Os dados surpreendentes do Marketing Digital

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Sempre que o mercado apresenta novos dados e estatísticas sobre o mercado digital, os profissionais da área correm em busca de informações inovadoras. Para frustração de alguns de nós, muitas vezes essas informações são um lugar comum, que pouco agrega na avalanche de dados que recebemos todos os dias. Alguns players importantes da área de web analytics e web metrics (fique de olho neles, os links estão no post!) publicaram estatísticas muito interessantes na semana passada, veiculados pela Mashable e pela Hubspot. É claro que o Marketing Drops não poderia ficar fora dessa!

Confira alguns dados surpreendentes sobre Marketing Digital e Interativo:

  • Número de publicações e engajamento são inversamente proporcionais no Facebook. Aumenta o número de publicações por dia, diminui a interação! Já sabemos que posts frequentes são importantes para o EdgeRank, mas segundo a Track Social, quando uma marca publica duas vezes ao dia, a segunda publicação tende a receber somente 57% das curtidas e no máximo 78% dos comentários que uma única publicação receberia. Para comprovar se isso funciona também com a sua marca, há somente uma saída: testes. Experimente e comprove se essa estatística de cair o queixo se encaixa na sua realidade.
  • De acordo com a Epsilon, A taxa de click through (CTR) em mensagens disparadas por ferramentas automatizadas é 119% maior do que em e-mails disparados de forma amadora, naquelas listas imensas e que nem sempre usam cópia oculta. A dica aqui é unir personalização – funcionalidade que a grande maioria das ferramentas oferecem – com automação, desfrutando do melhor dos dois lados.
  • Em média, as empresas respondem a apenas 30% dos fãs em mídias sociais, segundo a Factbrowser. Como parece que o engajamento e interesse em atender ao cliente é raro, aproveite a oportunidade de diferenciação e crie laços fortes com seu público social, interaja, pergunte, efetivamente relacione-se!
  • Segundo a OPA, um usuário médio de tablet gasta cerca de 14 horas por semana com o dispositivo. Este tipo de dado é muito importante para entender o comportamento do usuário e a diferença entre light e heavy users.
  • 64% dos donos de smartphones e tablets estão usando seus dispositivos móveis para fazer compras online (Fonte: eDigitalResearch).  Se você vende produtos pela Internet, é hora de  direcionar campanhas específicas para esse público. Momento oversharing: Há duas semanas fiz minha primeira compra online através do iPad e a experiência foi fantástica, muito mais satisfatória para mim do que em um PC. Confesso que pensei: “Será que essa loja está medindo isso? Está realmente preparada para clientes que usam tablets?”
  • A Ipsos divulgou que 20% dos usuários do Facebook compraram algo por causa de anúncios ou comentários de amigos sobre determinado produto! Isso é realmente expressivo! A grande sacada aqui é saber dosar publicidade paga com envolvimento “orgânico”.
  • De acordo com a Display Research, 27% dos televisores comercializados pelo mundo inteiro no 1º trimestre de 2012 tem conexão à Internet. Esta funcionalidade está se tornando padrão para todos os dispositivos! Aqui vale falar sobre um ponto que merece um post à parte: O efeito duas telas. Como é isso? O usuário que assiste TV e, através do smartphone, usa as mídias sociais. Já repararam como grandes eventos televisivos tendem à estar no TT?
  • Até 2016, mais da metade do que for gasto no varejo americano terá sido influenciado pela web (Fonte: Forrester Research). O comportamento de compra é modulado pela cultura online, garanta que sua marca tenha presença  digital para usufruir dessa tendência.
  • De acordo com o Marketing Science Institute, menos de 0,5% de fãs de marcas no Facebook interagem ou se envolvem com a marca que curtiram nessa mídia social. Aqui existem duas hipóteses. A primeira, mais óbvia: as marcas não estão fornecendo o tipo certo de conteúdo. A outra, mais difícil de medir: os fãs que podem até mesmo curtir a marca no Facebook, mas preferem interagir com seus verdadeiros amigos!
  • A pesquisa realizada pelo Twitter sobre os 1.000 termos com maior volume de buscas simultâneas (Twitter Search) apontou que 17% deles dura menos de uma hora. Que insight essa estatística nos proporciona? Frequência é importante para os usuários de Twitter!
  • Segundo a BusinessWeek, 40% das contas e 8% das mensagens em mídias sociais são spam. É importante lembrar que as baixas taxas de aderência à e-mail entre jovens – sim, o e-mail está morrendo – são fortemente moduladas pelo volume de spam. É muito importante evitar isso em canais sociais e interativos! Se a sua marca faz spam e não dá a menor importância ao opt in, cuidado!
  • O Youtube divulgou que seus usuários assistem mais de 3 bilhões de horas de vídeo por mês! A dica aqui é entender que os vídeos dessa mídia precisam de forte apelo e curta duração. Os vídeos mais bem sucedidos são aqueles com menos de dois minutos.
  • A Nielsen publicou um dado surpreendente: cerca de 1 em cada 3 blogueiras são mães. Lembram do “Fenômeno Justin Bieber“? Mães são fortes influenciadoras e merecem a atenção da sua marca.
  • De acordo com a Experian, 91% dos adultos que possuem conexão com a Internet usam mídias sociais regularmente. Social Media faz parte da nossa cultura, do nosso comportamento e da comunicação. Sua marca está preparada para isso?

