Como escolher o curso de Marketing Digital certo para o seu perfil e objetivo

curso de marketing digital com camila renaux em blumenau

No Drops de hoje vou responder a uma dúvida que aparece frequentemente em meus cursos presenciais. Quero começar a trabalhar com Marketing Digital! Por onde começar? Que curso fazer? Que tipo de formação escolher para aumentar as chances de entrada no mercado de trabalho?

Para facilitar a vida, vou dividir os critérios em tópicos e disponibilizar um vídeo diretamente do meu canal no Youtube. Espero que gostem!

Não caia em roubadas.

Não vamos nos ater aos cursos ruins de verdade. Infelizmente, nem tudo que reluz é ouro e pode acontecer de um curso de baixa qualidade ser divulgado como um bom curso e alunos interessados acabarem tendo uma péssima experiência durante as aulas. Na minha opinião, o pior que pode acontecer é a falta de generosidade ao ensinar, se atendo ao lugar comum, sem diferencial.

O objetivo de um curso é instigar os alunos e ensina-los a encontrar um caminho próprio, já que no Marketing não existe receita pronta para o sucesso. Mas, você pode aprender a aplicar técnicas que o orientem a encontrar os melhores ingredientes e o passo a passo para a receita própria de cada empresa.

Dica Marketing Drops: não contrate o primeiro curso que vir pela frente! Questione ex participantes, visite as redes sociais do professor e questione a instituição que está promovendo o curso sobre a ementa e a lógica por trás dela. Se o objetivo for apenas surfar essa onda, caia fora da roubada!.

Cursos práticos versus cursos mais conceituais.

Aqui estamos falando do modelo de treinamento contratado. Nesse momento, é importante ter em mente aquilo que você procura em um curso de Marketing Digital – uma visão mais conceitual e estratégica ou curso mais focado em dicas e na facilitação da aplicabilidade do que é ensinado. Infelizmente, temos pouco tempo para dedicar aos estudos e não é fácil se ausentar por muito tempo da rotina diária para fazer um curso completo. Por isso, pode ser necessário fazer dois cursos complementares, um mais teórico e outro mais prático. O erro mais comum é buscar um curso extremamente prático e rápido quando o aluno não tem base nenhuma sobre a parte técnica e conhece pouco sobre conceitos básicos de branding e marketing em geral. Se esse é o seu caso, invista em curso conceitual primeiro e depois parta para workshops focados.

Para exemplificar esse tópico é interessante comparar os cursos da Martha Gabriel e da Agência Mestre. Ambos excelentes! Porém, a didática da Martha é sempre a de embasar o Digital como um todo, falar de comportamento do consumidor e de marketing estratégico. É um curso excelente para gestores e também iniciantes, que buscam aumentar a densidade do que vivem na web. Já o curso da Mestre é muito mais prático, repleto de ferramentas e dicas para o dia a dia. Vale lembrar que os dois cursos contemplam a teoria e a prática, mas cada um deles tem foco maior em uma das vertentes. Recomendadíssimos!..

Cursos gerenciais versus cursos mais específicos

Assim como no tópico acima, os cursos acabam tendo visões diferentes. Sempre que o nome do curso usar as palavras “gerenciamento”, “gestão” e “estratégias” vale a pena ler com atenção a ementa de aula, porque provavelmente o curso é orientado para gerentes, gestores e para aqueles que buscam uma visão mais holística. Nesse caso o curso não será focado em cada uma das vertentes do Digital e sim, em como conseguir gerenciar tudo que uma empresa precisa para ter sucesso, indicadores de resultado, planejamento, cases, etc. Temos até mesmo MBAs focados em Marketing Digital, como o da FGV e o do I-Group, que também recomendo.

Um exemplo para facilitar: em um curso de Marketing Digital focado para empreendedores e gestores, na hora de falar sobre e-commerce haverá uma conceituação muito maior sobre processos, dificuldades, oportunidades e negócios. Já em um curso mais prático, o tema e-commerce pode abordar ferramentas, dicas de otimização, sugestões de integrações e possibilidade de mídia e promoções.

