Mídias Sociais: vilãs ou mocinhas do Marketing Pessoal?

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Olá, leitores do Marketing Drops!

No post de hoje compartilho com vocês uma entrevista minha sobre o papel das redes sociais na construção de uma imagem profissional e pessoal positiva.

O mais comum é ouvirmos sobre os males do excesso de exposição e do “oversharing“, aquela necessidade de compartilhar tudo o que fazemos em redes como o Facebook e o Instagram.

Em minha opinião, cabe aqui uma reflexão sob outro ângulo:

Em uma busca rápida pelo próprio nome no Google, tenho absoluta certeza que serão as mídias sociais os primeiros resultados apresentados.

Pode parecer cruel – e de fato o é – mas somos o que o Google diz que somos. Se tudo que encontrar ao pesquisar seu nome é uma lista de vestibular ou um comentário malicioso em um fórum, bem, aquela é a única primeira impressão que você pôde deixar sobre si mesmo.

Sou contra a visão de “caça às bruxas” e de completa exclusão de perfis em mídias sociais, justamente porque as interpreto como ferramentas para deixar uma excelente primeira (ou segunda) impressão. Ali somos editores de nosso próprio conteúdo! Recortes do cotidiano que mostram alguém realizado em sua vida pessoal e profissional, capaz de se relacionar e fazer networking, são muito mais valiosos do que uma porta fechada – analogia ao cadeado dos perfis fechados. Para mim, a maior proteção é a ideológica, aquela na qual restringimos conteúdo e frequência, respeitando aquilo que ainda temos de mais precioso em tempos de tamanha exposição – nossa privacidade.

Para tais decisões, não temos regras, apenas interpretações. São trechos destas mesmas interpretações que compartilho com vocês na entrevista abaixo.

Boa leitura!

– As empresas dão valor para perfis em redes sociais na hora de uma contratação? O quanto isso pode afetar na escolha do candidato?

A grande maioria, sim. As pesquisas realizadas apontam que recrutadores conferem as redes sociais dos candidatos para buscar por eventuais “comportamentos inadequados” na web. O curioso é notar que não existem parâmetros aplicáveis a todos os casos para que um comportamento seja considerado inadequado, isso depende da cultura da empresa, da percepção de quem avalia e até mesmo da área de atuação do candidato. Nas redes sociais somos editores do conteúdo que produzimos e por consequência, responsáveis pelas postagens. É um espaço no qual expomos opiniões e recortes do nosso cotidiano. Na minha opinião, não é necessário ser radical e manter perfis completamente profissionais e sérios, mas é possível “ser você mesmo” e evitar comentários preconceituosos, o excesso de exposição e as brincadeiras ofensivas. Reclamar de tudo e de todos também costuma ser um comportamento mal visto pelos recrutadores e chefes. É importante ressaltar que não existe somente o lado negativo do uso de mídias sociais, que podem ser ferramentas expressivas de Marketing Pessoal e fazer a diferença no processo seletivo.

– Como uma pessoa pode utilizar as redes sociais para buscar um emprego? É um bom local para fazer contatos?

As redes sociais podem auxiliar – e muito – aqueles que as utilizarem como ferramentas de Marketing Pessoal. Além de favorecer o networking e o relacionamento, são canais de compartilhamento de informação. Manter um blog sobre determinado tema costuma contar pontos positivos no âmbito profissional, já que trata-se de um projeto pessoal que consome tempo e exige dedicação e disciplina. O ato de gerar conteúdo relevante e propagar informação de qualidade também é favorável em processos seletivos. Redes sociais profissionais como o Linkedin – na qual você pode ser recomendado por suas competências –  e de compartilhamento de conteúdo, como o Slideshare, são fortes aliadas dos candidatos. Outros pontos importantes dizem respeito aos perfis, que devem estar bem cuidados e atualizados, com foto, descrições completas e bom português. Uma sugestão é fazer uso de aplicações como o Klout (http://klout.com/) e o Reppler (http://www.reppler.com/), ambos com objetivo de mensurar a influência nas redes sociais, através da relação com temas frequentes nas postagens realizadas. O lema é: “você é o que você compartilha”.

– Principalmente no Facebook, muitos grupos que publicam vagas de emprego têm surgido. Para empresas é uma boa tática usar a rede social como meio de divulgação?

Para as empresas, o primeiro passo é definir os objetivos da atuação em redes sociais, para que as estratégias e táticas possam ser consistentes. É muito comum que as organizações utilizem esses para estar onde o público alvo está, visto que 97% dos internautas brasileiros possuem pelo menos um perfil em alguma mídia social. Também é importante respeitar o desejo do público alvo por informação. Bombardear o usuário com vagas e anúncios e marcar pessoas compulsoriamente em postagens são práticas mal vistas pelos candidatos.

O Linkedin apresenta ferramentas bastante úteis e focadas para recrutadores, contando inclusive com anúncios segmentados. Já o Facebook e o Twitter são canais muito utilizados para compartilhar informação. É comum que as pessoas lembrem de amigos quando se deparam com alguma oportunidade e nesse momento é criado o impulso da viralização, que é potencializado pelas funcionalidades nativas das redes, como o RT, o Compartilhar e a marcação de pessoas específicas em postagens. As redes sociais são canais de relacionamento e de diálogo facilitado entre empresas e candidatos, uma via de mão dupla.

Entenda o que muda nos novos formatos de anúncio do Facebook

estratégia no facebook

O Facebook costuma testar novos formatos e modificar algorítimos relativos à forma como o conteúdo orgânico e os anúncios pagos são expostos aos usuários. A grande maioria de vocês já deve ter passado por momentos nos quais os números e indicadores mudam, apesar de nada na estratégia de atuação da marca – ou no comportamento do usuário – ter mudado. Esse fenômeno normalmente tem relação com os testes que antecedem as mudanças técnicas na rede social.