Impressionados?! Compartilhe com o Marketing Drops dados surpreendentes ou alguma experiência que você ou sua empresa tenham vivido em Marketing Digital! :)

Tendências do marketing digital para e-commerce e social commerce

Futuro e previsoes sobre ecommerce e midias sociais

Assim como no cenário econômico, as previsões sobre o futuro do Marketing Digital e Interativo são essenciais para a estratégia das empresas que investem ou pretendem investir em comércio eletrônico.

Por muitos anos, especulou-se sobre a utilização de canais interativos e sociais como plataformas para as empresas alocarem seu esforços de marketing. Hoje as mídias sociais não são mais tendência, são rotina. As conversas sobre social commerce e gestão de redes sociais saíram das salas de aula para as salas de reunião.

Na Internet, a pressão de preços é muito maior do que no mundo físico. Estamos a um simples clique de nossos concorrentes, aumentando a competição e a pesquisa de preços na pré-compra. Sem competitividade ou muita diferenciação, dificilmente uma empresa consegue prosperar no comércio eletrônico. Isso não mudará, dada à própria natureza da web.

O Google lançou seu produto de comparação de preços, o Google Shopping, baseando a indexação de resultados em preço e qualidade da descrição dos produtos (imagens, texto e reviews de usuários). O objetivo é simples: permitir que o consumidor encontre diretamente na busca o que procura, pelo melhor preço (saiba mais neste artigo).

A diferença é que antes, só preço e qualidade bastavam. No futuro, o relacionamento também não será mais diferencial, será pré-requisito. As vertentes do social commerce ganham forças baseadas nessas tendências.  Muitas vezes, o Facebook – plataforma mais utilizada como base de aplicativos de venda em redes sociais – funciona como uma vitrine e não como check out. Se o consumidor se interessar pelo produto através do Facebook, clicar no link e for até o e-commerce para o adquiri-lo, isso ainda é social commerce. O botão “comprar” não precisa estar na sua FanPage, contanto que lá seja possível gerar o primeiro passo do funil de vendas.

As vertentes entre o que é social e o que é transação de compra e venda irão sim se misturar e se complementar, mas deverão ser sempre pensadas de maneira distinta. Por que? Para evitar que à todo o momento, sejam “empurrados” produtos ao consumidor digital de informação e informação para o consumidor digital de produtos. Cada um deles deseja coisas diferentes e omitir um dos lados é um erro estratégico.

Plataformas:

Um programa que materializa muito bem o que vem por aí quando o assunto é plataformas para e-commerce é a parceria entre Google e BradescoConecte seu Negócio.

As micro e pequenas empresas podem construir um site sem custos e sem necessidade de contratação de prestadores de serviço especializados, no próprio site do projeto, usando a plataforma Yola. Para aqueles que desejem uma loja virtual, entra em cena outra plataforma, o Shop Fácil Bradesco. Segundo Aurélio Pagani, diretor da área:

“Com essa parceria, pretendemos estimular nossa base de clientes micro e pequenas empresas a estruturarem suas empresas na Internet, ferramenta fundamental para o crescimento dos negócios”.

A empresa que participar do programa também passa a ter créditos de Adwords e receberá consultoria gratuita sobre como gerar e melhorar os anúncios com links patrocinados no Google.

O Bradesco ganha com isso através da distribuição de seus produtos, visto que as empresas que criarem sites no Conecte seu Negócio passam a ter o Bradesco como parceiro financeiro. O mesmo benefício é o que mantém os outros nomes de peso do projeto: Serasa e HP. Todos buscam abocanhar essa generosa fatia de mercado formada pelas micro e pequenas empresas, que até pouco tempo atrás eram alheias ao Marketing Digital.

As plataformas para social commerce, em especial as focadas no Facebook (F-commerce), também estão ganhando espaço. A facilidade de integração entre APIs nessa rede social facilitam – e muito! – o desenvolvimento de aplicativos que funcionam como vitrines ou lojas. O exemplo mais conhecido é a Like Store, que permite criar uma loja dentro do Facebook de forma gratuita e gerenciar pagamentos através de outro widget, o MOIP. A Br smedia – empresa de soluções focada em mídias sociais – está em fase final de desenvolvimento de uma plataforma de social commerce que rodará tanto dentro da rede social como dentro do site do cliente. É inovação vindo pra área!

O que fica cada vez mais claro é que, a partir de agora, o debate não será mais técnico. O único diferencial entre as empresas que atuam na Internet será a estratégia, já que plataformas e sites não são mais artigos de luxo para os que podem arcar com o investimento necessário.

Vale lembrar que a plataforma ainda é pré-requisito de qualidade! Se travar, demorar ou apresentar erros, o carrinho será constantemente abandonado e esse consumidor não voltará (ou recomendará) à loja. A analogia é a mesma do mundo offline – você pode investir em um ponto de venda exclusivo, com estacionamento e em excelente localização ou então, montar uma barraquinha na calçada. Para cada situação haverá uma expectativa de faturamento e uma estratégia de atuação. A “economia” no desenvolvimento da loja virtual não compensa. O melhor é sempre optar por plataformas bem sucedidas e reconhecidas pelo mercado.

Pois é, não basta estar online, é preciso ser online!

Sorria! Seus dados estão sendo monitorados

Uso de dados pessoais na Internet

Tracking ou rastreamento é o processo que permite conhecer três variáveis: “o que” (objeto), “de onde” (origem) e “para onde” (destino). Esse conceito não se aplica somente à bens e produtos, ele também é válido para dados. Ao “navegar” pela Internet, deixamos rastros de nossas ações em URLs (Uniform Resource Locator) e cookies (testemunhos de conexão), que podem ser rastreadas e gerenciadas por softwares.

