Como conquistar clientes: dicas simples e baratas

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Oi, pessoal!

No post de hoje vamos falar sobre como conquistar clientes, mais especificamente, os nossos primeiros clientes. Assim como saber quanto cobrar por seus serviços, conquistar e reter clientes é um desafio para empreendedores. Vem comigo e SE JOGA!

Se preferir, confira o vídeo na íntegra, diretamente do meu canal no Youtube.

Dê o exemplo

Você já tem um cliente: você mesmo! Sua empresa ou marca pessoal. Você precisa fazer para sua empresa aquilo que vai propor aos seus clientes, caso contrário vai faltar empatia e também pecar no velho ditado “casa de ferreiro, espeto de pau”. Um dever de casa para sempre :)

Inbound Marketing

O Marketing de Atração é uma excelente forma de gerar demanda e qualifica-la para que se tornem clientes. Inbound Marketing é nutrir seus leads com conteúdo relevante em cada etapa da jornada de compra. O ponto negativo é que não é um processo rápido, os resultados consistentes costumam levar de 3 a 6 meses.

Apareça!

Quem não é visto, não é lembrado. Como o Inbound Marketing é um processo demorado, é importante que seu nome circule entre seus potenciais clientes. Vá a eventos, palestras, cursos. Se possível, promova uma palestra ou webinar sobre Marketing Digital, um evento gratuito ou de preço acessível, para encorajar o público a comparecer. Ao demonstrar autoridade sobre o tema você conseguirá bons contatos.

Rede de Contatos

É muito importante ter colegas e circular entre pessoas que possam recomendar o seu trabalho. Não é você falando que é competente, é um terceiro, uma chancela de qualidade.

Uma ideia é fazer parte de associações comerciais de sua cidade. Outro caminho é estar de forma consistente em redes sociais como o Linkedin. Adicione contatos de forma estratégica, faça parte de grupos de discussão e de fóruns. Cuidado: não saia adicionando pessoas de forma aleatória e como se não houvesse amanhã, isso transmite desespero. Você não está desesperado, está apenas em busca de ótimas oportunidades comerciais.

Hack na Rede de Contatos

E se você conseguisse construir um case entre sua rede de contatos? Alguém da sua extrema confiança, que sabe da sua competência? Pode ser um amigo ou um parente. É sua chance de oferecer seus serviços com um desconto especial, para garantir a visibilidade e o “case”. Assim você inicia o boca a boca e mostra resultados!

Dica: ONGs

É muito comum nos Estados Unidos que pessoas que queiram abrir empresas ou ingressar no mercado de trabalho executem projetos de Marketing para ONGs, de forma voluntária. Algo pontual: um blog, um evento, cotas de patrocínio. Ao final do projeto, o case é seu! Você ainda pode contar com o depoimento da sua pessoa de contato na ONG falando sobre os resultados alcançados. Além de fazer o bem e ajudar quem precisa, você cria um diferencial para sua trajetória profissional e constrói portfólio.

Espero que conquistem clientes fazendo o que amam com total qualidade. Até a próxima!

Análise do Livro Outliers – Fora de Série de Malcom Gladwell

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Oi, pessoal!

Hoje vamos falar sobre o livro Fora de SérieOutliers, de um dos meus autores favoritos: Malcolm Gladwell. Um estudo incrível sobre particularidades e dados estatísticos de trajetórias de sucesso para explicar porque algumas pessoas são bem sucedidas e outras não, cheio de lições de Marketing e de Desenvolvimento Pessoal. Vem comigo e se joga!

Se preferir, confira o vídeo na íntegra, diretamente do meu canal no Youtube.

Oportunidade

O autor tem uma frase bem emblemática que diz que os vitoriosos são aqueles que percebem uma oportunidade, tem a presença de espírito para agarrá-la e a força para fazer o que for preciso para torna-la um projeto bem sucedido. Mas ele também explica que nem todo mundo é exposto às mesmas chances. O mito de que criamos as nossas oportunidades, que tudo depende da gente, não é uma verdade absoluta, e infelizmente não vale para todos.