O Facebook já lançou oficialmente uma mudança em sua política de privacidade, que nada mais é do que um termo que explica como os dados dos usuário são usados em anúncios ou demais produtos oferecidos aos anunciantes. Neste link você poderá conferir a política na íntegra.

Entenda a política de privacidade:

Nesse documento o Facebook explica que usará nome, foto do perfil e demais informações dos usuários para relaciona-los com anúncios pagos de seus anunciantes. Isso já acontece, mas a maioria das pessoas ainda se choca quando descobre que seu nome e foto de perfil aparecem para demais usuários em anúncios pagos com foco em curtir como “Fulano curtiu tal página” e o botão curtir ao lado, incentivando mais pessoas a também curtir a mesma página.

Neste link está o documento atualizado (ainda em inglês) com tudo que muda, explicado em detalhes. A mudança vai ao ar a partir de hoje, 10 de setembro de 2013. Também recomendo acompanhar o portal Facebook for Business, muitas das novidades que vem por aí serão lançadas por lá. Fiquem de olho :)

Cobrança em Dólares Americanos e Notas Fiscais

O Facebook desabilitará o pagamento de anúncios através de moeda brasileira, o real. As marcas pagarão por seus anúncios em dólares, convertidos diretamente na fatura do cartão de crédito. Ao tentar selecionar a moeda real BRL, o usuário receberá uma mensagem dizendo “essa moeda está indisponível no momento”.

Não é de hoje que muitas marcas passam por problemas ao tentar emitir notas fiscais pelo Facebook. Para anunciantes que investem valores inferiores à R$30 mil por mês, a única informação recebida é um recibo de pagamento por e-mail. Acima desse budget, é possível solicitar nota diretamente ao gestor de conta, mas cabe ao Facebook a decisão de emitir ou não o documento fiscal.

Imagens maiores que geram mais engajamento

Para o Facebook está claro que as pessoas interagem melhor com histórias que apresentem imagens grandes e de qualidade. A partir de agora, o formato de anúncio “Page Post” (aquele que aparece no newsfeed) terá uma imagem de 600 pixels x 225 pixels – 3,5 vezes maior do que o design atual. Essa mudança inclui links (quando o Facebook já “integra” uma imagem de uma URL) e também fotos com link encurtado. Abaixo uma foto dos testes publicados pelo blog Marketing Land:

Novos formatos de anúncio no facebook

Usuários da Nova Zelândia já testam o formato para fotos e também anúncios do lado esquerdo do Newsfeed, quem falou sobre isso foi o blog Adnews.

novos formato de anúncio no facebook

Mesma proporção para imagens desktop e mobile

O Facebook anunciou oficialmente que os anúncios que aparecem na newsfeed terão sempre a mesma proporção (aspect ratio) para fotos, estejam em desktop ou mobile. Isso facilitará e agilizará a criação de anúncios, que antes precisavam ser feitos em blocos: um para computadores e outro para celulares, já que cada meio apresentava uma diferente proporção para as imagens. O número de caracteres apresentados continua diferente, apenas 110 para mobile e até 500 para desktop. Se quiser ganhar tempo, padronize seus anúncios para 110 caracteres para que as reticências (…) não sejam ativadas nos anúncios mobile.

page post link ad facebooko s

Padronização de texto e imagem para diferentes formatos de anúncio

Tanto os anúncios chamados Standard Ads (aqueles que aparecem do lado direito) quanto os Page Post Links Ads (aqueles que aparecem no newsfeed) terão o mesmo padrão para texto e imagem e como dito acima, seguirão a mesma proporção. Antes dessa mudança, o usuário via um anúncio de Page Post Link de um modo diferente do Standard no placement lado direito. Como o Facebook percebeu que o formato Standard performava muito melhor do que o Page Post neste local, apresentará ambos igualmente, o que facilita o dia a dia de quem cria anúncios, já que não precisará mais criar duas campanhas distintas para adequar-se a cada placement.

Espero que tenham gostado do post! Até a próxima!

Como Delimitar a Estratégia de Conteúdo para Facebook

estratégia no facebook

Cansado de não saber o que postar no Facebook e da pressão por resultados que parecem inatingíveis? No post de hoje falaremos sobre estratégia de conteúdo para FanPages e apresentarei sugestões para reverter esse quadro. Através de um passo a passo é possível diagnosticar o seu cenário e fazer a diferença. Boa leitura! :)

Conteúdo Informativo versus Conteúdo Irreverente

Problema: Assim como nos blogs, contar com conteúdo irreverente, criativo ou humorístico, auxilia a vinda de fãs de forma orgânica (sem mídia paga). É o efeito viral acontecendo, alguém acha legal, curte a página, outros veem, indicam, compartilham e assim por diante. É quase impossível para uma marca que possui branding, identidade, responsabilidades e produtos nem tão atrativos quanto um conteúdo de humor competir com isso. Aliás, não se deve nem tentar! O principal exemplo: Gina Indelicada. A marca, como FanPage Oficial, jamais poderia ter criado esse hit.

Solução: Entenda essa como uma diferença fundamental entre os conteúdos virais e os conteúdos informativos, mais típicos das marcas. Tentar ser engraçadinho, caso esse não seja o DNA, resultará em fracasso. Aceite a limitação e invista em conteúdo sobre a empresa. Mais de 60% dos consumidores utilizam o Facebook para entretenimento e contato com amigos, ou seja, o principal objetivo não é conhecer produtos. Kotler, o papa do Marketing, diz que um consumidor dificilmente estará aberto à algum produto até que tenha alcançado seu objetivo principal. Ou seja, a sua marca não é prioridade naquele ambiente. Porém, quantas vezes vamos ao shopping para um café com amigos e voltamos cheios de sacolas para casa? É tudo questão de aproveitar as oportunidades!

