Como conquistar clientes: dicas simples e baratas

Camila-Renaux-Como-Conquistar-Clientes

Oi, pessoal!

No post de hoje vamos falar sobre como conquistar clientes, mais especificamente, os nossos primeiros clientes. Assim como saber quanto cobrar por seus serviços, conquistar e reter clientes é um desafio para empreendedores. Vem comigo e SE JOGA!

Se preferir, confira o vídeo na íntegra, diretamente do meu canal no Youtube.

Dê o exemplo

Você já tem um cliente: você mesmo! Sua empresa ou marca pessoal. Você precisa fazer para sua empresa aquilo que vai propor aos seus clientes, caso contrário vai faltar empatia e também pecar no velho ditado “casa de ferreiro, espeto de pau”. Um dever de casa para sempre :)

Inbound Marketing

O Marketing de Atração é uma excelente forma de gerar demanda e qualifica-la para que se tornem clientes. Inbound Marketing é nutrir seus leads com conteúdo relevante em cada etapa da jornada de compra. O ponto negativo é que não é um processo rápido, os resultados consistentes costumam levar de 3 a 6 meses.

Apareça!

Quem não é visto, não é lembrado. Como o Inbound Marketing é um processo demorado, é importante que seu nome circule entre seus potenciais clientes. Vá a eventos, palestras, cursos. Se possível, promova uma palestra ou webinar sobre Marketing Digital, um evento gratuito ou de preço acessível, para encorajar o público a comparecer. Ao demonstrar autoridade sobre o tema você conseguirá bons contatos.

Rede de Contatos

É muito importante ter colegas e circular entre pessoas que possam recomendar o seu trabalho. Não é você falando que é competente, é um terceiro, uma chancela de qualidade.

Uma ideia é fazer parte de associações comerciais de sua cidade. Outro caminho é estar de forma consistente em redes sociais como o Linkedin. Adicione contatos de forma estratégica, faça parte de grupos de discussão e de fóruns. Cuidado: não saia adicionando pessoas de forma aleatória e como se não houvesse amanhã, isso transmite desespero. Você não está desesperado, está apenas em busca de ótimas oportunidades comerciais.

Hack na Rede de Contatos

E se você conseguisse construir um case entre sua rede de contatos? Alguém da sua extrema confiança, que sabe da sua competência? Pode ser um amigo ou um parente. É sua chance de oferecer seus serviços com um desconto especial, para garantir a visibilidade e o “case”. Assim você inicia o boca a boca e mostra resultados!

Dica: ONGs

É muito comum nos Estados Unidos que pessoas que queiram abrir empresas ou ingressar no mercado de trabalho executem projetos de Marketing para ONGs, de forma voluntária. Algo pontual: um blog, um evento, cotas de patrocínio. Ao final do projeto, o case é seu! Você ainda pode contar com o depoimento da sua pessoa de contato na ONG falando sobre os resultados alcançados. Além de fazer o bem e ajudar quem precisa, você cria um diferencial para sua trajetória profissional e constrói portfólio.

Espero que conquistem clientes fazendo o que amam com total qualidade. Até a próxima!

QUANTO COBRAR | Serviços e Freelas de Marketing Digital

Camila Renaux - Quanto Cobrar

Oi, pessoal!

No post de hoje vamos falar sobre o tema campeão de dúvidas no blog e no canal: Quanto cobrar pelos meus serviços? Saiba como calcular o valor de sua hora de trabalho e como definir estratégias para conseguir ganhar mais pelos seus serviços como profissional terceirizado, agência ou freelancer. Vem comigo e SE JOGA!

Se preferir, confira o vídeo na íntegra, diretamente do meu canal no Youtube.

Precificação

Para falarmos sobre precificação ou formação de preços, que é um tema bastante complexo, precisamos ter em mente três pilares:

  • Custo (Valor/Hora)
  • Preço que o mercado está disposto a pagar
  • Estratégias de Precificação

Como Calcular Seu Valor/Hora

É quanto custa para você prestar o seu serviço. Ele é calculado por um motivo: para que você não venda com prejuízo. Quando vendemos um produto é mais simples calcular o CMV (custo da mercadoria vendida), mas quando vendemos serviços, isso é mais complexo. Afinal, quanto “custa” o nosso tempo? Como saber quanto “custa” o meu trabalho criativo e muitas vezes intangível?

VALOR/HORA = REMUNERAÇÃO / HORAS TRABALHADAS

Salário como base:

Uma ideia é usar seu salário mais encargos como base. Basta pegar o valor da sua remuneração (com encargos e benefícios) e dividir pelo número de horas trabalhadas no mês.

Vagas como base:

Caso não trabalhe na área e não seja viável usar seu salário como base, uma dica é buscar por vagas no Linkedin ou em sites especializados. A remuneração de um colaborador focado nas mesmas atividades que você vai prestar como serviço é uma ideia da percepção do mercado sobre valor médio do serviço prestado. Munido do valor da remuneração, encargos e benefícios, você pode seguir a mesma lógica das horas trabalhadas e calcular o valor/hora.

Preço que o Mercado está Disposto a Pagar

Não é o nosso custo que dita o preço que vamos praticar e sim, o mercado. Essa é a lei da oferta e da procura. É por isso que todos nós devemos buscar a diferenciação e não a briga pelo preço!

