Inbound Marketing: o que é, para que serve, como aplicar (e um desabafo)

Inbound-Marketing-Clickbait-Camila-Renaux

Oi, pessoal!

No post de hoje vamos falar sobre Inbound Marketing, explicando todos os conceitos envolvidos, para que serve e algumas dicas sobre como aplicar essa vertente do Marketing Digital na sua empresa. Também tem um desabafo sobre a subversão da prática que tantas vezes vemos por aí.

Se preferir, confira o vídeo na íntegra lá no final desse post, diretamente do meu canal no Youtube.

ENTENDA O CONCEITO

Inbound Marketing é você estar preparado para ser encontrado pelo cliente certo, no momento certo da jornada de compra dele. Esse conceito também pode ser chamado de Marketing de Atração e seu símbolo universal é um imã. O ideia central é que o conteúdo gerado pela empresa é o maior ativo dela e será ele que atrairá os clientes – segmentados conforme a estratégia adotada. Então inicia-se relacionamento em diferentes níveis a partir do interesse desses clientes e refina-se o envio de conteúdos específicos dependendo do momento de cada jornada para por fim, trabalhar a área comercial com os clientes que estejam prontos (e queiram) comprar os serviços ou produtos ofertados pela empresa. Como você faz isso? Captando dados dos clientes, especialmente o e-mail, para iniciar o Marketing Direto. É uma troca. Seu cliente lhe dará seus e-mail em troca de algum benefício real, geralmente gratuito, um conteúdo rico e valioso, por exemplo. Tudo isso automatizado através de ferramentas como e-mail marketing, landing pages, automação e CRM. Vem comigo para entender isso melhor!

JORNADA E FUNIL DE VENDAS

O Inbound Marketing se apóia no respeito à jornada de compra de cada cliente, adaptado à cada estratégia comercial e público alvo que a empresa venha a ter. A proposta é usar ferramentas e estratégias específicas em cada uma das etapas de um funil de vendas, que é composto por – pelo menos – 3 etapas.

imagem ilustrativa de um funil de vendas

1. Descoberta: é o momento de ser encontrado pelo seu potencial cliente, ele está procurando por algo que quer, precisa ou deseja. Nessa etapa, o SEO (Search Engine Optimization) será seu melhor amigo. Ter presença em redes sociais, portais e blogs próprios do seu mercado também ajuda a garantir encontrabilidade. Quando ele encontrar sua empresa, você precisa garantir que saberá quem é esse cliente, caso contrário, ele será apenas um visitante do site, um mero número no Google Analytics. Nesse momento você aplica algumas das técnicas que veremos a seguir para conseguir informações (nome, e-mail, cargo, etc.) para seguir com esse potencial cliente (veja mais abaixo!) pelo funil.

Dica: Aqui os conteúdos gerados – chamados de conteúdo de entrada de funil – costumam ser amplos e baseados em dúvidas mais genéricas, típicos da descoberta.

2. Comparação: estamos na Internet e o seu potencial cliente não encontrou apenas a sua empresa como opção, ele tem várias abas abertas e algumas opções na manga. Ele está avaliando alternativas, fazendo escolhas. Aqui o ideal é que você já tenha os dados do seu potencial cliente ou interessado. Assim você poderá refinar melhor os conteúdos que irá encaminhar a ele por e-mail, criando listas segmentadas baseadas em interesses específicos, tudo feito automaticamente. É quando se inicia o relacionamento mais próximo, afinal, você está tentando comunicar sua credibilidade e garantir que seja o escolhido.

Dica: Os conteúdos dessa etapa são mais voltados aos seus serviços e às necessidades e dores que seu cliente possa ter, menos genéricos e amplos do que na etapa anterior.

3. Fechamento: na etapa final, a de fechamento da venda, quando nem sempre somos totalmente online. É normal que nesta etapa um vendedor tenha entrado em contato, uma proposta tenha sido enviada, uma negociação tenha sido iniciada. O mais importante é que, nesta altura do campeonato, sua empresa deve possuir listas específicas para trabalhar com estratégias diferentes quem está interessado em conteúdo de entrada de funil de quem está potencialmente interessado em adquirir seus produtos ou serviços. Nada de disparar newsletter genérica para todo mundo. São jornadas diferentes e necessidades diferentes!

Dica: Nesta etapa o seu conteúdo deve ser orientado à diminuir à aversão ao risco, trabalhar o impulso para o fechamento e muito mais pessoal – mesmo com processos automatizados a sensação deve ser de proximidade.

LEADS

O que é são esses tais de “leads”? Nada mais são do que seus potenciais clientes, aqueles que encontraram seu conteúdo em uma das etapas acima e se cadastraram em um dos canais disponibilizados para isso, entregando seus dados e dessa maneira integrando as estratégias de Inbound Marketing da sua empresa ou marca.

LANDING PAGES

Também chamadas de páginas de destino, são páginas orientadas à conversão, ou seja, páginas simples e diretas, que dão duas escolhas ao visitante: se cadastrar e inserir seus dados ou sair.

É nesta página que você disponibiliza o conteúdo rico, que dependerá da etapa do funil que deseja trabalhar em sua estratégia, e onde você captura os dados como nome, e-mail, empresa e cargo do seu lead.

É o local onde acontece a troca mais comum do Inbound Marketing – você leva os dados do seu potencial cliente e ele um conteúdo valioso e gratuito (ou muito muito muito barato).

imagem ilustrativa de uma landing page

AUTOMAÇÃO DE MARKETING

Acho que já deu para notar que Inbound Marketing dá bastante trabalho. É por causa disso que uma estratégia de Inbound costuma depender de um bom processo de Automação de Marketing, que é basicamente o uso de softwares para executar rotinas de Marketing de forma automática. Exemplo prático: se você clicar em uma campanha com foco x, você cai na lista x e passa a receber os conteúdos com foco em x. Não é necessário um ser humano fazer essa triagem e importar, exportar e integrar listas. Tudo já é feito de forma automática, sempre levando em conta parâmetros pré estabelecidos na estratégia e o comportamento dos leads.

SOFTWARES

Para garantir o conteúdo em si, especialmente o rico, como e-books, webinars e blog posts, você precisará de uma estratégia baseada em pessoas. Esse serviço pode ser terceirizado ou ser executado por uma equipe própria. Uma empresa referência na geração de conteúdo em larga escala no Brasil é a Rock Content. Mas temos diversos exemplos regionais e até um Marketplace de agências especializadas nas diferentes vertentes do Inbound Marketing.

Para a parte de automação, disparo de e-mails com base em listas segmentadas e criação de landing pages para disponibilização de conteúdos, temos algumas opções no mercado:

  1. RD Station
  2. Hubspot
  3. Mailchimp

Também pode ser interessante contar com um CRM, um software especializado em gestão de relacionamento com clientes. O Zoho CRM é uma opção honesta e gratuita para quem quer começar :)

CLICKBAIT E OUTRAS TRETAS

Com o Inbound Marketing ficando mais conhecido e estabelecido no mercado, é natural que a concorrência pela atenção – e clique – do potencial cliente aumente. E é nesse cenário que nos encontramos: hiperconcorrência e usuários cada vez mais saturados de tanto conteúdo (mesmo que de qualidade) por ler e estudar.

Uma solução bem do lado negro da força é o uso de Clickbait ou “Caça Cliques”, com títulos e chamadas super apelativas, uma disputa pelo clique a qualquer custo.

