que faturar não significa lucrar e muitas vezes temos excelentes resultados de vendas e mesmo assim não sobra (ou falta!) no final do mês. Isso se dá por não respeitarmos as margens de lucro, seja por estarmos com gastos elevados ou por alguma prática muito agressiva de promoção baseada em descontos. Não foi diferente com Ray Kroc, nosso protagonista. O Mc Donald’s já ia bem, abria novas franquias, vendia como nunca. Mas a marca devia ao banco e não conseguia pagar os empréstimos. As margens de lucro da venda de hambúrguer não cobriam os investimentos que estavam sendo realizados, havia “descasamento” de fluxo de caixa e a estratégia de vendas não estava alinhada com as necessidades financeiras da empresa. Quem nunca? Não basta vender mais, é preciso vender melhor!

 

4. SAIBA QUAL É O SEU NEGÓCIO

O momento de ouro do filme! Super romantizado, como se fosse um passe de mágica, mas me fez pensar muito! Ray Kroc encontra um consultor, Harry Sonneborn, e com ele chega a conclusão que o Mc Donald’s não está no ramo de alimentação e sim, no ramo imobiliário! É tudo sobre a localização de cada loja. A sacada é ser dono dos pontos de venda, usa-los como garantias bancárias para financiar o crescimento das franquias e ter os imóveis no patrimônio da empresa. Esse é um exercício para todos nós, verdadeiras perguntas mágicas: O que eu verdadeiramente vendo e qual a estratégia que vai garantir a minha consolidação?

 

5. DÊ IMPORTÂNCIA À CONSTRUÇÃO DA MARCA

Ray Kroc afirma que ao ver os arcos dourados do Mc Donald’s enxergou ali uma nova igreja – e que não abriria somente aos domingos. Ele considerava o nome “Mc Donald’s” um símbolo da cultura americana, o cerne de um estilo de vida. Branding (construção de marca) é caro, leva tempo, demanda investimento em Comunicação e é tarefa das mais complexas! Qual o símbolo da nossa estratégia de branding? Ela vai além de um logotipo? Não subestime o poder de uma marca!

 

6. SEJA VOCÊ MESMO E SEJA COERENTE AO SEU ESTILO

Ray Kroc é bem Darth Vader. Ele vai pro lado negro da força e lá permanece, fiel ao seu estilo, às suas metas, àquilo que acredita, uma determinação cega. Eu fiquei bem tentada a critica-lo sem dó nem piedade, talvez por ter valores diferentes e crenças contrárias. Mas também ouvi colegas comentando sobre tudo que construiu, um legado, uma história de superação, etc. Eles também tinham razão… Me dei conta que, em um momento em que há fórmulas para tudo e polaridade de opiniões, só nos resta ser quem somos e respeitar isso, agindo com ética e coerência – à luz do nosso estilo próprio. Se ele está certo ou errado, é feliz ou triste, é tudo perspectiva. E o que é sucesso para mim? Estou alinhada com isso ou lutando para me adequar à uma realidade que não me representa? Permitir-se escolher e a partir dessa escolha bancar ser quem é!

 

E você, o que achou do filme? Conte nos comentários! Até a próxima! :)

Livros de Marketing que amei ler

Melhores Livros Marketing Digital Camila Renaux

Oi, pessoal! No post de hoje vou dar dicas sobre livros de marketing que eu amei ler! Não basta ser importante, a leitura precisa ser agradável também! Vem comigo e se joga!

Se preferir, confira o vídeo na íntegra lá no fim desse post, diretamente do meu canal no Youtube.

  1. A Imaginação de Marketing de Theodore Levitt e o artigo A Miopia de Marketing

Um livro antigo, da década de 60, mas que como todo clássico, ainda é atual. O autor define um dos conceitos mais impactantes do Marketing, o de Miopia – confundir a proposição de valor, ou aquilo que você verdadeiramente vende, com o seu produto. Por exemplo: quem compra uma BMW não está comprando um carro e sim, status. Por isso, a razão de existir da marca BMW e seus atributos intangíveis precisam estar alinhados e ser comunicados visando esse objetivo. A sacada é: o que eu verdadeiramente vendo? Qual a razão de existir da minha empresa ou marca?