Gina Indelicada - Marketing Drops

 

Vender Produtos versus Informar sobre Produtos

Problema: Quando a empresa se vê no Facebok, é comum que ocorram dois fenômenos. O pior deles é a Síndrome do “O Mundo sou Eu”. A empresa bloqueia a publicação de posts pelos usuários em sua página e fala única e exclusivamente sobre seus maravilhosos produtos, incríveis profissionais, prêmios e etc. Não há espaço para ninguém, essa empresa se basta ali. Aquele espaço existe como um anúncio de TV ou revista, só que dentro do Facebook.

O outro fenômeno é o do “Não podemos falar sobre nós mesmos”. A marca encara aquele ambiente como uma tentativa de ser um “amigo” do seu cliente e faz isso através da postagem de “conteúdo variado”, vale até desejar um ótimo feriado, mesmo que a sua empresa preste serviços funerários.

Nem 8, nem 80! Vamos entender como solucionar isso!

Solução: Segundo a pesquisa realizada pelo e.Life em 2012, com 1.316 participantes, os principais tópicos de interesse dos usuários nas redes sociais sobre marcas são: Ofertas, Suporte de Serviço, Atendimento Online, Lançamentos, Informações sobre Produtos e Conteúdo Interessante. 

Os usuários de redes sociais estão abertos e esperam encontrar informações sobre os produtos e sobre as empresas nesses canais. Não há nenhum problema em falar sobre aquilo que a sua empresa vende. Lotar a linha do tempo dos fãs com “conteúdo interessante” é desperdiçar boas oportunidades.

A dica de ouro é informar! Ao invés de falar que o seu produto é o melhor, explique seu uso, dê dicas exclusivas, apresente possibilidades de atendimento. Em linhas gerais, seja como um vendedor empático dentro da loja. Empatia significa saber se colocar no lugar do outro, entender que as vezes temos que admitir erros, outras vezes temos que dizer “é, esse produto não é bem o que você precisa”, mas também sugerir utilidades, explicar com paciência e rir com o cliente.

Magazine Luiza No Facebook

Ser versus Parecer

Problema: Hoje, o principal atributo que determina a chegada de fãs organicamente (sem pagar) é o valor da marca. Não precisamos de grandes explicações, as marcas conhecidas são mais lembradas e reconhecidas, logo, recebem mais opções curtir no Facebook. Infelizmente, construir uma marca custa tempo e dinheiro.

Um outro problema é o da empresa que é super bacana, tem produtos com diferencial, mas ninguém sabe disso. Geralmente, quem sofre são os vendedores e a linha de frente do Marketing, que sentem-se de mãos atadas.

 

Solução:

Quem não se comunica se trumbica! Informe ao mercado seus diferenciais, explique o que a sua empresa faz e divulgue seus produtos e serviços de forma coerente. Não tenha preconceitos, uma palestra gratuita também é Comunicação, ok? Nem só de caros anúncios em TV se constrói uma marca.

Se a sua marca é séria, seja sério no Facebook. É um exercício difícil esse, de entender quem aquela marca é, mas eu recomendo. Determine uma maneira de falar, os trejeitos e a linha de conteúdo fluirá. A dica é perceber como se atende ao telefone na empresa! Aquela é a maneira que a empresa se comunica, é esse mesmo DNA que deve estar na FanPage. O ideal é Ser e Parecer, sempre :)

Dica Bônus: Não fique bitolado no fato da Skol e do Guaraná Antárctica publicarem conteúdos sobre estilo de vida. É impossível sustentar uma estratégia de conteúdo que aborde somente um único produto e o valor dessas marcas é maior do que todo o estoque de seus produtos. Ou seja, essa é uma estratégia acertada para esses casos. Caso a sua empresa não esteja nesse cenário, o ideal é contar com estratégia de conteúdo menos focada em um estilo de vida.

Estratégia de Conteúdo no Facebook

 

Conteúdo Original versus Curadoria de Conteúdo

Entenda: Conteúdo Original é tudo aquilo que a própria empresa produz, a partir de seus conhecimentos e informações. Curadoria de Conteúdo é tudo aquilo que é publicado como uma fonte externa, podendo ser um artigo com link ou um compartilhamento.

Problema: A marca não produz nenhum conteúdo e apenas replica informações, sem citar a fonte.

Solução: No caso da curadoria, a marca deve referenciar a fonte do conteúdo utilizado, sempre! Sem exceções! Use o botão “Compartilhar”, é mais prático e le

Para a geração de conteúdo próprio e original, o ideal é iniciar com possibilidades mais simples, como fotos de produtos em álbuns. Os textos e vídeos que exigem um trabalho mais elaborado podem vir em um segundo momento e não precisam ser super extensos. O ideal é usar vídeos de até 2 minutos e textos com poucos parágrafos. Lembrando, conteúdo original vale pontos preciosos com o Google.

Outra dica é a criação de aplicativos exclusivos, que tragam pessoas ou gerem benefícios para os usuários.

Além disso, seu conteúdo pode conter:

  • Dicas sobre Produtos
  • Informativos de Uso
  • Fotos de Clientes
  • Tutoriais
  • Podcasts
  • Entrevistas
  • Infográficos
  • Promoções

As possibilidades são muitas e agora, mãos à obra! Espero que tenham gostado do post! Até a próxima :)

Se o conteúdo é bom, por que a FanPage não ganha curtidas?

estratégia de conteudo para facebook

Na semana passada recebi um e-mail com uma dúvida comum: “Utilizo metodologias de geração de conteúdo que aprendi em cursos sobre Marketing Digital e apesar do conteúdo ter qualidade, a FanPage da empresa em que trabalho não recebe curtidas nas publicações e na própria página. Como reverter isso?”

É comum se identificar com a situação acima, já que aprendemos desde sempre que conteúdo bom é 99% da equação do sucesso na Internet. Especialmente quando falamos em blogs, essa é a máxima que rege todo o trabalho. Porém, temos que compreender que o Facebook tem suas próprias regras e particularidades e que, na rede social, não basta ter bom conteúdo para ganhar audiência. No post de hoje explico esse cenário tão comum e sugiro estratégias para driblar as dificuldades. Boa leitura!