Nessa guerra vale tudo, especialmente o uso de gatilhos super apelativos e bordões como “guia definitivo”, “mais de um milhão de pessoas já baixaram”, “saiba como o fulano alcançou 7 dígitos de faturamento”, entre outros.

O problema é que essa estratégia leva o lead para a sua página, faz com que ele se inscreva, afinal, são gatilhos muito impactantes, mas se o conteúdo não entregar tudo isso que a expectativa gerou, você terá um SER HUMANO frustrado e com um sentimento péssimo em relação a “ter sido enganado”.

Meu desabafo é: marcas são soberanas e construídas no longo prazo, afinal, precisam construir autoridade. Sua marca faz estratégia para seres humanos e eles tem sentimentos humanos. Automação ajuda, usar gatilhos também. Mas levar isso pro lado negro da força, pensando somente no curto prazo… Podemos fazer mais e melhor, né?

Espero que tenham gostado do post! Até a próxima :)

Instagram e Stories: Estratégias para Marcas

Camila Renaux fala sobre Instagram

Oi, pessoal!

No post de hoje vamos falar sobre Instagram e Stories: o que dá certo, como gerar resultado, se precisa ter feed harmônico, qual a melhor estratégia de conteúdo e porque está tão difícil ganhar novos seguidores! Vem comigo e se joga!

Se preferir, confira o vídeo na íntegra lá no fim desse post, diretamente do meu canal no Youtube.

1. Instagram não é para todos

Aliás, nada é para todos! O Instagram trará melhores resultados caso a sua marca possua uma estratégia de conteúdo com apelo visual. Imagens bonitas, impactantes, “antes e depois”, composição de produtos! Empresas de moda, fitness, estética, acessórios, arquitetura, entre outros exemplos, tendem a construir um conteúdo mais consistente. Se a sua empresa for B2B (vende para outras empresas) e/ou tiver produtos de cunho muito técnico e industrial (software e motores, por exemplo), vale a pena repensar a presença no Instagram. Uma dica é adaptar: se você vende um produto sem apelo visual, pode usar essa mídia para comunicar as ações institucionais ou de endomarketing, com colaboradores.

2. Encontrabilidade

O Instagram era uma rede social menos concorrida e nela era mais fácil ser encontrado. Usar hashtags (as vezes mais de 50 em um post) era a garantia de ganhar novos seguidores. Hoje temos mais de 800 milhões de usuários na rede e não é mais tão fácil ser visto. Quem não é visto, não é lembrado! O uso das hashatgs (filtros de busca com etiquetas de conteúdo) ainda é válido e pode ser utilizado, sempre com testes de resultado para encontrar o número ideal de hashtags (que trazem resultado!) sem poluir a publicação.

Os anúncios no Instagram tem foco em cliques que levam para outro site e por isso, não costumam trazer seguidores. O ideal é usar os anúncios para levar as pessoas ao seu site ou loja virtual, com foco em conversões (vendas e cadastros).

3. Edgerank

Edgerank é o algoritmo que determina a entrega do conteúdo no Facebook e no Instagram. Antes dele ser usado, o único critério para a entrega de conteúdo era a ordem cronológica. Os principais critérios que o Edgerank utiliza são: Peso, Afinidade, Qualidade e sim, Cronologia. Isso significa que os conteúdos que serão mais entregues serão aqueles com os quais você mais interage, os que o Instagram considera com maior peso (vídeo, por exemplo), publicações com mais engajamento, etc.

É importante entender isso para usar o Edgerank ao seu favor, ao invés de ser vítima dele.

Segundo pesquisas, os melhores horários para postar: 11:00 | 15:00 | 19:30 às 22:00

4. Stories

A dica de ouro para quem quer resultados no Instagram! O formato de vídeos e fotos rápidos, que permitem interações (directs) e o “overposting” (vários posts) fez tanto sucesso no Snapchat, que o Facebook tentou comprar a empresa. Após a negativa do Snapchat, o Instagram ganhou uma versão quase igual – para usar um termo politicamente correto – e essa virou uma super treta jurídica entre as empresas.

Uma coisa é fato: se a sua marca quer aumentar o engajamento, ganhar visibilidade e alcançar seus seguidores com o conteúdo que produz, é necessário usar o STORIES!

5. Estratégia de Conteúdo para Stories

No início era totalmente baseada em “bastidores”, uma espécie de making of das marcas. Hoje o ideal é que o conteúdo das Stories tenha a cara da sua marca e siga uma linha conceitual de branding, mesmo que em menor intensidade em relação a aquelas publicações que forem para o feed. Uma dica é usar conteúdo exclusivo para essa mídia, incluindo promoções, como cupons de desconto surpresa e exclusivos para quem acompanha o Stories. Também é uma mídia que permite um maior número de posts, sem tanta preocupação com quantidade, podendo se adaptar ao tipo de conteúdo.

DICA DO ESFORÇO VERSUS RESULTADO: Quantas pessoas visualizaram sua primeira história? E a segunda? E a terceira? E a décima? Se esse número cair demais, avalie até onde vale a pena. Quanto esforço você faz para produzir conteúdo e quantas pessoas vão simplesmente pula-lo porque já estão “cansadas”? É muito importante ficar de olho no “apetite” dos seus seguidores para não gastar energia a toa. TESTE, TESTE, TESTE!

6. Feed Harmônico

É aquele feed todo integrado, onde tudo se conversa e as imagens se completam. Ele não faz muito sentido na hora de pensar em comportamento do usuário, Instagram não é site e não consumimos conteúdo assim. Mas para empresas do ramo da moda, é interessante ter um! O público alvo aprecia, os estilistas gostam, comunica um cuidado visual que marcas desse segmento apreciam. Mas não é obrigatório, nem regra!

DICA: usar uma pitada disso na estratégia – mesmo que as publicações não sejam interligadas visualmente, é possível sim ter unidade visual e contar uma história ao longo dos posts.

7. Relacionamento

Não use o Instagram apenas para mostrar seu conteúdo, expor seu produto, falar de você. Use-o para ouvir e para conversar! Responda comentários, monitore contas e respostas de outras empresas, comente publicações de clientes e formadores de opinião. O mais importante é possibilitar diálogos e fazer relacionamento verdadeiro.

 

Espero que tenham gostado do post! E vocês? Como usam o Instagram? Conte nos comentários, eu adoro responder vocês <3

Internet, Tecnologia e Crianças

Cuidados para uso de internet por crianças

No post de hoje vamos falar sobre um tema importante para aqueles que em breve se tornarão papais e mamães, assim como eu.

Como usar a tecnologia sem prejudicar o desenvolvimento das crianças e encontrar o equilíbrio em publicações sobre os filhos nas redes sociais? Principalmente, que cuidados devo tomar para evitar os riscos do mundo digital?

Esses cuidados não são importantes somente para proteger os pequenos e com certeza irão auxiliar os adultos a adotarem uma conduta mais segura na Internet.

Uso da Internet:

Segundo estudo da AVG e da Digital Diaries, 81% das mães e pais no mundo postam fotos de seus filhos online. A prática é ainda mais exacerbada no Brasil, onde 94% dos pais a adotam.

Você sabia que entre 3 e 5 anos apenas 15% das crianças sabe nadar, mas 76% usam computadores, tablets e jogam online?