Idade na Escola

As crianças mais velhas da turma tendem a ser mais fortes, mais altas e mais autoconfiantes. Isso é um fator importante na construção da personalidade e na forma como, no futuro, lidaremos com certos aspectos da vida profissional e pessoal. O autor cita exemplos de atletas bolsistas em universidades americanas, que geralmente eram os mais velhos de suas turmas e logo, estavam mais aptos a abraçar oportunidades ligadas aos esportes e serem beneficiados por elas.

Geração

Como o mundo era quando você nasceu? E quando estava na universidade? O autor cita o exemplo do Bill Gates, será que se ele tivesse nascido 5 anos antes, em outro lugar, ele seria o “Bill Gates”? A geração da qual fazemos parte é importante porque traz o contexto de entorno, ser a pessoa certa, na hora certa, no local certo.

Cultura

Certas culturas valorizam mais a disciplina, outras a submissão, outras o sucesso profissional. A cultura na qual estamos inseridos tem grande influência na maneira como nos portamos e como vislumbramos a vida e as oportunidades que nos são apresentadas.

Se Mostrar em Sua Melhor Versão

Aqui entra um papel importante de nossos pais ou criadores, quando somos crianças. Ser condicionado e incentivado a sempre se mostrar em sua melhor versão. Vale a auto análise: quando precisamos nos expor, como fazemos isso? Vamos inseguros e apenas por protocolo? Ou fazemos o nosso melhor, tentando nos apresentar em nossa melhor versão, mesmo que inseguros e com medo? Pessoas bem sucedidas tem essa vontade intrínseca porque desde muito cedo foram incentivadas a fazer isso.

Inteligência Prática

O que determina o sucesso não é nosso brilhantismo escolar. Muito mais importante, é a inteligência prática, ou seja, a forma como se resolve problemas. Podemos ter um QI elevado e uma péssima habilidade em lidar com problemas. Aqui também cabe uma auto análise: como lidamos com os problemas que aparecem em nossas vidas? Sabemos resolve-los?

Considerar o que Faz Importante

Não existem profissões de sucesso! Existe o sentimento de considerar a nossa profissão importante e relevante, dar um significado a ela, se orgulhar! A autonomia, complexidade e relação entre esforço e recompensa são critérios ligados ao grau de importância que damos ao que fazemos, mas isso não precisa ser tão técnico, né? :) Sem um propósito e essa intenção, não temos motivo para fazer o que fazemos e a vida fica menos interessante e nossas chances de sucesso, claro, diminuem.

As Dez mil Horas de Prática Intencional

Somos tão imediatistas, achamos que um mês depois de começar algo novo, já precisamos ser especialistas. Mas existe sim um número “mágico” de horas de esforço e prática intencional, ou seja, efetivamente fazer algo com intuito de se aprimorar e melhorar continuamente. São dez mil horas de treino! O exemplo que Malcolm Gladwell dá é dos Beatles, que fizeram sucesso cedo, mas começaram cedo e de forma intensa e quando estouraram, já tinham dez mil horas de prática. Sem esforço e trabalho duro, nada feito!

Espero que tenham gostado do post! Até a próxima!

Instagram e Stories: Estratégias para Marcas

Camila Renaux fala sobre Instagram

Oi, pessoal!

No post de hoje vamos falar sobre Instagram e Stories: o que dá certo, como gerar resultado, se precisa ter feed harmônico, qual a melhor estratégia de conteúdo e porque está tão difícil ganhar novos seguidores! Vem comigo e se joga!

Se preferir, confira o vídeo na íntegra lá no fim desse post, diretamente do meu canal no Youtube.

1. Instagram não é para todos

Aliás, nada é para todos! O Instagram trará melhores resultados caso a sua marca possua uma estratégia de conteúdo com apelo visual. Imagens bonitas, impactantes, “antes e depois”, composição de produtos! Empresas de moda, fitness, estética, acessórios, arquitetura, entre outros exemplos, tendem a construir um conteúdo mais consistente. Se a sua empresa for B2B (vende para outras empresas) e/ou tiver produtos de cunho muito técnico e industrial (software e motores, por exemplo), vale a pena repensar a presença no Instagram. Uma dica é adaptar: se você vende um produto sem apelo visual, pode usar essa mídia para comunicar as ações institucionais ou de endomarketing, com colaboradores.

