Marketing Interativo em Blumenau

Não sei se todos que acompanham o Marketing Drops sabem, mas sou blumenauense de coração. Apesar de não ter nascido aqui, escolhi Blumenau para chamar de lar e sou fã de carteirinha da “Cidade Jardim”. Como profissional de Marketing Digital e Interativo que não habita o eixo Rio-São Paulo, escuto sobre a dificuldade de encontrar bons serviços, ações inovadoras e iniciativas dignas de admiração regionais no ramo.

Mas a coisa não é bem assim, não! Também temos cases bacanas e o post de hoje vem para compartilhar um pouco disso!

1. Arte Guerrilheira

A intervenção urbana é uma vertente do Marketing de Guerrilha. Nesse case, o Marketing Interativo brinca com o mundo das artes. Os artistas Alexandre Venera e Juliana Teodoro (com colaboração fotográfica de Ivan Schulze) desenvolveram uma instalação de arte com computadores, projeções interativas e suportes diferenciados para abrigar os equipamentos eletrônicos. A exposição “Meios Sólidos” aconteceu na Fundação Cultural de Blumenau e atraiu a atenção de quem passava por ali. Curti mil vezes!

marketing interativo em blumenau

 

2. Game Hallo Blumenau

A empresa com jeito de startup Orbitotal desenvolveu um game, que em breve estará na Apple Store, chamado Hallo Blumenau. Eu esperava algo sobre a Oktoberfest, mas na verdade, o game é uma crítica bem humorada aos buracos da cidade, que está passando por uma série de obras de infra estrutura de água e esgoto. Sim, tem advergame em Blumenau :)

game hallo blumenau marketing drops

 

3. Vídeo para Youtube

A Free Comunicação desenvolveu uma campanha super irreverente focada no Youtube para uma fabricante de janelas anti ruido. O cidadão põe o funk para rolar em plena Rua XV de Novembro (centro da cidade) e a solução vem com o isolamento acústico que é montado na hora. Adorei!

Como fazer um briefing

Como montar um briefing

No post de hoje vou passar dicas sobre como estruturar um briefing de Marketing para a sua empresa, em um passo a passo e roteiro completo.

Definição:

Briefing é um resumo na forma de relatório. Brifar é resumir em linhas gerais a informação que deve ser passada para orientar um fornecedor da sua empresa, na maioria das vezes, a agência de publicidade e propaganda.

Solução dos problemas:

Documente o briefing da sua empresa/marca/unidade de negócio! Mantenha todos os dados em um documento maciço, recheado de informações, e coloque o seu fornecedor para trabalhar. Acredite, a agência vai gostar muito de receber tudo isso e vai suar a camisa para mostrar um trabalho à altura da sua organização. Manter esse registro não significa que o atendimento da agência não deva brifar o job ou campanha, e sim, que você é um gestor de marketing orientado à resultados!

O que um bom briefing deve conter:

1. Um histórico da sua empresa:

Conte tudo, em forma de história mesmo. Fundação, sócios, conflitos, sucessos, cases, mudanças de rumo estratégico, fotos, número de funcionários, etc. Fale da parte subjetiva: explique sua marca, seus esforços de branding, conceito, etc.

2. Público alvo / Stakeholders:

Delimite seu público alvo de interesse, contando em detalhes tudo sobre esses segmentos e explique o benefício que a empresa entrega. Entende-se por benefício os produtos e serviços. Um dos problemas de Marketing pode ser justamente esse: sua empresa entrega só produtos, mas nenhum benefício percebido. Se isso acontece na sua empresa, já inclua aqui.

3. Pesquisas de mercado:

Todas as pesquisas de satisfação, de interesse, de tamanho de mercado e demais vertentes devem entrar nesse item. Se sua empresa monitora mídias sociais, por exemplo, os dados são mostrados aqui. Se não faz nenhum tipo de pesquisa, coloque a informação que seus vendedores trazem. Vendedor sempre traz percepção, ele depende disso. O principal é documentar. Exemplo: meus representantes comerciais do Nordeste informam que o produto X é considerado caro pelos potenciais clientes.

4. Concorrência:

Crie uma lista de concorrentes e em cada um deles, liste em tópicos o que é relevante para seu mercado. Seja assertivo e imparcial, mesmo que doa. Ninguém gosta de falar dos concorrentes e a tendência é sempre ser crítico demais com eles e benevolente com a sua empresa. As fofocas de mercado, aquelas conversas de corredor sobre os movimentos do mercado cabem muito bem por aqui. Ex: a cliente Dona Maria comentou que o concorrente XPTO faz SAC 2.0 e ela é atendida de forma muito mais ágil.

5. Benchmarking:

Nome técnico para as boas práticas dos seus concorrentes – ou empresas que você admira – que podem ser aplicadas na sua empresa. Já ouvi exemplos legais como: “Li na Exame que empresas de software fazem engenharia reversa. Acho que isso pode funcionar na minha empresa de eletrodomésticos”. Viu só? Benchmarking não tem fronteiras.