Sim, é possível saber que você esteve no Portal Terra, navegou na seção de esportes, depois visitou a seção de carros, logou no Facebook – onde curtia páginas sobre esportes e carros – e ao realizar uma busca pela palavra “Ferrari”, clicou no primeiro resultado – um link pago.

A inteligência de cruzar esses dados é a nova corrida do ouro na Internet. Ela acontece virtualmente e tem um objetivo claro: entender o que você procura, de onde, para onde, quando e como. Não é esse o sonho de todo profissional de Marketing? É também a mina de ouro das empresas .com e de publicidade segmentada ! Resultado “quase” garantido para o anunciante.

Quando o Google modificou sua política de privacidade em março, consolidando as mais de 70 regras diferentes – uma para cada produto – em uma só política, a empresa alegou somente transparência e facilidade de entendimento de regras antes desunificadas. Mas não existe almoço grátis. Nem no Google! O botão “DNT” (do not track ou “não rastrear”) define a permissão sobre a coleta e utilização de dados dos usuários para levantamentos, pesquisas de comportamento e diretrizes comerciais. E se o botão “DNT” não for marcado? Nesse caso você também orientará a forma como a informação é exibida em buscas, no Youtube, na rede de blogs e claro,  em anúncios – é através de publicidade segmentada que o Google ganha dinheiro.

A política de uso do Facebook também já foi alvo de polêmicas, já que as fotos deletadas da interface pelo usuário demoravam até 3 anos para serem completamente deletadas dos servidores, podendo ser acessadas diretamente pela URL. Tudo isso compreensível, já que deletar é algo muito complexo para um servidor – tecnologicamente falando – mas os participantes da rede social enxergaram isso como algo ruim. Os interesses dos usuários – as páginas e temas curtidos – também orientam a publicidade que é apresentada a cada um de nós.

Há duas maneiras de encarar: uma é positiva, afinal, ser bombardeado por publicidade em massa como nos antigos portais era o caos da navegabilidade. Se eu odeio futebol por que devo ser obrigada a ver anúncios sobre esse tema? Por outro lado, isso entrega ao Facebook – que pode repassar isso através de API – poder de inteligência de mercado de forma pouco transparente para os usuários. Por que pouco transparente? Porque ninguém lê termos de uso enormes, apenas marcam o checkbox com o “aceito”. Isso não lembra as letras miúdas de contrato? Os esforços das redes sociais em usar vídeos e tutoriais amigáveis para lançamento de novas funcionalidades caberia muito bem aqui, facilitando a compreensão e ganhando em transparência.

Uma sacada é o uso da funcionalidade “Connect with Facebook”, que já foi discutida como estratégia mercadológica aqui no Marketing Drops. Vamos relembrar:

Existe uma razão para essa funcionalidade existir que vai além do óbvio “passamos o dia inteiro conectados ao Facebook”. É que nós, seres humanos, somos naturalmente preguiçosos e odiamos nos cansar. Preencher novos perfis levam à quedas absurdas de conversão e conectando através do Facebook perdemos menos tempo e ficamos mais suscetíveis a participar. Outro ponto é o medo de inserir dados pessoais em cadastros. E tem mais: informação vale ouro na web e ao apertar o botão de connect with facebook você acaba permitindo que o aplicativo saiba que você é solteiro e adora balada, por exemplo. Facilita muito a segmentação e as marcas sabem disso!

Os softwares de monitoramento de mídias sociais também entram nessa vertente. Você sabia que as marcas monitoram o que você posta no Facebook e em comunidades do Orkut? Sorria! Muitos usuários sentem-se lesados ao tomarem conhecimento que suas conversas com amigos são monitorados, quando ocasionalmente citam alguma marca.  Mas as mídias sociais são instrumentos fantásticos para o tomada de decisão. Lá são expressas opiniões, desejos, medos e tudo isso vale ouro para o mundo corporativo. Conseguem entender porque isso é tão importante? Internet é domínio público, seja consciente com o conteúdo que você produz!

No documentário da BBC, fala-se muito sobre Inteligência Coletiva: dados que circulam na nuvem – redes sociais, e-mails, smartphones, sistemas de geolocalização e buscadores que individualmente formam uma extensão de nossa maneira de agir, tomar decisões e pensar. Se isso for projetado de maneira global, temos o imenso poder coletivo das multidões. Gostei do exemplo dado no documentário: “Quanto custa saber quem será o próximo presidente dos EUA?” A analogia é essa!

Não seria fantástico se sempre encontrássemos o que procuramos, com o mínimo de esforço? Essa inteligência de dados permitirá isso. O Youtube já engatinha nesse sentido, ao apresentar vídeos relacionados com aquilo que assistimos anteriormente, assim que acessamos o site. Outro exemplo muito bacana é do Foursquare, que dá dicas baseadas nos lugares que você frequenta e também nos lugares frequentados por pessoas com interesses similares aos seus! Para usufruir dessa incrível vantagem – contar com um dispositivo que conhece seus hábitos e gostos e fornece dicas que realmente funcionam – compartilhamos dados pessoais. Essa troca parece justa?

Temos a tendência de entender tudo isso de forma negativa, como se houvessem os mocinhos de um lado e os bandidos de outro. Mas a vida real não funciona assim. Temos apenas interesses envolvidos. Não levanto a bandeira da total privacidade, apenas acredito que o combinado nunca é caro. Transparência e educação digital são pilares do uso consciente de qualquer plataforma web.