2. Encontrabilidade

O Instagram era uma rede social menos concorrida e nela era mais fácil ser encontrado. Usar hashtags (as vezes mais de 50 em um post) era a garantia de ganhar novos seguidores. Hoje temos mais de 800 milhões de usuários na rede e não é mais tão fácil ser visto. Quem não é visto, não é lembrado! O uso das hashatgs (filtros de busca com etiquetas de conteúdo) ainda é válido e pode ser utilizado, sempre com testes de resultado para encontrar o número ideal de hashtags (que trazem resultado!) sem poluir a publicação.

Os anúncios no Instagram tem foco em cliques que levam para outro site e por isso, não costumam trazer seguidores. O ideal é usar os anúncios para levar as pessoas ao seu site ou loja virtual, com foco em conversões (vendas e cadastros).

3. Edgerank

Edgerank é o algoritmo que determina a entrega do conteúdo no Facebook e no Instagram. Antes dele ser usado, o único critério para a entrega de conteúdo era a ordem cronológica. Os principais critérios que o Edgerank utiliza são: Peso, Afinidade, Qualidade e sim, Cronologia. Isso significa que os conteúdos que serão mais entregues serão aqueles com os quais você mais interage, os que o Instagram considera com maior peso (vídeo, por exemplo), publicações com mais engajamento, etc.

É importante entender isso para usar o Edgerank ao seu favor, ao invés de ser vítima dele.

Segundo pesquisas, os melhores horários para postar: 11:00 | 15:00 | 19:30 às 22:00

4. Stories

A dica de ouro para quem quer resultados no Instagram! O formato de vídeos e fotos rápidos, que permitem interações (directs) e o “overposting” (vários posts) fez tanto sucesso no Snapchat, que o Facebook tentou comprar a empresa. Após a negativa do Snapchat, o Instagram ganhou uma versão quase igual – para usar um termo politicamente correto – e essa virou uma super treta jurídica entre as empresas.

Uma coisa é fato: se a sua marca quer aumentar o engajamento, ganhar visibilidade e alcançar seus seguidores com o conteúdo que produz, é necessário usar o STORIES!

5. Estratégia de Conteúdo para Stories

No início era totalmente baseada em “bastidores”, uma espécie de making of das marcas. Hoje o ideal é que o conteúdo das Stories tenha a cara da sua marca e siga uma linha conceitual de branding, mesmo que em menor intensidade em relação a aquelas publicações que forem para o feed. Uma dica é usar conteúdo exclusivo para essa mídia, incluindo promoções, como cupons de desconto surpresa e exclusivos para quem acompanha o Stories. Também é uma mídia que permite um maior número de posts, sem tanta preocupação com quantidade, podendo se adaptar ao tipo de conteúdo.

DICA DO ESFORÇO VERSUS RESULTADO: Quantas pessoas visualizaram sua primeira história? E a segunda? E a terceira? E a décima? Se esse número cair demais, avalie até onde vale a pena. Quanto esforço você faz para produzir conteúdo e quantas pessoas vão simplesmente pula-lo porque já estão “cansadas”? É muito importante ficar de olho no “apetite” dos seus seguidores para não gastar energia a toa. TESTE, TESTE, TESTE!

6. Feed Harmônico

É aquele feed todo integrado, onde tudo se conversa e as imagens se completam. Ele não faz muito sentido na hora de pensar em comportamento do usuário, Instagram não é site e não consumimos conteúdo assim. Mas para empresas do ramo da moda, é interessante ter um! O público alvo aprecia, os estilistas gostam, comunica um cuidado visual que marcas desse segmento apreciam. Mas não é obrigatório, nem regra!

DICA: usar uma pitada disso na estratégia – mesmo que as publicações não sejam interligadas visualmente, é possível sim ter unidade visual e contar uma história ao longo dos posts.

7. Relacionamento

Não use o Instagram apenas para mostrar seu conteúdo, expor seu produto, falar de você. Use-o para ouvir e para conversar! Responda comentários, monitore contas e respostas de outras empresas, comente publicações de clientes e formadores de opinião. O mais importante é possibilitar diálogos e fazer relacionamento verdadeiro.