  1. Reimagine de Tom Peters

Um livro visual e que tem cara de revista, super agradável de ler. O tema é como conquistar um diferencial, ou seja, ele complementa o conceito do livro de Theodore Levitt visando o “ser e o parecer”. Não apenas ter produtos fantásticos, porém desconhecidos ou ter uma Comunicação impactante e ampliada, mas cujo produto/serviço ofertado não consegue sustentar. A proposta do autor é a de reinventar o seu negócio, buscando diferenciais exclusivos. Em mercados muito competitivos, nos quais a competição muitas vezes é definida pelo preço, é uma leitura que pode inspirar e trazer ideias valiosas para o dia a dia.

  1. Posicionamento – A Batalha por sua Mente de Jack Trout e Al Ries

Posicionamento é o espaço que ocupamos na mente do nosso cliente. É como se fosse a gaveta na qual ele guarda a informação sobre quem somos, o que acha de nós, enfim, como nos percebe! Sabe aquela coisa de “primeira marca quem vem à mente quando pensamos em um produto”? É isso! Esse é um desafio tão grande para todos nós que esse livro vira leitura obrigatória, nem que seja para pelo menos termos ideia desses conceitos e de como o processo de posicionamento funciona. Conhecer mais sobre o tema é apaixonante e a leitura, prazerosa!

  1. A Estratégia do Oceano Azul de Chan Kim

Um dos meus livros favoritos e daqueles que de vez em quando releio, só para me inspirar novamente. O conceito primordial é criar negócios inovadores, repletos de diferenciais e que criem um posicionamento único e forte na mente do consumidor. O oceano vermelho é aquele no qual há concorrência acirrada, briga por preço e a demanda já é existente. O oceano azul é aquele na qual criou-se uma nova demanda, não há concorrência e não há briga por preço, só pelo valor percebido. O livro é bem prático e cheio de exemplos! O mais impactante, na minha opinião, é o do Cirque du Soleil, na qual o autor defende o uso da metodologia de quatro quadrantes – ELIMINAR, REDUZIR, CRIAR e ELEVAR e a explica de forma didática e acessível a todos. Leitura recomendada e das mais agradáveis!

  1. A Cauda Longa e Grátis, ambos de Chris Anderson

O autor é tão fantástico que merece o combo, é impossível escolher um só. São livros que você devora, não consegue parar de ler! No primeiro, A Cauda Longa, Chris Anderson cria o conceito de explorar os mercados de nicho ou mercados segmentados. Em um exemplo usando livros, segmentos ou nichos seriam, por exemplo, livros de terror com palhaços. Já os best-sellers, seriam os mais vendidos da livraria, como Harry Potter ou 50 Tons de Cinza. Anderson prova que através da Internet é possível gerar tanta receita com produtos de nicho quanto se geraria com produtos best-sellers (mais vendidos). A lição é: conheça seu público! E claro, não tenha medo de ser específico e de ter foco. Quanto mais segmentado, mais assertivo e mais fácil se posicionar.

Já no incrível Grátis, Chris Anderson vai além e mostra como ofertas gratuitas podem fazer a diferença na estratégia da sua empresa. O livro é cheio de exemplos e casos inspiradores! A principal mensagem é a que, mesmo ofertando algo gratuitamente, é possível alcançar margens de lucro altas. O autor explora conceitos como Freemium, uma estratégia na qual existem produtos grátis, mas também produtos precificados e focados em necessidades específicas. É de explodir cabeças e chorar quando termina!

  1. Fazendo a Estratégia Acontecer de Fernando Luzio

Um livro prático, cheio de exemplos, muito bem diagramado e que sempre recomendo para quem vai fazer TCC ou precisa defender e implementar estratégias em organizações. Nosso maior desafio na maioria das vezes é a implementação e não o planejamento. Esse livro me cativa porque fala desse tema polêmico e muitas vezes subvalorizado de forma muito prática. Se você estiver passando por um Planejamento Estratégico de Marketing (PEM) vai gostar dessa dica! E por ser bem acessível e de fácil compreensão, o livro é bem agradável e cumpre o papel de leitura que adoramos :)

Espero que tenham gostado do post! Tem algum livro de Marketing preferido? Conte nos comentários! Até a próxima! :)

Concorrentes usam o nome da sua marca no Adwords? Entenda as Regras!