Já entre 6 e 9 anos 62% das crianças participam do mundo digital e 27% das crianças já sofreram com o cyberbullying. Esquecemos que as crianças ainda não estão maduras o suficiente para lidar com a exposição à todo tipo de opinião que as redes sociais propiciam – especialmente as negativas.

Outro dado interessante nessa mesma faixa etária é que 54% das crianças estão no Facebook, apesar disso ser proibido pelos termos de uso da rede social, que permite a participação apenas dos maiores de 13 anos.

Aliás, a razão pela qual a maioria dos sites americanos se destinam aos maiores de 13 anos de idade é a Lei da Proteção da Privacidade Online de Crianças, que regulamenta a coleta de dados dos usuários para que sejam usados para apresentar mídia segmentada, por exemplo.

Neste link estão diretrizes e ferramentas do Facebook para denunciar e bloquear o bullying na rede social.

Riscos:

Em crianças de até 3 anos,  é importante desenvolver a coordenação motora e facilitar a interação ao ar livre. Cuidado redobrado para aqueles momentos em que a TV ou o tablet viram “babás”, deixando a criança quase que hipnotizada por longos períodos de tempo.

Não estranhe a dependência que o tablet ou o video game possam causar, esses dispositivos são desenvolvidos com base em conceitos de simplicidade e usabilidade, para que sejam facilmente operados mesmo que por crianças muito pequenas. Para os nascidos antes da era digital pode ser fascinante perceber a facilidade com que as crianças aprendem a mexer no computador, mas essa percepção leva em conta o referencial de tempos “pré Internet” e também da nossa própria experiência, adultos que quando crianças faziam trabalhos em enciclopédias e usavam listas telefônicas. Sim, havia vida sem o Google.

Cuidados para os pais:

Neste artigo temos uma visão bastante conservadora sobre o tema, postura adotada pela maioria dos pediatras.

A abordagem do artigo é radical, mas é o que se prega em congressos e publicações da área de mobilidade e interação. A palavra “proibido” é dura em tempos de intensa imersão digital, especialmente no nosso convívio diário com smartphones e tablets. Na minha opinião pessoal, priorizar e restringir é diferente de proibir e mesmo assim pode trazer tantas vantagens quanto.

Se o uso de tecnologia for uma forma de estímulo, assistido, monitorado e respeitando os momentos/fases da criança, por que não? Mas, se o tablet vira “babá”, a TV vira sessão de hipnose e o celular uma forma de anestesiar a criança, invertemos os valores!

Uma conduta mais segura na Internet:

O primeiro cuidado que devemos ter é ajustar as configurações de privacidade da rede social para que somente amigos possam ver as fotos, restringindo certas informações. Saiba como neste link.

Evite os exageros. Não tem nada de mais postar fotos de uma festa de aniversário ou evento com família e amigos, mas isso não precisa ser o único tema do conteúdo publicado. Mostrar os filhos quando pequenos pode ser irresistível, mas ainda assim deve-se seguir uma linha de atuação na rede, que leve em conta a “imagem” da criança, dos pais e o bom senso.

Engana-se quem considera a rede social um espaço de exposição de ideias sem consequências, aquela impressão de “aqui eu falo o que quiser”. As informações são púbicas e tem até mesmo valor legal em caso de uma discussão judicial.

É importante entender que o cuidado com a nossa privacidade depende cada vez mais de nós mesmos! A melhor maneira de proteger a própria privacidade é comportamental e não tecnológicaNesta entrevista um criminoso explica como utilizou o Facebook para planejar durante 10 dias o sequestro de uma criança de 9 anos. Em seus perfis os pais da vítima publicavam imagens do interior da casa, da empresa da família e da rotina da criança.

Evite publicar:

Criança Nua ou no Banho: Não há qualquer maldade nisso, mas mesmo que pareçam inofensivas, essas imagens podem atrair redes de pedofilia que agem na deep web, um risco que pode ser facilmente evitado.

Uniforme Escolar: Imagens que facilitam a identificação da escola da criança podem ser usadas em um planejamento de roubo ou até mesmo em um sequestro.

Localização: Cuidado ao ativar sua localização em mídias sociais, especialmente se a publicação incluir fotos. Além de expor a rotina, pode dar pistas sobre o padrão de vida familiar e ambiente de trabalho dos pais. Quanto mais generalista, melhor! Não é necessário ser radical, apenas prudente :)

Constrangimento: Fotos e vídeos podem ser engraçados ao mostrar situações inusitadas, mas no futuro, constranger seu filho. Também corre-se o risco do vídeo ou foto virar o novo meme da Internet. Você gostaria? Como seu filho reagiria?

Fotos com outros amiguinhos: É importante tomar cuidado com fotos do seu filho acompanhado de colegas. Alguns pais não gostam dessa exposição e é de bom tom perguntar antes de publicar ou marcar a imagem em redes sociais.

Se o seu filho já usa a Internet:

– Mantenha o computador em algum cômodo da casa em que as atividades da Internet possam ser acompanhadas de perto.

– Bloqueie sites que você não aprova e que não possam ser visitados pelas crianças por conta própria. Saiba como neste link.

– Não incentive o uso do Facebook, Instagram, Twitter, YouTube e outras redes sociais caso a idade do seu filho não esteja de acordo com os termos de uso.

– Estabeleça um limite de tempo para o uso da Internet, tablets, smartphones e video games.

Aqui neste link você encontra uma cartilha super explicativa e com linguagem acessível sobre Ética e Segurança Digital. Leitura mais que recomendada para os papais e mamães!

 

Espero que tenham gostado!

Até a próxima! :)

 

Como Delimitar a Estratégia de Conteúdo para Facebook

estratégia no facebook

Cansado de não saber o que postar no Facebook e da pressão por resultados que parecem inatingíveis? No post de hoje falaremos sobre estratégia de conteúdo para FanPages e apresentarei sugestões para reverter esse quadro. Através de um passo a passo é possível diagnosticar o seu cenário e fazer a diferença. Boa leitura! :)

Conteúdo Informativo versus Conteúdo Irreverente

Problema: Assim como nos blogs, contar com conteúdo irreverente, criativo ou humorístico, auxilia a vinda de fãs de forma orgânica (sem mídia paga). É o efeito viral acontecendo, alguém acha legal, curte a página, outros veem, indicam, compartilham e assim por diante. É quase impossível para uma marca que possui branding, identidade, responsabilidades e produtos nem tão atrativos quanto um conteúdo de humor competir com isso. Aliás, não se deve nem tentar! O principal exemplo: Gina Indelicada. A marca, como FanPage Oficial, jamais poderia ter criado esse hit.

Solução: Entenda essa como uma diferença fundamental entre os conteúdos virais e os conteúdos informativos, mais típicos das marcas. Tentar ser engraçadinho, caso esse não seja o DNA, resultará em fracasso. Aceite a limitação e invista em conteúdo sobre a empresa. Mais de 60% dos consumidores utilizam o Facebook para entretenimento e contato com amigos, ou seja, o principal objetivo não é conhecer produtos. Kotler, o papa do Marketing, diz que um consumidor dificilmente estará aberto à algum produto até que tenha alcançado seu objetivo principal. Ou seja, a sua marca não é prioridade naquele ambiente. Porém, quantas vezes vamos ao shopping para um café com amigos e voltamos cheios de sacolas para casa? É tudo questão de aproveitar as oportunidades!