6. Informações estratégicas: 

Qual a missão e visão da empresa, qual a definição de negócio, análise SWOT, o que sua empresa verdadeiramente vende? Lembre-se que ninguém compra um carro, compra possibilidade de locomoção. Mas quem compra um Porsche pode estar comprando mais que isso, status talvez. Além disso, vale a pena explicar os movimentos da sua empresa, como atingir uma nova região de vendas ou lançar um novo produto. Não precisa ser um planejamento estratégico completo, mas precisa orientar o rumo que deve ser seguido.

7. Detalhamento da Comunicação:

Endereço do site, das mídias sociais, folders, fachada, manual da marca, Relações Públicas, Plano de Mídia, Merchandising, Promoções, Publicidade, ações realizadas e o resultado atingido. Vale contar a forma como a sua empresa gosta de se relacionar com a agência. Muitas vezes a agência quer fazer tudo por e-mail ou à distância e o cliente quer reunião semanal com pauta. Uma dica é falar um pouco do processo, como ocorrem as aprovações, porque determinado job é feito internamente, etc.

8. Objetivos:

Conte o que você quer alcançar. Seja específico. Quer vender mais? Lucrar mais? Aumentar o recall (lembrança da sua marca), fazer branding? Reposicionar sua marca? Atingir um novo segmento? Se você não sabe bem o que quer, provavelmente não vai saber se atingiu o objetivo, não é?!

9. BUDGET:

Quanto minha empresa quer gastar? Qual a verba para novos projetos? Aqui um grande medo é perder o poder barganha, abrir o orçamento e ficar impedido de negociar com o fornecedor. Bom, se você não confia no fornecedor, procure outro. Confiança é palavra chave. Se a sua empresa não sabe quanto gastar vai acabar recebendo uma proposta cara. Sim, seu fornecedor vai errar para cima. Delimite um valor real e que já esteja aprovado. Caso contrário, o Financeiro vai acabar barrando os esforços do Marketing.

10. Prazos e Cronograma:

É urgente? É longo prazo? Delimite previamente como acontecem os esforços de Marketing da sua empresa. Aqui entra a cultura empresarial. Existem organizações que gostam de prazos agressivos e valorizam fornecedores que trabalhem dessa forma. Para outras, tempo e cadência são essenciais. E a sua empresa? Lembre-se dos pilares do sucesso em gestão de projetos: prazo, investimento e qualidade. Formalizar isso garante que você deixou claro que queria “para ontem”!

Mais um roteiro para vocês:

 

Checklist:

Caso não queira se ater ao roteiro, monte o briefing à maneira da sua empresa, mas tenha certeza que respondeu as seguintes perguntas:

1. O QUE estamos vendendo?
2. A QUEM estamos vendendo?
3. ONDE estamos vendendo?
4. QUANDO estamos vendendo?
5. COMO estamos vendendo?

Agora, mãos à obra! :)

Unlock the 007 in you – Coca Zero

unlock the 007 in you

Há algum tempo o Marketing Drops apresentou a campanha Share a Coke, na qual ações geniais uniam PDV (ponto de venda), TV, outdoor e mídias sociais. A campanha foi adaptada para demais países e entre eles estava o Brasilo país mais social do mundo!

Além das latinhas com nomes mais comuns e vídeos adaptados especialmente para a TV, a campanha ganhou um aplicativo no Facebook que permitia customizar latas de Coca Zero virtuais, com o nome de quem autorizava o aplicativo. Houve crises, como a imagem que dizia “Quanto Menos Refrigerante Melhor”, que viralizou na rede social. Controvérsias à parte, a ação engajou consumidores e virou mania entre os jovens, que procuravam por seus nomes em latinhas como se não houvesse amanhã.

Agora, a Coca Cola apresenta uma ação de Marketing de Guerrilha para o seu refrigerante diet e o vídeo já virou febre entre os guerrilheiros. A sacada criativa é ser o novo 007 e Make it Possible!  É muito recomendável ficar de olho em ações de joint venture de Comunicação. Até então considerada arriscada, a estratégia de unir marcas com públicos complementares ou convergentes se restringia ao supermercados, em ações bem modestas. Aqui está um exemplo interessante de como o filme 007 SkyFall pode se unir à mãe de todas as marcas Coca Cola e gerar uma ideia diferente.

Como toda ação de Guerrilha, é no Youtube que ela se consolida. Guerrilha é legal, mas sem viralidade e a possibilidade de varrer a web, ela não tem tanto efeito global, como desejado pelas marcas anunciantes. Infelizmente, o vídeo foi considerado artificial por alguns usuários, comentários no canal do Youtube perguntavam – Where all the ugly unattractive people go?

Seja o que for, a incomparável música de James Bond com violinos e beat box é demais! O Marketing Drops agradece a participação de um de nossos leitores, que indicou essa ação para o blog.