 

Espero que tenham gostado do post! E vocês? Como usam o Instagram? Conte nos comentários, eu adoro responder vocês <3

Fome de Poder – Lições de Marketing

Fome de Poder Lições de Marketing - Camila Renaux

Oi, pessoal! No post de hoje vou comentar as lições de Marketing do filme FOME DE PODER, que narra a história real da criação do Mc Donald’s, sua estratégia empresarial e a história de seu “fundador” – Ray Kroc. Tem no Netflix! O filme é cheio de sacadas de Marketing! Vem comigo e se joga!

Se preferir, confira o vídeo na íntegra lá no fim desse post, diretamente do meu canal no Youtube.

1. CONHEÇA O SEU PÚBLICO

O público alvo do Mc Donald’s são as famílias. Mas as ofertas existentes antes da sua criação eram primordialmente drive-ins, locais de festa e bagunça, frequentados por jovens. A rede de fast food soube entender que seu público era diferente e focou em um produto mais adequado e um ambiente familiar, com bancos e locais para sentar. EssE era o DIFERENCIAL!

Em outro momento do filme, essa adequação de público aparece também para os franqueados – outro público de interesse. Endinheirados da cidade não cuidavam das franquias com o esmero que Ray Kroc esperava e isso era péssimo para a marca. Ao  franquear para casais que faziam do restaurante sua “segunda casa”, trabalhavam juntos e cuidavam dos mínimos detalhes, o Mc Donalds tinha melhores resultados. Saber quem é o seu público e adequar sua oferta para ele é chave para ter um diferencial!

 

2. TENHA UM PRODUTO PRIMOROSO

O filme mostra o trabalho incansável dos irmãos Mc Donald’s para encontrar o processo perfeito para a cozinha, rapidez no atendimento e até o número de fatias de picles que cada hambúrguer deveria ter – um esmero sem fim com o produto! Mesmo quem não tem um centavo para investir em Marketing consegue construir marca e reputação com um bom produto percebido (pelo seu cliente, não por você mesmo!) e processos primorosos. Quem é excelente é lembrado, recomendado e dificilmente esquecido! 

 

3. VENDER NÃO É O MESMO QUE LUCRAR

Essa lição parece óbvia, mas na prática ela pega muitos de nós. É que faturar não significa lucrar e muitas vezes temos excelentes resultados de vendas e mesmo assim não sobra (ou falta!) no final do mês. Isso se dá por não respeitarmos as margens de lucro, seja por estarmos com gastos elevados ou por alguma prática muito agressiva de promoção baseada em descontos. Não foi diferente com Ray Kroc, nosso protagonista. O Mc Donald’s já ia bem, abria novas franquias, vendia como nunca. Mas a marca devia ao banco e não conseguia pagar os empréstimos. As margens de lucro da venda de hambúrguer não cobriam os investimentos que estavam sendo realizados, havia “descasamento” de fluxo de caixa e a estratégia de vendas não estava alinhada com as necessidades financeiras da empresa. Quem nunca? Não basta vender mais, é preciso vender melhor!

 

4. SAIBA QUAL É O SEU NEGÓCIO

O momento de ouro do filme! Super romantizado, como se fosse um passe de mágica, mas me fez pensar muito! Ray Kroc encontra um consultor, Harry Sonneborn, e com ele chega a conclusão que o Mc Donald’s não está no ramo de alimentação e sim, no ramo imobiliário! É tudo sobre a localização de cada loja. A sacada é ser dono dos pontos de venda, usa-los como garantias bancárias para financiar o crescimento das franquias e ter os imóveis no patrimônio da empresa. Esse é um exercício para todos nós, verdadeiras perguntas mágicas: O que eu verdadeiramente vendo e qual a estratégia que vai garantir a minha consolidação?