Gina Indelicada - Marketing Drops

 

Vender Produtos versus Informar sobre Produtos

Problema: Quando a empresa se vê no Facebok, é comum que ocorram dois fenômenos. O pior deles é a Síndrome do “O Mundo sou Eu”. A empresa bloqueia a publicação de posts pelos usuários em sua página e fala única e exclusivamente sobre seus maravilhosos produtos, incríveis profissionais, prêmios e etc. Não há espaço para ninguém, essa empresa se basta ali. Aquele espaço existe como um anúncio de TV ou revista, só que dentro do Facebook.

O outro fenômeno é o do “Não podemos falar sobre nós mesmos”. A marca encara aquele ambiente como uma tentativa de ser um “amigo” do seu cliente e faz isso através da postagem de “conteúdo variado”, vale até desejar um ótimo feriado, mesmo que a sua empresa preste serviços funerários.

Nem 8, nem 80! Vamos entender como solucionar isso!

Solução: Segundo a pesquisa realizada pelo e.Life em 2012, com 1.316 participantes, os principais tópicos de interesse dos usuários nas redes sociais sobre marcas são: Ofertas, Suporte de Serviço, Atendimento Online, Lançamentos, Informações sobre Produtos e Conteúdo Interessante. 

Os usuários de redes sociais estão abertos e esperam encontrar informações sobre os produtos e sobre as empresas nesses canais. Não há nenhum problema em falar sobre aquilo que a sua empresa vende. Lotar a linha do tempo dos fãs com “conteúdo interessante” é desperdiçar boas oportunidades.

A dica de ouro é informar! Ao invés de falar que o seu produto é o melhor, explique seu uso, dê dicas exclusivas, apresente possibilidades de atendimento. Em linhas gerais, seja como um vendedor empático dentro da loja. Empatia significa saber se colocar no lugar do outro, entender que as vezes temos que admitir erros, outras vezes temos que dizer “é, esse produto não é bem o que você precisa”, mas também sugerir utilidades, explicar com paciência e rir com o cliente.

Magazine Luiza No Facebook

Ser versus Parecer

Problema: Hoje, o principal atributo que determina a chegada de fãs organicamente (sem pagar) é o valor da marca. Não precisamos de grandes explicações, as marcas conhecidas são mais lembradas e reconhecidas, logo, recebem mais opções curtir no Facebook. Infelizmente, construir uma marca custa tempo e dinheiro.

Um outro problema é o da empresa que é super bacana, tem produtos com diferencial, mas ninguém sabe disso. Geralmente, quem sofre são os vendedores e a linha de frente do Marketing, que sentem-se de mãos atadas.

 

Solução:

Quem não se comunica se trumbica! Informe ao mercado seus diferenciais, explique o que a sua empresa faz e divulgue seus produtos e serviços de forma coerente. Não tenha preconceitos, uma palestra gratuita também é Comunicação, ok? Nem só de caros anúncios em TV se constrói uma marca.

Se a sua marca é séria, seja sério no Facebook. É um exercício difícil esse, de entender quem aquela marca é, mas eu recomendo. Determine uma maneira de falar, os trejeitos e a linha de conteúdo fluirá. A dica é perceber como se atende ao telefone na empresa! Aquela é a maneira que a empresa se comunica, é esse mesmo DNA que deve estar na FanPage. O ideal é Ser e Parecer, sempre :)

Dica Bônus: Não fique bitolado no fato da Skol e do Guaraná Antárctica publicarem conteúdos sobre estilo de vida. É impossível sustentar uma estratégia de conteúdo que aborde somente um único produto e o valor dessas marcas é maior do que todo o estoque de seus produtos. Ou seja, essa é uma estratégia acertada para esses casos. Caso a sua empresa não esteja nesse cenário, o ideal é contar com estratégia de conteúdo menos focada em um estilo de vida.

Estratégia de Conteúdo no Facebook

 

Conteúdo Original versus Curadoria de Conteúdo

Entenda: Conteúdo Original é tudo aquilo que a própria empresa produz, a partir de seus conhecimentos e informações. Curadoria de Conteúdo é tudo aquilo que é publicado como uma fonte externa, podendo ser um artigo com link ou um compartilhamento.

Problema: A marca não produz nenhum conteúdo e apenas replica informações, sem citar a fonte.

Solução: No caso da curadoria, a marca deve referenciar a fonte do conteúdo utilizado, sempre! Sem exceções! Use o botão “Compartilhar”, é mais prático e le

Para a geração de conteúdo próprio e original, o ideal é iniciar com possibilidades mais simples, como fotos de produtos em álbuns. Os textos e vídeos que exigem um trabalho mais elaborado podem vir em um segundo momento e não precisam ser super extensos. O ideal é usar vídeos de até 2 minutos e textos com poucos parágrafos. Lembrando, conteúdo original vale pontos preciosos com o Google.

Outra dica é a criação de aplicativos exclusivos, que tragam pessoas ou gerem benefícios para os usuários.

Além disso, seu conteúdo pode conter:

  • Dicas sobre Produtos
  • Informativos de Uso
  • Fotos de Clientes
  • Tutoriais
  • Podcasts
  • Entrevistas
  • Infográficos
  • Promoções

As possibilidades são muitas e agora, mãos à obra! Espero que tenham gostado do post! Até a próxima :)

Dicas: Como escrever na Internet e produzir conteúdo de qualidade

conteudo para midias sociais

O objetivo do post de hoje é ajudar as marcas e empresas quando o assunto é produção de conteúdo na Internet. Se fosse fácil, todo mundo fazia! Por isso, de olho nas dicas do Marketing Drops:

 

1. Entenda sua concorrência

Segundo pesquisas, o market share do conteúdo disponibilizado na Internet é de 70% para entretenimento e de 30% para informação. Por isso, sempre que sua estratégia permitir, entregue pequenas doses de humor no seu conteúdo, para que ele seja mais facilmente compartilhado.

Para se diferenciar, levante uma bandeira sobre o seu business, pode ser um personagem, um lema, um bordão, algo que dê um conceito ao seu conteúdo. Senão, vira release.

2. Escreva sobre o que sabe com generosidade

Para as marcas, é muito importante entregar conteúdo de qualidade, com informações relevantes. Vou citar o meu caso, trabalho com Marketing Digital, e com certeza sei muito mais sobre o tema do que alguém que trabalha com fotografia, por exemplo. Bem, não adianta falar aquilo que todo mundo já sabe! Produza conteúdo com base em sua experiência – porque ela é única! Lembre dos tempos de escola, quando escrevíamos sobre nossas férias. É mais fácil escrever sobre aquilo que a gente vive!

3. Entenda um pouco de redação

Todo texto é formado por 3 pilares: introdução, desenvolvimento e conclusão. Na introdução, descrevemos o assunto sobre o qual vamos discorrer, apresentamos nossa linha de pensamento. Nessa etapa, o principal objetivo é receber atenção.

No desenvolvimento, explicamos o assunto. Na Internet, pontue opiniões e ensine coisas, mas de forma rápida. Para ganhar tempo, crie links para outras fontes que complementam o conteúdo.

Na conclusão, queremos fechar o assunto. Valem os macetes: chamar uma polêmica, fazer perguntas, deixar o tema em aberto para um novo post ou então, fechar somente com uma informação de ouro.

Para os títulos, pense em manchetes de jornais. Aquela mistura que é uma arte publicitária, saber dosar a curiosidade com benefício. Se o título desse post fosse “O Tratado de Conteúdo Web” você estaria aqui? Dicas parecem mais fáceis, não é?