Dica Marketing Drops: O ideal é quando o professor consegue pincelar os cenários gerenciais e técnicos entre os cursos, fazendo com que todos falem a mesma língua. Fique de olho nos feedbacks e na didática de quem irá ensinar.

Cursos presenciais versus cursos online.

Aqui a discussão não é sobre qualidade e sim, sobre preferências na hora de aprender. Cursos online são práticos e podem salvar a sua vida em momentos de correria no dia a dia, mas se você considerar essencial o networking e a troca de experiências entre alunos, pode se frustar. Minha opção por cursos online só ocorre quando realmente não há tempo – ou dinheiro – para se deslocar até o local do treinamento (geralmente grandes capitais). Valorizo muito a rede de contatos que formamos em um curso e alguns alunos se dispersam mais em casa, em frente ao computador, acabam prestando mais atenção quando estão in loco. Porém, isso é muito pessoal. Experimente um curso online de um professor ou instituição de ensino já aclamados e adeque à sua realidade e preferência..

Tempo de duração, preços e didática.

Nesse tópico reuni os itens que costumam gerar mais dúvidas entre os alunos. Realmente, é difícil avaliar um curso sem tê-lo experimentado antes e confiar na percepção dos outros as vezes dá errado. É como ir ao cinema – aquele filme que todos os seus amigos gostaram pode parecer ruim para você.

Aqui, a dica é cruzar informações e perceber se há lógica no que é apresentado. Por exemplo: um curso de Gerenciamento de Marketing Digital em apenas dois dias é impraticável. O volume de informações é grande e muita coisa terá que ser embasada. Dependendo da limitação de horas/aula, muito terá que ser deixado de lado e isso pode dificultar o aprendizado. Claro que se o curso deixar claro que a didática será de “Intensivo”, tudo faz mais sentido. Fique de olho!

E relação aos professores, instrutores e palestrantes, não temos como fugir de conhecer o estilo e conhecimento de cada um.  É recomendável conhecer mais sobre a produção de conteúdo de cada instrutor. Se você ensina algo, é muito importante que saiba aplicar! Caso contrário, seu discurso vira uma reunião de palavras vazias. Valorizo muito o aprendizado com professores que vivem o Digital e a Internet no dia a dia, porque conseguem se colocar no lugar dos alunos, que sentem na pele os problemas da vida real.

Por fim, vamos falar de preços! Momento difícil, porque preço não é atributo de custo e sim, de valor. Depende da instituição, do posicionamento, do profissional que está dando aula, do local (grandes centros ou pólos regionais) e de muitos outros fatores. No geral, o preço médio de mercado para cursos presenciais de 20 horas é de valores a partir dos R$580,00. Aqui, depende muito! A dica novamente é ver se o curso é o ideal. Se for, o preço é de investimento e esse valor será revertido em boas oportunidades para você!.

Momento Jabá :).


Eu, Camila Renaux, sou instrutora de um curso sobre Gestão em Marketing Digital e Mídias Sociais em Blumenau (SC)
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A ementa foi baseada em um curso teórico  de 16 horas de duração. Nesse workshop vamos conceituar muita coisa para dar base estratégica aos alunos e apresentar dicas e possibilidades práticas. Através de uma metodologia baseada em planejamento e orientado à métricas de resultado, os participantes poderão ter uma visão geral sobre o Marketing Digital para gerenciar, criar e medir o sucesso de ações de Marketing e Vendas na web..

Camila RenauxAbordaremos ferramentas, métodos específicos, modelos de atuação, estratégias, geração de conteúdo, mídia paga, e-mail marketing e até orientações à respeito dos aspectos legais e promocionais, tanto para organizações que atuam em mercados de bens de consumo (B2C) quanto organizacionais (B2B).

Para quem quiser saber mais e participar, acesse a página do curso sobre Gestão em Marketing Digital e Mídias Sociais com Camila Renaux.