Obrigada! :)

Share a Coke > entenda a ação

share a coke

Uma das coisas mais comuns para o dia a dia de um profissional de Marketing é ouvir comparações com a Coca Cola. Nenhuma comparação com a marca é possível. São anos de publicidade estratégica, muito investimento, branding perfeito e um produto ícone. Mas nem tudo são flores na vida da Coca Cola Company!

Um produto em declínio em tempos de vida saudável levaram a Coca Cola Co. a investir na compra de empresas com marcas reconhecidamente naturais – como a Sucos Del Valle e a Matte Leão. Segundo uma pesquisa australiana, 50% dos jovens não tomaram Coca Cola no último mês! Quantos milhões de litros de refrigerante representam 1% de market share? Na ponta do lápis, até mesmo um produto ícone tem motivos de sobra para preocupação.

Foi em meio à esse cenário que a Coca Cola Austrália desenvolveu a ação Share a Coke! Qual a palavra mais popular entre o target? SHARE! Ou em português, compartilhe. E se o Jack compartilhar uma Coca Cola com a Jane? Estava ali a sacada criativa! Os jovens não compartilham mais refrigerantes, mas encontram-se virtualmente, para compartilhar muitas coisas, lá no Facebook!

Um ponto interessante é a sinergia com o comportamento do consumidor: a vaidade da geração Y é ingrediente importante desse ação. Esses jovens são hedonistas (buscam diversão em tudo) e consideram o próprio nome muito mais fantástico do que qualquer outro!

 

Entenda a ação:

1. Pesquisa de Mercado: Uma pesquisa foi encomendada para mapear os 150 nomes mais populares entre o público alvo (faixa etária dos 20 aos 25 anos), na Austrália.

2. Ponto de Venda: Os nomes mais populares foram impressos em lotes de Coca Cola, distribuídas em pontos de venda estratégicos. Ao invés da logo Coca Cola, apareciam nomes de pessoas comuns, conforme apontou a pesquisa.

3. Facebook: A FanPage australiana ganhou URL e aplicativo. Ali são exibidos os nomes mais populares – é impossível resistir a procurar o seu – e também pequenos teasers, anúncios em vídeo que mostram o estilo de vida de cada um dos nomes, ou seja, quem está por trás desse nome – criando vínculos fortes de identificação com o consumidor. No aplicativo, era possível customizar uma latinha com o nome de seu amigo(a) e compartilhar no Facebook. Recomendo a visita! O aplicativo também mostra as diferentes facetas da vida de uma pessoa com o nome da campanha “Share a Coke with…”  e frases de efeito como “Josh pulando, Josh feliz, Josh com amigos” em fotos marcantes, o que reforça o quanto somos sensíveis à imagens de outros seres humanos em situações simplesmente comuns e cotidianas, mas felizes.

4. Vimeo e Youtube: As redes virais de  vídeo ganharam edições milimetricamente pensadas para viralizar. Em um deles, a campanha é explicada como um todo. Em outros, as pessoas – ou os nomes – é que ganham o posto de protagonista. São os mesmos teasers que aparecem na Fan Page, dando unidade à comunicação. Ah, o vídeo de agradecimento (que virou moda entre muitas marcas) também está lá.

5. Outdoor Interativo: um outdoor que processava mensagens de celular foi instalado em Sydney. Lá os usuários enviavam SMSs com seus nomes, que apareciam no outdoor, juntamente com a frase: “Share a coke with…”. Fantástico, não é?! A campanha também contava com mídia tradicional como TV, rádio, revista e jornal.

 

Chocolate Drops

É páscoa no Marketing Drops! O que pode ser melhor para comemorar do que um post dedicado ao chocolate? Hora de conferir nossa deliciosa seleção de ações de Marketing de Guerrilha:

Piscina de Chocolate

O chocolate Squares usou a diversão como conceito criativo para essa campanha viral. Uma piscina cheia de chocolate – mais precisamente uma mistura de amido de milho e corantes – com textura quase elástica, onde era possível pular e dar cambalhotas. Confesso que achei a ideia meio nojenta no início, mas depois acaba sendo realmente divertido. A marca usou o Facebook como canal de interação, em sua FanPage  era possível escolher se o grupo deveria atravessar a piscina de skate, bike ou pernas de pau.

Outdoor de Chocolate

A inglesa Thorntons criou um outdoor de chocolate, especialmente para comemorar a Páscoa. Essa delícia foi instalada em Londres, onde ficavam os mais de 350 quilos de chocolate utilizados para dar forma à peça, que levou 3 meses para ser produzida.

 

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Mídia Exterior de Chocolate

A fachada de um prédio de esquina foi transformada em bolo recheado com chocolate, super fofinho e apetitoso, graças ao fermento Royal. A ação é da JWT de Curitiba. Diferente do outdoor de chocolate, essa ação ganha pontos pela simplicidade e baixo risco.

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 Cinema de Chocolate

Quem resiste à um pacotinho de M&M’s para assistir à um filme no cinema? Pensando nisso, a marca investiu em uma ação de guerrilha super descolada – personalizou um cinema inteiro! As cadeiras ganharam as cores e as formas das bolinhas de chocolate.