A seguir, duas sugestões sobre como mapear a expectativa do mercado sobre o valor médio de um serviço.

Plataformas especializadas:

Faça parte de plataformas especializadas que reúnam outros freelancers ou prestadores de serviço. Por serem ambientes específicos e com muitas pessoas, esses ambientes acabam dando uma boa amostragem da expectativa do mercado sobre valores e também do preço médio praticado pelos profissionais. No caso da geração de conteúdo, a Contentools e a Rock Content são bons exemplos. Outra vantagem é conseguir jobs – proposta de valor dessas plataformas – e fazer networking com outros profissionais.

Rede de contatos:

Faça parte de grupos nas redes sociais como Facebook e Linkedin e acione sua rede de contatos que já presta serviços similares aos que você pretende prestar. Troque ideias, especialmente sobre o formato (job, horas, entregáveis) e estratégias de precificação. A vantagem é ser mais conhecido e a possibilidade de formar parcerias com outros profissionais. Muito mais interessante do que ter concorrentes é ter parceiros e assim conseguir trabalhar em colaboração :)

Estratégias de Precificação

Agora que você já tem uma ideia sobre o seu custo e também da expectativa do mercado sobre valores, você vai perceber algo muito interessante: o mercado de Marketing, especialmente o de Marketing Digital, tem valores muito discrepantes! A produção de conteúdo varia de R$7,00 o post (sim, já vi isso!) até pacotes completos que extrapolam os R$15.000,00 ao mês. Acredite, o seu “cliente ideal” não tem expectativa entre o valor mínimo e o valor máximo e sim, um preço médio. Justamente esse é o desafio, encontrar um preço médio entre valores tão discrepantes com propostas de valor e formatos tão distintos.

Ancoragem

Ancoragem de preço é um efeito psicológico natural a todos nós, a percepção de que um preço é “justo” a partir de outro “similar”, uma vez estabelecida uma base de comparação.

Por isso, é interessante descobrir quanto o seu potencial cliente paga atualmente pelo serviço que você presta ou que orçamentos ele recebeu. Essa é a ancoragem que ele já possui.

O preço médio pode sim ser uma ancoragem e é por isso que as pesquisas que cito acima (Linkedin, Vagas e Plataformas) são importantes.

Diferenciação

Você sabia que cobrar muito barato por um serviço pode ser um indicador de má qualidade? Isso porque preço é atributo de valor! O ideal é mostrar diferenciais para conseguir cobrar além do preço médio e claro, cobrir seus custos.

Algumas ideias sobre como criar diferenciais e fugir da briga por preço:

  1. Mapear e compreender as dores do cliente: A segurança que você irá transmitir por ter compreendido exatamente o que o cliente precisa já fará maravilhas nesse sentido. A prestação de serviços é muito intangível e ao demonstrar domínio e entendimento você melhora essa percepção.
  2. Entender o que o cliente realmente quer: prazo, qualidade, agilidade, atendimento? Tente mapear o que o cliente valoriza para além do job em si e reforce esses atributos.
  3. Solução: as vezes o cliente tem uma necessidade mais ampla do que o nosso serviço contempla. Ao invés de dizer sim ou não para tudo, porque não fazer parcerias e transmitir ao cliente essa percepção de solução completa?
  4. Certificações: são chancelas de qualidade, dadas por empresas de renome. Google, Facebook, Hubspot e Rock Content são alguns exemplos. Ao se certificar você agrega valor à sua proposta e pode se diferenciar. Se quiser, saiba mais sobre o tema no vídeo sobre Carreira e Marketing Digital.

Espero que tenham gostado do post! Se tiverem dúvidas, basta comentar! Até a próxima :)

Inbound Marketing: o que é, para que serve, como aplicar (e um desabafo)

Inbound-Marketing-Clickbait-Camila-Renaux

Oi, pessoal!

No post de hoje vamos falar sobre Inbound Marketing, explicando todos os conceitos envolvidos, para que serve e algumas dicas sobre como aplicar essa vertente do Marketing Digital na sua empresa. Também tem um desabafo sobre a subversão da prática que tantas vezes vemos por aí.

Se preferir, confira o vídeo na íntegra lá no final desse post, diretamente do meu canal no Youtube.

ENTENDA O CONCEITO

Inbound Marketing é você estar preparado para ser encontrado pelo cliente certo, no momento certo da jornada de compra dele. Esse conceito também pode ser chamado de Marketing de Atração e seu símbolo universal é um imã. O ideia central é que o conteúdo gerado pela empresa é o maior ativo dela e será ele que atrairá os clientes – segmentados conforme a estratégia adotada. Então inicia-se relacionamento em diferentes níveis a partir do interesse desses clientes e refina-se o envio de conteúdos específicos dependendo do momento de cada jornada para por fim, trabalhar a área comercial com os clientes que estejam prontos (e queiram) comprar os serviços ou produtos ofertados pela empresa. Como você faz isso? Captando dados dos clientes, especialmente o e-mail, para iniciar o Marketing Direto. É uma troca. Seu cliente lhe dará seus e-mail em troca de algum benefício real, geralmente gratuito, um conteúdo rico e valioso, por exemplo. Tudo isso automatizado através de ferramentas como e-mail marketing, landing pages, automação e CRM. Vem comigo para entender isso melhor!