4. Esprema a laranja

Quem tem tempo para gerar conteúdo de qualidade? Seja bonzinho com a sua marca e saiba fazer render a pauta. Exemplificando: sua marca vende panelas. Isso pode render um post sobre a melhor utilidade de cada panela, um glossário/dicionários de panelas, um vídeo sobre receitas que só funcionam na panela correta, uma entrevista com um chef de cozinha sobre o dia a dia de quem lida com panelas e até um podcast sobre os maiores erros cometidos ao usar panelas.

Dicas práticas:

  • Tenha um cronograma,
  • Divida a responsabilidade com alguns membros da equipe
  • Tenha sempre conteúdo reserva – a falta de tempo pode fazer com que seu conteúdo fique desatualizado.
  • Sempre que produzir um conteúdo pense se ele pode ser divido em partes, revisado, virar uma lista, uma entrevista, um check list, um tutorial, etc.

IMPORTANTE: Conteúdo = texto, imagem, vídeo, áudio, slides, etc.

5. Seja esperto

Infográfico gera clique. É informação embalada para presente! Precisamos estar antenados com essas tendências. Produzir um vídeo pode ser muito mais fácil e viral (Internet não combina com super produções) do que escrever um texto para blog. Uma palestra exclusiva no slideshare pode tornar sua marca referência em conhecimento.

O apelo da aparência do conteúdo é muito importante – use imagens que sejam bacaninhas para aparecer nas curtidas das timelines, invista em infográficos com embed para ganhar links, faça vídeos curtos (até 5 mins), use palavras de impacto.

Use aquilo que você já têm:

  • Responda aquela dúvida que todos os clientes tem e que sempre consome tempo da equipe
  • Transforme e-mails que são praticamente um tutorial em post
  • Entreviste o vendedor que conhece seu produto como a palma da sua mão
  • Publique as dicas sobre uso de seus produtos que a equipe de suporte tem que passar por telefone todo dia

6. Seja direto e não superficial

Na Internet, passamos os olhos sobre as coisas. Facilite isso indo direto ao ponto, sem blá blá bá. Mas, não caia na armadilha da superficialidade. Poucas coisas são tão frustrantes quanto aqueles post do blog badalado sobre “Como escrever na Internet” que entrega 4 parágrafos de direcionamentos como “Use Imagens”. Lembre da regra número 2 – generosidade.

7. Padrões técnicos de escrita

Livros são lidos da esquerda para a direita. Textos na Internet são lidos em F.  Essa imagem do Jacob Nielsen (useit.com) mostra esse padrão através de mapas de calor. Os caras fazem zonas quentes e frias baseadas nos locais para onde olhamos quando estamos lendo. Quer engajar leitores até o final do seu texto?

leitura-em-F-marketing-drops

  • Não justifique o texto, deixe-o alinhado à esquerda
  • Use listas, tópicos e bullets
  • Invista seu tempo nas 3 primeiras frases
  • Negritos podem salvar sua vida
  • Parágrafos curtos e cheios de espaços em branco

Vale ressaltar que todas as técnicas de otimização (SEO) podem e devem ser aplicadas e nesse material do Fabio Ricotta você recebrá uma avalanche de informação sobre o tema. Obs: nesse material tem uma planilha matadora para geração de ideias a respeito de um determinado tema. Se joga!

Por último, deixo a dica de como adequar e adaptar o mesmo conteúdo para diferentes mídias sociais.

Agora, mão na massa! Só a prática leva à perfeição ;)

Social Media Marketing para empresas B2B

midias sociais para empresas b2b

Há uma coleção de cases que ilustram os sucessos de marcas nos ecossistemas sociais e esse fenômeno encorajou muitas empresas a se aventurarem nessa nova fronteira do Marketing Interativo. Aquilo que era massa, virou one to one.

É normal que esse movimento seja visto com olhos menos otimistas pelas empresas B2B (business to business), já que sem grande apelo junto aos consumidores finais, sentem-se perdidas em relação à atuação em canais sociais.

As perguntas mais frequentes:

  • O que eu devo comunicar por esse canal?
  • Quem vai ler isso?
  • Se meus clientes não são esses, como justifico investimento nessa área?

Há sim grandes oportunidades para empresas B2B em mídias sociais! O Marketing Drops selecionou algumas áreas interativas que podem ser exploradas por mercados organizacionais. Confira!

1. Redes sociais internas

Mais conhecidas como redes sociais corporativas, são ferramentas cada vez mais utilizadas pelas empresas. As principais aplicações de uma rede social corporativa são:

  • Inovação e P&D: sugestões, acompanhamento de projetos e funil de inovação em ambiente 100% social e interativo.
  • Colaboração: o grande desafio dos gestores é fazer com que seus talentos sintam-se parte do objetivo maior da empresa . Uma rede social interna é grande aliada nesse processo, como ferramenta de endomarketing.
  • Comunicação interna: todos os comunicados, memorandos e e-mails em um só lugar, centralizando a comunicação interna da empresa. Ali podem estar fotos de eventos corporativos e até mesmo um canal aberto com diretores, que podem contribuir respondendo dúvidas, fazendo comentários ou postando conteúdo em uma área específica.

Case: a empresa de TI HBSIS criou um portal corporativo para seus colaboradores, chamado Mundo HBSIS:

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Mundo HBSIS

Existem plataformas prontas para construção de redes sociais internas: Ning e SuaRede são exemplos interessantes, tanto pelo custo acessível quanto pela boa adaptação ao mercado brasileiro.

2. Canais exclusivos para clientes

Quando clientes estratégicos são levados para dentro de uma extranet – que também pode ter o formato de uma rede social corporativa – é dada a largada para o Social CRM ou CRM 2.0.

É esse o maior paradigma das empresas B2B – entender que invariavelmente, vendem para pessoas. Mesmo que essas pessoas representem uma organização, ainda sim, são pessoas!

Nestes canais é possível interagir com clientes, pedir sugestões, receber feedback, comunicar verticalmente todo o mix de marketing na empresa, divulgar a área de produtos e soluções e também inserir o cliente na área de inovação.

O medo de receber críticas existe, mas é preciso lembrar que é melhor receber um feedback negativo dentro de um canal oficial do que descobri-lo em uma rede social, onde não há qualquer controle sobre a repercussão do caso.

3. Redes sociais verticais

Redes sociais focadas em um determinado nicho ou segmento de atuação são outra grande oportunidade para empresas B2B. A grande vantagem: em uma rede social vertical todos os participantes são interessados no tema abordado, diferentemente do que em redes sociais horizontais, como o Facebook e o Twitter.

Vantagens destes canais:

  • Melhor experiência para o usuário;
  • Alto nível de especialização;
  • Maior probabilidade de conversão;
  • Oportunidade de compreender melhor o público alvo, já segmentado no ambiente.

Existem inúmeros exemplos de redes sociais verticais, como é o caso da Skoob – para apaixonados por livros – e da Redimob – rede social focada no setor imobiliário. É comum que redes verticais fomentem a geração de negócios, como na rede social Sou Empresário:

rede social vertical sou empresario

 

4. Atraindo talentos

Esta é a aplicação mais comum das redes sociais para empresas B2B. Em um cenário cada vez mais competitivo, a disputa por talentos tornou-se acirrada.

Um case interessante é o da Monsanto no Twitter, com o fantástico @MonsantoJobs, um canal exclusivo para divulgação de oportunidades e relacionamento com candidatos.

