Dicas: Como escrever na Internet e produzir conteúdo de qualidade

conteudo para midias sociais

O objetivo do post de hoje é ajudar as marcas e empresas quando o assunto é produção de conteúdo na Internet. Se fosse fácil, todo mundo fazia! Por isso, de olho nas dicas do Marketing Drops:

 

1. Entenda sua concorrência

Segundo pesquisas, o market share do conteúdo disponibilizado na Internet é de 70% para entretenimento e de 30% para informação. Por isso, sempre que sua estratégia permitir, entregue pequenas doses de humor no seu conteúdo, para que ele seja mais facilmente compartilhado.

Para se diferenciar, levante uma bandeira sobre o seu business, pode ser um personagem, um lema, um bordão, algo que dê um conceito ao seu conteúdo. Senão, vira release.

2. Escreva sobre o que sabe com generosidade

Para as marcas, é muito importante entregar conteúdo de qualidade, com informações relevantes. Vou citar o meu caso, trabalho com Marketing Digital, e com certeza sei muito mais sobre o tema do que alguém que trabalha com fotografia, por exemplo. Bem, não adianta falar aquilo que todo mundo já sabe! Produza conteúdo com base em sua experiência – porque ela é única! Lembre dos tempos de escola, quando escrevíamos sobre nossas férias. É mais fácil escrever sobre aquilo que a gente vive!

3. Entenda um pouco de redação

Todo texto é formado por 3 pilares: introdução, desenvolvimento e conclusão. Na introdução, descrevemos o assunto sobre o qual vamos discorrer, apresentamos nossa linha de pensamento. Nessa etapa, o principal objetivo é receber atenção.

No desenvolvimento, explicamos o assunto. Na Internet, pontue opiniões e ensine coisas, mas de forma rápida. Para ganhar tempo, crie links para outras fontes que complementam o conteúdo.

Na conclusão, queremos fechar o assunto. Valem os macetes: chamar uma polêmica, fazer perguntas, deixar o tema em aberto para um novo post ou então, fechar somente com uma informação de ouro.

Para os títulos, pense em manchetes de jornais. Aquela mistura que é uma arte publicitária, saber dosar a curiosidade com benefício. Se o título desse post fosse “O Tratado de Conteúdo Web” você estaria aqui? Dicas parecem mais fáceis, não é?

4. Esprema a laranja

Quem tem tempo para gerar conteúdo de qualidade? Seja bonzinho com a sua marca e saiba fazer render a pauta. Exemplificando: sua marca vende panelas. Isso pode render um post sobre a melhor utilidade de cada panela, um glossário/dicionários de panelas, um vídeo sobre receitas que só funcionam na panela correta, uma entrevista com um chef de cozinha sobre o dia a dia de quem lida com panelas e até um podcast sobre os maiores erros cometidos ao usar panelas.

Dicas práticas:

  • Tenha um cronograma,
  • Divida a responsabilidade com alguns membros da equipe
  • Tenha sempre conteúdo reserva – a falta de tempo pode fazer com que seu conteúdo fique desatualizado.
  • Sempre que produzir um conteúdo pense se ele pode ser divido em partes, revisado, virar uma lista, uma entrevista, um check list, um tutorial, etc.

IMPORTANTE: Conteúdo = texto, imagem, vídeo, áudio, slides, etc.

5. Seja esperto

Infográfico gera clique. É informação embalada para presente! Precisamos estar antenados com essas tendências. Produzir um vídeo pode ser muito mais fácil e viral (Internet não combina com super produções) do que escrever um texto para blog. Uma palestra exclusiva no slideshare pode tornar sua marca referência em conhecimento.

O apelo da aparência do conteúdo é muito importante – use imagens que sejam bacaninhas para aparecer nas curtidas das timelines, invista em infográficos com embed para ganhar links, faça vídeos curtos (até 5 mins), use palavras de impacto.

Use aquilo que você já têm:

  • Responda aquela dúvida que todos os clientes tem e que sempre consome tempo da equipe
  • Transforme e-mails que são praticamente um tutorial em post
  • Entreviste o vendedor que conhece seu produto como a palma da sua mão
  • Publique as dicas sobre uso de seus produtos que a equipe de suporte tem que passar por telefone todo dia

6. Seja direto e não superficial

Na Internet, passamos os olhos sobre as coisas. Facilite isso indo direto ao ponto, sem blá blá bá. Mas, não caia na armadilha da superficialidade. Poucas coisas são tão frustrantes quanto aqueles post do blog badalado sobre “Como escrever na Internet” que entrega 4 parágrafos de direcionamentos como “Use Imagens”. Lembre da regra número 2 – generosidade.

7. Padrões técnicos de escrita

Livros são lidos da esquerda para a direita. Textos na Internet são lidos em F.  Essa imagem do Jacob Nielsen (useit.com) mostra esse padrão através de mapas de calor. Os caras fazem zonas quentes e frias baseadas nos locais para onde olhamos quando estamos lendo. Quer engajar leitores até o final do seu texto?

leitura-em-F-marketing-drops

  • Não justifique o texto, deixe-o alinhado à esquerda
  • Use listas, tópicos e bullets
  • Invista seu tempo nas 3 primeiras frases
  • Negritos podem salvar sua vida
  • Parágrafos curtos e cheios de espaços em branco

Vale ressaltar que todas as técnicas de otimização (SEO) podem e devem ser aplicadas e nesse material do Fabio Ricotta você recebrá uma avalanche de informação sobre o tema. Obs: nesse material tem uma planilha matadora para geração de ideias a respeito de um determinado tema. Se joga!

Por último, deixo a dica de como adequar e adaptar o mesmo conteúdo para diferentes mídias sociais.

Agora, mão na massa! Só a prática leva à perfeição ;)

Marcas reais para pessoas de verdade

O final do ano é um período que promove as reflexões. Pensamos naquilo que aprendemos com o ano que passou e também fazemos desejos para o ano que começa. É interessante como essa reflexão sobre o antigo e o novo não acontece somente na vida das pessoas. Ela acontece nas organizações, que usam o período para formalizar o Planejamento Estratégico – em especial para as suas marcas, um dos ativos mais valiosos das empresas.