Camila-Renaux-Concorrência-Adwords

Concorrentes estão usando o nome da minha marca como uma palavra chave em suas campanhas no Google Adwords! É permitido? O que posso fazer para evitar isso?

Entenda as regras e o que pode ser feito no vídeo abaixo:

 

Links citados no vídeo:

Canal da Consultora Camila Renaux no Youtube: https://www.youtube.com/camilarenaux

[Vídeo] Como monitorar concorrentes

Oi, pessoal!

No Drops de hoje vamos falar sobre monitoramento de concorrentes, um conteúdo em vídeo \o/

Conheça dicas, estratégias e ferramentas gratuitas – ou pelo menos acessíveis – para monitorar, analisar e acompanhar de perto sua concorrência através do enfoque do Marketing Digital.

Monitore a Concorrência: Sites, Acessos, Audiência no Facebook, Análise Qualitativa em Redes Sociais, Plataformas de E-commerce e até mesmo Cliques em Links :)

Ferramentas citadas no vídeo:

  • Built With: https://builtwith.com/
  • Bit.ly: https://bitly.com/
  • Similarweb: https://www.similarweb.com/
  • SemRush: https://pt.semrush.com/
  • Seekr: https://seekr.com.br/
  • Scup: https://www.scup.com/social/en/

Espero que tenham gostado! Até a próxima :)

Jornalismo e Marketing Digital – Dicas para Jornalistas

Como jornalistas podem explorar mais a área digital, porém sem se distanciar de sua profissão?

No Drops de hoje – no ar sempre na primeira segunda feira do mês – respondi a dúvida de uma leitora sobre como unir Jornalismo e Marketing Digital.

“Camila, a produção e geração de conteúdo é considerada uma área especifica? Como jornalista quero explorar mais a área digital, porém sem me distanciar da minha profissão. Você têm dicas?”

São dicas e ideias para jornalistas que querem encontrar um diferencial para suas carreiras e enxergam no Digital um caminho! Se joga! \o/

 

  • Especialização em Vídeos
  • Assessoria de Imprensa Digital
  • Releases e SEO
  • Creators e Digital Influencers
  • Blogs Autorais
  • Colaboração para prestação de serviços
  • Conteúdo para Redes Sociais
    e muito mais :)

Como escolher o curso de Marketing Digital certo para o seu perfil e objetivo

No Drops de hoje vou responder a uma dúvida que aparece frequentemente em meus cursos presenciais. Quero começar a trabalhar com Marketing Digital! Por onde começar? Que curso fazer? Que tipo de formação escolher para aumentar as chances de entrada no mercado de trabalho?

Para facilitar a vida, vou dividir os critérios em tópicos e disponibilizar um vídeo diretamente do meu canal no Youtube. Espero que gostem!

Não caia em roubadas.

Não vamos nos ater aos cursos ruins de verdade. Infelizmente, nem tudo que reluz é ouro e pode acontecer de um curso de baixa qualidade ser divulgado como um bom curso e alunos interessados acabarem tendo uma péssima experiência durante as aulas. Na minha opinião, o pior que pode acontecer é a falta de generosidade ao ensinar, se atendo ao lugar comum, sem diferencial.

O objetivo de um curso é instigar os alunos e ensina-los a encontrar um caminho próprio, já que no Marketing não existe receita pronta para o sucesso. Mas, você pode aprender a aplicar técnicas que o orientem a encontrar os melhores ingredientes e o passo a passo para a receita própria de cada empresa.

Dica Marketing Drops: não contrate o primeiro curso que vir pela frente! Questione ex participantes, visite as redes sociais do professor e questione a instituição que está promovendo o curso sobre a ementa e a lógica por trás dela. Se o objetivo for apenas surfar essa onda, caia fora da roubada!.

Cursos práticos versus cursos mais conceituais.

Aqui estamos falando do modelo de treinamento contratado. Nesse momento, é importante ter em mente aquilo que você procura em um curso de Marketing Digital – uma visão mais conceitual e estratégica ou curso mais focado em dicas e na facilitação da aplicabilidade do que é ensinado. Infelizmente, temos pouco tempo para dedicar aos estudos e não é fácil se ausentar por muito tempo da rotina diária para fazer um curso completo. Por isso, pode ser necessário fazer dois cursos complementares, um mais teórico e outro mais prático. O erro mais comum é buscar um curso extremamente prático e rápido quando o aluno não tem base nenhuma sobre a parte técnica e conhece pouco sobre conceitos básicos de branding e marketing em geral. Se esse é o seu caso, invista em curso conceitual primeiro e depois parta para workshops focados.