Aqui cabe falar sobre o Linkedin: Uma rede social profissional amplamente utilizada por empresas que podem atuar de forma estratégica, fomentando grupos de discussão e atraindo talentos a “segui-las” e compartilhar conexões..

monsanto jobs

5. Blogs corporativos

Os blogs são as grandes estrelas da web 2.0. Colaborativos, são disseminadores de informação e sustentam o conceito de ensinar através da Internet. O mais indicado no caso dos blogs corporativos é sair do lugar comum da área de “Notícias” dentro do site, trazendo um tema relacionado ao business da empresa.

Um case muito legal é o da empresa de nutrição de animais silvestres e exóticos Alcon Pet, que usa um personagem como tema de seu blog corporativo, o veterinário Dr. Fala. Ele responde dúvidas de consumidores em seu blog sobre nutrição e manejo de animais exóticos.

Blog Dr Fala

Outro case sensacional é o da empresa de aviões Boeing: uma das seções de seu blog corporativo é o Randy’s Journal, uma área com conteúdo gerado pelo vice presidente de Marketing da empresa, Randy Baseler.

6. Conhecimento e Expertise

As aplicações e utilizações de mídias sociais pelas empresas B2B devem ser norteadas por um objetivo maior: comunicar conhecimento e expertise em sua área de atuação. Por lidarem com um processo de compra analítico e pouco emocional, entregar ao mercado conhecimento é a maior prova de competência.

Todas as técnicas de Inbound Marketing podem ser utilizadas, fazendo com que a empresa seja encontrada por potenciais clientes que buscam saber mais sobre um tema. Slideshare e Scribd são mídias sociais que podem auxiliar sua empresa a disseminar sua expertise! Nessas mídias estão um enorme acervo de palestras, apresentações e outros PPTs, e também artigos técnicos, manuais de uso e demais PDFs que podem ser exatamente o que o mercado procura.

Um case do uso do Youtube por empresas B2B é a produção de videocasts pela Senior Sistemas, nos quais um especialista fala sobre determinado tema e apresenta uma solução:.

Case Youtube Senior

 

Antes de iniciar a execução de ações, o essencial é definir uma estratégia de atuação na Internet, que deve variar a partir da estratégia do negócio como um todo e planejar todas as ações e a estratégia de conteúdo com especialistas da área digital, que saibam o que estão fazendo, evitando uma crise de imagem na web.

As oportunidades estão aí para todos, basta saber aproveita-las!

Gigya – aplicativos para infra estrutura social

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No dia a dia da gestão de mídias sociais costumamos usar métricas e padrões um pouco diferentes daqueles usados no dia a dia dos negócios. Fala-se muito em capital social, engajamento, sentimento, índices de interação, e por aí vai. Todos esses indicadores são tentativas de mensurar resultado e gerenciar canais de forma efetiva. Um termo novo e cada vez mais frequente para esse extenso dicionário é a “infra estrutura social” – aplicativos, plataformas, sites e widgets que criam experiências sociais verdadeiras para usuários e insights importantes para as marcas.

O Gigya é um exemplo clássico de aplicativo para infra estrutura social baseado em conteúdo, APIs para integração e segurança de dados, com 4 aplicações:

1. Plugings Sociais

Os plugings são integrados com redes sociais e incluem funcionalidades bem conhecidas por todos nós, “internautas”:  comentários, compartilhamento, classificações, análises, chat e newsfeeds. 

2. Gerenciamento de identidade social

O gerenciamento de dados sociais é viabilizado por níveis de permissão de acesso, relacionados ao perfil dos usuários e seus dados de comportamento. Essa aplicação inclui um sistema de registro em nuvem que suporta login via form, mídia social e single sign-on, este último permitindo que os diferentes sites de uma marca (hotsite promocional, site institucional e e-commerce, por exemplo) mantenham o usuário logado uma única vez, usufruindo de conteúdo exclusivo.  

3. Gamification

São as estratégias de interação entre marcas e pessoas, baseadas no oferecimento de incentivos. Como em um jogo, são oferecidas recompensas a quem realizar tarefas pré-determinadas. Os objetivos são bem específicos: divulgarrecomendar, avaliar e captar novos clientes. Um exemplo de mídia social baseada em gamification é o Foursquare, rede de geolocalização onde ganhamos pontos e badges. Na plataforma Gigya há uma série de plugins plug-and-play, todos customizáveis. Segundo pesquisas, as visualizações de página de e-commerce aumentam em até 800% quando há estratégias de gamification envolvidas.

4. Métricas

Além de orientar à resultado, essa é uma poderosa arma de adequação de conteúdo e oferta. É com essas informações que as marcas podem adequar suas estratégias.  Um dos maiores propósitos do Gigya é a segurança de dados e o opt in, já que ao integrar suas mídias com um site que use a infra estrutura social, você fornece informações – como as páginas que curte – à marca. Segundo o site SocialTimes, a utilização de aplicativos gratuitos pode lesar as diretrizes do Marketing de Permissão, já que costumam vender os dados de usuários para empresas de spam. Além dos indicadores qualitativos, há também os índices quantitativos. A integração com o GA é total, assim como outras plataformas de analytics e softwares de monitoramento de mídias sociais, em uma área developers muito bem feita. Lá também estão: Experian, Magento, SAP, salesforce, Oracle, Zoho, etc.

Se quiserem saber mais sobre social data, aqui tem um webinar que fala sobre isso.

Espero que tenham gostado do tema sobre aplicações e infra social! Esse post não é patrocinado, mas tenho o maior prazer em indicar ferramentas de sucesso. Aos interessados em conhecer mais sobre o Gigya – entrem em contato!

Como adequar o conteúdo para diferentes mídias

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Ao traçar a estratégia de conteúdo para uma marca é esperado que diferentes tipos de veículos sejam utilizados para potencializar os resultados. Todos nós conhecemos o grau de dificuldade de converter a mesma mensagem para diferentes formatos e o tempo necessário para fazer isso com qualidade. Não é uma tarefa tão rápida quanto parece!

Uma marca pode promover os mesmos produtos e divulgar as mesmas mensagens em diferentes canais, mas é necessário fazer isso de forma diferente – e adequada – para cada plataforma. Jogar o mesmo conteúdo entre mídias com propósitos diferentes é expressamente proibido.

No post de hoje vamos falar dessa adequação nas mídias sociais mais populares entre as marcas: Facebook e Twitter. Aguardem mais posts sobre o tema aqui no Marketing Drops, passando por outras mídias sociais e demais mídias de massa, como rádio e TV.

Twitter e Facebook falam línguas diferentes e envolvem diferentes interesses do público. Aqui vão algumas dicas para ajuda-lo a fazer essa adequação:

1. Linguagem:

– Os objetivos no Twitter são: conseguir RTs e ganhar cliques. Nessa caso, a linguagem deve ser coloquial para gerar empatia e séria o suficiente para merecer um RT.