Segundo o pai do Marketing, Philip Kotler, uma marca é:

Uma promessa em fornecer atributos e benefícios uniformes aos consumidores. Tal qual uma pessoa, uma marca tem uma identidade física ou formal, um carácter, uma personalidade ligada à sua história e aos seus valores fundamentais.

A proposta desse post é refletir sobre o papel das marcas em tempos de Marketing Interativo, no ano em que “Facebook” foi um dos termos mais buscados no Brasil. No post de despedida de 2012, o Marketing Drops apresenta um paralelo entre a ditadura do corpo perfeito e a ditadura das marcas sem falhas. Confira!

Um novo momento para os consumidores

Lori Greeley, CEO da Victoria’s Secret, declarou recentemente que apenas 20 mulheres no mundo poderiam representar a marca em passarelas. Uau! Somos aproximadamente 3,5 bilhões de mulheres no planeta Terra e apenas 20 Angels estão à altura da marca?

Fotos de Capa da FanPage Victoria's Secret

 Não entendam isso como uma crítica à Victoria’s Secret, que faz seu trabalho de Marketing muito bem, mas me chama a atenção a declaração de uma dessas modelos, a americana Erin Heatherthon:

A questão principal é que as pessoas devem ter consciência de seus próprios corpos, tendo força sobre sua própria imagem e sua confiança. Defendo o uso de Photoshop em minha fotos, porque nós não estamos vendendo a realidade, estamos vendendo uma história. É tudo sobre como criar uma fantasia.

Além da declaração soar como um discurso sobre a fome na África em meio à um jantar do tipo rodízio, algo me diz que nem a Erin se sente segura o suficiente para mostrar seu corpo quase perfeito.

Marketing de relacionamento em rede

A dinâmica de redes mudou muita coisa que se entendia como regra absoluta.

John e William McNeill (pai e filho), autores do livro The Humam Web, apresentam uma análise fantástica sobre essa dinâmica – a interconectividade a partir da linguagem – desde a era agrícola até a era digital. Essa análise vem de encontro à Teoria dos Seis Graus de Separação, formulada pelo psicólogo Stanley Milgram nos anos 60, que afirma haver no máximo seis pessoas entre qualquer outra. Ou seja, entre duas pessoas existem apenas seis contatos intermediários, mesmo que elas estejam em lados opostos do mundo.

Novos estudos, realizados após o boom das redes sociais, mostram que esses graus caíram para 4,3. Estamos mais próximos, em laços mais estreitos, em um fenômeno que os estudiosos do Marketing Digital chamam de distorção em redes descentralizadas. Quando estamos virtualizados e hiper conectados, distorcemos as seguintes dimensões:

  • Tempo
  • Espaço
  • Proximidade

Vou me ater ao ponto que mais nos interessa do ponto de vista mercadológico, a distorção da proximidade. Ela diz respeito aos laços dos relacionamentos, fala da mistura dos espectros das relações humanas, quando em coletivo: família, amigos, colegas, conhecidos, vizinhos, marcas que amamos…

Quando distorcemos a proximidade, distorcemos nossos filtros. Podemos expor demais nossa intimidade para pessoas que não possuem um laço suficientemente forte para sustentar isso! E vice versa.

Um grande desafio para uma marca é a compreensão sobre essa via de duas mãos. Não basta querer estar em um espectro de relacionamento, desejar ser o laço forte do seu cliente. Ele tem que querer te colocar ali também. Assim como tudo na vida, a compreensão sobre o que nosso cliente quer, é uma construção. E o que nosso cliente quer, muda muito. Haja estratégia!

O vídeo “Bring the Love Back”, um comercial para TV da Microsoft, brinca com tudo isso: “Você fala que me ama, mas não está agindo como se me amasse”!

Por marcas mais reais

A questão é que nem sempre o cliente quer falar com a marca, as vezes ele só quer que dê tudo certo e esse é um relacionamento saudável e duradouro. Mas, assim como a Angel da Victoria’s Secret precisa de Photoshop, a marca sente como se precisasse de declarações de amor.

Até algum tempo atrás as reclamações eram chamados em um call center, e-mails em uma máquina. Hoje, elas podem ser lidas por todos, estão escancaradas e expostas até mesmo àqueles com quem as marcas não tem laços fortes ou intimidade.

Essa transparência toda é realmente assustadora! Mas, é possível deixar transparecer fraquezas e ser mais sincero com o seu cliente e esperar dele o mesmo.

Para pontuar minha opinião, compartilho com vocês o case Dove Real Beleza. Esse case – que é de Comunicação e não de Antropologia – é apenas a pontinha de um iceberg, um pequeno reflexo de algo mais amplo, mas que não cabe aqui, nesse primeiro momento ;)

O projeto Real Beleza envolveu um diagnóstico super completo e culminou na criação da Dove Self-Steem Fund, uma organização mantida pela empresa Unilever – detentora da marca. Um dos programas, o Real Beauty School Program, consiste em vivências para professores com foco no desenvolvimento da autoimagem dos jovens, para orienta-los sobre como lidar melhor com seus sentimentos e impressões acerca da aparência.

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Nessa construção de marcas, de diálogos e de relações em rede, cada marca pode fazer isso à sua maneira. Fora casos brutais, não existe um certo e errado – Dove e Victoria’s Secrets vão muito bem, obrigada. Cada uma dessas marcas criou laços com suas consumidoras, seja pela via da identificação ou da ilusão, com sucesso. Ambas são verdadeiras e cruéis, já que mostram a mesma realidade, em faces opostas.

Para fechar esse post de reflexão, divido com vocês um pensamento que me ocorre: assim como a ditadura da beleza elege apenas 20 mulheres ao posto de Angels, as marcas também enfrentam uma ditadura à altura, disputando não em quilos e centímetros, mas em bilhões de dólares, o ranking de brand equity das 20 marcas mais valiosas do mundo.