Para exemplificar esse tópico é interessante comparar os cursos da Martha Gabriel e da Agência Mestre. Ambos excelentes! Porém, a didática da Martha é sempre a de embasar o Digital como um todo, falar de comportamento do consumidor e de marketing estratégico. É um curso excelente para gestores e também iniciantes, que buscam aumentar a densidade do que vivem na web. Já o curso da Mestre é muito mais prático, repleto de ferramentas e dicas para o dia a dia. Vale lembrar que os dois cursos contemplam a teoria e a prática, mas cada um deles tem foco maior em uma das vertentes. Recomendadíssimos!..

Cursos gerenciais versus cursos mais específicos

Assim como no tópico acima, os cursos acabam tendo visões diferentes. Sempre que o nome do curso usar as palavras “gerenciamento”, “gestão” e “estratégias” vale a pena ler com atenção a ementa de aula, porque provavelmente o curso é orientado para gerentes, gestores e para aqueles que buscam uma visão mais holística. Nesse caso o curso não será focado em cada uma das vertentes do Digital e sim, em como conseguir gerenciar tudo que uma empresa precisa para ter sucesso, indicadores de resultado, planejamento, cases, etc. Temos até mesmo MBAs focados em Marketing Digital, como o da FGV e o do I-Group, que também recomendo.

Um exemplo para facilitar: em um curso de Marketing Digital focado para empreendedores e gestores, na hora de falar sobre e-commerce haverá uma conceituação muito maior sobre processos, dificuldades, oportunidades e negócios. Já em um curso mais prático, o tema e-commerce pode abordar ferramentas, dicas de otimização, sugestões de integrações e possibilidade de mídia e promoções.

Dica Marketing Drops: O ideal é quando o professor consegue pincelar os cenários gerenciais e técnicos entre os cursos, fazendo com que todos falem a mesma língua. Fique de olho nos feedbacks e na didática de quem irá ensinar.

Cursos presenciais versus cursos online.

Aqui a discussão não é sobre qualidade e sim, sobre preferências na hora de aprender. Cursos online são práticos e podem salvar a sua vida em momentos de correria no dia a dia, mas se você considerar essencial o networking e a troca de experiências entre alunos, pode se frustar. Minha opção por cursos online só ocorre quando realmente não há tempo – ou dinheiro – para se deslocar até o local do treinamento (geralmente grandes capitais). Valorizo muito a rede de contatos que formamos em um curso e alguns alunos se dispersam mais em casa, em frente ao computador, acabam prestando mais atenção quando estão in loco. Porém, isso é muito pessoal. Experimente um curso online de um professor ou instituição de ensino já aclamados e adeque à sua realidade e preferência..

Tempo de duração, preços e didática.

Nesse tópico reuni os itens que costumam gerar mais dúvidas entre os alunos. Realmente, é difícil avaliar um curso sem tê-lo experimentado antes e confiar na percepção dos outros as vezes dá errado. É como ir ao cinema – aquele filme que todos os seus amigos gostaram pode parecer ruim para você.

Aqui, a dica é cruzar informações e perceber se há lógica no que é apresentado. Por exemplo: um curso de Gerenciamento de Marketing Digital em apenas dois dias é impraticável. O volume de informações é grande e muita coisa terá que ser embasada. Dependendo da limitação de horas/aula, muito terá que ser deixado de lado e isso pode dificultar o aprendizado. Claro que se o curso deixar claro que a didática será de “Intensivo”, tudo faz mais sentido. Fique de olho!

E relação aos professores, instrutores e palestrantes, não temos como fugir de conhecer o estilo e conhecimento de cada um.  É recomendável conhecer mais sobre a produção de conteúdo de cada instrutor. Se você ensina algo, é muito importante que saiba aplicar! Caso contrário, seu discurso vira uma reunião de palavras vazias. Valorizo muito o aprendizado com professores que vivem o Digital e a Internet no dia a dia, porque conseguem se colocar no lugar dos alunos, que sentem na pele os problemas da vida real.