Internet, Tecnologia e Crianças

Cuidados para uso de internet por crianças

No post de hoje vamos falar sobre um tema importante para aqueles que em breve se tornarão papais e mamães, assim como eu.

Como usar a tecnologia sem prejudicar o desenvolvimento das crianças e encontrar o equilíbrio em publicações sobre os filhos nas redes sociais? Principalmente, que cuidados devo tomar para evitar os riscos do mundo digital?

Esses cuidados não são importantes somente para proteger os pequenos e com certeza irão auxiliar os adultos a adotarem uma conduta mais segura na Internet.

Uso da Internet:

Segundo estudo da AVG e da Digital Diaries, 81% das mães e pais no mundo postam fotos de seus filhos online. A prática é ainda mais exacerbada no Brasil, onde 94% dos pais a adotam.

Você sabia que entre 3 e 5 anos apenas 15% das crianças sabe nadar, mas 76% usam computadores, tablets e jogam online?

Já entre 6 e 9 anos 62% das crianças participam do mundo digital e 27% das crianças já sofreram com o cyberbullying. Esquecemos que as crianças ainda não estão maduras o suficiente para lidar com a exposição à todo tipo de opinião que as redes sociais propiciam – especialmente as negativas.

Outro dado interessante nessa mesma faixa etária é que 54% das crianças estão no Facebook, apesar disso ser proibido pelos termos de uso da rede social, que permite a participação apenas dos maiores de 13 anos.

Aliás, a razão pela qual a maioria dos sites americanos se destinam aos maiores de 13 anos de idade é a Lei da Proteção da Privacidade Online de Crianças, que regulamenta a coleta de dados dos usuários para que sejam usados para apresentar mídia segmentada, por exemplo.

Neste link estão diretrizes e ferramentas do Facebook para denunciar e bloquear o bullying na rede social.

Riscos:

Em crianças de até 3 anos,  é importante desenvolver a coordenação motora e facilitar a interação ao ar livre. Cuidado redobrado para aqueles momentos em que a TV ou o tablet viram “babás”, deixando a criança quase que hipnotizada por longos períodos de tempo.

Não estranhe a dependência que o tablet ou o video game possam causar, esses dispositivos são desenvolvidos com base em conceitos de simplicidade e usabilidade, para que sejam facilmente operados mesmo que por crianças muito pequenas. Para os nascidos antes da era digital pode ser fascinante perceber a facilidade com que as crianças aprendem a mexer no computador, mas essa percepção leva em conta o referencial de tempos “pré Internet” e também da nossa própria experiência, adultos que quando crianças faziam trabalhos em enciclopédias e usavam listas telefônicas. Sim, havia vida sem o Google.

Cuidados para os pais:

Neste artigo temos uma visão bastante conservadora sobre o tema, postura adotada pela maioria dos pediatras.

A abordagem do artigo é radical, mas é o que se prega em congressos e publicações da área de mobilidade e interação. A palavra “proibido” é dura em tempos de intensa imersão digital, especialmente no nosso convívio diário com smartphones e tablets. Na minha opinião pessoal, priorizar e restringir é diferente de proibir e mesmo assim pode trazer tantas vantagens quanto.

Se o uso de tecnologia for uma forma de estímulo, assistido, monitorado e respeitando os momentos/fases da criança, por que não? Mas, se o tablet vira “babá”, a TV vira sessão de hipnose e o celular uma forma de anestesiar a criança, invertemos os valores!

Uma conduta mais segura na Internet:

O primeiro cuidado que devemos ter é ajustar as configurações de privacidade da rede social para que somente amigos possam ver as fotos, restringindo certas informações. Saiba como neste link.

Evite os exageros. Não tem nada de mais postar fotos de uma festa de aniversário ou evento com família e amigos, mas isso não precisa ser o único tema do conteúdo publicado. Mostrar os filhos quando pequenos pode ser irresistível, mas ainda assim deve-se seguir uma linha de atuação na rede, que leve em conta a “imagem” da criança, dos pais e o bom senso.