Faz pensar, né?

Adeus ano velho, feliz ano novo

O Marketing Drops existe para entregar doses generosas de informação, em um espaço no qual se propõe compartilhar experiências e opiniões sobre o digital, o colaborativo e o social. Com sorte, consigo ensinar algo a alguém.

Manter o blog é o viver o www e o .com do jeito que mais gosto e dividir minhas ideias é a minha expressão mais verdadeira. Obrigada a todos que estiveram aqui em 2012! Nos vemos no ano que vem!

A etiqueta do e-mail corporativo

regras para email corporativo

Especialistas em Marketing Digital garantem que o e-mail é um produto em declínio, visto que apenas 11% dos jovens usam este tipo de serviço, dando preferência às redes sociais para se comunicar. Serviços de comunicação não morrem, segmentam-se. Com o e-mail não é diferente, ele é soberano no universo corporativo.

Infelizmente, nosso dia a dia está repleto de gafes e o post de hoje reúne dicas para elimina-las de uma vez por todas! Afinal, como escrever bons e-mails e manter a comunicação alinhada através desse tipo de ferramenta?

Escreva como fala

O que é muito complicado são os conflitos de posicionamento – a pessoa é super informal ao telefone, mas escreve um e-mail repleto de palavras de polidez, como “vossa” ou “venho por meio deste”. Acaba soando forçado. Seja você mesmo! As relações corporativas estão mais flexíveis, permitindo dar mais personalidade para tudo que fazemos. Isso não significa escrever errado, usar gírias ou expressões como “Kkkk”.

Em uma busca rápida sobre e-mails corporativos, uma avalanche de informações como “NUNCA use abreviações em e-mails de trabalho” o atingirá. Não é bem assim! O uso do “vc” já é considerado aceitável na troca de e-mails comerciais em empresas mais informais. Mesmo assim, use o bom senso. Se a empresa é mais formal, adapte seu estilo de fala e escrita à essa característica.

A regra é clara: escreva da mesma maneira que fala, pontuando com vírgulas suas pausas naturais. Essa empatia com o leitor é uma fórmula mágica de conversão!

Um assunto por e-mail

Essa prática irá auxiliá-lo na organização de suas ideias ao escrever. Ficará mais fácil ir direto ao ponto, ser mais breve e delimitar o campo assunto de maneira mais clara.

Outra vantagem é a facilidade de busca. Quantas vezes buscamos por determinados termos em nossas caixas de entrada, na esperança de encontrar e-mails antigos? Ao manter o padrão de tratar somente um assunto por envio, essa engenharia se tornará muito mais simples.

Importante: sempre envie e-mails com campo assunto preenchido! Não vale colocar “Oi” ou “nome da empresa”. Seja específico! Pessoalmente, sigo a regra do gerenciamento de projetos – raiz mais desdobramento.

Se preciso enviar um e-mail sobre uma ação promocional no Facebook que está em lançamento, delimito o campo assunto da seguinte maneira: Ação no Facebook > Lançamento. A maioria das pessoas determina como assunto somente “Ação no Facebook” ou “Lançamento”. OK, sobre o que se trata exatamente? E na hora de buscar?

Siglas Importantes: o que são e como usa-las

Algumas siglas e abreviações são muito importantes na troca de e-mails, é importante que você as conheça. Seu uso é uma escolha pessoal. A seguir, apresento as principais delas e suas aplicações práticas.

O que são:

PSC: Para Seu Conhecimento, pode ser substituída por PSI (Para Sua Informação). Em inglês, usa-se FYI (For Your Information).

ASAP: As Soon As Possible – é a mesma coisa que urgente.

Atte: Atenciosamente.

Cuidado para não cometer o erro comum de escrever “Att.”, assim como fazia a autora desse post até ser informada por uma leitora muito gentil. A abreviatura “Att.” vem do inglês e significa “at this time”.

Quando usa-las:

De uma maneira geral, para ganhar tempo. Muitas vezes, recebemos e-mails encaminhados sem nenhuma informação adicional. Fica aquela dúvida – esse e-mail era para mim? É de muito bom tom, ao encaminhar um e-mail, escrever:

“Olá, Fulano!

Segue e-mail abaixo, PSC.”

Quanto ao ASAP e ao Urgente, uma ressalva. Se você envia todos os e-mails com essa marcação, é fato que muito em breve essa urgência será ignorada. Use-os com moderação, considerando-os um pedido de socorro. Certa vez, ouvi de uma amiga gerente de projetos que ela tinha completo terror de quem escrevia e-mails repletos de “ASAPs” e isso faz sentido – parece que o remetente considera o profissional do outro lado do e-mail um completo irresponsável. Por isso, cautela! :)

Copie todos os interessados no e-mail

Regra suprema do mundo corporativo. Se você está coordenando uma ação que envolve uma agência de comunicação, uma agência digital e uma assessoria de imprensa, copie todos nos e-mails referentes ao tema. Depois, não adianta reclamar que não ficou sabendo de algum detalhe. O e-mail é utilizado como uma prova, uma formalização daquilo que foi acordado verbalmente. Quantas vezes recebemos e-mails que começam com “conforme conversado anteriormente”? Aproveite essa particularidade e use-a a seu favor, sempre copiando todos os interessados.

Garanta a entrega de seus e-mails

Segundo um estudo realizado pela empresa Return Path, 35,5% dos emails corporativos não foram entregues no Brasil, na segunda metade de 2011. É muito e-mail que não aterrissa na caixa de entrada. Nesse caso não tem muito mistério, é confirmar o recebimento com novo e-mail ou telefonema. As vezes, uso o Facebook para confirmar, as mensagens privadas são acessadas pelo celular e costumam ser muito eficazes. Se você está do outro lado, responda! É super simpático responder confirmando o recebimento de e-mails, especialmente se as mensagens tratarem de agendamentos e documentos.