Por fim, vamos falar de preços! Momento difícil, porque preço não é atributo de custo e sim, de valor. Depende da instituição, do posicionamento, do profissional que está dando aula, do local (grandes centros ou pólos regionais) e de muitos outros fatores. No geral, o preço médio de mercado para cursos presenciais de 20 horas é de valores a partir dos R$580,00. Aqui, depende muito! A dica novamente é ver se o curso é o ideal. Se for, o preço é de investimento e esse valor será revertido em boas oportunidades para você!.

Momento Jabá :).


Eu, Camila Renaux, sou instrutora de um curso sobre Gestão em Marketing Digital e Mídias Sociais em Blumenau (SC)
.

A ementa foi baseada em um curso teórico  de 16 horas de duração. Nesse workshop vamos conceituar muita coisa para dar base estratégica aos alunos e apresentar dicas e possibilidades práticas. Através de uma metodologia baseada em planejamento e orientado à métricas de resultado, os participantes poderão ter uma visão geral sobre o Marketing Digital para gerenciar, criar e medir o sucesso de ações de Marketing e Vendas na web..

Camila RenauxAbordaremos ferramentas, métodos específicos, modelos de atuação, estratégias, geração de conteúdo, mídia paga, e-mail marketing e até orientações à respeito dos aspectos legais e promocionais, tanto para organizações que atuam em mercados de bens de consumo (B2C) quanto organizacionais (B2B).

Para quem quiser saber mais e participar, acesse a página do curso sobre Gestão em Marketing Digital e Mídias Sociais com Camila Renaux.

Métricas em Marketing Digital

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Olá, leitores do Marketing Drops!

No dia 16 de março de 2017 estive no The Up Day em Florianópolis (TUD2017) falando sobre Métricas em Marketing Digital! O tema era como simplificar o que medimos e dessa maneira elaborar e implementar estratégias mais assertivas, que nos ajudem a vender mais e melhor.

A palestra virou vídeo, em formato de curso online, super completo \o/

Um passo a passo para todos aqueles que conseguem coletar dados e medir resultados, mas sentem dúvidas na hora de definir se eles são bons, satisfatórios ou ruins!

  • Conceitos
  • Fórmulas
  • Qualitativo x Quantitativo
  • O que são métricas
  • O que são KPIs
  • ROI, Taxa de Conversão, Ticket Médio, CTR, Mídia, entre outros.
  • Dicas para facilitar o dia a dia e a geração de relatórios

Espero que gostem!

Entenda o Google Meu Negócio e a Busca Local

Google Meu Negocio e Busca Local

Você já se perguntou como vivia antes do Google existir? É engraçado lembrar dos tempos em que havia agenda de telefones, enciclopédias para pesquisa e dicionários para verificar a ortografia. Sim, já vivemos assim! Em tempos de excesso de informação, ser encontrado deve ser objetivo de qualquer marca, empresa ou profissional. 

Na busca por um dentista, por exemplo, é comum que nosso primeiro passo seja procurar no Google para em seguida pedir indicações para amigos através de redes sociais. E para quem não possui site – como a maioria dos profissionais liberais – qual a melhor estratégia para ser encontrado pelo Google?

É aqui que entra o tema do post de hoje: a busca local ou local search. Vamos entender o que é busca local e como ela funciona, o que muda com a chegada do Google Meu Negócio e principalmente, como colocar a sua empresa neste universo. Boa leitura!

O que é busca local?

A busca local tem relação direta com a intenção do usuário e com o contexto que o levou a realizar uma busca. O nome desse movimento é web 3.0, na qual não se pensa mais somente em interação e sim em compreender exatamente o que o usuário quer, com base em linguagem natural e semântica. Um exemplo bem interessante envolve a Copa do Mundo: ao pesquisar por “jogos brasil copa”, o Google direciona o usuário a uma página com horários, grupos e tabelas de classificação. Ele faz isso porque “entende” que buscamos por essas informações, levando em conta a intenção (saber horários) e o contexto (copa do mundo). Percebam como o foco não é mais nas palavras exatas e sim, no que elas significam para aquele usuário.

Para reforçar essa estratégia global,  em 2013 ocorreu a mais importante atualização no algoritmo de busca do Google, apelidada de Hummingbird. Recomendo a leitura desse artigo sobre o tema.