Engana-se quem considera a rede social um espaço de exposição de ideias sem consequências, aquela impressão de “aqui eu falo o que quiser”. As informações são púbicas e tem até mesmo valor legal em caso de uma discussão judicial.

É importante entender que o cuidado com a nossa privacidade depende cada vez mais de nós mesmos! A melhor maneira de proteger a própria privacidade é comportamental e não tecnológicaNesta entrevista um criminoso explica como utilizou o Facebook para planejar durante 10 dias o sequestro de uma criança de 9 anos. Em seus perfis os pais da vítima publicavam imagens do interior da casa, da empresa da família e da rotina da criança.

Evite publicar:

Criança Nua ou no Banho: Não há qualquer maldade nisso, mas mesmo que pareçam inofensivas, essas imagens podem atrair redes de pedofilia que agem na deep web, um risco que pode ser facilmente evitado.

Uniforme Escolar: Imagens que facilitam a identificação da escola da criança podem ser usadas em um planejamento de roubo ou até mesmo em um sequestro.

Localização: Cuidado ao ativar sua localização em mídias sociais, especialmente se a publicação incluir fotos. Além de expor a rotina, pode dar pistas sobre o padrão de vida familiar e ambiente de trabalho dos pais. Quanto mais generalista, melhor! Não é necessário ser radical, apenas prudente :)

Constrangimento: Fotos e vídeos podem ser engraçados ao mostrar situações inusitadas, mas no futuro, constranger seu filho. Também corre-se o risco do vídeo ou foto virar o novo meme da Internet. Você gostaria? Como seu filho reagiria?

Fotos com outros amiguinhos: É importante tomar cuidado com fotos do seu filho acompanhado de colegas. Alguns pais não gostam dessa exposição e é de bom tom perguntar antes de publicar ou marcar a imagem em redes sociais.

Se o seu filho já usa a Internet:

– Mantenha o computador em algum cômodo da casa em que as atividades da Internet possam ser acompanhadas de perto.

– Bloqueie sites que você não aprova e que não possam ser visitados pelas crianças por conta própria. Saiba como neste link.

– Não incentive o uso do Facebook, Instagram, Twitter, YouTube e outras redes sociais caso a idade do seu filho não esteja de acordo com os termos de uso.

– Estabeleça um limite de tempo para o uso da Internet, tablets, smartphones e video games.

Aqui neste link você encontra uma cartilha super explicativa e com linguagem acessível sobre Ética e Segurança Digital. Leitura mais que recomendada para os papais e mamães!

 

Espero que tenham gostado!

Até a próxima! :)

 

Mídias Sociais e as enchentes em Blumenau

uso de midias sociais na enchente blumenau

Em setembro de 2011 escrevi um post no Marketing Drops falando sobre o papel das redes sociais na enchente que acontecia em Blumenau.

Dois anos depois, o cenário se repete. Chuvas intensas, elevação dos níveis das águas do Rio Itajaí-Açu e uma nova enchente acontece na cidade.

Fui questionada por um veículo de comunicação a respeito da minha opinião quanto ao papel das mídias sociais e da Internet nesta tragédia e vou compartilha-lo com vocês aqui no blog.

Comunicação Descentralizada

Em uma análise feita pelo Google Trends, é apresentado o volume de buscas pelos termos “enchente em blumenau” e “defesa civil blumenau”. Os grandes picos acontecem entre setembro e novembro, em especial em 2008. O próprio Google alerta para um “aumento repentino” pelos termos “prefeitura blumenau” e “nível do rio em blumenau”.

google trends enchente blumenau

A grande importância das mídias sociais na “cobertura” de grandes catástrofes é que ela não depende somente de poucos e grandes veículos para acontecer. É uma comunicação mais democrática, já que qualquer morador de uma determinada rua alagada pode postar uma imagem e transmitir suas impressões sobre o que ocorre.

Pontos Positivos:

A antiga comunicação de massa, que chegava à população basicamente pela televisão, se deslocou para o Facebook e o Twitter. A viralização das informações é incentivada, inclusive pelas próprias funcionalidades das redes – como o “compartilhar” no Facebook e o “RT” no Twitter.