Redação de e-mails longos

Escrever é uma ciência, ir direto ao ponto é uma arte! Evite escrever e-mails com o vício de atualizar o destinatário com todos os detalhes da história, entregue o necessário.

Uma dica valiosa? Entregue também a solução, ou então, a informação mais importante de forma precisa! É muito comum receber e-mails que dizem “preciso falar com você”. E só! Seja mais específico, adiante o assunto, deixe como sugestão um dia e horário para conversarem pessoalmente ou realizarem um call.

Para e-mails longos, use o padrão de blocos. Vá formando blocos de frases, sempre envoltas em muito espaço em branco. Para fechar o e-mail, deixe uma pergunta, forçando o destinatário a responde-lo com algo que comprove que compreendeu tudo aquilo.

Modelo de Blocos:

Saudação: 1 linha saudando o destinatário

Introdução: 2 frases que expliquem o que será falado neste e-mail mais longo

Desenvolvimento: 2 parágrafos separados por 2 espaços (enter) que abordem o tema de forma objetiva e direta. Se forem necessários mais do que dois parágrafos, manter a regra dos 2 espaços, pois eles auxiliam o usuário a manter a leitura e dão a sensação de que o texto é menor do que realmente é. Quando os blocos vão ficando muito volumosos, é possível inserir uma frase curta e de impacto entre eles, para que o leitor tenha uma pausa.

Conclusão: 1 parágrafo curto (até 3 frases) fechando o assunto.

Pergunta Final:  pergunta que arremate o texto e que deixe o destinatário com a obrigação de resposta, essa é uma garantia que ele lerá o texto.

Dica:

Em hipótese alguma use reticências (…) na redação de e-mails profissionais, esses sinais de pontuação exprimem hesitação e não são apropriados para a comunicação corporativa.

Seja educado

As palavrinhas mágicas e regrinhas da boa educação continuam as mesmas, não importa o canal. É desagradável receber um e-mail que não diz nada, somente com campo de assunto preenchido com algum direcionamento, como por exemplo, “templates do blog aprovados”. Não são os 15 segundos de escrever “Olá, fulano. Bom dia!” que vão acabar com o seu tempo. Pedir por favor, falar obrigada, dar parabéns, pedir desculpas, desejar bom dia/boa tarde/boa noite, despedir-se com abraços ou até logo não são regras de bons e-mails, são regras de boa convivência em sociedade.

Aliás, a maneira de despedir-se é mais polêmica. Pessoalmente, sempre me despeço com “Abraços”. Quando já tenho mais intimidade com clientes, fornecedores e parceiros, as vezes me permito uma despedida com “Beijos”, mas depende muito do caso. Não costumo usar “Att.” em meus e-mails, essa não é a maneira como me comunico de um modo geral..

Assinatura de e-mail

É mais que recomendado utilizar uma assinatura de e-mail que contenha dados básicos de contato. Uma boa assinatura de e-mail deve conter:

  • Nome completo
  • Cargo
  • Telefone fixo com ramal
  • Celular
  • Skype e/ou MSN
  • Site
  • Opcional: redes sociais

Espero que tenham gostado das dicas sobre e-mails corporativos!

Até a próxima!

Créditos Marketing Drops: Esse post tem padrinhos mágicos – gerentes de projeto que respiram web e dividiram com a autora suas angústias sobre e-mails. Obrigada Denis Budag, Nadi Genies e Raquel Moritz! :)

Comunicação, Microsoft na Veia e o Poder do Compartilhe

microsoft

De uns tempos para cá, um novo movimento da Comunicação Integrada Microsoft vem atraindo a atenção dos profissionais de Marketing Interativo. Em uma estratégia clara de deixar sua imagem mais cool, a Microsoft tem investido em comunicação alinhada à conceito. O desenvolvimento de produto acompanhou e deu o tom da estratégia central, está aí o tablet Surface para comprovar.

O vídeo para TV do IE9, veiculado na TV aberta e paga, é o tipo de comercial conceitual que faz brilhar os âmagos publicitários de cada um de nós. Confira:

Uma iniciativa sensacional foi o projeto em parceria com a banda The XX (no post do Brains9 você encontrará os detalhes do projeto). Além do apelo publicitário, existe algo muito importante nessa campanha: ela nos faz pensar sobre o poder do share, especialmente em redes sociais. Enquanto o usuário ouvia, via streaming, o som do disco Coexist, podia acompanhar a “viagem” dos compartilhamentos ao redor do mundo. O interessante é que a plataforma permitia apenas um compartilhamento por pessoa! Você já havia parado para pensar no poder que um simples compartilhe tem?

Outra vertente da Comunicação Integrada que a Microsoft utiliza é a figura do Relações Públicas, evangelizadores da marca que falam oficialmente, em nome da própria Microsoft. Essa estratégia também aparece no cuidado com a “Comunidade Microsoft“, que possui até badges para designar esses profissionais, os MVPs (Most Valuable Professionals) – um título que não se obtém fazendo provas. Os MVPs são escolhidos em meio à comunidades de usuários, por terem destaque pelo conhecimento técnico e também por serem atenciosos e generosos, contribuindo para a comunidade técnica sem esperar nada em troca.

Nos tempos de Bill Gates, essa estratégia começou a servir de benchmarking para outras empresas, que compreenderam a importância da figura do líder frente à comunidade e frente aos usuários.

Além do presidente da empresa, que hoje é o carismático Steve Ballmer, outros profissionais formadores de opinião são usados como relações públicas pela Microsoft, chamados de Technical Evangelists. Esse profissional é um porta voz da empresa e sempre fala de forma oficial, humanizando a marca.

Para entender melhor a aplicabilidade desse conceito, recomendo o Podcast #1 Microsoft na Veia, um bate papo que traz o technical evangelist Fabio Hara para conversar com especialistas da área de produto da KeepIT Informática – uma parceira de negócio da Microsoft. Segundo a KeepIT, o podcast Microsoft na Veia faz parte de um projeto maior que levanta a bandeira Microsoft.