A busca local entrega aquilo que o usuário procura, levando em conta o que está mais próximo dele. É fazer parte da intenção de compra onde ela é possível, geograficamente. Muito se fala de e-commerce e compras a um clique e as buscas locais trazem esse conceito para perto do comércio e da prestação de serviços nas cidades. Não é por acaso que tivemos tantos avanços com o Google Street View!

Faça o teste: se buscar pelo termo “restaurantes” ou “restaurante e o nome de uma cidade”, os resultados trarão endereços e mapas com avaliações de outros internautas e priorizarão aqueles que estão mais próximos a você. É assim que funciona o busca local :)

Google Meu Negócio

Google Meu Negócio

Antes chamado de Google Places for Business, a plataforma de busca local do Google envolvia uma integração total com o Google+. Na teoria isso fazia total sentido, já que a rede social complementa a busca, reforçando o relacionamento com a empresa encontrada através de conteúdo e favorecendo a busca por recomendações e opiniões de amigos. A aceitação do Google+ fez os rumos da rede mudarem e foi daí que surgiu o novo Google Meu Negócio, uma plataforma de permite ao Google dar mais foco aos seus produtos de forma diferenciada.

O que sua empresa pode fazer ali?

  • Manter informações comerciais atualizadas no Google
  • Ajudar a divulgar sua empresa. O Google pode usar as informações comerciais que você forneceu em resultados de pesquisas locais.
  • Ler e responder aos comentários dos seus clientes (AMEI!).
  • Saber como os clientes pesquisaram sua empresa e de onde vieram
  • Fazer upload de fotos em alta qualidade e criar um texto de apresentação mais longo para sua empresa.
  • Utilizar o recurso “Hangouts on Air” para gravar um vídeo dos bastidores da empresa ou da equipe trabalhando.

Criando um Local no Google Meu Negócio

A primeira coisa que você deve possuir é uma conta no Gmail, com login e senha. É através dela que você fará toda a gestão dos dados da sua empresa. Você pode criar a sua clicando aqui.

Depois disso, você deve acessar o portal Google Meu Negócio e clicar no botão “Aparecer no Google”, que fica no canto superior direito. Antes disso, vale a pena ler os breves tutoriais ao longo da página, eles facilitam bastante.

Agora é só ir seguindo o passo a passo. Simples assim! Não tenha medo de editar informações, elas só ficarão visíveis após a confirmação da empresa. Você vai inserir a categoria da empresa (loja, cafeteria, consultório, etc.), endereço, telefone, os horários de funcionamento, website (se houver), fotos e tudo aquilo que o ajudar a divulgar seu negócio.

Por falar em confirmação, esse é o ponto mais delicado. O processo acontece através do envio de um código, chamado PIN. Você pode confirmar o PIN através de correspondência, que chega pelos Correios (tenha o cuidado de fornecer o endereço correto) ou por telefone, em uma ligação gravada que acontece em cerca de 30 segundos após clicar no botão de confirmação (tenha o cuidado de fornecer o telefone correto). Se inserir um número de celular, é ele que aparecerá como telefone do seu negócio nos resultados do Google, fique de olho!

Outro ponto importante: se a sua empresa possuir URA (atendimento automático) você não conseguirá fazer a confirmação por telefone.

FAQ Completo para o Google Meu Negócio: sim, ele pode salvar sua vida :)

Após aproximadamente 15 dias da criação, sua empresa deve começar a aparecer nas buscas de forma consistente. Seja paciente, mas mantenha o foco. Faça buscas de vez em quando para ver como andam os resultados e fique de olhos na área de “Insights” do seu painel.

Uma dica: seja específico na forma de nomear seu negócio e pense na maneira como o seu cliente busca pelos seus serviços e produtos. Lembram do exemplo do dentista? O Google já entende que “odontologia” e “dentista” são termos relacionados, mas tenha o cuidado de não florear demais com termos técnicos que dificultam o processo de ser encontrado.

 P.S: O Bing (buscador da Microsoft) possui recursos fantásticos para buscas locais que devem chegar em breve no Brasil. Também é importante preparar o seu negócio para as buscas locais e móveis, feitas pelo celular. Esses temas não foram esquecidos, e sim guardados para um próximo post, mais completo. Até lá!