As prefeituras criaram canais oficiais nas redes sociais, nos quais transmitem informativos essenciais, em tempo real. No momento em que uma instituição entra em um canal como o Facebook, o conteúdo ali publicado deixa de ser meramente informativo para se tornar oficial. Está criado um sistema de ouvidoria com todos os privilégios dos boletins em papel timbrado.

Reparem nesse status postado no Facebook, falando sobre a emissora local de televisão, a TV Galega. O que se nota aqui é o “fenômeno double screen, no qual o usuário interage concomitantemente com duas ou mais telas. Enquanto assistia televisão, postava no Facebook. Não se trata da escolha entre um veículo ou outro e sim, da complementariedade entre meios de comunicação.

redes sociais enchente blumenau

Como consultora de Marketing Digital e cidadã, acredito no papel essencial e benéfico da informação bem colocada, em canais que propiciem a viralização. O emissor deve estar onde está seu público alvo. É fato que a população está ativamente nas redes sociais, é lá que se comunica e expressa opiniões. Prefeituras, delegacias, secretarias e políticos que fazem uso de redes sociais auxiliam a população a acompanhar de perto o que vem sendo feito, criam vias de mão dupla para questionamentos, possibilitam que algo mais profundo (e importante) do que mera “propaganda política” seja discutido e vivenciado pela população.

As redes sociais também podem ser usadas como “termômetro” daquilo que pode ser melhorado pela administração pública. Uma esmagadora maioria de dúvidas quanto à enchente em Blumenau tratavam das diferenças de muitos centímetros entre as medidas do nível das águas na Ponte Adolpho Konder e na Ponte de Ferro. Vale a análise da Prefeitura quanto aos prós e contras do uso de duas métricas, o que confunde a população. É inteligência de mercado, ao alcance de um clique. Reparem como outras pessoas acabavam “respondendo” certas dúvidas, em um cenário perfeito de SAC 2.0.

redes-sociais-enchente-blumenau-ouvidoria

Pontos Negativos:

A checagem das informações é praxe entre jornalistas. Um editor de jornal ou TV não pode permitir a publicação de informações equivocadas ou desencontradas. Em tempos de mídias sociais, somos todos editores de nossa realidade. Podemos criar blogs, canais no Youtube, contas no Facebook e Instagram e nesses canais publicarmos aquilo que nos parece correto, sem ponderar as consequências.

Costuma-se dizer que “as pessoas tem preguiça de ler”, mas isso é uma forma preconceituosa de tratar o comportamento de usuário em mídias sociais. Explico: na Internet, não lemos os textos como em um livro, apenas passamos os olhos. Diversos testes usando mapas de calor comprovam isso e é esse comportamento que incentiva o compartilhamento de informação sensacionalista e falsa. Usando textos curtos e imagens impactantes consegue-se um efeito viral maior. Repare na “moderação espontânea” que acontece no print abaixo, na qual os próprios usuários regulam a veracidade das informações.

fake enchente blumenau

Análise Geral

O que vi de diferente entre a enchente de dois anos atrás é a agilidade da informação comunicada. Alertas vinham sendo disparados desde a terça feira (a enchente se concretizou no domingo) e as postagens da Prefeitura de Blumenau aconteceram durante todo o final de semana. Além da atualização do nível do rio, também foram postados informativos, apelos quanto ao uso racional de água e imagens das reuniões que aconteciam na prefeitura.

O grande desafio é escalonar o lado operacional das mídias sociais. Sem justificativa para manter uma grande equipe ao longo do ano, a Prefeitura de Blumenau sentiu o aumento da demanda por informação. Em uma “enxurrada” de comentários e dúvidas, muitos ficaram sem respostas. Em minha análise, a solução encontrada foi acertada: honestidade. Veja o print do posicionamento oficial da Prefeitura quanto ao caso:

redes sociais enchente blumenau facebook

Uma outra possibilidade a ser explorada é a criação de um FAQ com todas as dúvidas mais comuns, destacadas.