Métricas

Antes de entrarmos na parte técnica, é interessante falar de métricas e indicadores de resultado para o Facebook. Para os gestores, é muito simples. Existem botões com polegares para cima que dizem que pessoas acompanharam aquele conteúdo. Nada mais lógico do que supor que quanto mais pessoas aprovem aquele conteúdo, maior seja o número de curtidas. Isso também vale para o número de fãs de uma página. É medida de audiência pura e simples!

Isso não está errado e é um pouco hipócrita assumir que os números de audiência pouco importam. Claro que importam! Porém, em tempos de Edgerank (explicações abaixo), avaliar o sucesso de uma FanPage apenas pelo número de curtidas em posts e na página acaba sendo pouco eficaz.

EdgeRank

O Edgerank é um algorítimo que define qual, quando e com que frequência um conteúdo será apresentado aos fãs de uma marca no Facebook. Esse algorítimo avalia as postagens e decide, baseado em critérios pré estabelecidos, o que vai aparecer para quem. Segundo as pesquisas mais recentes, uma marca tem seu conteúdo mostrado para somente 20% dos seus fãs!

Os critérios do Edgerank são:

  • Afinidade: determinado pelo número de interações realizadas entre um usuário e uma Fan Page. Visitar uma página, curtir, comentar ou visualizar fotos garante pontos positivos.
  • Peso: o conteúdo publicado e compartilhado deve ter relevância para os usuários. Em escala crescente: texto, fotos, vídeos, enquetes.
  • Tempo: para garantir que o conteúdo seja visualizado por uma parcela maior dos fãs, o ideal é publicar conteúdo entre 2 e 3 vezes por dia.

Quer conhecer o EdgeRank da sua marca do Facebook? Confira o EdgeRank Checker :)

Mídia

A melhor maneira de aumentar curtidas na página e em publicações é investindo em mídia paga no Facebook. É importante deixar claro que isso não significa utilizar métodos baseados em pirâmides ou compra de likes. Investir em mídia no Facebook significa criar anúncios segmentados para o seu público alvo, que ao saberem da existência da sua página, tem maior probabilidade de curti-la. A máxima aqui é – quem não é visto não é lembrado.

Como anunciar no Facebok

Ganhar Curtidas na Página

Os anúncios com foco em curtidas para a Página no Facebook podem ser pagos por mil impressões (CPM) ou por clique (CPC). O anunciante determina um orçamento total e o período de veiculação, a partir desses dados será apresentado pelo próprio Facebook o orçamento diário da campanha (campanha é o nome técnico dado ao conjunto de anúncios que podem ser criados).

Exemplo: você pode criar a Campanha Teste para Ganhar Curtidas e nela experimentar várias possibilidades de anúncios e avaliar resultados. O anúncio é apresentado para os usuários que possuírem as características de segmentação escolhidas e cada vez que alguém clicar no anúncio, o valor do clique sai da “conta corrente”.

O valor do clique é definido em tempo real, dependendo da concorrência sobre o público alvo. De uma forma geral, o valor do clique para campanhas com foco em curtidas varia entre R$0,10 e R$0,70 no Brasil. Isso é apenas uma média geral, ok? Não é possível pré-determinar o valor do clique, isso depende do número de anunciantes (concorrência) que buscam atingir o mesmo público.

 

Passo a Passo para Ganhar Curtidas na Página

Como anunciar no Facebook

 

como criar um anúncio no Facebook

 

Você ainda poderá segmentar seu público de acordo com: Local, Idade, Gênero, Interesses precisos (páginas que curte), Status Familiar, Status de Relacionamento, Plataformas Móveis, Modelo de Relacionamento (curte, não curte, amigos de quem curte), etc.

Do lado direito da sua tela, o Facebook mostrará  quantas pessoas serão impactadas pelos anúncios. Ou seja, super segmentado e fácil de ser apresentado para aprovação de verba.

Passo a Passo para Ganhar Curtidas nas Publicações

Para “Impulsionar” o conteúdo da FanPage, o processo é ainda mais simples. Basta clicar no botão que aparece no canto inferior direito de cada postagem, na própria linha do tempo (Impulsionar). Ao clicar ali, o Facebook vai sugerir níveis de audiência em número de pessoas, aumentando as chances de ganhar curtidas por um processo muito simples, o “drible” do EdgeRank. Somente assim para que uma marca alcance 100% de seus fãs com suas publicações. Por isso, não fique na defensiva na hora de responder à questionamentos sobre o desempenho do conteúdo, argumente que, apesar do bom conteúdo, são necessários investimentos em mídia para que esse mesmo conteúdo chegue a toda à audiência (fãs) da página.

Caso seja a primeira vez que você impulsiona uma publicação primeiramente terá que cadastrar sua conta e seus dados de cartão de crédito, para então visualizar conforme a imagem abaixo.

como criar um anúncio no Facebook 3

Pagamentos e Nota Fiscal

Os pagamentos são sempre feitos através de cartão de crédito e as notas fiscais chegam através do e-mail. O problema é que a titularidade do cartão não deve ser de um CNPJ (empresa) e sim, uma pessoa física, que é chamada de anunciante. A exceção acontece caso seja atingido um patamar de aproximadamente R$20 mil por mês em investimento em mídia, quando o Facebook designa um gerente de contas e habilita a emissão de boleto bancário e nota fiscal em nome da empresa. Até lá, o processo é esse mesmo, uma pessoa deve ser responsável pelo pagamento (cartão e nota) e depois repassar isso à empresa.