 

5. DÊ IMPORTÂNCIA À CONSTRUÇÃO DA MARCA

Ray Kroc afirma que ao ver os arcos dourados do Mc Donald’s enxergou ali uma nova igreja – e que não abriria somente aos domingos. Ele considerava o nome “Mc Donald’s” um símbolo da cultura americana, o cerne de um estilo de vida. Branding (construção de marca) é caro, leva tempo, demanda investimento em Comunicação e é tarefa das mais complexas! Qual o símbolo da nossa estratégia de branding? Ela vai além de um logotipo? Não subestime o poder de uma marca!

 

6. SEJA VOCÊ MESMO E SEJA COERENTE AO SEU ESTILO

Ray Kroc é bem Darth Vader. Ele vai pro lado negro da força e lá permanece, fiel ao seu estilo, às suas metas, àquilo que acredita, uma determinação cega. Eu fiquei bem tentada a critica-lo sem dó nem piedade, talvez por ter valores diferentes e crenças contrárias. Mas também ouvi colegas comentando sobre tudo que construiu, um legado, uma história de superação, etc. Eles também tinham razão… Me dei conta que, em um momento em que há fórmulas para tudo e polaridade de opiniões, só nos resta ser quem somos e respeitar isso, agindo com ética e coerência – à luz do nosso estilo próprio. Se ele está certo ou errado, é feliz ou triste, é tudo perspectiva. E o que é sucesso para mim? Estou alinhada com isso ou lutando para me adequar à uma realidade que não me representa? Permitir-se escolher e a partir dessa escolha bancar ser quem é!

 

E você, o que achou do filme? Conte nos comentários! Até a próxima! :)

Livros de Marketing que amei ler

Melhores Livros Marketing Digital Camila Renaux

Oi, pessoal! No post de hoje vou dar dicas sobre livros de marketing que eu amei ler! Não basta ser importante, a leitura precisa ser agradável também! Vem comigo e se joga!

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  1. A Imaginação de Marketing de Theodore Levitt e o artigo A Miopia de Marketing

Um livro antigo, da década de 60, mas que como todo clássico, ainda é atual. O autor define um dos conceitos mais impactantes do Marketing, o de Miopia – confundir a proposição de valor, ou aquilo que você verdadeiramente vende, com o seu produto. Por exemplo: quem compra uma BMW não está comprando um carro e sim, status. Por isso, a razão de existir da marca BMW e seus atributos intangíveis precisam estar alinhados e ser comunicados visando esse objetivo. A sacada é: o que eu verdadeiramente vendo? Qual a razão de existir da minha empresa ou marca?

  1. Reimagine de Tom Peters

Um livro visual e que tem cara de revista, super agradável de ler. O tema é como conquistar um diferencial, ou seja, ele complementa o conceito do livro de Theodore Levitt visando o “ser e o parecer”. Não apenas ter produtos fantásticos, porém desconhecidos ou ter uma Comunicação impactante e ampliada, mas cujo produto/serviço ofertado não consegue sustentar. A proposta do autor é a de reinventar o seu negócio, buscando diferenciais exclusivos. Em mercados muito competitivos, nos quais a competição muitas vezes é definida pelo preço, é uma leitura que pode inspirar e trazer ideias valiosas para o dia a dia.

  1. Posicionamento – A Batalha por sua Mente de Jack Trout e Al Ries

Posicionamento é o espaço que ocupamos na mente do nosso cliente. É como se fosse a gaveta na qual ele guarda a informação sobre quem somos, o que acha de nós, enfim, como nos percebe! Sabe aquela coisa de “primeira marca quem vem à mente quando pensamos em um produto”? É isso! Esse é um desafio tão grande para todos nós que esse livro vira leitura obrigatória, nem que seja para pelo menos termos ideia desses conceitos e de como o processo de posicionamento funciona. Conhecer mais sobre o tema é apaixonante e a leitura, prazerosa!

  1. A Estratégia do Oceano Azul de Chan Kim

Um dos meus livros favoritos e daqueles que de vez em quando releio, só para me inspirar novamente. O conceito primordial é criar negócios inovadores, repletos de diferenciais e que criem um posicionamento único e forte na mente do consumidor. O oceano vermelho é aquele no qual há concorrência acirrada, briga por preço e a demanda já é existente. O oceano azul é aquele na qual criou-se uma nova demanda, não há concorrência e não há briga por preço, só pelo valor percebido. O livro é bem prático e cheio de exemplos! O mais impactante, na minha opinião, é o do Cirque du Soleil, na qual o autor defende o uso da metodologia de quatro quadrantes – ELIMINAR, REDUZIR, CRIAR e ELEVAR e a explica de forma didática e acessível a todos. Leitura recomendada e das mais agradáveis!