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Like Buton de Chocolate

Em agradecimento por atingir de 1 milhão de fãs no facebook, a Cadbury construiu uma escultura de chocolate na forma de Like Buton. A ideia é criativa, mas esse caso mostra que nem todo chocolate é doce. Os fãs fizeram duras críticas à marca e a ação de agradecimento acabou virando crise. Motivo? Desperdiço de comida – já que nenhum fã teve acesso à escultura, que aparece somente em um vídeo e não ao vivo, onde poderia ter sido degustada como aconteceu com o outdoor da Thorntons.

 

Marketing no mercado de arte

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A tela ao lado, de Beatriz Milhazes, foi vendida no ano passado por R$ 1,8 milhão em um leilão em Londres. Beatriz só era conhecida por círculos de especialistas e, após a cifra milionária, caiu nas graças da imprensa e ganhou o grande público. Esse acontecimento reacendeu o debate em torno do mercado de arte brasileiro e suas implicações mercadológicas são o tema do post de hoje, aqui no Marketing Drops.

Sobre o post

Sempre acompanhei o mercado de arte, cresci ouvindo histórias sobre artistas e visitando museus. Minha mãe, Ester Renaux, é arquiteta e artista plástica. Veio dela o pedido: “O que o Marketing Digital pode fazer pelo mercado de arte?”. Iniciou-se uma pesquisa de mercado – realizada ao longo de 3 meses com aproximadamente 500 participantes – que mostrou alguns pontos interessantes que discutiremos ao longo deste post.

Percepção

A era do design fez a percepção sobre o que é arte se deslocar. O objeto de design tem um público alvo e se relaciona com um propósito final específico, com determinada usabilidade. Arte não. É pura expressão. Móveis, tapetes, paredes e esculturas ganharam ares de design de produto e o consumidor final reagiu muito bem à isso.

Algumas das razões:

  • Preço: Uma peça de arte será sempre única, exclusiva e impossível de se reproduzir. Exemplo real: se você adquirir uma imitação da Mona Lisa, por mais parecida que seja, não será a Mona Lisa. Essa raridade se relaciona com o posicionamento – preços altos e alto envolvimento na compra.
  • Conhecimento: Justamente pelo posicionamento, a necessidade de conhecer arte é atributo para a compra. Mas conhecer arte não é tão simples. São muitos os movimentos, os artistas e as fases. Essa curva de aprendizado fez com que a aquisição de um painel de madeira com pátina fosse muito mais simples do que a compra de uma tela com alguns “rabiscos”. Consumidores buscam simplicidade e facilidade, sempre.
  • Medo: Conversando com consumidores, encontrei algumas citações comuns. Ex: “Eu não entendo de arte, mas essa tela me parece bonita. O que o artista quis retratar?”. Essa fala diz muito sobre o medo do consumidor, uma dor relacionado ao desconhecimento.
  • Percepção: A pergunta acima me pareceu mais difícil de ser respondida quando a pesquisa apontou que uma grande motivação de compra é o status. Quem compra uma BMW também compra status, o que mostra que o mercado de arte se relaciona muito com o mercado de bens de luxo.

 

Marketing 

Na perspectiva do Marketing Digital, conteúdo é o elo entre marca e público alvo. Realizando alguns testes e adequações à uma estratégia de conteúdo foi possível mapear e mensurar alguns temas de maior interesse, que nos direcionam sobre os anseios do público alvo:

 

a-grande-feira-luciano-trigoVanguarda:

 

Tudo aquilo que é inusitado, diferente e chocante chama a atenção dos consumidores e remete à reflexão. Esse é o cerne da estratégia de muitos artistas, como Vik Muniz, que pinta quadros com calda de chocolate e geléia.  Afinal, isso é arte?

Recomendo a leitura do livro “A Grande Feira”, de Luciano Trigo, uma reação ao vale tudo na arte contemporânea. Segundo o autor, o propósito de crítica com materiais pouco ortodoxos – como fez Picasso ao esculpir o guidão de uma bicicleta – acabou. O que existe agora é uma morte agonizante da arte em detrimento de um esforço de Marketing que tem como único objetivo a repercussão midiática. Luciano cita como exemplos algumas instalações – obras de arte efêmeras – um tanto bizarrasmuros grafitados que são vendidos por cifras milionárias e removidos das ruas, para serem instalados em salas de estar (?), perdendo todo seu conceito junto ao entorno.

Obs: A capa do livro é a obra The Physical Impossibility of Death in the Mind of Someone Living, do artista Damien Hirst. O tanque de formol com o tubarão foi vendido por 12 milhões de dólares. Dois anos depois, o comprador percebeu que o tubarão estava se decompondo. Artista e colecionador negociaram uma substituição por outro tubarão e não se falou mais no assunto!