Não existe mínimo para o valor a ser investido. As primeiras campanhas devem gerar histórico para que seja calculado o Custo por Fã. Caso o custo de cada curtida (tudo é apresentado nos relatórios) seja de R$0,25 e a empresa tenha R$300,00 para investir, irá conquistar uma média de 1.200 fãs. Para as publicações promovidas, o valor varia conforme é apresentando pelo Facebook nos níveis de audiência.

Relatórios

Os relatórios do Facebook para opções Curtir sempre vão discriminar os anúncios que ficam no newsfeed dos anúncios que aparecem na lateral direita, ambos incentivando a curtir a página promovida. Os relatórios do tipo História Patrocinada (Impulsionar Post) também são mostrados nos relatórios, mas podem ser vistos no próprio post, na linha do tempo da página. Os Relatórios informam:

Opções Curtir: número de novos curtidores que o anúncio trouxe.

Alcance: número de pessoas que viram o anúncio.

Frequência: número de vezes que o anúncio foi exibido para as pessoas presentes na segmentação, em média.

Cliques: número de cliques que o anúncio obteve.

Taxa de Cliques: índice de qualidade que relaciona o número de pessoas que viram e clicaram no anúncio.

Preço Médio: quanto se paga em média pelo clique ou por mil impressões naquela campanha.

Gasto Total: quanto foi efetivamente gasto naquela campanha.

Custo por Opção Curtir: é o gasto total dividido pelo número de opções curtir da página que a campanha trouxe.

Exemplo Real: clique para aumentar

Como anunciar no facebook marketing drops

No próximo post falaremos sobre Estratégia de Conteúdo no Facebook! Fiquem de olho ;)

Unlock the 007 in you – Coca Zero

unlock the 007 in you

Há algum tempo o Marketing Drops apresentou a campanha Share a Coke, na qual ações geniais uniam PDV (ponto de venda), TV, outdoor e mídias sociais. A campanha foi adaptada para demais países e entre eles estava o Brasilo país mais social do mundo!

Além das latinhas com nomes mais comuns e vídeos adaptados especialmente para a TV, a campanha ganhou um aplicativo no Facebook que permitia customizar latas de Coca Zero virtuais, com o nome de quem autorizava o aplicativo. Houve crises, como a imagem que dizia “Quanto Menos Refrigerante Melhor”, que viralizou na rede social. Controvérsias à parte, a ação engajou consumidores e virou mania entre os jovens, que procuravam por seus nomes em latinhas como se não houvesse amanhã.

Agora, a Coca Cola apresenta uma ação de Marketing de Guerrilha para o seu refrigerante diet e o vídeo já virou febre entre os guerrilheiros. A sacada criativa é ser o novo 007 e Make it Possible!  É muito recomendável ficar de olho em ações de joint venture de Comunicação. Até então considerada arriscada, a estratégia de unir marcas com públicos complementares ou convergentes se restringia ao supermercados, em ações bem modestas. Aqui está um exemplo interessante de como o filme 007 SkyFall pode se unir à mãe de todas as marcas Coca Cola e gerar uma ideia diferente.

Como toda ação de Guerrilha, é no Youtube que ela se consolida. Guerrilha é legal, mas sem viralidade e a possibilidade de varrer a web, ela não tem tanto efeito global, como desejado pelas marcas anunciantes. Infelizmente, o vídeo foi considerado artificial por alguns usuários, comentários no canal do Youtube perguntavam – Where all the ugly unattractive people go?

Seja o que for, a incomparável música de James Bond com violinos e beat box é demais! O Marketing Drops agradece a participação de um de nossos leitores, que indicou essa ação para o blog.

Obrigada! :)

Autobel no Facebook > entenda a ação

autobel no facebook

O Marketing Drops já “desvendou” algumas ações muito legais no Facebook, como a Timeline Antidrogas e Take this Lollipop. A primeira, incrivelmente simples e criativa, no maior estilo baixo custo. A segunda, irresistivelmente bem elaborada, contou com orçamento muito mais volumoso.

A ação de hoje surpreende pela simplicidade da mecânica e faz qualquer profissional de Marketing refletir: “Por que eu não pensei nisso antes”?

A Autobel, uma concessionária da Volkswagen do Mato Grosso do Sul, deu show de criatividade ao elaborar a ação, que tinha como objetivo promover a FanPage da empresa:

1. Criou um álbum com fotos dentro da página chamado “Você na Autobel”
2. Cada foto é parte de uma animação, tipo aqueles caderninhos do início dos estúdios Walt Disney
3. A legenda, minimalista, pede: use a seta do teclado para visualizar o álbum
4. O espectador assiste, meio impressionado, à um “vídeo” de alguém que vai até a concessionária comprar um novo carro.

açao no facebook

Também ficaram curiosos? Aqui está a chance de experimentar!

Share a Coke > entenda a ação

share a coke

Uma das coisas mais comuns para o dia a dia de um profissional de Marketing é ouvir comparações com a Coca Cola. Nenhuma comparação com a marca é possível. São anos de publicidade estratégica, muito investimento, branding perfeito e um produto ícone. Mas nem tudo são flores na vida da Coca Cola Company!

Um produto em declínio em tempos de vida saudável levaram a Coca Cola Co. a investir na compra de empresas com marcas reconhecidamente naturais – como a Sucos Del Valle e a Matte Leão. Segundo uma pesquisa australiana, 50% dos jovens não tomaram Coca Cola no último mês! Quantos milhões de litros de refrigerante representam 1% de market share? Na ponta do lápis, até mesmo um produto ícone tem motivos de sobra para preocupação.

Foi em meio à esse cenário que a Coca Cola Austrália desenvolveu a ação Share a Coke! Qual a palavra mais popular entre o target? SHARE! Ou em português, compartilhe. E se o Jack compartilhar uma Coca Cola com a Jane? Estava ali a sacada criativa! Os jovens não compartilham mais refrigerantes, mas encontram-se virtualmente, para compartilhar muitas coisas, lá no Facebook!