No podcast são discutidas novidades sobre Windows Server 2012 e também são compartilhadas informações para aqueles que não acompanharam os Eventos IT Camp – outra estratégia matadora de comunicação da Microsoft, focada na comunidade que está em formação.

podcast-microsoft-na-veia

 Para fechar o post, vamos acompanhar o vídeo com apelo viral do lançamento do Windows 8, outra produção que merece nossa atenção em uma estratégia de lançamento de produto:

O que faz um Consultor de Marketing Digital?

curso marketing digital blumenau

Desde que iniciei meu trabalho na área de Consultoria em Marketing Digital em Blumenau (SC), me deparo com dúvidas de clientes, parceiros e fornecedores quanto às atividades de um Consultor de Marketing Digital. Esse post tem como objetivo explicar um pouco sobre o papel desse profissional e também auxiliar os gestores no entendimento dessa nova área, que torna-se cada vez mais importante no dia a dia das empresas.

Segundo o autor do livro “A Bíblia do Marketing Digital”, Claudio Torres, Marketing Digital é o conjunto de estratégias de Marketing para atingir objetivos de uma pessoa, marca ou organização, aplicadas à Internet e demais meios digitais.

É aqui que entra aquela máxima muito explorada pelos consultores da área: Não existe diferenciação entre offline e online, a estratégia é sempre única. Falando de uma maneira menos acadêmica e mais prática, é claro que existem diferenças entre os dois mundos, principalmente do que diz respeito às ferramentas e plataformas disponíveis. Esse profissional trabalha em sinergia com demais fornecedores, como as agências de comunicação integrada, agências digitais, agências de SEO e de links patrocinados, assessores, RPs, agências focadas em produção de conteúdo para web, etc.

Alguns dados interessantes sobre o Mercado do Marketing Digital, de acordo com a ComScore, em 2012:

  • Existem 250,8 milhões de telefones celulares ativos no Brasil
  • 52 milhões de aparelhos com conexão 3G
  • 82,4 milhões de pessoas acessam a Internet regularmente no país
  • 97% dos usuários brasileiros de Internet estão em pelo menos uma rede social
  • 79% da compras de bens de consumo na América Latina são influenciadas pelas redes sociais

As empresas querem usufruir dessas oportunidades e, principalmente, acompanhar a virtualização/digitalização do relacionamento e da comunicação com o consumidor, para que não fiquem paradas no tempo ou sejam prejudicadas pela concorrência. Uma Consultoria em Marketing Digital deve auxiliar esse processo!

O consultor é um profissional que diagnostica uma determina situação com base em dados para que, na sequência, possa transforma-los em informação que servirão de alicerce para a formulação de estratégias. A Consultoria em Marketing Digital é um serviço de apoio à empresa e suas lideranças, visando auxiliar a organização a definir a melhor alternativa de ação num ambiente repleto de incertezas, riscos e competição.

O papel do consultor:

  • Deve trabalhar em detrimento da empresa, nunca dos serviços que tem a oferecer;
  • Um consultor vende inteligência e expertise;
  • É extremamente desejável que um consultor conte com uma metodologia de trabalho e tenha foco em resultado;
  • Deve contar com uma rede de parceiros, mas ser independente o suficiente para atuar com a equipe e rede de parceiros do seu cliente, se necessário;
  • Um Consultor de Marketing Digital pode – e deve – se envolver em questões do Marketing Estratégico e “offline”.

Problemas que podem ser diagnosticados:

  • Os produtos da empresa nunca são encontrados em buscadores, como Google ou Bing;
  • O site da empresa está defasado e nunca gerou qualquer venda ou contato para a equipe comercial;
  • Apesar dos produtos que a empresa vende serem extremamente populares, os consumidores não encontram canais oficiais da marca em nenhuma mídia social;
  • Pouco é falado para e sobre a empresa na Internet, mas existem críticas em canais interativos como o “Reclame Aqui” e ninguém sabe ao certo como lidar com isso;
  • O diretor quer divulgação maciça na Internet, mas o Departamento de Marketing não sabe direito por onde começar.

Esse cenário é bastante comum e todos nós conhecemos alguma empresa nessa situação. Aqui, cabe ao consultor confirmar esse cenário e diagnosticar a causa de todos esses problemas e de outros até então desconhecidos, através de análises. Esse diagnóstico não pode ser fruto de “achômetro” e deve estar pautado em informações e dados confiáveis.

As estratégias para solucionar os problemas:

Existem uma série de possibilidades para resolver os problemas listados acima! É aqui que entra o principal papel do consultor de marketing digital, que deve avaliar a empresa (lideranças, processos, profissionais, fluxo de informação, orçamento, estrutura, etc.) e também o mercado (concorrentes, público alvo, pontos críticos, oportunidades e ameaças) para sugerir estratégias e traçar planos de atuação na Internet, em mídias sociais e em dispositivos mobile (celular e tablets), caso a caso.

O Consultor de Marketing Digital é, além de conselheiro, agente de mudanças nas organizações. Deve orientar a empresa sobre a melhor maneira de investir, com objetivo de economizar e “gastar bem”, auxiliando nas escolhas da organização. Em termos gerais, a atuação e os serviços de um Consultor de Marketing Digital podem ser extremamente verticais ou mais abrangentes e horizontais.