Qual a opinião de vocês sobre o tema? Compartilhe aqui no Marketing Drops! :)

Faça buscas no Google como um ninja

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O melhor amigo do homem é o Google! Fica difícil imaginar nossa vida sem ele, que nos salva em tantas situações do dia a dia.

Já reparou como algumas pessoas tem resultados de busca muito mais precisos que os seus? Isso tem um motivo: É a forma de pesquisar e de estruturar termos de busca, que faz com que os resultados sejam mais específicos e muito mais eficazes. Aqui vão algumas dicas do Marketing Drops para transforma-lo em um verdadeiro ninja das buscas no Google.

Use aspas:

Vamos supor que você esteja buscando conteúdo sobre marketing interativo. Ao digitar apenas Marketing Interativo na caixa de pesquisa, o Google trará resultados que contenham as duas palavras no mesmo texto, estando juntas ou separadas.

Dica Ninja: Coloque o termo de pesquisa entre aspas duplas(” “). Esse tipo de busca mostrará somente os resultados nas quais as palavras aparecem juntas, refinando a busca. No caso do exemplo, busque por “marketing interativo”.

Faça buscas em inglês:

As vezes, fica realmente difícil de encontrar alguns assuntos nas buscas do Google, especialmente aqueles que são vanguarda ou extremamente recentes. Facilite a sua vida e busque por resultados no google.com, usando termos em inglês.

Dica Ninja: depois de buscar por resultados usando termos em inglês, use o Google Tradutor para traduzir o conteúdo.

Faça perguntas:

Evite buscar somente por palavras chave. Use a maneira como se fala na hora de buscar por conteúdo. Vamos supor que você queira saber como fazer um briefing. Ao usar somente o termo simples (briefing), ou palavras compostas (briefing de comunicação), os resultados acabam vindo bastante crus, dificultando a triagem de material e fazendo com que muitas outras buscas sejam executadas até que você encontre o que procura.

Dica Ninja: faça perguntas para o Google! Como no exemplo acima, use como termo de pesquisa a pergunta como montar um briefing e perceba a diferença na hora de encontrar o que realmente procura.

Exclua palavras:

Vamos supor que esteja procurando conteúdo sobre marketing digital, mas você quer excluir quaisquer resultados que contenham a palavra e-commerce .

Dica Ninja: Use o sinal de menos (“-“) na frente da palavra que deseja excluir, como no exemplo: marketing digital -ecommerce.

Pesquise em um site específico:

Vamos supor que você ouviu falar que o Marketing Drops é o melhor blog para conteúdo sobre ações no Facebook.  Para refinar sua busca, você pode procurar conteúdo em um site específico, mesmo que o site não contenha o recurso de pesquisa do Google dentro dele.

Dica Ninja: Use o Google para pesquisar o site para o seu termo, usando o parâmetro “site:”, como no exemplo: site:marketingdrops.com.br ações no Facebook.

Busque por tipos específicos de documentos:

Se você estiver procurando por resultados que contenham um tipo específico de arquivo, você pode usar o parâmetro “filetype:”. Por exemplo, você está buscando por apresentações que sejam relacionadas com Marketing Digital.

Dica Ninja: Busque por  “marketing digital” filetype: ppt

Busque por Isto ou Aquilo:

Alguns sites falam sobre marketing digital e outros usam o termo marketing na internet, mas com conteúdos semelhantes, fazendo dos dois termos alvos da sua busca. Se você está procurando por Marketing Digital e Marketing na Internet sem distinção, então você pode usar o parâmetro OR (sempre em letra maiúscula).
Dica Ninja: Busque por marketing digital OR marketing na internet

Tenha uma Calculadora:

Da próxima vez que você precisar fazer um cálculo rápido, ao invés de abrir a calculadora, você pode simplesmente digitar a conta no Google. Esse é o tipo de dica que faz ganhar tempo, não é?
Dica Ninja: Faça cálculos rápido na caixa de busca, como no exemplo: 34567 * 1,23

Procure o significado de uma palavra:

Quem não usa o Google para buscar por palavras que desconhece, que atire a primeira pedra.  Se você precisar procurar rapidamente a definição de uma palavra ou frase, facilite sua vida com o comando define:
Dica Ninja: define: a palavra que deseja descobrir

É isso aí, pessoal! Espero que todos terminem esse post como verdadeiros Ninjas das Buscas xD

Sua empresa sabe como estar bem nos resultados das buscas? Entre em contato com a Camila Renaux Consultoria em Marketing Digital!

F-Factor > entenda o comportamento de compra interativo

F-Factor: Friends, Fans & Followers (FFF) que influenciam as decisões de compra de maneiras cada vez mais complexas.

O consumo sempre foi e sempre será modulado por fatores sociais, por formadores de opinião e pela aceitação de determinado serviço/produto em um grupo.

O Marketing Interativo vai tornar os processos gerenciais dessa dinâmica eficazes. O primeiro passo é entender como acontecem as etapas de decisão de compra em ambiente de interação:

DESCOBERTA:

Consumidores descobrem novos produtos e serviços

A sensação de pertencimento é um anseio de qualquer ser humano. Nessa busca por fazer parte de um grupo, o que manda é a curiosidade. Somos todos preocupados com o que nossos amigos fazem, pensam e compram.

Alguns aplicativos e plataformas entenderam esse movimento natural e facilitam a busca pelos desejos de consumo de seus amigos, seguidores e fãs.