JORNADA E FUNIL DE VENDAS

O Inbound Marketing se apóia no respeito à jornada de compra de cada cliente, adaptado à cada estratégia comercial e público alvo que a empresa venha a ter. A proposta é usar ferramentas e estratégias específicas em cada uma das etapas de um funil de vendas, que é composto por – pelo menos – 3 etapas.

imagem ilustrativa de um funil de vendas

1. Descoberta: é o momento de ser encontrado pelo seu potencial cliente, ele está procurando por algo que quer, precisa ou deseja. Nessa etapa, o SEO (Search Engine Optimization) será seu melhor amigo. Ter presença em redes sociais, portais e blogs próprios do seu mercado também ajuda a garantir encontrabilidade. Quando ele encontrar sua empresa, você precisa garantir que saberá quem é esse cliente, caso contrário, ele será apenas um visitante do site, um mero número no Google Analytics. Nesse momento você aplica algumas das técnicas que veremos a seguir para conseguir informações (nome, e-mail, cargo, etc.) para seguir com esse potencial cliente (veja mais abaixo!) pelo funil.

Dica: Aqui os conteúdos gerados – chamados de conteúdo de entrada de funil – costumam ser amplos e baseados em dúvidas mais genéricas, típicos da descoberta.

2. Comparação: estamos na Internet e o seu potencial cliente não encontrou apenas a sua empresa como opção, ele tem várias abas abertas e algumas opções na manga. Ele está avaliando alternativas, fazendo escolhas. Aqui o ideal é que você já tenha os dados do seu potencial cliente ou interessado. Assim você poderá refinar melhor os conteúdos que irá encaminhar a ele por e-mail, criando listas segmentadas baseadas em interesses específicos, tudo feito automaticamente. É quando se inicia o relacionamento mais próximo, afinal, você está tentando comunicar sua credibilidade e garantir que seja o escolhido.

Dica: Os conteúdos dessa etapa são mais voltados aos seus serviços e às necessidades e dores que seu cliente possa ter, menos genéricos e amplos do que na etapa anterior.

3. Fechamento: na etapa final, a de fechamento da venda, quando nem sempre somos totalmente online. É normal que nesta etapa um vendedor tenha entrado em contato, uma proposta tenha sido enviada, uma negociação tenha sido iniciada. O mais importante é que, nesta altura do campeonato, sua empresa deve possuir listas específicas para trabalhar com estratégias diferentes quem está interessado em conteúdo de entrada de funil de quem está potencialmente interessado em adquirir seus produtos ou serviços. Nada de disparar newsletter genérica para todo mundo. São jornadas diferentes e necessidades diferentes!

Dica: Nesta etapa o seu conteúdo deve ser orientado à diminuir à aversão ao risco, trabalhar o impulso para o fechamento e muito mais pessoal – mesmo com processos automatizados a sensação deve ser de proximidade.

LEADS

O que é são esses tais de “leads”? Nada mais são do que seus potenciais clientes, aqueles que encontraram seu conteúdo em uma das etapas acima e se cadastraram em um dos canais disponibilizados para isso, entregando seus dados e dessa maneira integrando as estratégias de Inbound Marketing da sua empresa ou marca.

LANDING PAGES

Também chamadas de páginas de destino, são páginas orientadas à conversão, ou seja, páginas simples e diretas, que dão duas escolhas ao visitante: se cadastrar e inserir seus dados ou sair.

É nesta página que você disponibiliza o conteúdo rico, que dependerá da etapa do funil que deseja trabalhar em sua estratégia, e onde você captura os dados como nome, e-mail, empresa e cargo do seu lead.

É o local onde acontece a troca mais comum do Inbound Marketing – você leva os dados do seu potencial cliente e ele um conteúdo valioso e gratuito (ou muito muito muito barato).

imagem ilustrativa de uma landing page

AUTOMAÇÃO DE MARKETING

Acho que já deu para notar que Inbound Marketing dá bastante trabalho. É por causa disso que uma estratégia de Inbound costuma depender de um bom processo de Automação de Marketing, que é basicamente o uso de softwares para executar rotinas de Marketing de forma automática. Exemplo prático: se você clicar em uma campanha com foco x, você cai na lista x e passa a receber os conteúdos com foco em x. Não é necessário um ser humano fazer essa triagem e importar, exportar e integrar listas. Tudo já é feito de forma automática, sempre levando em conta parâmetros pré estabelecidos na estratégia e o comportamento dos leads.

SOFTWARES

Para garantir o conteúdo em si, especialmente o rico, como e-books, webinars e blog posts, você precisará de uma estratégia baseada em pessoas. Esse serviço pode ser terceirizado ou ser executado por uma equipe própria. Uma empresa referência na geração de conteúdo em larga escala no Brasil é a Rock Content. Mas temos diversos exemplos regionais e até um Marketplace de agências especializadas nas diferentes vertentes do Inbound Marketing.