Serviços que podem ser prestados:

  • Planejamento web (sites, hotsites, plataformas interativas, etc.)
  • Planejamento para e-commerce e social commerce
  • Planejamento para Mídias Sociais
  • Estratégia de Conteúdo
  • Estratégia de Mensuração e Gestão de Métricas de Resultado
  • Estratégias de Marketing de Busca e Otimização (SEO, SEM, etc.)
  • Marketing Interativo
  • Marketing Viral
  • Planejamento de Mídia Digital
  • Planejamento de Comunicação Digital
  • Estratégia de Monitoramento em Mídias Sociais

O consultor não executa tarefas, ele orienta a maneira como essas tarefas devem ser executadas e traça as diretrizes estratégicas para que essas tarefas obtenham bons resultados. Um exemplo muito comum é a produção de conteúdo: o Consultor de Marketing Digital pode traçar toda a estratégia de conteúdo, criar pautas, estudar termos mais buscados, delimitar frequência e responsáveis, além de determinar a temática da comunicação em cada canal social. Não é o consultor que escreve e publica o conteúdo. Para isso, ele atua em parceria com fornecedores focados nessa tarefa ou orienta e capacita o time do cliente para essa função.

Um ponto importante para ressaltar é que, apesar do consultor sempre sugerir, ele não deve ser aquela pessoa que vai até a empresa somente para conversar, vez ou outra. É preciso estar presente e próximo ao cliente. O consultor não pode tomar o lugar do gestor, colocar a mão na massa ou “se atravessar” no organograma das empresas, até mesmo por uma questão ética, mas isso não é desculpa para não se envolver! Sem envolvimento, essa construção que é feita sempre a pelo menos quatro mãos (cliente e consultor), fica sem base sólida.

Para quem quiser entender melhor como um consultor pode auxiliar sua empresa na Internet, entre em contato com Camila Renaux Consultoria em Marketing Digital!

Como a tecnologia pode facilitar a sua vida?

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Nenhum de nós sobreviveria um dia sem tecnologia, isso é fato! A eletricidade, por exemplo, nem nos remete mais a entende-la como inovação. Não vamos à palestras sobre gestão e uso eficaz de energia elétrica porque essa tecnologia já faz parte do nosso cotidiano e de nossa vida. É assim que vamos entender a Internet e as mídias sociais muito em breve!

Foi esse o desafio que a Câmara Brasil Alemanha me apresentou, levar um pouco do entendimento sobre ferramentas tecnológicas ao Núcleo de Secretariado Executivo de Blumenau. Conversamos sobre web, carreira, nuvem, aplicativos e, principalmente, sobre a necessidade de conciliar ferramentas com inteligência.

O grupo, super participativo, trocou experiências sobre tecnologias, hoje obsoletas, que eram pré-requisitos de contratação há poucos anos atrás. Claro que lembramos dos aparelhos de fax! Parece engraçado, mas saber operar um aparelho de fax era um diferencial na carreira das secretárias executivas. Hoje, virou peça de museu. Está aí o grande paradigma de trabalhar com tecnologia: ela muda, sempre e rápido. Foi por essa razão que a palestra foi montada na forma de dicas para o dia a dia, porque em pequenas doses, tudo fica mais fácil.

Compartilho com vocês a apresentação. Até a próxima ;)

Nike House of Innovation – branding e experiência

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Não é de hoje que a Nike dá show na hora de realizar ações que combinem elementos com o objetivo de reforçar o branding. O modelo de negócio Nike já deixa isso claro, a competência da empresa é baseada em três pilares: Marketing, Design e Inovação.

Já falamos sobre as excelentes campanhas de Marketing Esportivo da Nike no Marketing Drops e o case de hoje fala de outra vertente estratégica para a marca: o Ponto de Venda (PDV).

Em conjunto com a varejista inglesa Selfridges, a marca aproveitou o clima de Olimpíadas e a sport vibe da cidade de Londres para gerar experiência de marca de verdade. Dentro da loja, os “atletas de todos os dias” participavam de desafios, competições, exposições e tinham a chance de estar em ambientes de teste de produtos totalmente exclusivos.

O digital estava lá para dar uma força – sensores captavam os dados que eram transmitidos em um telão e também podiam ser compartilhados em redes sociais.

Para os céticos em investimento de Marketing focado apenas em branding, a glória: A ação era de venda também! O produto? Nike FuelBand, a pulseira da marca que mostra dados sobre treinos (dança, caminhada, corrida, basquete, etc.) em smartphones. A partir dela é possível acompanhar seu progresso na atividade, compartilhar resultados com amigos em redes sociais e traçar desafios e metas.

Se você tem um case de experiência de marca pra contar, compartilha com a gente! :)

Gigya – aplicativos para infra estrutura social

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No dia a dia da gestão de mídias sociais costumamos usar métricas e padrões um pouco diferentes daqueles usados no dia a dia dos negócios. Fala-se muito em capital social, engajamento, sentimento, índices de interação, e por aí vai. Todos esses indicadores são tentativas de mensurar resultado e gerenciar canais de forma efetiva. Um termo novo e cada vez mais frequente para esse extenso dicionário é a “infra estrutura social” – aplicativos, plataformas, sites e widgets que criam experiências sociais verdadeiras para usuários e insights importantes para as marcas.

O Gigya é um exemplo clássico de aplicativo para infra estrutura social baseado em conteúdo, APIs para integração e segurança de dados, com 4 aplicações:

1. Plugings Sociais

Os plugings são integrados com redes sociais e incluem funcionalidades bem conhecidas por todos nós, “internautas”:  comentários, compartilhamento, classificações, análises, chat e newsfeeds. 

2. Gerenciamento de identidade social

O gerenciamento de dados sociais é viabilizado por níveis de permissão de acesso, relacionados ao perfil dos usuários e seus dados de comportamento. Essa aplicação inclui um sistema de registro em nuvem que suporta login via form, mídia social e single sign-on, este último permitindo que os diferentes sites de uma marca (hotsite promocional, site institucional e e-commerce, por exemplo) mantenham o usuário logado uma única vez, usufruindo de conteúdo exclusivo.  

3. Gamification

São as estratégias de interação entre marcas e pessoas, baseadas no oferecimento de incentivos. Como em um jogo, são oferecidas recompensas a quem realizar tarefas pré-determinadas. Os objetivos são bem específicos: divulgarrecomendar, avaliar e captar novos clientes. Um exemplo de mídia social baseada em gamification é o Foursquare, rede de geolocalização onde ganhamos pontos e badges. Na plataforma Gigya há uma série de plugins plug-and-play, todos customizáveis. Segundo pesquisas, as visualizações de página de e-commerce aumentam em até 800% quando há estratégias de gamification envolvidas.