Conheça alguns cases:

Polyvore: ambiente onde os usuários podem selecionar produtos na forma de “looks”, que são compartilhados em mídias sociais. A rede social fashion.me faz algo semelhante aqui no Brasil. O Polyvore também apresenta as escolhas das celebridades!

Thefind: ferramenta de busca de compras onde os usuários podem comprar o que seus amigos já compram (‘Shop Like Friends’) e também conhecer os gostos e preferências deles através do Facebook.

Nuji: site que ajuda o usuário a descobrir novos produtos, de peças de roupas a obras de arte, selecionados por outros consumidores com gostos semelhantes ao seus!

fuji

GiftFinder: aplicativo que sugere presentes para seus amigos através de um login no Facebook, com base nas informações da página de perfil. Segundo um artigo da Trend Watching, a taxa de conversão é 60% mais alta do que em recomendações comuns!

AVALIAÇÃO:

Consumidores descobrem a opinião de seus amigos sobre aquilo que desejam comprar

Os consumidores pesquisam opiniões sobre produtos que já estão em sua wish list. Pode não ser tão prazeroso quanto descobrir um produto, mas há recompensas sociais na validação de desejos de compra pelos FFF.

Conheça alguns cases:

O projeto do Facebook chamado Instant Personalization (Personalização Instantânea) permite que os usuários vejam conteúdo que seus amigos curtiram ou recomendaram em outros sites. Parceiros “sociais” de peso incluem Bing, Trip Advisor, Scribd e Pandora.

personalização do facebook

facebook

O  Trip Advisor, rede de discussão com foco em turismo e a gigante do e-commerce, Amazon, permitem que os clientes que estejam logados no Facebook vejam as resenhas dos amigos primeiro. Os produtos sugeridos levam em conta aquilo que seus amigos já curtiram.

A Levi’s fez a integração de sua loja virtual com o Facebook, permitindo que os interessados conhecessem melhor os produtos que seus amigos tinham  “curtido” antes.

Quem nunca recorreu aos amigos para tomar uma decisão de compra? Faz muito sentido que isso aconteça na Internet também.

FEEDBACK:

Consumidores pedem aos amigos que validem suas decisões de compra

81% dos consumidores dos Estados Unidos entram na internet para fazer pesquisas sobre produtos, sendo que 55% procuram resenhas de usuários e 10% pedem conselhos em suas redes sociais. No entanto, entre as pessoas que têm entre 25 e 34 anos, a taxa sobe para 23%. (Fonte: Cone Inc, junho de 2010)

Alguns cases interessantes que conceituam muito bem o processo de decisão de compra interativo:

LoveThis: site com foco em user reviews, com dicas e recomendações compartilháveis.

lovethis

Gogobot e Hotel Me: fóruns de discussão de Turismo que ligam o usuário e seus amigos àqueles que são experts em viagens e conseguem passar dicas valiosas para o destino de férias dos sonhos.

MyShopanion: aplicativo para iPhone que lê o código de barra de um determinado produto dando acesso às resenhas recebidas. Tenho minhas dúvidas quanto à aplicabilidade, mas é um conceito arrasador, não é?

Diesel: instalou câmeras que transmitiam fotos de seus clientes provando roupas pelo Facebook, para receber opiniões instantâneas dos amigos. Tudo com consentimento, reforçando a tendência de compras como atividade social.

O modelo de negócio inovador Shopsocial.ly: oferece aos consumidores um ambiente para se conectar aos FFF para compartilhar recomendações. Nessa plataforma você pode fazer uma pergunta sobre um produto e receber os feedbacks. O site faz parcerias com varejistas – seu verdadeiro público alvo – e deixa claro em seu slogan: Deixe os seus clientes fazerem o Marketing para sua loja.

shopsocialy

Apesar de tantos cases sensacionais, fico me perguntando: As marcas estão preparadas para tanta transparência?

Google Think Insights

Google Think Insights é um serviço relativamente novo da Google (tem só sete meses de vida) no qual são reunidas informações estratégicas sobre o cenário e tendências em Marketing Digital.

O foco não é o formato e sim o conteúdo: lá estão eventos, vídeos, ppts, estudos, dados estatísticos e uma plataforma sensacional – o Real Time Insights Finder. No formato de ciclo, ele é dividido em setores:

  • O que as pessoas estão buscando?
  • O que as pessoas estão pesquisando?
  • O que as pessoas estão assistindo?
  • O que as pessoas estão dizendo?
  • No que as pessoas estão clicando?

google real time insights finder

No maior estilo Google de ser, a plataforma é um agregador de ferramentas – como o Insights for Search e AdPlanner – com ranking de importância e relevância, apresentados de forma divertida e com usabilidade das mais agradáveis.