Para a parte de automação, disparo de e-mails com base em listas segmentadas e criação de landing pages para disponibilização de conteúdos, temos algumas opções no mercado:

  1. RD Station
  2. Hubspot
  3. Mailchimp

Também pode ser interessante contar com um CRM, um software especializado em gestão de relacionamento com clientes. O Zoho CRM é uma opção honesta e gratuita para quem quer começar :)

CLICKBAIT E OUTRAS TRETAS

Com o Inbound Marketing ficando mais conhecido e estabelecido no mercado, é natural que a concorrência pela atenção – e clique – do potencial cliente aumente. E é nesse cenário que nos encontramos: hiperconcorrência e usuários cada vez mais saturados de tanto conteúdo (mesmo que de qualidade) por ler e estudar.

Uma solução bem do lado negro da força é o uso de Clickbait ou “Caça Cliques”, com títulos e chamadas super apelativas, uma disputa pelo clique a qualquer custo.

Nessa guerra vale tudo, especialmente o uso de gatilhos super apelativos e bordões como “guia definitivo”, “mais de um milhão de pessoas já baixaram”, “saiba como o fulano alcançou 7 dígitos de faturamento”, entre outros.

O problema é que essa estratégia leva o lead para a sua página, faz com que ele se inscreva, afinal, são gatilhos muito impactantes, mas se o conteúdo não entregar tudo isso que a expectativa gerou, você terá um SER HUMANO frustrado e com um sentimento péssimo em relação a “ter sido enganado”.

Meu desabafo é: marcas são soberanas e construídas no longo prazo, afinal, precisam construir autoridade. Sua marca faz estratégia para seres humanos e eles tem sentimentos humanos. Automação ajuda, usar gatilhos também. Mas levar isso pro lado negro da força, pensando somente no curto prazo… Podemos fazer mais e melhor, né?

Espero que tenham gostado do post! Até a próxima :)

Dica Fácil para SEO – Seu site bem colocado no Google

Dica de SEO - Camila Renaux

Oi, pessoal!

No post de hoje vou compartilhar uma super dica de SEO para facilitar o dia a dia de quem precisa ter o site bem colocado nos resultados de busca do Google.

Sabemos que SEO (Search Engine Optimization ou Otimização para Motores de Busca) é muito mais uma “arte” do que uma “ciência”, afinal, temos uma série de critérios e boas práticas para seguir. Lembrando que tudo depende da concorrência do nosso mercado – concorrência pelos termos de busca (keywords) que nosso cliente usa para buscar e, por consequência, nos encontrar.

Se preferir, confira o vídeo na íntegra lá no fim desse post, diretamente do meu canal no Youtube.

Conteúdo

O pilar principal para ter sucesso em SEO é gerar conteúdo. Sem ele, nada feito! Esse conteúdo precisa ser original, frequente e de qualidade.

Precisamos garantir que os termos de busca estejam no texto, que as imagens estejam otimizadas e que o conteúdo seja o mais completo possível, além de seguir as boas práticas de SEO. Na prática, o conteúdo precisa resolver o problema do nosso cliente ou potencial cliente.

Reciclar

Muitas vezes gastamos muita energia gerando novos posts, que demoram muito para subir no ranking ou sofrem com a concorrência, que em alguns mercados pode ser bem acirrada.

A dica é: recicle conteúdo já existente no seu site ou blog!

Sabe aquele post ou página que já está indexado, mas não consegue vencer a concorrência para estar entre as três primeiras posições? Você vai recicla-lo e otimiza-lo ainda mais, dando um “boost”, uma força extra para ele! O resultado é ganho de autoridade e melhora no ranking. O pulo do gato é não precisar começar do zero!

Como fazer isso:

1. Melhores todos os quesitos do texto: estrutura, uso de palavras chave, negritos, sinônimos e claro, deixe-o mais rico em informações! Faça aquele conteúdo ser ainda mais completo e atual, insira novas informações, agregue mais dicas, links e novidades.

2. Vídeo: se quiser dar ainda mais força para esse conteúdo, utilize o Youtube ao seu favor. Grave um vídeo com o conteúdo que antes era somente textual, publique em seu canal no Youtube e otimize títulos, tags e a descrição. Com esse vídeo já publicado, faça a incorporação (embed) no seu post ou site. Isso dá mais opções ao leitor, que pode consumir o conteúdo através de texto ou vídeo. O Google gosta disso e você ganhará pontos importantes. Outra dica é colocar o link para o post completo na descrição do vídeo! É Link Building acontecendo na prática!

3. Atualizar data: como você realmente melhorou o conteúdo, atualizou, agregou informações e até um novo formato (vídeo), você também ganha o direito de atualizar a data do seu post. É comum usarmos termos como “editado”, “update” ou “revisado” para mostrar ao leitor que esse conteúdo não é novo e sim, reciclado e melhorado.

4. Seja honesto: se a intenção for mudar duas ou três palavrinhas e aí mudar a data do post, se poupe desse trabalho! Essa gambiarra não vai resolver e ainda será anti ético com quem acompanha seu site ou blog. É importante que o conteúdo seja realmente atualizado, melhorado, ganhe novos formatos e fique muito mais completo!

Espero que tenham gostado do post!