Em meio a tudo isso, o momento é de força para todos os blumenauenses. Essa não é minha cidade natal, mas a cidade que escolhi – o que a torna ainda mais especial para mim.

Social Media Marketing para empresas B2B

midias sociais para empresas b2b

Há uma coleção de cases que ilustram os sucessos de marcas nos ecossistemas sociais e esse fenômeno encorajou muitas empresas a se aventurarem nessa nova fronteira do Marketing Interativo. Aquilo que era massa, virou one to one.

É normal que esse movimento seja visto com olhos menos otimistas pelas empresas B2B (business to business), já que sem grande apelo junto aos consumidores finais, sentem-se perdidas em relação à atuação em canais sociais.

As perguntas mais frequentes:

  • O que eu devo comunicar por esse canal?
  • Quem vai ler isso?
  • Se meus clientes não são esses, como justifico investimento nessa área?

Há sim grandes oportunidades para empresas B2B em mídias sociais! O Marketing Drops selecionou algumas áreas interativas que podem ser exploradas por mercados organizacionais. Confira!

1. Redes sociais internas

Mais conhecidas como redes sociais corporativas, são ferramentas cada vez mais utilizadas pelas empresas. As principais aplicações de uma rede social corporativa são:

  • Inovação e P&D: sugestões, acompanhamento de projetos e funil de inovação em ambiente 100% social e interativo.
  • Colaboração: o grande desafio dos gestores é fazer com que seus talentos sintam-se parte do objetivo maior da empresa . Uma rede social interna é grande aliada nesse processo, como ferramenta de endomarketing.
  • Comunicação interna: todos os comunicados, memorandos e e-mails em um só lugar, centralizando a comunicação interna da empresa. Ali podem estar fotos de eventos corporativos e até mesmo um canal aberto com diretores, que podem contribuir respondendo dúvidas, fazendo comentários ou postando conteúdo em uma área específica.

Case: a empresa de TI HBSIS criou um portal corporativo para seus colaboradores, chamado Mundo HBSIS:

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Mundo HBSIS

Existem plataformas prontas para construção de redes sociais internas: Ning e SuaRede são exemplos interessantes, tanto pelo custo acessível quanto pela boa adaptação ao mercado brasileiro.

2. Canais exclusivos para clientes

Quando clientes estratégicos são levados para dentro de uma extranet – que também pode ter o formato de uma rede social corporativa – é dada a largada para o Social CRM ou CRM 2.0.

É esse o maior paradigma das empresas B2B – entender que invariavelmente, vendem para pessoas. Mesmo que essas pessoas representem uma organização, ainda sim, são pessoas!

Nestes canais é possível interagir com clientes, pedir sugestões, receber feedback, comunicar verticalmente todo o mix de marketing na empresa, divulgar a área de produtos e soluções e também inserir o cliente na área de inovação.

O medo de receber críticas existe, mas é preciso lembrar que é melhor receber um feedback negativo dentro de um canal oficial do que descobri-lo em uma rede social, onde não há qualquer controle sobre a repercussão do caso.

3. Redes sociais verticais

Redes sociais focadas em um determinado nicho ou segmento de atuação são outra grande oportunidade para empresas B2B. A grande vantagem: em uma rede social vertical todos os participantes são interessados no tema abordado, diferentemente do que em redes sociais horizontais, como o Facebook e o Twitter.

Vantagens destes canais:

  • Melhor experiência para o usuário;
  • Alto nível de especialização;
  • Maior probabilidade de conversão;
  • Oportunidade de compreender melhor o público alvo, já segmentado no ambiente.

Existem inúmeros exemplos de redes sociais verticais, como é o caso da Skoob – para apaixonados por livros – e da Redimob – rede social focada no setor imobiliário. É comum que redes verticais fomentem a geração de negócios, como na rede social Sou Empresário:

rede social vertical sou empresario

 

4. Atraindo talentos

Esta é a aplicação mais comum das redes sociais para empresas B2B. Em um cenário cada vez mais competitivo, a disputa por talentos tornou-se acirrada.