 

google tools

 

Outro ponto que merece destaque são os estudos, que saem do lugar comum. Além de temas como mobilidade, são apresentadas pesquisas como “5 Verdades sobre o Consumidor Digital Afro Americano”. Legal, né?! Para quem ama – e precisa amar – as informações sobre comportamento do consumidor, essa plataforma é um prato cheio!

google studies

O conteúdo de uma maneira geral é dividido da seguinte maneira:

Setor:

  • Automotivo
  • B2B
  • Educação
  • Mercado Financeiro
  • Saúde
  • Varejo
  • Tecnologia
  • Viagens

Demográfico:

  • Afluentes
  • Boombers
  • Mães
  • Hispânicos
  • Afro americanos

Plataforma de Mídia:

  • Cross Media
  • Display
  • Mobile
  • Search
  • Social
  • Vídeos

Objetivo de Marketing:

  • Branding
  • Inovação
  • Conversão
  • Engajamento
  • Vendas
  • Métricas
  • Mídia Mix
  • Comportamento do Consumidor

 

O fluxo de navegação é simples e isso facilita muito a encontrabilidade da informação de um modo efetivamente relevante para o usuário:

 categorização google think insights

 

google thinking aheadPara finalizar, recomendo uma visita ao menu Thinking Ahead (algo como Pense Adiante), um espaço para artigos cheios de futurismo e tendências. É uma delícia de ler e enche o leitor de expectativas sobre o quão incrível será o futuro! Achei bacana essa sacada de misturar pesquisa e estatística com esses textos mais pessoais, afinal, o futuro também é sonhar :)

Como planejar uma campanha de e-mail marketing?

dicas para campanhas de email marketing

Ações de Marketing Direto possuem vantagens únicas, entre elas a possibilidade de mensurar o resultado atingido de forma muito precisa. Além de baratas, as campanhas criativas geram engajamento com o público e alavancam as taxas de conversão.

Quais os pontos chave para uma campanha de e-mail marketing ter sucesso?

Não pratique spam:

Para que uma campanha de email marketing não seja considerado um spam, não basta colocar uma observação no rodapé da mensagem. Os endereços do mailing devem ser válidos – fuja da compra de mailing – e sua mensagem deve ser solicitada.

Opt in e Opt out:

Dê a opção de remover o endereço de email do mailing para aqueles que não desejam receber aquele tipo de correspondência. Cumpra com esse dever e comprometa-se com a remoção.

Colete endereços de email válidos de pessoas que realmente aceitam fazer parte de seu banco de dados. Estes são os endereços opt-in. Dica: use formulários de contato ou cadastro em seu site que contenham um campo com a opção “aceito receber emails desta empresa”

Política de privacidade:

A política de privacidade assegura que os dados do seu mailing estão protegidos e não serão repassados sem autorização.

Utilize uma ferramenta que permita ao usuário ver apenas seu endereço de email no campo do destinatário. Divulgar a lista aberta é um erro fatal e passa a imagem de zero profissionalismo.

Conteúdo relevante:

Ofereça algo que seja importante para seu mailing. Crie diferentes peças para diferentes públicos – é possível segmentar por idade, região, sexo, produto adquirido e muitas outras formas, depende do seu objetivo. Uma forma de comunicação interessante é oferecer suporte ao seu produto. Exemplo: se a sua empresa vende sabão em pó, porque não oferecer dicas sobre remoção de manchas e sobre o cuidado das roupas delicadas? Não fique míope aos benefícios do seu produto, há um mundo de possibilidades!

Acessibilidade:

Não exagere no tamanho: 12 KB é o tamanho recomendado!

Ofereça um link para visualizar o conteúdo HTML em uma página da web, já que alguns servidores de e-mail podem bloquear a visualização.

Em hipótese alguma envie arquivos executáveis em anexo, que atualmente são 100% bloqueados, mas ferem a ética da permissão.

E-mails não lêem Flash ou Java Script, por isso, atenção para o desenvolvimento. Gifs animados estão fora de moda e denotam certo amadorismo, evite!

Dê olho nas dicas:

  • Instigue a leitura do seu e-mail, faça diferente, use call to action e comunique benefícios claros;
  • Aumente a confiança ao clicar personalizando informações do usuário;
  • Use profissionais diferentes para criação da peça e redação do texto, isso enriquece a campanha;
  • Tenha empatia: o que lhe atrai em uma campanha? Use a mesma inspiração!
  • Atenção redobrada ao assunto: se o remetente já é o nome da sua marca, não o repita no campo de assunto.
  • Teste bastante: mude o assunto, troque o estilo, modifique a redação e acompanhe os resultados.

O Beach Park disparou uma campanha de e-mail marketing que gerou polêmica: uma peça que recriava a experiência de escorregar por um tobogã equivalente a 14 andares de um prédio. Os manuais regem que o uso do scroll (barra de rolagem) deve ser evitado, assim como peças pesadas, mas a campanha gerou buzz na blogosfera. A lição é que a criatividade permite quebrar regras garantindo resultado!

Como avaliar um site – parte III

como avaliar um site

Hoje vamos abordar a última etapa da avaliação de um site através de atributos técnicos, abordando os pontos interativos e de engajamento (Marketing Interativo). Lembrando: a avaliação começa com os atributos intangíveis, seguida de análise de Arquitetura da Informação, Usabilidade e Web Design.

Leia na íntegra:

Como avaliar um site parte I

Como avaliar um site parte II

Como avaliar um site parte III

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Interatividade

O conceito de ponto interativo é muito importante na hora de avaliar um site. Interatividade é permitir a troca de informações e diálogo entre usuário e empresa. Pesquisas apontam que há proporção direta entre o número de pontos interativos e a taxa de conversão de um site. É a cara da web 2.0! Exemplos de pontos interativos:

  • Seção contato
  • Chat online
  • Comentários em notícias
  • Blog corporativo
  • Funcionalidades para compartilhar em mídias sociais (o botão “Curtir” é um deles)
  • Central de Atendimento
  • Links de acesso rápido para adquirir/conhecer produtos
  • Funcionalidades para fazer “Trial” ou agendar visitas “sem compromisso”
  • Tudo aquilo que permite que o seu cliente converse com a sua empresa

Social Media

Antes do conceito de CG social, haviam empresas que nem inseriam links para as mídias sociais oficias dentro do site. Era um tempo em que não se pensava em usar isso como tática para SEO e poucas marcas possuíam uma estratégia clara sobre social media marketing.