4. Métricas

Além de orientar à resultado, essa é uma poderosa arma de adequação de conteúdo e oferta. É com essas informações que as marcas podem adequar suas estratégias.  Um dos maiores propósitos do Gigya é a segurança de dados e o opt in, já que ao integrar suas mídias com um site que use a infra estrutura social, você fornece informações – como as páginas que curte – à marca. Segundo o site SocialTimes, a utilização de aplicativos gratuitos pode lesar as diretrizes do Marketing de Permissão, já que costumam vender os dados de usuários para empresas de spam. Além dos indicadores qualitativos, há também os índices quantitativos. A integração com o GA é total, assim como outras plataformas de analytics e softwares de monitoramento de mídias sociais, em uma área developers muito bem feita. Lá também estão: Experian, Magento, SAP, salesforce, Oracle, Zoho, etc.

Se quiserem saber mais sobre social data, aqui tem um webinar que fala sobre isso.

Espero que tenham gostado do tema sobre aplicações e infra social! Esse post não é patrocinado, mas tenho o maior prazer em indicar ferramentas de sucesso. Aos interessados em conhecer mais sobre o Gigya – entrem em contato!

Os dados surpreendentes do Marketing Digital

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Sempre que o mercado apresenta novos dados e estatísticas sobre o mercado digital, os profissionais da área correm em busca de informações inovadoras. Para frustração de alguns de nós, muitas vezes essas informações são um lugar comum, que pouco agrega na avalanche de dados que recebemos todos os dias. Alguns players importantes da área de web analytics e web metrics (fique de olho neles, os links estão no post!) publicaram estatísticas muito interessantes na semana passada, veiculados pela Mashable e pela Hubspot. É claro que o Marketing Drops não poderia ficar fora dessa!

Confira alguns dados surpreendentes sobre Marketing Digital e Interativo:

  • Número de publicações e engajamento são inversamente proporcionais no Facebook. Aumenta o número de publicações por dia, diminui a interação! Já sabemos que posts frequentes são importantes para o EdgeRank, mas segundo a Track Social, quando uma marca publica duas vezes ao dia, a segunda publicação tende a receber somente 57% das curtidas e no máximo 78% dos comentários que uma única publicação receberia. Para comprovar se isso funciona também com a sua marca, há somente uma saída: testes. Experimente e comprove se essa estatística de cair o queixo se encaixa na sua realidade.
  • De acordo com a Epsilon, A taxa de click through (CTR) em mensagens disparadas por ferramentas automatizadas é 119% maior do que em e-mails disparados de forma amadora, naquelas listas imensas e que nem sempre usam cópia oculta. A dica aqui é unir personalização – funcionalidade que a grande maioria das ferramentas oferecem – com automação, desfrutando do melhor dos dois lados.
  • Em média, as empresas respondem a apenas 30% dos fãs em mídias sociais, segundo a Factbrowser. Como parece que o engajamento e interesse em atender ao cliente é raro, aproveite a oportunidade de diferenciação e crie laços fortes com seu público social, interaja, pergunte, efetivamente relacione-se!
  • Segundo a OPA, um usuário médio de tablet gasta cerca de 14 horas por semana com o dispositivo. Este tipo de dado é muito importante para entender o comportamento do usuário e a diferença entre light e heavy users.
  • 64% dos donos de smartphones e tablets estão usando seus dispositivos móveis para fazer compras online (Fonte: eDigitalResearch).  Se você vende produtos pela Internet, é hora de  direcionar campanhas específicas para esse público. Momento oversharing: Há duas semanas fiz minha primeira compra online através do iPad e a experiência foi fantástica, muito mais satisfatória para mim do que em um PC. Confesso que pensei: “Será que essa loja está medindo isso? Está realmente preparada para clientes que usam tablets?”
  • A Ipsos divulgou que 20% dos usuários do Facebook compraram algo por causa de anúncios ou comentários de amigos sobre determinado produto! Isso é realmente expressivo! A grande sacada aqui é saber dosar publicidade paga com envolvimento “orgânico”.
  • De acordo com a Display Research, 27% dos televisores comercializados pelo mundo inteiro no 1º trimestre de 2012 tem conexão à Internet. Esta funcionalidade está se tornando padrão para todos os dispositivos! Aqui vale falar sobre um ponto que merece um post à parte: O efeito duas telas. Como é isso? O usuário que assiste TV e, através do smartphone, usa as mídias sociais. Já repararam como grandes eventos televisivos tendem à estar no TT?
  • Até 2016, mais da metade do que for gasto no varejo americano terá sido influenciado pela web (Fonte: Forrester Research). O comportamento de compra é modulado pela cultura online, garanta que sua marca tenha presença  digital para usufruir dessa tendência.
  • De acordo com o Marketing Science Institute, menos de 0,5% de fãs de marcas no Facebook interagem ou se envolvem com a marca que curtiram nessa mídia social. Aqui existem duas hipóteses. A primeira, mais óbvia: as marcas não estão fornecendo o tipo certo de conteúdo. A outra, mais difícil de medir: os fãs que podem até mesmo curtir a marca no Facebook, mas preferem interagir com seus verdadeiros amigos!
  • A pesquisa realizada pelo Twitter sobre os 1.000 termos com maior volume de buscas simultâneas (Twitter Search) apontou que 17% deles dura menos de uma hora. Que insight essa estatística nos proporciona? Frequência é importante para os usuários de Twitter!
  • Segundo a BusinessWeek, 40% das contas e 8% das mensagens em mídias sociais são spam. É importante lembrar que as baixas taxas de aderência à e-mail entre jovens – sim, o e-mail está morrendo – são fortemente moduladas pelo volume de spam. É muito importante evitar isso em canais sociais e interativos! Se a sua marca faz spam e não dá a menor importância ao opt in, cuidado!
  • O Youtube divulgou que seus usuários assistem mais de 3 bilhões de horas de vídeo por mês! A dica aqui é entender que os vídeos dessa mídia precisam de forte apelo e curta duração. Os vídeos mais bem sucedidos são aqueles com menos de dois minutos.
  • A Nielsen publicou um dado surpreendente: cerca de 1 em cada 3 blogueiras são mães. Lembram do “Fenômeno Justin Bieber“? Mães são fortes influenciadoras e merecem a atenção da sua marca.
  • De acordo com a Experian, 91% dos adultos que possuem conexão com a Internet usam mídias sociais regularmente. Social Media faz parte da nossa cultura, do nosso comportamento e da comunicação. Sua marca está preparada para isso?