  1. A Cauda Longa e Grátis, ambos de Chris Anderson

O autor é tão fantástico que merece o combo, é impossível escolher um só. São livros que você devora, não consegue parar de ler! No primeiro, A Cauda Longa, Chris Anderson cria o conceito de explorar os mercados de nicho ou mercados segmentados. Em um exemplo usando livros, segmentos ou nichos seriam, por exemplo, livros de terror com palhaços. Já os best-sellers, seriam os mais vendidos da livraria, como Harry Potter ou 50 Tons de Cinza. Anderson prova que através da Internet é possível gerar tanta receita com produtos de nicho quanto se geraria com produtos best-sellers (mais vendidos). A lição é: conheça seu público! E claro, não tenha medo de ser específico e de ter foco. Quanto mais segmentado, mais assertivo e mais fácil se posicionar.

Já no incrível Grátis, Chris Anderson vai além e mostra como ofertas gratuitas podem fazer a diferença na estratégia da sua empresa. O livro é cheio de exemplos e casos inspiradores! A principal mensagem é a que, mesmo ofertando algo gratuitamente, é possível alcançar margens de lucro altas. O autor explora conceitos como Freemium, uma estratégia na qual existem produtos grátis, mas também produtos precificados e focados em necessidades específicas. É de explodir cabeças e chorar quando termina!

  1. Fazendo a Estratégia Acontecer de Fernando Luzio

Um livro prático, cheio de exemplos, muito bem diagramado e que sempre recomendo para quem vai fazer TCC ou precisa defender e implementar estratégias em organizações. Nosso maior desafio na maioria das vezes é a implementação e não o planejamento. Esse livro me cativa porque fala desse tema polêmico e muitas vezes subvalorizado de forma muito prática. Se você estiver passando por um Planejamento Estratégico de Marketing (PEM) vai gostar dessa dica! E por ser bem acessível e de fácil compreensão, o livro é bem agradável e cumpre o papel de leitura que adoramos :)

Espero que tenham gostado do post! Tem algum livro de Marketing preferido? Conte nos comentários! Até a próxima! :)

[Vídeo] Como monitorar concorrentes

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Oi, pessoal!

No Drops de hoje vamos falar sobre monitoramento de concorrentes, um conteúdo em vídeo \o/

Conheça dicas, estratégias e ferramentas gratuitas – ou pelo menos acessíveis – para monitorar, analisar e acompanhar de perto sua concorrência através do enfoque do Marketing Digital.

Monitore a Concorrência: Sites, Acessos, Audiência no Facebook, Análise Qualitativa em Redes Sociais, Plataformas de E-commerce e até mesmo Cliques em Links :)

Ferramentas citadas no vídeo:

  • Built With: https://builtwith.com/
  • Bit.ly: https://bitly.com/
  • Similarweb: https://www.similarweb.com/
  • SemRush: https://pt.semrush.com/
  • Seekr: https://seekr.com.br/
  • Scup: https://www.scup.com/social/en/

Espero que tenham gostado! Até a próxima :)

Jornalismo e Marketing Digital – Dicas para Jornalistas

jornalismo-marketing-digital-camila-renaux

Como jornalistas podem explorar mais a área digital, porém sem se distanciar de sua profissão?

No Drops de hoje – no ar sempre na primeira segunda feira do mês – respondi a dúvida de uma leitora sobre como unir Jornalismo e Marketing Digital.

“Camila, a produção e geração de conteúdo é considerada uma área especifica? Como jornalista quero explorar mais a área digital, porém sem me distanciar da minha profissão. Você têm dicas?”

São dicas e ideias para jornalistas que querem encontrar um diferencial para suas carreiras e enxergam no Digital um caminho! Se joga! \o/

 

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    e muito mais :)