  • É muito comum que as marcas façam uso de smiles para dar o tom da comunicação. Como temos poucos caracteres para nos fazer compreender, um :) vale mais do que mil palavras.
  • Corte palavras e deixe sua frase o mais enxuta possível, tendo em mente que seu tweet precisa ser curto, objetivo e auto explicativo. Aqui, a grande jogada é saber o que seus seguidores desejam, por que seguem a marca e o que procuram na Internet como um todo.
  • Tenha sempre um link relevante na manga, que deve ser encurtado (use encurtadores como o bit.ly e o midi.as).
  • De preferência, use o call to action (CTA) – uma frase, link ou função que leva os usuários a realizar uma ação. Evite utilizar frases como “Clique Aqui”, isso é genérico demais para significar algo para seu cliente.
  • Perguntas tendem a deixar as pessoas curiosas e podem ser utilizadas para otimizar os índices de cliques (CTR) em seus tweets. Os questionamentos também costumam gerar diálogos dentro do Twitter.

twitter-estrategia

Dica: quem acompanha o Twitter é atropelado por uma enorme quantidade de informações e triar tudo isso requer esforço. Se sua marca twittar conteúdo que pareça uma lista, ele terá maior chance de ser favoritado e retuítado. Ex: “Confira os 10 melhores looks para arrasar em uma festa de Reveillon” ou “Os 100 livros de Marketing que você deve ler antes de morrer”.

Dica Bônus: Deixe pelo menos 10 caracteres sobrando em seu tweet, para que seus seguidores possam fazer RTs com comentários.

– O objetivo no Facebook é: aumentar o engajamento dos fãs com a marca. Nesse caso, o melhor é usar uma linguagem mais envolvente e pessoal, que promova a aproximação e identificação das pessoas com a empresa.

  • Abuse das fotos! De acordo com uma pesquisa realizada pela Hubspot em 2011, atualizações de status com fotos ganham 65% mais curtidas do que aquelas sem imagens.
  • Faça perguntas. É muito fácil acompanhar conversas pelo Facebook, por isso, promova discussões e pergunte coisas aos seus fãs. Se a pergunta for realmente pertinente para o seu público, as chances de compartilhamentos também aumentam, como no exemplo abaixo:

perguntas-facebook

 

  • Seja pessoal ao invés de institucional. O estudo da Hubspot mostrou que publicações com opiniões e citações pessoais no Facebook geraram 20% mais tráfego do que as publicações neutras e corporativas. Quem faz isso muito bem no Facebook é a Mashable, que usa seu CEO (Peter Cashmore) como porta voz da empresa nesse canal. E tem case nacional também, com destaque para a excelente estratégia de conteúdo da Pampers Brasil. Reparem como é uma pessoa, a Camille, quem assina as publicações da Fan Page. Genial!
pampers no facebook

 

pampers-no-facebook

 

  • Segundo estudos de neuromarketing, o Facebook ganhou 20% mais atenção e 6% mais envolvimento emocional do que os anúncios de televisão em 2011. Por isso, se for pertinente à sua estratégia central, faça da sua Fan Page uma plataforma para opiniões, conceitos e valores da sua marca, indo além da simples promoção de produtos. Sim, abrir-se à opinião dos outros pode ser ameaçador, mas se alguém tiver alguma queixa, é possível assumir publicamente e então conduzir o resto da conversa através de mensagens privadas.

2. Frequência:

Twitter: frequentemente

O Twitter é bastante frenético. Pesquisas apontam que a “vida útil” de um tweet é de apenas 3 minutos. Não é fácil precisar o volume de tweets que sua marca deve fazer em um dia, depende muito do “apetite” da sua audiência por informação. Jamais faça qualquer atualização por fazer, tenha sempre conteúdo relevante. Cuidado com o excessos: ouvi em uma palestra sobre Marketing em Mídias Sociais que ao twittar mais de uma vez por hora é possível diminuir os níveis de cliques em mais de 200%.

Use o conteúdo de comunicação de forma emocional. Notícias, informações, eventos e promoções tem forte apelo nessa mídia também. Para auxilia-lo a manter a freqüência alta, agende tweets.

Facebook: pelo menos uma vez por dia

O conteúdo publicado no Facebook tem vida útil muito mais longa do que no Twitter, mas algumas mudanças fizeram o Feed de Notícias mover-se mais rápido para os usuários. O Edgerank – uma espécie de PageRank do Facebook – apresenta as publicações baseadas em uma série de critérios, entre elas a quantidade de interação que a marca recebe e o quão recente é a mensagem. Por isso, se a sua concorrência é acirrada, você terá que postar conteúdo mais frequentemente e com muito mais qualidade para ganhar engajamento.

3. Tamanho e Formato:

Twitter: 140 caracteres ou menos

O Twitter é minimalista, menos é mais. Para deixar espaço para menções e comentários e aumentar as oportunidades de RT, o ideal é usar menos do que o limite. Tweets com 120 a 130 caracteres têm taxas muito maiores de clique. Ser capaz de transmitir uma mensagem em poucas palavras é uma habilidade que as marcas devem dominar. As terríveis reticências que indicam que o post veio direto de outra mídia devem ser evitadas!

Facebook: Entre 4 e 5 linhas

Embora o limite de atualização de status do Facebook não exista, evite escrever demais em uma atualização. Seja suficientemente breve, sem a pressa que há no Twitter. Aqui cabe uma analogia legal: no Twitter escreva como em uma SMS e no Facebook escreva como em um breve telefonema.

Um estudo realizado pela Buddy Media descobriu que posts do Facebook que continham uma média de 80 caracteres e mais um link relevante receberam 27% mais respostas (curtidas, comentários e compartilhamentos) do que os demais. Para facilitar esse cálculo de letras, fica uma dica super simples: evite o “Ver Mais” depois do seu post.

Espero que tenha gostado do post! Até a próxima!

Marketing Pessoal nas mídias sociais

marketing pessoal nas midias sociais

Talvez por um pouco de ingenuidade, não percebemos que estamos sendo monitorados nas redes sociais e postamos ali o que dá na telha. Segundo um estudo da Reppler, 47% dos recrutadores conferem as redes sociais dos candidatos e 69%  já recusaram algum aspirante à vaga por julgarem que os candidatos tiveram um comportamento “inadequado” na web.

Essa síndrome de “over-sharing“, ou seja, compartilhar tudo com todos é um fenômeno cada vez mais comum nas redes sociais. É a falta de filtro, acreditamos que todas as nossas opiniões devem ser compartilhadas, mesmo com quem mal conhecemos, mas estão lá, como nossos amigos do Facebook.

O site Please Rob Me mostra a rotina de milhares de pessoas que dão check in através do Foursquare em casa todos os dias, expondo o endereço e horários nos quais sua casa está lá, vazia, aguardando por ladrões. Parece uma brincadeira, mas não é.

Please Rob Me - Camila Renaux

Compreender as mídias sociais apenas como um meio para entretenimento é subutilizar esses canais, que são veículos poderosos para turbinar seu Marketing Pessoal. Afinal, quem não quer ganhar visibilidade e reputação positiva? Aqui vão as dicas do Marketing Drops para alavancar sua imagem e reputação:

Siga um planejamento

Encare a sua imagem como uma marca e estruture aquilo que for comunicar, definindo objetivos e regras de atuação. É muito importante mapear sua audiência e público alvo, analisando seguidores e amigos para nortear sua estratégia e entender se quem você atrai naturalmente – a sua rede de contatos – já é seu público alvo. Outro ponto crítico para o sucesso é entender quem são os formadores de opinião do seu segmento. Observe o comportamento criticamente e aprenda com as melhores práticas, em um benchmarking para Marketing Pessoal. Uma sugestão é avaliar seu desempenho em ferramentas de medem reputação, como o Klout e o Peer Index.