Impressionados?! Compartilhe com o Marketing Drops dados surpreendentes ou alguma experiência que você ou sua empresa tenham vivido em Marketing Digital! :)

Tendências do marketing digital para e-commerce e social commerce

Futuro e previsoes sobre ecommerce e midias sociais

Assim como no cenário econômico, as previsões sobre o futuro do Marketing Digital e Interativo são essenciais para a estratégia das empresas que investem ou pretendem investir em comércio eletrônico.

Por muitos anos, especulou-se sobre a utilização de canais interativos e sociais como plataformas para as empresas alocarem seu esforços de marketing. Hoje as mídias sociais não são mais tendência, são rotina. As conversas sobre social commerce e gestão de redes sociais saíram das salas de aula para as salas de reunião.

Na Internet, a pressão de preços é muito maior do que no mundo físico. Estamos a um simples clique de nossos concorrentes, aumentando a competição e a pesquisa de preços na pré-compra. Sem competitividade ou muita diferenciação, dificilmente uma empresa consegue prosperar no comércio eletrônico. Isso não mudará, dada à própria natureza da web.

O Google lançou seu produto de comparação de preços, o Google Shopping, baseando a indexação de resultados em preço e qualidade da descrição dos produtos (imagens, texto e reviews de usuários). O objetivo é simples: permitir que o consumidor encontre diretamente na busca o que procura, pelo melhor preço (saiba mais neste artigo).

A diferença é que antes, só preço e qualidade bastavam. No futuro, o relacionamento também não será mais diferencial, será pré-requisito. As vertentes do social commerce ganham forças baseadas nessas tendências.  Muitas vezes, o Facebook – plataforma mais utilizada como base de aplicativos de venda em redes sociais – funciona como uma vitrine e não como check out. Se o consumidor se interessar pelo produto através do Facebook, clicar no link e for até o e-commerce para o adquiri-lo, isso ainda é social commerce. O botão “comprar” não precisa estar na sua FanPage, contanto que lá seja possível gerar o primeiro passo do funil de vendas.

As vertentes entre o que é social e o que é transação de compra e venda irão sim se misturar e se complementar, mas deverão ser sempre pensadas de maneira distinta. Por que? Para evitar que à todo o momento, sejam “empurrados” produtos ao consumidor digital de informação e informação para o consumidor digital de produtos. Cada um deles deseja coisas diferentes e omitir um dos lados é um erro estratégico.

Plataformas:

Um programa que materializa muito bem o que vem por aí quando o assunto é plataformas para e-commerce é a parceria entre Google e BradescoConecte seu Negócio.

As micro e pequenas empresas podem construir um site sem custos e sem necessidade de contratação de prestadores de serviço especializados, no próprio site do projeto, usando a plataforma Yola. Para aqueles que desejem uma loja virtual, entra em cena outra plataforma, o Shop Fácil Bradesco. Segundo Aurélio Pagani, diretor da área:

“Com essa parceria, pretendemos estimular nossa base de clientes micro e pequenas empresas a estruturarem suas empresas na Internet, ferramenta fundamental para o crescimento dos negócios”.

A empresa que participar do programa também passa a ter créditos de Adwords e receberá consultoria gratuita sobre como gerar e melhorar os anúncios com links patrocinados no Google.

O Bradesco ganha com isso através da distribuição de seus produtos, visto que as empresas que criarem sites no Conecte seu Negócio passam a ter o Bradesco como parceiro financeiro. O mesmo benefício é o que mantém os outros nomes de peso do projeto: Serasa e HP. Todos buscam abocanhar essa generosa fatia de mercado formada pelas micro e pequenas empresas, que até pouco tempo atrás eram alheias ao Marketing Digital.

As plataformas para social commerce, em especial as focadas no Facebook (F-commerce), também estão ganhando espaço. A facilidade de integração entre APIs nessa rede social facilitam – e muito! – o desenvolvimento de aplicativos que funcionam como vitrines ou lojas. O exemplo mais conhecido é a Like Store, que permite criar uma loja dentro do Facebook de forma gratuita e gerenciar pagamentos através de outro widget, o MOIP. A Br smedia – empresa de soluções focada em mídias sociais – está em fase final de desenvolvimento de uma plataforma de social commerce que rodará tanto dentro da rede social como dentro do site do cliente. É inovação vindo pra área!

O que fica cada vez mais claro é que, a partir de agora, o debate não será mais técnico. O único diferencial entre as empresas que atuam na Internet será a estratégia, já que plataformas e sites não são mais artigos de luxo para os que podem arcar com o investimento necessário.

Vale lembrar que a plataforma ainda é pré-requisito de qualidade! Se travar, demorar ou apresentar erros, o carrinho será constantemente abandonado e esse consumidor não voltará (ou recomendará) à loja. A analogia é a mesma do mundo offline – você pode investir em um ponto de venda exclusivo, com estacionamento e em excelente localização ou então, montar uma barraquinha na calçada. Para cada situação haverá uma expectativa de faturamento e uma estratégia de atuação. A “economia” no desenvolvimento da loja virtual não compensa. O melhor é sempre optar por plataformas bem sucedidas e reconhecidas pelo mercado.

Pois é, não basta estar online, é preciso ser online!