Investimento:

O retorno sobre investimento (ROI) no mercado de arte pode ser astronômico e muitas pessoas tem se interessado por esse modelo de “aplicação financeira”. Pela perspectiva de comportamento do consumidor, ao adquirir arte pensando em retorno, não se compra aquilo que é conceitualmente ou esteticamente admirado e sim, aquilo que pode fornecer a maior margem de lucro. O Brasil conta com um fundo de investimento de arte, chamado Brazil Golden Art, e também com uma bolsa de arte, que fica no Rio de Janeiro.

Faça você mesmo

Mais do que comprar arte, querem fazer sua própria arte. Conteúdos que ensinam a remodelar ambientes e reproduzir técnicas de arte são super acessados. Os consumidores querem entender o “como se faz”, colocar a mão na massa e fazer parte de uma história. Um case bacana que retrata tudo isso é a rede social Instagram, um aplicativo para compartilhamento de fotos através do iPhone. O usuário pode aplicar efeitos em suas fotos, vivendo a sensação de ser um fotógrafo profissional.

Ponto de venda

Galerias, museus e salões tornaram-se ambientes um pouco pedantes para os consumidores, que são recepcionados por pessoas esnobes, que falam de artistas – na maioria das vezes desconhecidos – citando somente o primeiro nome e elencando exposições no exterior. Os clientes finais – casais com e sem filhos, entre 25 e 55 anos – preferem contar com prestadores de serviços especializados que os orientem sobre o que fazer. É aí que entram arquitetos, decoradores e designers. Muitas vezes, esses profissionais também estão receosos e estimulam a escolha de objetos estilosos e funcionais, em detrimento da arte. Os comissionamentos – amplamente praticados pelo mercado – são mais atrativos em lojas do que em galeriais, o que retro alimenta o ciclo. Cases interessantes sobre Espaços de Arte do Facebook, muito mais interativos e colaborativos do que as tradicionais galerias são o Ester Renaux Arquitetura & Arte e o FaceArte. Vale o clique!

Conforme a pesquisa for caminhando, postarei aqui no blog minhas impressões sobre o fascinante universo da arte contemporânea! Até a próxima :)

Branding Global: sua marca precisa disso!

branding

O Marketing Drops apresenta 3 diretrizes para a os esforços de marca da “vida real” das empresas. Existe essa crença de que só a Apple pode se dar ao luxo de fazer branding, as demais empresas precisam é vender. MITO!

Uma dica para quem busca fazer branding de qualidade e não pode se dar ao luxo de cometer erros: oriente-se a partir dos objetivos da empresa. Esses objetivos definirão uma linha mestra para a estratégia da marca, que deve orientar como a empresa é percebida, como os consumidores se sentem em relação à proposição de valor e, principalmente, quanto o mercado está disposto a pagar pelos seus produtos. Marcas só existem para agregar valor, pagamos mais por uma marca por confiarmos em seus atributos.

1. Modelo de Negócio

Uma marca não é somente um nome ou um logo. É o que o mercado percebe. Marca não é o seu produto. Com certeza existem concorrentes que vendem o mesmo produto que você, mas não possuem a mesma proposição de valor.

Valor é uma variável subjetiva medida na percepção do cliente.  A proposição de valor tem três componentes: capacidade, que determina o que você pode fazer pelo cliente; o impacto, que diz como o produto ajuda o cliente a ter sucesso; e o preço, ou seja, o quanto o cliente paga por aquilo que ele leva. Nesse post, há mais conteúdo sobre benefícios percebidos.

A chave é estruturar um modelo de negócio consistente e que seja inovador, diferenciando sua marca da concorrência. Como fazer isso? Visite esse blog com dicas sobre estruturação de modelos de negócio inovadores e faça esse exercício para a sua realidade.

2. Consistência

É hora de definir atributos! Lembrando: “A Nike vende atitude. A Disney vende magia! A Porsche vende charme. Você achava que a Kopenhagen vendia chocolates? Não! Ela vende presentes.” Assim que os atributos da sua marca forem definidos, seja consistente. Nada que de ir com a maré e comunicar cada hora uma coisa. Se um dos atributos for a transparência, seja transparente sempre! Se acredita que as falhas não devem ser admitidas, talvez transparência seja um atributo incompatível com a sua marca. O importante é manter o foco e fazer com que esses atributos permeiem todos os processos e que toda a equipe esteja “respirando” esses conceitos. Já imaginou ir para Disney e encontrar atendentes mal humorados e brinquedos velhos, estragados? Isso não combina em nada com quem vende magia… Chega a ser impossível de imaginar!

3. Conexão emocional

Marcas com conexões emocionais são mais fortes do que aquelas com conexões comerciais. Para não sera um mero elo de cadeia produtiva, comunique atributos intangíveis e crie vínculos com seus clientes. Todos nós conhecemos alguma marca com a qual nos sentimos ligados emocionalmente. Eu gosto de citar o exemplo da Nestlé, uma marca afetiva, que a todo momento tenta nos remeter às sensações prazeirosas que tínhamos na infância, ao tomar Nescau ou Leite Ninho. Ela poderia comunicar somente os atributos técnicos nutricionais, mas sabe que nem sempre nos alimentamos daquilo que nos faz bem, na maioria das vezes escolhemos aquilo que nos conforta. Seja legal com seu cliente! Dê à ele um motivo para voltar!