Não basta estar no Twitter e colocar um passarinho no cross content da Home. É ter engajamento, saudabilidade, política de resposta e canais de comunicação. Sem dúvida, é um plus para a presença digital, especialmente para aquelas que apostam no Inbound Marketing como diferencial competitivo.

Exemplos: um canal no slideshare dentro da área de suporte, uma wiki para auxiliar no pós venda e uma FanPage para dinamizar a Comunicação. Nem só de site vive a sua marca! Um case bacana é o da Coca Cola, que realizou um de seus processos seletivos para trainess somente via Linkedin e usava as demais mídias para orientar os candidatos. Um processo que costuma ser estressante – o preenchimento de dezenas de campos de formulário – acabou se tornando interativo.

Conteúdo

Tá aí a grande estrela do Marketing Digital! É por causa dele que visitamos blogs, que voltamos à um site, que seguimos pessoas no Twitter. É só por causa do conteúdo que o Google existe! Para organizar informação na hora de buscar por conteúdo. Por isso, crie conteúdo específico e relevante para cada canal, seja ele o site ou a FanPage.

Lembre-se que o usuário padrão não lê na web, apenas passa os olhos, “escaneando” o conteúdo. Outro conceito importante é o de leitura em F e seu papel no aumento da conversão. (Obs: conversão é tudo aquilo que a sua marca tem como objetivo através do site, desde uma compra ou contato para adquirir um produto até um compartilhar em mídias sociais).

Compartilho com vocês uma excelente palestra sobre conteúdo orientado à SEO que vai ajuda-los muito!

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Chegamos ao fim da avaliação de uma presença digital eficiente. Os atributos técnicos não são somente esses e a profundidade com que podem ser estudados extrapola a síntese dos posts.

Importante: sites que cumprem com essas diretrizes estão otimizados para motores de busca e ganham pontos valiosos em SEO. Mais uma razão para a sua marca contar com qualidade técnica na web.

Espero que tenha gostado! Em caso de dúvida, entre em contato com o Marketing Drops :)

Como avaliar um site – parte II

como avaliar um site

Agora que já sabemos como avaliar um site através de atributos intangíveis, é hora de entender como funciona uma avaliação através de atributos técnicos. Hoje vamos falar sobre Arquitetura da Informação e Web Design. Mãos à obra!

Leia na íntegra:

Como avaliar um site parte I

Como avaliar um site parte II

Como avaliar um site parte III

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Acessibilidade

Sistemas que provêm acessibilidade são plataformas que permitem que todos usufruam dos recursos oferecidos. Pode ser um leitor para deficientes visuais ou um site mobile para quem tem tablet ou celular poder ter uma experiência bacana ao navegar.

Na Internet, o termo acessibilidade tem tudo a ver com a W3C (world wide web consortium), um consórcio com mais de 300 organizações que visam regulamentar as boas práticas e padrões, inclusive de código (HTML, XHTML, CSS, DOM, etc), para o desevolvimento web.

Pensar em acessibilidade é mais do que pensar em “acesso aos cegos”, afinal, os motores de busca também são “cegos” e para otimizar sua presença digital para SEO você precisa pensar nisso!

Para validar o site para estes padrões acesse: http://validator.w3.org e avalie os erros encontrados.

Qualidade do Código

A validação do site pelas recomendações da W3C é muito importante para garantir a qualidade do desenvolvimento de um site.

A linguagem de marcação (HTML, XHTML, XML) e a linguagem de estilo (CSS) tem como objetivo organizar e diagramar o conteúdo das páginas da Internet, exibindo o site para o usuário. Cada uma dessas linguagens possui suas “palavras” e “significados” – tags que possibilitam o entendimento das páginas pelos motores de busca e navegadores – e que compõe o código semântico.

Infelizmente, muitas agências e produtoras web não empregam a forma semântica de usar tags e atributos e acabam desenvolvendo sites repletos de “gambiarras”, formas mais rápidas e baratas de entregar desenvolvimento web. Exemplos mais comuns:

  • Sites desenvolvidos inteiramente como tabelas (que na forma semântica devem ser usadas apenas para dados tabulares),
  • Páginas inteiras que são apenas tags <iframe> apontando conteúdo de outra página sem qualquer desenvolvimento (que na forma semântica são usados para fazer “embed” de vídeos do Youtube, por exemplo),
  • Sites desenvolvidos inteiramente em flash – impossíveis de serem lidos pelos motores de busca e que impedem o compartilhamento de conteúdo.

Usabilidade

Usabilidade é toda uma ciência que estuda a facilidade de usar um determinado objeto ou ferramenta. Quando falamos de um site: é necessário avaliar o fluxo de navegação (onde você clica para ir a uma determinada seção), os menus, nomenclaturas, ícones e lembrar da máxima de um dos papas da usabilidade, Steve Krug: “Não me faça pensar!“.

  • As ações devem ser intuitivas. É terrível quando alguém “tem uma sacada brilhante” e muda uma convenção (Ex: o carrinho de compras de um e-commerce) só para ser diferente.
  • Na web, o óbvio é o que deve ser feito.
  • Usabilidade é pensar em arquitetura da informação – nosso próximo tópico – e organizar o conteúdo de forma amigável.
  • Evite o esforço desnecessário do usuário em cliques (menos é mais) e use cross contents (conteúdo cruzado) relevante.