Um ponto interessante é a sinergia com o comportamento do consumidor: a vaidade da geração Y é ingrediente importante desse ação. Esses jovens são hedonistas (buscam diversão em tudo) e consideram o próprio nome muito mais fantástico do que qualquer outro!

 

Entenda a ação:

1. Pesquisa de Mercado: Uma pesquisa foi encomendada para mapear os 150 nomes mais populares entre o público alvo (faixa etária dos 20 aos 25 anos), na Austrália.

2. Ponto de Venda: Os nomes mais populares foram impressos em lotes de Coca Cola, distribuídas em pontos de venda estratégicos. Ao invés da logo Coca Cola, apareciam nomes de pessoas comuns, conforme apontou a pesquisa.

3. Facebook: A FanPage australiana ganhou URL e aplicativo. Ali são exibidos os nomes mais populares – é impossível resistir a procurar o seu – e também pequenos teasers, anúncios em vídeo que mostram o estilo de vida de cada um dos nomes, ou seja, quem está por trás desse nome – criando vínculos fortes de identificação com o consumidor. No aplicativo, era possível customizar uma latinha com o nome de seu amigo(a) e compartilhar no Facebook. Recomendo a visita! O aplicativo também mostra as diferentes facetas da vida de uma pessoa com o nome da campanha “Share a Coke with…”  e frases de efeito como “Josh pulando, Josh feliz, Josh com amigos” em fotos marcantes, o que reforça o quanto somos sensíveis à imagens de outros seres humanos em situações simplesmente comuns e cotidianas, mas felizes.

4. Vimeo e Youtube: As redes virais de  vídeo ganharam edições milimetricamente pensadas para viralizar. Em um deles, a campanha é explicada como um todo. Em outros, as pessoas – ou os nomes – é que ganham o posto de protagonista. São os mesmos teasers que aparecem na Fan Page, dando unidade à comunicação. Ah, o vídeo de agradecimento (que virou moda entre muitas marcas) também está lá.

5. Outdoor Interativo: um outdoor que processava mensagens de celular foi instalado em Sydney. Lá os usuários enviavam SMSs com seus nomes, que apareciam no outdoor, juntamente com a frase: “Share a coke with…”. Fantástico, não é?! A campanha também contava com mídia tradicional como TV, rádio, revista e jornal.

 

Os novos formatos de anúncio do Facebook

Até o dia 30 de março, todas as Fan Pages terão timelines e uma nova forma de contar a história da marca através da linha do tempo. A timeline virou desafeto de muitos usuários, especialmente por seu padrão de leitura em zigue zague, apesar do conceito bacana.

As guidelines do Facebook também vieram com novidades para as fotos de capa, único espaço de apelo publicitário que as marcas poderão usar, já que as Welcome Tabs – as abas de boas vindas com banners – saem de uso com a chegada da timeline. Segundo as regras do Facebook, é proibido:

  • Usar informações como descontos ou “faça download no site”
  • Divulgar telefone, URL ou e-mail. Todas as informações da empresa ficam na aba “Sobre”
  • Usar qualquer tipo de call to action, como “Ligue agora” ou “Chame seus amigos”
  • Citar ou fazer referências às ações do Facebook como “Curtir” ou “Compartilhar” e isso inclui setas apontando para o botão de curtir a página

fan page com timeline

Ah! Agora é possível trocar mensagens privadas com as marcas. Para evitar o spam generalizado, a marca só pode enviar duas mensagens para os fãs à proporção de cada mensagem recebida. 

Algumas marcas já fizeram a transição para a nova timeline e é possível perceber que onde ficavam os anúncios, agora está a linha do tempo. O Facebook não desistiu de vender anúncios, mas os formatos mudaram:

Facebook Ads Mobile

Os anúncios chegaram aos celulares. O Facebook tem aproximadamente 425 milhões de usuários mobile e essa é uma fatia de mercado expressiva para os anunciantes.
A grande sacada é a personalização dos anúncios para dispositivos móveis. Uma das grandes oportunidade para as marcas é usar a experiência do usuário no ambiente mobile, promovendo ações de check in ou de upload de fotos tiradas de celulares.

Logout Ads

Haverão enormes anúncios na tela de logout do Facebook. Faz sentido quando contabilizamos o número de pessoas que fazem logout diariamente. Segundo a divulgação do próprio Facebook, essa será uma opção premium para as marcas, em anúncios que ocuparão toda a metade superior da tela.

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Anúncios no Newsfeed

Isso já estava acontecendo aos poucos e agora é pra valer. Os anúncios pagos vão aparecer ao longo do feed de notícias, juntamente com as postagens de amigos. Isso tem muita lógica quando pensamos nos ajustes da estratégia devido ao EdgeRank, já que vai garantir que essas histórias patrocinadas apareçam efetivamente no newsfeed de seus fãs. Fan Pages que foram curtidas por amigos aparecerão como sugestões, como já funcionava antes das mudanças nos formatos dos anúncios. A divulgação de anúncios que não se encaixam nesses dois critérios, aqueles que são gerados a partir dos interesses do usuário, permanecem ativos na lateral direita.

Abaixo estão as fotos usadas na divulgação da mudança, que são da marca Ben & Jerry’s, que foi beta tester para os novos formatos de anúncio.

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Reach Generator

reah generatorOs anúncios do Facebook funcionam no sistema de pagamento por clique (CPC) e agora será possível adquirir um plus, um serviço chamado de Reach Generator, que promete aumentar a exibição de atualizações feitas pelas marcas dos atuais 16% para de 75%. Será possível promover um post por dia. Ao ativar essa funcionalidade o anunciante garante que suas atualizações como uma história patrocinada para seus fãs, no lado direito da tela. A documentação dá maiores detalhes e garante que o Reach Generator funciona também para a versão mobile do Facebook.