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Para encerrar, a última dica fica por conta de um case fantástico! A Porsche encontrou uma maneira de reforçar o vínculo emocional com seus fãs no Facebook e criou uma versão do carro “911 GT3 R Hybrid” especialmente para agradecer pelo marco de um milhão de fãs em sua página na rede social. A lataria do carro foi pintada com 27 mil assinaturas daqueles que apertaram o botão “curtir”. Sensacional!

 

O que sua marca pode aprender com Justin Bieber

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Deixe os preconceitos de lado. Antes de falar mal de um menino de 18 anos, com um corte de cabelo nada convencional e que sempre chega acompanhado de gritos histéricos de pré adolescentes, reflita. Justin Bieber é um fenômeno viral e ele tem muito a ensinar para sua marca.

Tudo começou com uma mãe coruja de uma pequena cidade no Canadá que postava no Youtube vídeos de seu filho cantando. Em 2007, o empresário Scooter Braun acidentalmente assistiu um dos vídeos de Justin. Ele usou a internet para fazer buscas até conseguir entrar em contato com a mãe dele. Depois de assinar contrato com o pequeno prodígio, na época com 14 anos, Scooter conversou com o cantor Usher, que aceitou conhecer Bieber, depois de acompanhar o desempenho do menino no Youtube. Esse encontro está entre os vídeos mais vistos do canal até hoje. Justin Timberlake também estava interessado nos rendimentos que aquele canal no Youtube – já com milhares de views – podiam trazer, e a repercussão começou no showbizz americano. Ali nascia um fenômeno.

Hoje, 3% dos servidores do Twitter são dedicados ao astro e até a forma de rankear os Trending Topics foi alterada, apenas para que ele desse chance à outros assuntos mais falados. As fãs criaram a hashtag #pattiesson (o filho de Pattie, nome de sua mãe) para burlar o novo critério e coloca-lo de volta ao posto de número um dos TT mundiais. Conseguiram. Wow, show some respect!

Nada pode ser mais web 2.0 do que a história de Bieber, é puro broadcast yourself. Os profissionais de Marketing Digital sabem que 10 entre 10 marcas desejam um viral positivo para chamar de seu. Afinal, o que Justin Bieber nos ensina sobre isso?

Adeque sua oferta ao desejos da sua demanda

Justin Bieber tem um público alvo muito bem definido e também uma proposição de valor adequada aos desejos desse segmento – a geração Y.  São adolescentes e pré adolescentes com todos os anseios que essa fase permite: desejo de pertencimento à um grupo, amplo acesso à Internet e mídias sociais, identificação com a carinha de criança e com o corte de cabelo inusitado e pais com disposição para gastar dinheiro em qualquer produto que estampe o astro. Se a sua marca quer ter sucesso com um determinado público alvo, não basta entende-lo. É preciso adequar produtos e conceitos àquilo que esse público espera.

Exponha-se

Se a mãe de Justin não criasse um canal para divulgar seu filho, ele não teria dado o primeiro passo para o estrelato. Para muitos céticos, a chance de sucesso ao longo desse funil é praticamente nula, mas a verdade é que quem não é visto não é lembrado. Justin se apresentou para Usher e postou o vídeo no Youtube. E se ele houvesse fracassado? Na época seu canal já contava com milhares de assinantes! Foi um risco que ele preferiu correr ao expor sua imagem dessa maneira. A lição é a mesma para a sua empresa: mantenha investimentos em comunicação e corra riscos calculados com a imagem da sua marca.

Dê atenção aos seus clientes de forma genuína

Tá aí um dos grandes talentos de Justin Bieber. Ele responde tweets de fãs quase todos os dias! Para quem conta com mais de 18 milhões de seguidores no Twitter e 41 milhões de fãs no Facebook, essa tarefa não deve ser tão fácil. A forma de escrever nas mídias sociais e a aparente preocupação em interagir com seus fãs faz crescer o engajamento com o público, que retribui viralizando conteúdo, especialmente os de divulgação de singles e shows. Sua empresa tem o hábito de telefonar para clientes e perguntar se precisam de auxílio, se está tudo bem com o produto/serviço adquirido? Caso a resposta seja não, fica fácil entender porque sua marca não é viral. Nossa identificação com quem nos ajuda e ensina é um laço forte, que atrai advogados de marca e evangelizadores. Faça o teste!