Até a próxima :)

Fome de Poder – Lições de Marketing

Fome de Poder Lições de Marketing - Camila Renaux

Oi, pessoal! No post de hoje vou comentar as lições de Marketing do filme FOME DE PODER, que narra a história real da criação do Mc Donald’s, sua estratégia empresarial e a história de seu “fundador” – Ray Kroc. Tem no Netflix! O filme é cheio de sacadas de Marketing! Vem comigo e se joga!

Se preferir, confira o vídeo na íntegra lá no fim desse post, diretamente do meu canal no Youtube.

1. CONHEÇA O SEU PÚBLICO

O público alvo do Mc Donald’s são as famílias. Mas as ofertas existentes antes da sua criação eram primordialmente drive-ins, locais de festa e bagunça, frequentados por jovens. A rede de fast food soube entender que seu público era diferente e focou em um produto mais adequado e um ambiente familiar, com bancos e locais para sentar. EssE era o DIFERENCIAL!

Em outro momento do filme, essa adequação de público aparece também para os franqueados – outro público de interesse. Endinheirados da cidade não cuidavam das franquias com o esmero que Ray Kroc esperava e isso era péssimo para a marca. Ao  franquear para casais que faziam do restaurante sua “segunda casa”, trabalhavam juntos e cuidavam dos mínimos detalhes, o Mc Donalds tinha melhores resultados. Saber quem é o seu público e adequar sua oferta para ele é chave para ter um diferencial!

 

2. TENHA UM PRODUTO PRIMOROSO

O filme mostra o trabalho incansável dos irmãos Mc Donald’s para encontrar o processo perfeito para a cozinha, rapidez no atendimento e até o número de fatias de picles que cada hambúrguer deveria ter – um esmero sem fim com o produto! Mesmo quem não tem um centavo para investir em Marketing consegue construir marca e reputação com um bom produto percebido (pelo seu cliente, não por você mesmo!) e processos primorosos. Quem é excelente é lembrado, recomendado e dificilmente esquecido! 

 

3. VENDER NÃO É O MESMO QUE LUCRAR

Essa lição parece óbvia, mas na prática ela pega muitos de nós. É que faturar não significa lucrar e muitas vezes temos excelentes resultados de vendas e mesmo assim não sobra (ou falta!) no final do mês. Isso se dá por não respeitarmos as margens de lucro, seja por estarmos com gastos elevados ou por alguma prática muito agressiva de promoção baseada em descontos. Não foi diferente com Ray Kroc, nosso protagonista. O Mc Donald’s já ia bem, abria novas franquias, vendia como nunca. Mas a marca devia ao banco e não conseguia pagar os empréstimos. As margens de lucro da venda de hambúrguer não cobriam os investimentos que estavam sendo realizados, havia “descasamento” de fluxo de caixa e a estratégia de vendas não estava alinhada com as necessidades financeiras da empresa. Quem nunca? Não basta vender mais, é preciso vender melhor!

 

4. SAIBA QUAL É O SEU NEGÓCIO

O momento de ouro do filme! Super romantizado, como se fosse um passe de mágica, mas me fez pensar muito! Ray Kroc encontra um consultor, Harry Sonneborn, e com ele chega a conclusão que o Mc Donald’s não está no ramo de alimentação e sim, no ramo imobiliário! É tudo sobre a localização de cada loja. A sacada é ser dono dos pontos de venda, usa-los como garantias bancárias para financiar o crescimento das franquias e ter os imóveis no patrimônio da empresa. Esse é um exercício para todos nós, verdadeiras perguntas mágicas: O que eu verdadeiramente vendo e qual a estratégia que vai garantir a minha consolidação?

 

5. DÊ IMPORTÂNCIA À CONSTRUÇÃO DA MARCA

Ray Kroc afirma que ao ver os arcos dourados do Mc Donald’s enxergou ali uma nova igreja – e que não abriria somente aos domingos. Ele considerava o nome “Mc Donald’s” um símbolo da cultura americana, o cerne de um estilo de vida. Branding (construção de marca) é caro, leva tempo, demanda investimento em Comunicação e é tarefa das mais complexas! Qual o símbolo da nossa estratégia de branding? Ela vai além de um logotipo? Não subestime o poder de uma marca!

 

6. SEJA VOCÊ MESMO E SEJA COERENTE AO SEU ESTILO

Ray Kroc é bem Darth Vader. Ele vai pro lado negro da força e lá permanece, fiel ao seu estilo, às suas metas, àquilo que acredita, uma determinação cega. Eu fiquei bem tentada a critica-lo sem dó nem piedade, talvez por ter valores diferentes e crenças contrárias. Mas também ouvi colegas comentando sobre tudo que construiu, um legado, uma história de superação, etc. Eles também tinham razão… Me dei conta que, em um momento em que há fórmulas para tudo e polaridade de opiniões, só nos resta ser quem somos e respeitar isso, agindo com ética e coerência – à luz do nosso estilo próprio. Se ele está certo ou errado, é feliz ou triste, é tudo perspectiva. E o que é sucesso para mim? Estou alinhada com isso ou lutando para me adequar à uma realidade que não me representa? Permitir-se escolher e a partir dessa escolha bancar ser quem é!