Como adequar o conteúdo para diferentes mídias

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Ao traçar a estratégia de conteúdo para uma marca é esperado que diferentes tipos de veículos sejam utilizados para potencializar os resultados. Todos nós conhecemos o grau de dificuldade de converter a mesma mensagem para diferentes formatos e o tempo necessário para fazer isso com qualidade. Não é uma tarefa tão rápida quanto parece!

Uma marca pode promover os mesmos produtos e divulgar as mesmas mensagens em diferentes canais, mas é necessário fazer isso de forma diferente – e adequada – para cada plataforma. Jogar o mesmo conteúdo entre mídias com propósitos diferentes é expressamente proibido.

No post de hoje vamos falar dessa adequação nas mídias sociais mais populares entre as marcas: Facebook e Twitter. Aguardem mais posts sobre o tema aqui no Marketing Drops, passando por outras mídias sociais e demais mídias de massa, como rádio e TV.

Twitter e Facebook falam línguas diferentes e envolvem diferentes interesses do público. Aqui vão algumas dicas para ajuda-lo a fazer essa adequação:

1. Linguagem:

– Os objetivos no Twitter são: conseguir RTs e ganhar cliques. Nessa caso, a linguagem deve ser coloquial para gerar empatia e séria o suficiente para merecer um RT.

  • É muito comum que as marcas façam uso de smiles para dar o tom da comunicação. Como temos poucos caracteres para nos fazer compreender, um :) vale mais do que mil palavras.
  • Corte palavras e deixe sua frase o mais enxuta possível, tendo em mente que seu tweet precisa ser curto, objetivo e auto explicativo. Aqui, a grande jogada é saber o que seus seguidores desejam, por que seguem a marca e o que procuram na Internet como um todo.
  • Tenha sempre um link relevante na manga, que deve ser encurtado (use encurtadores como o bit.ly e o midi.as).
  • De preferência, use o call to action (CTA) – uma frase, link ou função que leva os usuários a realizar uma ação. Evite utilizar frases como “Clique Aqui”, isso é genérico demais para significar algo para seu cliente.
  • Perguntas tendem a deixar as pessoas curiosas e podem ser utilizadas para otimizar os índices de cliques (CTR) em seus tweets. Os questionamentos também costumam gerar diálogos dentro do Twitter.

twitter-estrategia

Dica: quem acompanha o Twitter é atropelado por uma enorme quantidade de informações e triar tudo isso requer esforço. Se sua marca twittar conteúdo que pareça uma lista, ele terá maior chance de ser favoritado e retuítado. Ex: “Confira os 10 melhores looks para arrasar em uma festa de Reveillon” ou “Os 100 livros de Marketing que você deve ler antes de morrer”.

Dica Bônus: Deixe pelo menos 10 caracteres sobrando em seu tweet, para que seus seguidores possam fazer RTs com comentários.

– O objetivo no Facebook é: aumentar o engajamento dos fãs com a marca. Nesse caso, o melhor é usar uma linguagem mais envolvente e pessoal, que promova a aproximação e identificação das pessoas com a empresa.

  • Abuse das fotos! De acordo com uma pesquisa realizada pela Hubspot em 2011, atualizações de status com fotos ganham 65% mais curtidas do que aquelas sem imagens.
  • Faça perguntas. É muito fácil acompanhar conversas pelo Facebook, por isso, promova discussões e pergunte coisas aos seus fãs. Se a pergunta for realmente pertinente para o seu público, as chances de compartilhamentos também aumentam, como no exemplo abaixo:

perguntas-facebook

 

  • Seja pessoal ao invés de institucional. O estudo da Hubspot mostrou que publicações com opiniões e citações pessoais no Facebook geraram 20% mais tráfego do que as publicações neutras e corporativas. Quem faz isso muito bem no Facebook é a Mashable, que usa seu CEO (Peter Cashmore) como porta voz da empresa nesse canal. E tem case nacional também, com destaque para a excelente estratégia de conteúdo da Pampers Brasil. Reparem como é uma pessoa, a Camille, quem assina as publicações da Fan Page. Genial!
pampers no facebook

 

pampers-no-facebook

 

  • Segundo estudos de neuromarketing, o Facebook ganhou 20% mais atenção e 6% mais envolvimento emocional do que os anúncios de televisão em 2011. Por isso, se for pertinente à sua estratégia central, faça da sua Fan Page uma plataforma para opiniões, conceitos e valores da sua marca, indo além da simples promoção de produtos. Sim, abrir-se à opinião dos outros pode ser ameaçador, mas se alguém tiver alguma queixa, é possível assumir publicamente e então conduzir o resto da conversa através de mensagens privadas.

2. Frequência:

Twitter: frequentemente

O Twitter é bastante frenético. Pesquisas apontam que a “vida útil” de um tweet é de apenas 3 minutos. Não é fácil precisar o volume de tweets que sua marca deve fazer em um dia, depende muito do “apetite” da sua audiência por informação. Jamais faça qualquer atualização por fazer, tenha sempre conteúdo relevante. Cuidado com o excessos: ouvi em uma palestra sobre Marketing em Mídias Sociais que ao twittar mais de uma vez por hora é possível diminuir os níveis de cliques em mais de 200%.

Use o conteúdo de comunicação de forma emocional. Notícias, informações, eventos e promoções tem forte apelo nessa mídia também. Para auxilia-lo a manter a freqüência alta, agende tweets.

Facebook: pelo menos uma vez por dia

O conteúdo publicado no Facebook tem vida útil muito mais longa do que no Twitter, mas algumas mudanças fizeram o Feed de Notícias mover-se mais rápido para os usuários. O Edgerank – uma espécie de PageRank do Facebook – apresenta as publicações baseadas em uma série de critérios, entre elas a quantidade de interação que a marca recebe e o quão recente é a mensagem. Por isso, se a sua concorrência é acirrada, você terá que postar conteúdo mais frequentemente e com muito mais qualidade para ganhar engajamento.