Defina um posicionamento e mantenha-se nele

Justin tem jeito e fama de bom moço. Em muitas entrevistas, comentava sobre as regras severas de disciplina que sua mãe impunha, e contava que as respeitava sempre. Caso as notas na escola não estivessem boas, ficava de castigo, longe do celular e do computador. Esse é o posicionamento do cantor: menino obediente e apegado à mãe, que segue regras e tenta levar uma vida normal, apesar do talento e da fama. Posicionamento é aquilo que os outros pensam de você, o espaço que sua marca ocupa na mente do consumidor. Aqui vale a máxima: quem tenta agradar a todos, não consegue agradar ninguém. Defina o posicionamento de sua marca com base em seu  público e proposição de valor. Evite muda-lo ou executar ações não condizentes, a inconsistência invariavelmente leva ao fracasso.

Use capital social ao seu favor

A maior vantagem em contar com alto engajamento é poder usar capital para divulgação. Recapitulando: capital social são todas as pessoas que se relacionam com sua marca através de laços fortes ou fracos. As Beliebers são as evangelizadoras de Justin Bieber e  grandes responsáveis por fazer com que o estilo do cantor tenha virado mania ao redor do mundo. A última grande ação mobilizada pelas fãs foi a tentativa de quebrar o recorde de número de menções em mídias sociais em 24 horas, viral que ganhou as manchetes do mundo. Aqui tem um infográfico muito legal sobre a repercussão da ação no Brasil. Se a sua marca contar com um elevado capital social, poderá usufruir da geração de mídia espontânea totalmente gerada pelo público, exigindo pouco ou nenhum esforço publicitário da marca.

Os agressores existirão. Justin Bieber tem muitos desafetos, mas isso não representa nenhum risco para sua estratégia, já que seu número de evangelizadores é muito maior. Não deixe que eventuais críticas desmotivem o trabalho que está sendo construído. Para aumentar as chances de sucesso, use técnicas de planejamento e gestão de crises.

Marketing Pessoal nas mídias sociais

marketing pessoal nas midias sociais

Talvez por um pouco de ingenuidade, não percebemos que estamos sendo monitorados nas redes sociais e postamos ali o que dá na telha. Segundo um estudo da Reppler, 47% dos recrutadores conferem as redes sociais dos candidatos e 69%  já recusaram algum aspirante à vaga por julgarem que os candidatos tiveram um comportamento “inadequado” na web.

Essa síndrome de “over-sharing“, ou seja, compartilhar tudo com todos é um fenômeno cada vez mais comum nas redes sociais. É a falta de filtro, acreditamos que todas as nossas opiniões devem ser compartilhadas, mesmo com quem mal conhecemos, mas estão lá, como nossos amigos do Facebook.

O site Please Rob Me mostra a rotina de milhares de pessoas que dão check in através do Foursquare em casa todos os dias, expondo o endereço e horários nos quais sua casa está lá, vazia, aguardando por ladrões. Parece uma brincadeira, mas não é.

Please Rob Me - Camila Renaux

Compreender as mídias sociais apenas como um meio para entretenimento é subutilizar esses canais, que são veículos poderosos para turbinar seu Marketing Pessoal. Afinal, quem não quer ganhar visibilidade e reputação positiva? Aqui vão as dicas do Marketing Drops para alavancar sua imagem e reputação:

Siga um planejamento

Encare a sua imagem como uma marca e estruture aquilo que for comunicar, definindo objetivos e regras de atuação. É muito importante mapear sua audiência e público alvo, analisando seguidores e amigos para nortear sua estratégia e entender se quem você atrai naturalmente – a sua rede de contatos – já é seu público alvo. Outro ponto crítico para o sucesso é entender quem são os formadores de opinião do seu segmento. Observe o comportamento criticamente e aprenda com as melhores práticas, em um benchmarking para Marketing Pessoal. Uma sugestão é avaliar seu desempenho em ferramentas de medem reputação, como o Klout e o Peer Index.

Agora que você já sabe porquêpara quem falar, defina a sua forma de atuação:

  • O que falar: defina os temas e assuntos que serão abordados em sua presença digital. Falar sobre tudo demonstra inconsistência e falar somente sobre um assunto funciona somente para temas super verticalizados. Encontre um meio termo e faça testes, avaliando qual assunto gera mais interação. Questione-se sempre, norteando a estratégia de conteúdo. Aqui fica uma dica: evite parecer o que não é. Por exemplo, se o seu forte não é a redação e criação, repense construir um blog. Aliás, ser a gente mesmo é uma excelente maneira de mandar bem no Marketing Pessoal!

  • Quando falar: entender os melhores horários para postar conteúdo ajuda a otimizar seus esforços. Estruture um cronograma de atualizações, use softwares para auxiliar o agendamento como o bit.ly e o midi.as. Dica: pesquisas relevam que as melhores faixas de horário para twittar são entre 14h e 17h e entre às 20h e 22h.

  • Como falar: defina um tom para sua comunicação e oriente todos os seus posts à essa linguagem. Pequenas variações são bem vindas, até para tornar seu discurso mais interessante, mas evite mudanças drásticas. A dica aqui é ter empatia, colocando-se no lugar de quem lê. O Marketing Drops já mostrou como otimizar seu conteúdo para conversão, vale a pena rever!