Sei que é clichê, mas beleza não põe mesa! Site não tem que ser só bonito, tem que gerar conversão e trazer dinheiro pro seu bolso. Não comprometa o resultado por algo que pareça bonitinho, como fontes lindas que na verdade são imagens e impedem o “copiar” e “colar” na hora de compartilhar. Para saber mais, recomendo o site do “Jedi” da usabilidade, Jakob Nielsen, e o Usabilidoido – um blog divertido e útil sobre o tema.

Arquitetura da Informação e Web Design

A arquitetura da Informação é a diagramação de uma presença digital dentro dos preceitos da Usabilidade. Infelizmente, pouca gente dá bola pra ela, por achar que “é só ir montando o site”.

Na hora de avaliar uma agência ou produtora, seja criterioso nesse item e reforce que é um pré-requisito para o desenvolvimento.

Existem avaliações super técnicas baseadas nos objetivos do usuário e micro processos que orientam o desenvolvimento de uma arquitetura eficiente, como a análise heurística e os testes A/B e também os focus groups, que usam fragmentos de público alvo para definir o que vai onde e porquê.

Falando exclusivamente deste tópico, o site da Dermablend é um exemplo de site com muito conteúdo e múltiplas seções no qual é possível se encontrar e ter uma boa experiência.

O web design dará vida ao projeto, propiciando o que é conhecido como experiência do usuário. É interessante notar como a cultura de cada país costuma influenciar esse quesito: americanos adoram sites com visual mais poluído, repleto de conteúdo. Os brasileiros já são mais sensíveis ao layout e gostam de sites que sejam esteticamente agradáveis.

Para ajuda-los a entender mais:

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No próximo post vamos falar sobre engajamento e pontos interativos. Será a última etapa na avaliação de sites, stay tunned!

Como avaliar um site – parte I

como avaliar um site

Vocês já se perguntaram sobre o que faz um site ser bom ou ruim? A partir de hoje começarei uma série de posts ensinando a avaliar um bom website e por consequência, orientando-os a construir uma presença digital relevante.

Vou dividir o conteúdo em etapas, sendo a primeira delas os atributos intangíveis da marca. A partir de então falaremos dos atributos técnicos, para facilitar a compreensão.

Leia na íntegra:

Como avaliar um site parte I

Como avaliar um site parte II

Como avaliar um site parte III

 

Entenda o Branding:

Para começar é preciso falar de branding porque a avaliação de um site começa com o seu objetivo de mercado, aquilo que ele busca alcançar através da internet. Essa história de investir em site apenas para estar na web só funcionava até 1995.

Aponte os benefícios percebidos:

É preciso entender os atributos intangíveis da sua marca, aquilo que ela realmente vende. Como assim?

É preciso lembrar que nenhuma marca vende um produto. Ela vende um benefício.

Você não precisa de um carro, precisa de um meio de locomoção. Não precisa de um laptop, precisa de mobilidade. Não precisa de um celular, precisa de comunicação móvel.  Se sinal de fumaça funcionasse bem, você compraria isso ao invés de um Nokia. Viu só? Atributos intangíveis.

Quem entendeu muito bem esse conceito foi Steve Jobs, que disse: “se eu perguntasse através de pesquisa de mercado o que meu cliente buscava, ele diria um CD com capacidade para 5.000 músicas, jamais explicaria o conceito de um iPod.” Antes de Jobs, Henri Ford também usou o benefício para mudar o mercado, criando o automóvel produzido em larga escala.

Esse tipo de questionamento é muito importante para toda a estratégia, inclusive a de produto e comunicação da sua marca. A Nike vende atitude. A Disney vende magia! A Porsche vende charme. Você achava que a Kopenhagen vendia chocolates? Não! Ela vende presentes.

Mapeie a concorrência:

Percebeu como o que foi falado agora muda até mesmo sua ideia sobre concorrência?

O Mc Donald’s considera como principais concorrentes de seu produto no Brasil os cinemas. Como ele vende diversão e entretenimento para jovens, que geralmente não possuem grana para os dois programas, ele pode perder receita para um filme de ação. Aqui vai outra dica importante: competição pela renda. Quem compete pelo dinheiro do seu cliente com a sua marca? Os principais concorrentes de um curso de MBA podem ser as construtoras, que vendem apartamentos para os recém casados em processo de alavancagem na carreira.

Traduza o foco:

Entender sobre foco empresarial é muito importante para evitar a Miopia de Marketing, típico de quem acha que a Nike vende tênis. Isso pode significar a falência de uma empresa, como aconteceu com alguma ferrovias americanas, que acreditaram que seu negócio não era transporte e sim, malha ferroviária. Foram engolidos pelos aviões e carros.

Avaliação na prática:

A partir de agora, estruture uma planilha  com os principais atributos intangíveis da sua marca. Para cada um deles, dê notas avaliando a comunicação desses atributos no website da sua empresa. Ela vende requinte e sofisticação e o site é todo vermelho? Vende conhecimento e o site foi atualizado ano passado? Hm.. isso merece nota baixa!

 

como avaliar um site através de atributos intangíveis

 

Experimentem começar esse exercício de Marketing. Poucos profissionais fazem isso, e ele será um divisor de águas do pensamento estratégico da empresa.

No próximo post falaremos sobre os atributos técnicos. Até lá! :D