 

E você, o que achou do filme? Conte nos comentários! Até a próxima! :)

Livros de Marketing que amei ler

Melhores Livros Marketing Digital Camila Renaux

Oi, pessoal! No post de hoje vou dar dicas sobre livros de marketing que eu amei ler! Não basta ser importante, a leitura precisa ser agradável também! Vem comigo e se joga!

Se preferir, confira o vídeo na íntegra lá no fim desse post, diretamente do meu canal no Youtube.

  1. A Imaginação de Marketing de Theodore Levitt e o artigo A Miopia de Marketing

Um livro antigo, da década de 60, mas que como todo clássico, ainda é atual. O autor define um dos conceitos mais impactantes do Marketing, o de Miopia – confundir a proposição de valor, ou aquilo que você verdadeiramente vende, com o seu produto. Por exemplo: quem compra uma BMW não está comprando um carro e sim, status. Por isso, a razão de existir da marca BMW e seus atributos intangíveis precisam estar alinhados e ser comunicados visando esse objetivo. A sacada é: o que eu verdadeiramente vendo? Qual a razão de existir da minha empresa ou marca?

  1. Reimagine de Tom Peters

Um livro visual e que tem cara de revista, super agradável de ler. O tema é como conquistar um diferencial, ou seja, ele complementa o conceito do livro de Theodore Levitt visando o “ser e o parecer”. Não apenas ter produtos fantásticos, porém desconhecidos ou ter uma Comunicação impactante e ampliada, mas cujo produto/serviço ofertado não consegue sustentar. A proposta do autor é a de reinventar o seu negócio, buscando diferenciais exclusivos. Em mercados muito competitivos, nos quais a competição muitas vezes é definida pelo preço, é uma leitura que pode inspirar e trazer ideias valiosas para o dia a dia.

  1. Posicionamento – A Batalha por sua Mente de Jack Trout e Al Ries

Posicionamento é o espaço que ocupamos na mente do nosso cliente. É como se fosse a gaveta na qual ele guarda a informação sobre quem somos, o que acha de nós, enfim, como nos percebe! Sabe aquela coisa de “primeira marca quem vem à mente quando pensamos em um produto”? É isso! Esse é um desafio tão grande para todos nós que esse livro vira leitura obrigatória, nem que seja para pelo menos termos ideia desses conceitos e de como o processo de posicionamento funciona. Conhecer mais sobre o tema é apaixonante e a leitura, prazerosa!

  1. A Estratégia do Oceano Azul de Chan Kim

Um dos meus livros favoritos e daqueles que de vez em quando releio, só para me inspirar novamente. O conceito primordial é criar negócios inovadores, repletos de diferenciais e que criem um posicionamento único e forte na mente do consumidor. O oceano vermelho é aquele no qual há concorrência acirrada, briga por preço e a demanda já é existente. O oceano azul é aquele na qual criou-se uma nova demanda, não há concorrência e não há briga por preço, só pelo valor percebido. O livro é bem prático e cheio de exemplos! O mais impactante, na minha opinião, é o do Cirque du Soleil, na qual o autor defende o uso da metodologia de quatro quadrantes – ELIMINAR, REDUZIR, CRIAR e ELEVAR e a explica de forma didática e acessível a todos. Leitura recomendada e das mais agradáveis!

  1. A Cauda Longa e Grátis, ambos de Chris Anderson

O autor é tão fantástico que merece o combo, é impossível escolher um só. São livros que você devora, não consegue parar de ler! No primeiro, A Cauda Longa, Chris Anderson cria o conceito de explorar os mercados de nicho ou mercados segmentados. Em um exemplo usando livros, segmentos ou nichos seriam, por exemplo, livros de terror com palhaços. Já os best-sellers, seriam os mais vendidos da livraria, como Harry Potter ou 50 Tons de Cinza. Anderson prova que através da Internet é possível gerar tanta receita com produtos de nicho quanto se geraria com produtos best-sellers (mais vendidos). A lição é: conheça seu público! E claro, não tenha medo de ser específico e de ter foco. Quanto mais segmentado, mais assertivo e mais fácil se posicionar.

Já no incrível Grátis, Chris Anderson vai além e mostra como ofertas gratuitas podem fazer a diferença na estratégia da sua empresa. O livro é cheio de exemplos e casos inspiradores! A principal mensagem é a que, mesmo ofertando algo gratuitamente, é possível alcançar margens de lucro altas. O autor explora conceitos como Freemium, uma estratégia na qual existem produtos grátis, mas também produtos precificados e focados em necessidades específicas. É de explodir cabeças e chorar quando termina!

  1. Fazendo a Estratégia Acontecer de Fernando Luzio

Um livro prático, cheio de exemplos, muito bem diagramado e que sempre recomendo para quem vai fazer TCC ou precisa defender e implementar estratégias em organizações. Nosso maior desafio na maioria das vezes é a implementação e não o planejamento. Esse livro me cativa porque fala desse tema polêmico e muitas vezes subvalorizado de forma muito prática. Se você estiver passando por um Planejamento Estratégico de Marketing (PEM) vai gostar dessa dica! E por ser bem acessível e de fácil compreensão, o livro é bem agradável e cumpre o papel de leitura que adoramos :)

Espero que tenham gostado do post! Tem algum livro de Marketing preferido? Conte nos comentários! Até a próxima! :)

Concorrentes usam o nome da sua marca no Adwords? Entenda as Regras!