Escolha os canais de forma estratégica:

Não adianta sair atirando para todos os lados. Escolha mídias sociais baseadas naquilo que você espera alcançar. Cada uma funciona de uma maneira, com uma mecânica e um tipo de público, por isso, estude-as bem em seu planejamento. Na palestraPlanejando Ações de Impacto nas Mídias Sociais, dei algumas sugestões sobre como aumentar suas chances de sucesso, tratando a sua imagem como uma marca.

Só empresas devem produzir uma política de uso de mídias sociais? Claro que não! Se você é uma marca, tenha regras de atuação. A Intel criou uma página com suas diretrizes que pode servir como inspiração para você criar a sua. Não é exagero! É avaliar sua conduta antes de uma crise acontecer e estar preparado para gerencia-la.

Para finalizar, fique de olho nas dicas que todo mundo conhece mas as vezes esquece:

  • Conteúdo relevante, sempre!
  • Seguir uma linha de atuação consistente
  • Usar links encurtados
  • Evitar o excesso de exposição
  • Não falar da empresa e da vida pessoal de forma pejorativa
  • Cuidado com as polêmicas
  • Tratar de assuntos delicados através de mensagens privadas
  • Utilizar os mesmos avatares para facilitar o reconhecimento em diferentes mídias sociais
  • Usar boas descrições em perfis, tornando claro o que o leitor encontrará ali
  • Evitar fotos “comprometedoras”
  • Fugir das correntes e pedidos (seja meu amigo, curta minha foto, me segue no Twitter…)
  • Cuidado com vírus no estilo “clique aqui”
  • Abuse dos filtros, círculos e listas, selecionando quem lê o que

Agora que você já saber como turbinar seu Marketing Pessoal, mãos à obra! :)

Como fazer a comunicação interna dar certo?

como montar uma equipe de midias sociais

Provavelmente, você já se deparou com essa situação: o planejamento é finalizado e é dada a largada para a implementação. É hora de avisar toda a equipe, selecionar os responsáveis e fazer acontecer. Na teoria, tudo funciona perfeitamente, não é? Mas a realidade mostra que os projetos mais sensacionais falham por acreditar que planejar não é um processo contínuo.

Aqui vão três dicas táticas para aqueles que buscam ser gerentes de Marketing de resultado!

1. Primeiro o micro, depois o macro!

Aqui é permitido “pensar pequeno”. Evite a tentação de compartilhar com sua equipe as 50 páginas do seu plano ou então um PDCA completo, de centenas de itens. Ninguém vai ler isso! Para evitar o pânico no time, que vê tantas ações a serem executadas, o ideal é manter uma espécie de resumo em tarefas menores – porém estratégicas. Isso vai aguçar a curiosidade, afinal, quem tem interesse sempre vem perguntar.

Pontos chave:

  • Objetivo da campanha
  • Público alvo específico
  • Posicionamento e mensagem
  • Cronograma
A dica é entregar isso impresso para ganhar apelo visual. Entregue o documento em mãos e cole onde pode ser visto. Aguarde e colha os frutos! É infalível.

2. Seja lembrado

Não é porque você compartilhou os elementos chave que o trabalho está feito. Seja um verdadeiro líder, oriente e deixe claro que não podem existir dúvidas. Acho importante esse envolvimento, estar junto da equipe, viver um pouco das dores com o time. Esse círculo de confiança faz com que os erros sejam antecipados e também ajuda a trazer mais inovações para o modelo.

Ficar escondido atrás da sua mesa de trabalho não resolve nada! Vá até as áreas, faça perguntas, esqueça as picuinhas pessoais. Para fazer planejamento de resultado, é importante se articular. Nada de reuniões intermináveis. São 15 minutos e só!

Dicas:

  • Reuniões em pé são sempre mais breves
  • Faça perguntas certeiras, direto no alvo
  • Não aponte culpados ou foque no problema, seja claro na hora de pedir a solução

3. Envolva seu chefe e demais líderes

Esqueça aquela história de entregar tudo pronto e em letras douradas! Você precisa envolver as lideranças. Não é contar uma história sem fim de 2 horas, é ir direto ao ponto. Geralmente, os gerentes de Marketing envolvem a equipe de vendas somente na hora de entregar as diretrizes que já foram consolidadas, mas a equipe de vendas é o ouvido da empresa pro mercado! São os vendedores que trazem feedback, o que deixa o plano redondo. Planejar é trazer os elos da corrente pra dentro da engrenagem.

Sugestões:

  • Se existe um gestor que boicota o trabalho, jogue o questionamento de volta: E você, como faria?
  • Evite o fracasso por antecedência, deixe claro que as iniciativas feitas sem planejamento não deram certo, mas com processos claros, todos podem fazer acontecer
  • Receba críticas de forma profissional, elas não são para você, são para melhorar!

Será que sua equipe está orientada a resultados? Teste as dicas do Marketing Drops e compartilhe o resultado!