Agora que você já sabe porquêpara quem falar, defina a sua forma de atuação:

  • O que falar: defina os temas e assuntos que serão abordados em sua presença digital. Falar sobre tudo demonstra inconsistência e falar somente sobre um assunto funciona somente para temas super verticalizados. Encontre um meio termo e faça testes, avaliando qual assunto gera mais interação. Questione-se sempre, norteando a estratégia de conteúdo. Aqui fica uma dica: evite parecer o que não é. Por exemplo, se o seu forte não é a redação e criação, repense construir um blog. Aliás, ser a gente mesmo é uma excelente maneira de mandar bem no Marketing Pessoal!

  • Quando falar: entender os melhores horários para postar conteúdo ajuda a otimizar seus esforços. Estruture um cronograma de atualizações, use softwares para auxiliar o agendamento como o bit.ly e o midi.as. Dica: pesquisas relevam que as melhores faixas de horário para twittar são entre 14h e 17h e entre às 20h e 22h.

  • Como falar: defina um tom para sua comunicação e oriente todos os seus posts à essa linguagem. Pequenas variações são bem vindas, até para tornar seu discurso mais interessante, mas evite mudanças drásticas. A dica aqui é ter empatia, colocando-se no lugar de quem lê. O Marketing Drops já mostrou como otimizar seu conteúdo para conversão, vale a pena rever!

Escolha os canais de forma estratégica:

Não adianta sair atirando para todos os lados. Escolha mídias sociais baseadas naquilo que você espera alcançar. Cada uma funciona de uma maneira, com uma mecânica e um tipo de público, por isso, estude-as bem em seu planejamento. Na palestraPlanejando Ações de Impacto nas Mídias Sociais, dei algumas sugestões sobre como aumentar suas chances de sucesso, tratando a sua imagem como uma marca.

Só empresas devem produzir uma política de uso de mídias sociais? Claro que não! Se você é uma marca, tenha regras de atuação. A Intel criou uma página com suas diretrizes que pode servir como inspiração para você criar a sua. Não é exagero! É avaliar sua conduta antes de uma crise acontecer e estar preparado para gerencia-la.

Para finalizar, fique de olho nas dicas que todo mundo conhece mas as vezes esquece:

  • Conteúdo relevante, sempre!
  • Seguir uma linha de atuação consistente
  • Usar links encurtados
  • Evitar o excesso de exposição
  • Não falar da empresa e da vida pessoal de forma pejorativa
  • Cuidado com as polêmicas
  • Tratar de assuntos delicados através de mensagens privadas
  • Utilizar os mesmos avatares para facilitar o reconhecimento em diferentes mídias sociais
  • Usar boas descrições em perfis, tornando claro o que o leitor encontrará ali
  • Evitar fotos “comprometedoras”
  • Fugir das correntes e pedidos (seja meu amigo, curta minha foto, me segue no Twitter…)
  • Cuidado com vírus no estilo “clique aqui”
  • Abuse dos filtros, círculos e listas, selecionando quem lê o que

Agora que você já saber como turbinar seu Marketing Pessoal, mãos à obra! :)

Como ajustar a estratégia para as mudanças no Facebook

facebook logo

No último post entendemos como funciona o foco de atenção dos usuários em mídia sociais através de heat maps de navegação. Todos ficaram curiosos sobre os resultados na nova timeline do Facebook, que tem um padrão de leitura em zigue-zague, já provavelmente essa modificação levou em conta o comportamento do usuário, que hoje pode olhar dois posts onde antigamente só via um. Mas essa não foi a única mudança, o Facebook mudou também a forma de apresentar as atualizações em seu feed.

Essa mudança significa uma coisa crucial para as marcas no Facebook: A vida útil de uma atualização de status está diminuindo, e rápido.

Entenda os critérios

O Facebook apresenta o conteúdo baseado em um algoritmo chamado EdgeRank. Em suma, este algoritmo decide o que é mais importante no Facebook tendo em conta: páginas e perfis que o usuário frequenta, popularidade o quanto o post é recente.

Confira a definição de cada um dos critérios utilizados pelo EdgeRank, segundo Ique Muniz:

  • Afinidade: determinado pelo número de interações realizadas entre um usuário ou uma fan page. Visitar uma página, Curtir, comentar ou visualizar fotos dá pontos positivos no EdgeRank neste quesito.
  • Peso: o conteúdo publicado e compartilhado deve ter relevância para os demais que me acompanham. Quando se divulga algum link ou comentário, são esperados likes e opiniões sobre a postagem. Quanto maior este feedback, melhor para o EdgeRank.
  • Tempo: um fator natural, pois ninguém quer ficar lendo notícias e posts antigos. Se você deixar de atualizar, também deixará de ser visto pelos seguidores e amigos, pois o feed do Mural prioriza as postagens mais recentes.

Quer conhecer o EdgeRank da sua marca do Facebook? Confira no EdgeRank Checker :)

Use o News Feed de modo estratégico

De acordo do o encurtador de URLs bit.ly, o prazo de validade de um link no Facebook é de aproximadamente 3,2 horas. Provavelmente, a partir dessa mudança, o tempo de vida de um link irá cair. Como os profissionais de Marketing podem agir para minimizar esse impacto? Conhecendo os melhores horários para postar conteúdo!

Teste o compartilhamento de conteúdo em um horário diferente todos os dias durante uma semana para identificar a que hora os seus posts tiveram o melhor desempenho. Verifique o Facebook Insights (http://www.mestreseo.com.br/facebook/novo-facebook-insights-esta-disponivel) e defina o período ideal para a sua marca.

Segundo o AddThis, um serviço de compartilhamento, a maioria dos usuários clicam em um link dois minutos depois que o conteúdo é compartilhado. Garanta que você está postando exatamente quando o público está no Facebook.

Defina a freqüência e qualidade de posts

Repense o conceito de spammer para aqueles que estão publicando mais de uma vez por dia, afinal, o seu conteúdo será rapidamente substituído pelas toneladas de atualizações dos seus concorrentes. No entanto, não deixe que isto diminua a qualidade de suas atualizações. Se o seu público alvo está navegando pelo Facebook durante o dia inteiro, vale a pena testar atualizações de duas em duas horas. O importante é quebrar paradigmas, típicos de tempos de mudança.

Você precisará de  conteúdo de qualidade e de tempo. Se o novo Facebook está pedindo atualizações mais de uma vez por dia, você precisa produzir conteúdo relevante para suprir essa demanda. Considere investir em  automação para social media para otimizar o máximo do seu tempo. Este post ensina a agendar posts no Facebook através de aplicativos.

Mais é mais

Atividade recente é fator chave! A quantidade e qualidade estão se igualando em importância. Contar com mil lovemakers é melhor do que contar com 2 mil fãs pouco engajados? Essa virou uma zona nebulosa para os estrategistas em mídias sociais. Lembrando: se você tiver o dobro de fãs terá o dobro de chances de alcançar novos fãs.

Pessoalmente, considero essa uma mudança arriscada e um pouco desnecessária para as marcas, que terão que gastar mais recursos (tempo, dinheiro e pessoas) para atingir o mesmo resultado. Já o Facebook, um negócio baseado em mídia, tem muito a ganhar com as mudanças implementadas. A pressão dos novos entrantes (Google+) pode ter impactado muitos dos movimentos da rede social, cujo objetivo é aumentar o tráfego e a freqüência das interações.

Uma vitória para todos é a consolidação das opções de métricas no Facebook, que vão comprovar resultados e orientar as ações por indicadores de performance. No final, o que realmente importa é o resultado!