Camila-Renaux-Concorrência-Adwords

Concorrentes estão usando o nome da minha marca como uma palavra chave em suas campanhas no Google Adwords! É permitido? O que posso fazer para evitar isso?

Entenda as regras e o que pode ser feito no vídeo abaixo:

 

Links citados no vídeo:

Canal da Consultora Camila Renaux no Youtube: https://www.youtube.com/camilarenaux

[Vídeo] Como monitorar concorrentes

camila-renaux-monitoramento-de-concorrencia

Oi, pessoal!

No Drops de hoje vamos falar sobre monitoramento de concorrentes, um conteúdo em vídeo \o/

Conheça dicas, estratégias e ferramentas gratuitas – ou pelo menos acessíveis – para monitorar, analisar e acompanhar de perto sua concorrência através do enfoque do Marketing Digital.

Monitore a Concorrência: Sites, Acessos, Audiência no Facebook, Análise Qualitativa em Redes Sociais, Plataformas de E-commerce e até mesmo Cliques em Links :)

Ferramentas citadas no vídeo:

  • Built With: https://builtwith.com/
  • Bit.ly: https://bitly.com/
  • Similarweb: https://www.similarweb.com/
  • SemRush: https://pt.semrush.com/
  • Seekr: https://seekr.com.br/
  • Scup: https://www.scup.com/social/en/

Espero que tenham gostado! Até a próxima :)

Jornalismo e Marketing Digital – Dicas para Jornalistas

jornalismo-marketing-digital-camila-renaux

Como jornalistas podem explorar mais a área digital, porém sem se distanciar de sua profissão?

No Drops de hoje – no ar sempre na primeira segunda feira do mês – respondi a dúvida de uma leitora sobre como unir Jornalismo e Marketing Digital.

“Camila, a produção e geração de conteúdo é considerada uma área especifica? Como jornalista quero explorar mais a área digital, porém sem me distanciar da minha profissão. Você têm dicas?”

São dicas e ideias para jornalistas que querem encontrar um diferencial para suas carreiras e enxergam no Digital um caminho! Se joga! \o/

 

  • Especialização em Vídeos
  • Assessoria de Imprensa Digital
  • Releases e SEO
  • Creators e Digital Influencers
  • Blogs Autorais
  • Colaboração para prestação de serviços
  • Conteúdo para Redes Sociais
    e muito mais :)

Como escolher o curso de Marketing Digital certo para o seu perfil e objetivo

No Drops de hoje vou responder a uma dúvida que aparece frequentemente em meus cursos presenciais. Quero começar a trabalhar com Marketing Digital! Por onde começar? Que curso fazer? Que tipo de formação escolher para aumentar as chances de entrada no mercado de trabalho?

Para facilitar a vida, vou dividir os critérios em tópicos e disponibilizar um vídeo diretamente do meu canal no Youtube. Espero que gostem!

Não caia em roubadas.

Não vamos nos ater aos cursos ruins de verdade. Infelizmente, nem tudo que reluz é ouro e pode acontecer de um curso de baixa qualidade ser divulgado como um bom curso e alunos interessados acabarem tendo uma péssima experiência durante as aulas. Na minha opinião, o pior que pode acontecer é a falta de generosidade ao ensinar, se atendo ao lugar comum, sem diferencial.

O objetivo de um curso é instigar os alunos e ensina-los a encontrar um caminho próprio, já que no Marketing não existe receita pronta para o sucesso. Mas, você pode aprender a aplicar técnicas que o orientem a encontrar os melhores ingredientes e o passo a passo para a receita própria de cada empresa.

Dica Marketing Drops: não contrate o primeiro curso que vir pela frente! Questione ex participantes, visite as redes sociais do professor e questione a instituição que está promovendo o curso sobre a ementa e a lógica por trás dela. Se o objetivo for apenas surfar essa onda, caia fora da roubada!.

Cursos práticos versus cursos mais conceituais.

Aqui estamos falando do modelo de treinamento contratado. Nesse momento, é importante ter em mente aquilo que você procura em um curso de Marketing Digital – uma visão mais conceitual e estratégica ou curso mais focado em dicas e na facilitação da aplicabilidade do que é ensinado. Infelizmente, temos pouco tempo para dedicar aos estudos e não é fácil se ausentar por muito tempo da rotina diária para fazer um curso completo. Por isso, pode ser necessário fazer dois cursos complementares, um mais teórico e outro mais prático. O erro mais comum é buscar um curso extremamente prático e rápido quando o aluno não tem base nenhuma sobre a parte técnica e conhece pouco sobre conceitos básicos de branding e marketing em geral. Se esse é o seu caso, invista em curso conceitual primeiro e depois parta para workshops focados.

Para exemplificar esse tópico é interessante comparar os cursos da Martha Gabriel e da Agência Mestre. Ambos excelentes! Porém, a didática da Martha é sempre a de embasar o Digital como um todo, falar de comportamento do consumidor e de marketing estratégico. É um curso excelente para gestores e também iniciantes, que buscam aumentar a densidade do que vivem na web. Já o curso da Mestre é muito mais prático, repleto de ferramentas e dicas para o dia a dia. Vale lembrar que os dois cursos contemplam a teoria e a prática, mas cada um deles tem foco maior em uma das vertentes. Recomendadíssimos!..