3. Tamanho e Formato:

Twitter: 140 caracteres ou menos

O Twitter é minimalista, menos é mais. Para deixar espaço para menções e comentários e aumentar as oportunidades de RT, o ideal é usar menos do que o limite. Tweets com 120 a 130 caracteres têm taxas muito maiores de clique. Ser capaz de transmitir uma mensagem em poucas palavras é uma habilidade que as marcas devem dominar. As terríveis reticências que indicam que o post veio direto de outra mídia devem ser evitadas!

Facebook: Entre 4 e 5 linhas

Embora o limite de atualização de status do Facebook não exista, evite escrever demais em uma atualização. Seja suficientemente breve, sem a pressa que há no Twitter. Aqui cabe uma analogia legal: no Twitter escreva como em uma SMS e no Facebook escreva como em um breve telefonema.

Um estudo realizado pela Buddy Media descobriu que posts do Facebook que continham uma média de 80 caracteres e mais um link relevante receberam 27% mais respostas (curtidas, comentários e compartilhamentos) do que os demais. Para facilitar esse cálculo de letras, fica uma dica super simples: evite o “Ver Mais” depois do seu post.

Espero que tenha gostado do post! Até a próxima!

F-Factor > entenda o comportamento de compra interativo

F-Factor: Friends, Fans & Followers (FFF) que influenciam as decisões de compra de maneiras cada vez mais complexas.

O consumo sempre foi e sempre será modulado por fatores sociais, por formadores de opinião e pela aceitação de determinado serviço/produto em um grupo.

O Marketing Interativo vai tornar os processos gerenciais dessa dinâmica eficazes. O primeiro passo é entender como acontecem as etapas de decisão de compra em ambiente de interação:

DESCOBERTA:

Consumidores descobrem novos produtos e serviços

A sensação de pertencimento é um anseio de qualquer ser humano. Nessa busca por fazer parte de um grupo, o que manda é a curiosidade. Somos todos preocupados com o que nossos amigos fazem, pensam e compram.

Alguns aplicativos e plataformas entenderam esse movimento natural e facilitam a busca pelos desejos de consumo de seus amigos, seguidores e fãs.

Conheça alguns cases:

Polyvore: ambiente onde os usuários podem selecionar produtos na forma de “looks”, que são compartilhados em mídias sociais. A rede social fashion.me faz algo semelhante aqui no Brasil. O Polyvore também apresenta as escolhas das celebridades!

Thefind: ferramenta de busca de compras onde os usuários podem comprar o que seus amigos já compram (‘Shop Like Friends’) e também conhecer os gostos e preferências deles através do Facebook.

Nuji: site que ajuda o usuário a descobrir novos produtos, de peças de roupas a obras de arte, selecionados por outros consumidores com gostos semelhantes ao seus!

fuji

GiftFinder: aplicativo que sugere presentes para seus amigos através de um login no Facebook, com base nas informações da página de perfil. Segundo um artigo da Trend Watching, a taxa de conversão é 60% mais alta do que em recomendações comuns!

AVALIAÇÃO:

Consumidores descobrem a opinião de seus amigos sobre aquilo que desejam comprar

Os consumidores pesquisam opiniões sobre produtos que já estão em sua wish list. Pode não ser tão prazeroso quanto descobrir um produto, mas há recompensas sociais na validação de desejos de compra pelos FFF.

Conheça alguns cases:

O projeto do Facebook chamado Instant Personalization (Personalização Instantânea) permite que os usuários vejam conteúdo que seus amigos curtiram ou recomendaram em outros sites. Parceiros “sociais” de peso incluem Bing, Trip Advisor, Scribd e Pandora.

personalização do facebook

facebook

O  Trip Advisor, rede de discussão com foco em turismo e a gigante do e-commerce, Amazon, permitem que os clientes que estejam logados no Facebook vejam as resenhas dos amigos primeiro. Os produtos sugeridos levam em conta aquilo que seus amigos já curtiram.

A Levi’s fez a integração de sua loja virtual com o Facebook, permitindo que os interessados conhecessem melhor os produtos que seus amigos tinham  “curtido” antes.

Quem nunca recorreu aos amigos para tomar uma decisão de compra? Faz muito sentido que isso aconteça na Internet também.

FEEDBACK:

Consumidores pedem aos amigos que validem suas decisões de compra

81% dos consumidores dos Estados Unidos entram na internet para fazer pesquisas sobre produtos, sendo que 55% procuram resenhas de usuários e 10% pedem conselhos em suas redes sociais. No entanto, entre as pessoas que têm entre 25 e 34 anos, a taxa sobe para 23%. (Fonte: Cone Inc, junho de 2010)

Alguns cases interessantes que conceituam muito bem o processo de decisão de compra interativo:

LoveThis: site com foco em user reviews, com dicas e recomendações compartilháveis.

lovethis

Gogobot e Hotel Me: fóruns de discussão de Turismo que ligam o usuário e seus amigos àqueles que são experts em viagens e conseguem passar dicas valiosas para o destino de férias dos sonhos.

MyShopanion: aplicativo para iPhone que lê o código de barra de um determinado produto dando acesso às resenhas recebidas. Tenho minhas dúvidas quanto à aplicabilidade, mas é um conceito arrasador, não é?

Diesel: instalou câmeras que transmitiam fotos de seus clientes provando roupas pelo Facebook, para receber opiniões instantâneas dos amigos. Tudo com consentimento, reforçando a tendência de compras como atividade social.

O modelo de negócio inovador Shopsocial.ly: oferece aos consumidores um ambiente para se conectar aos FFF para compartilhar recomendações. Nessa plataforma você pode fazer uma pergunta sobre um produto e receber os feedbacks. O site faz parcerias com varejistas – seu verdadeiro público alvo – e deixa claro em seu slogan: Deixe os seus clientes fazerem o Marketing para sua loja.

shopsocialy

Apesar de tantos cases sensacionais, fico me perguntando: As marcas estão preparadas para tanta transparência?