Cursos gerenciais versus cursos mais específicos

Assim como no tópico acima, os cursos acabam tendo visões diferentes. Sempre que o nome do curso usar as palavras “gerenciamento”, “gestão” e “estratégias” vale a pena ler com atenção a ementa de aula, porque provavelmente o curso é orientado para gerentes, gestores e para aqueles que buscam uma visão mais holística. Nesse caso o curso não será focado em cada uma das vertentes do Digital e sim, em como conseguir gerenciar tudo que uma empresa precisa para ter sucesso, indicadores de resultado, planejamento, cases, etc. Temos até mesmo MBAs focados em Marketing Digital, como o da FGV e o do I-Group, que também recomendo.

Um exemplo para facilitar: em um curso de Marketing Digital focado para empreendedores e gestores, na hora de falar sobre e-commerce haverá uma conceituação muito maior sobre processos, dificuldades, oportunidades e negócios. Já em um curso mais prático, o tema e-commerce pode abordar ferramentas, dicas de otimização, sugestões de integrações e possibilidade de mídia e promoções.

Dica Marketing Drops: O ideal é quando o professor consegue pincelar os cenários gerenciais e técnicos entre os cursos, fazendo com que todos falem a mesma língua. Fique de olho nos feedbacks e na didática de quem irá ensinar.

Cursos presenciais versus cursos online.

Aqui a discussão não é sobre qualidade e sim, sobre preferências na hora de aprender. Cursos online são práticos e podem salvar a sua vida em momentos de correria no dia a dia, mas se você considerar essencial o networking e a troca de experiências entre alunos, pode se frustar. Minha opção por cursos online só ocorre quando realmente não há tempo – ou dinheiro – para se deslocar até o local do treinamento (geralmente grandes capitais). Valorizo muito a rede de contatos que formamos em um curso e alguns alunos se dispersam mais em casa, em frente ao computador, acabam prestando mais atenção quando estão in loco. Porém, isso é muito pessoal. Experimente um curso online de um professor ou instituição de ensino já aclamados e adeque à sua realidade e preferência..

Tempo de duração, preços e didática.

Nesse tópico reuni os itens que costumam gerar mais dúvidas entre os alunos. Realmente, é difícil avaliar um curso sem tê-lo experimentado antes e confiar na percepção dos outros as vezes dá errado. É como ir ao cinema – aquele filme que todos os seus amigos gostaram pode parecer ruim para você.

Aqui, a dica é cruzar informações e perceber se há lógica no que é apresentado. Por exemplo: um curso de Gerenciamento de Marketing Digital em apenas dois dias é impraticável. O volume de informações é grande e muita coisa terá que ser embasada. Dependendo da limitação de horas/aula, muito terá que ser deixado de lado e isso pode dificultar o aprendizado. Claro que se o curso deixar claro que a didática será de “Intensivo”, tudo faz mais sentido. Fique de olho!

E relação aos professores, instrutores e palestrantes, não temos como fugir de conhecer o estilo e conhecimento de cada um.  É recomendável conhecer mais sobre a produção de conteúdo de cada instrutor. Se você ensina algo, é muito importante que saiba aplicar! Caso contrário, seu discurso vira uma reunião de palavras vazias. Valorizo muito o aprendizado com professores que vivem o Digital e a Internet no dia a dia, porque conseguem se colocar no lugar dos alunos, que sentem na pele os problemas da vida real.

Por fim, vamos falar de preços! Momento difícil, porque preço não é atributo de custo e sim, de valor. Depende da instituição, do posicionamento, do profissional que está dando aula, do local (grandes centros ou pólos regionais) e de muitos outros fatores. No geral, o preço médio de mercado para cursos presenciais de 20 horas é de valores a partir dos R$580,00. Aqui, depende muito! A dica novamente é ver se o curso é o ideal. Se for, o preço é de investimento e esse valor será revertido em boas oportunidades para você!.

Momento Jabá :).


Eu, Camila Renaux, sou instrutora de um curso sobre Gestão em Marketing Digital e Mídias Sociais em Blumenau (SC)
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A ementa foi baseada em um curso teórico  de 16 horas de duração. Nesse workshop vamos conceituar muita coisa para dar base estratégica aos alunos e apresentar dicas e possibilidades práticas. Através de uma metodologia baseada em planejamento e orientado à métricas de resultado, os participantes poderão ter uma visão geral sobre o Marketing Digital para gerenciar, criar e medir o sucesso de ações de Marketing e Vendas na web..

Camila RenauxAbordaremos ferramentas, métodos específicos, modelos de atuação, estratégias, geração de conteúdo, mídia paga, e-mail marketing e até orientações à respeito dos aspectos legais e promocionais, tanto para organizações que atuam em mercados de bens de consumo (B2C) quanto organizacionais (B2B).

Para quem quiser saber mais e participar, acesse a página do curso sobre Gestão em Marketing Digital e Mídias Sociais com Camila Renaux.