Um case interessante é o da Monsanto no Twitter, com o fantástico @MonsantoJobs, um canal exclusivo para divulgação de oportunidades e relacionamento com candidatos.

Aqui cabe falar sobre o Linkedin: Uma rede social profissional amplamente utilizada por empresas que podem atuar de forma estratégica, fomentando grupos de discussão e atraindo talentos a “segui-las” e compartilhar conexões..

monsanto jobs

5. Blogs corporativos

Os blogs são as grandes estrelas da web 2.0. Colaborativos, são disseminadores de informação e sustentam o conceito de ensinar através da Internet. O mais indicado no caso dos blogs corporativos é sair do lugar comum da área de “Notícias” dentro do site, trazendo um tema relacionado ao business da empresa.

Um case muito legal é o da empresa de nutrição de animais silvestres e exóticos Alcon Pet, que usa um personagem como tema de seu blog corporativo, o veterinário Dr. Fala. Ele responde dúvidas de consumidores em seu blog sobre nutrição e manejo de animais exóticos.

Blog Dr Fala

Outro case sensacional é o da empresa de aviões Boeing: uma das seções de seu blog corporativo é o Randy’s Journal, uma área com conteúdo gerado pelo vice presidente de Marketing da empresa, Randy Baseler.

6. Conhecimento e Expertise

As aplicações e utilizações de mídias sociais pelas empresas B2B devem ser norteadas por um objetivo maior: comunicar conhecimento e expertise em sua área de atuação. Por lidarem com um processo de compra analítico e pouco emocional, entregar ao mercado conhecimento é a maior prova de competência.

Todas as técnicas de Inbound Marketing podem ser utilizadas, fazendo com que a empresa seja encontrada por potenciais clientes que buscam saber mais sobre um tema. Slideshare e Scribd são mídias sociais que podem auxiliar sua empresa a disseminar sua expertise! Nessas mídias estão um enorme acervo de palestras, apresentações e outros PPTs, e também artigos técnicos, manuais de uso e demais PDFs que podem ser exatamente o que o mercado procura.

Um case do uso do Youtube por empresas B2B é a produção de videocasts pela Senior Sistemas, nos quais um especialista fala sobre determinado tema e apresenta uma solução:.

Case Youtube Senior

 

Antes de iniciar a execução de ações, o essencial é definir uma estratégia de atuação na Internet, que deve variar a partir da estratégia do negócio como um todo e planejar todas as ações e a estratégia de conteúdo com especialistas da área digital, que saibam o que estão fazendo, evitando uma crise de imagem na web.

As oportunidades estão aí para todos, basta saber aproveita-las!

Como planejar ações de sucesso em mídias sociais

Em meio à um cenário cada dia mais competitivo em meios digitais, as marcas almejam realizar ações de sucesso em mídias sociais. O desejo de virar case, criar vínculos e engajar consumidores em redes de relacionamento viraram tema de reunião de diretoria. Infelizmente, vão aparecendo problemas pelo caminho:

Não temos os recursos necessários: tempo, pessoas capacitadas e dinheiro

  • Não entendemos nada sobre plataformas interativas e digitais
  • Da onde vem as ideias para tantas ações inovadoras?
A Revista Exame vinculou uma matéria interessante sobre as marcas que mais engajaram consumidores nas redes sociais e não surpreende que as marcas de bebida (Stella Artois, Budweiser, Brahma, Skol e Bohemia) estejam lá. Anunciantes expressivos e fortes investidoras de branding, o reflexo é sentido também nas mídias sociais. Mas, a grande maioria das empresas brasileiras são pequenas e médias e não possuem budget para investimento maciço e constante em mídia. Bom, nesse caso, a saída é a criatividade! Para ter alguns insights, eu recomendo a leitura do texto ácido, porém verdadeiro, do Iuri Brito.

Quando me convidaram, como Consultora de Marketing Digital, para falar com futuros publicitários sobre mídias sociais nas Semanas de Comunicação de Blumenau (SC), comecei a procurar pelas verdadeiras dores de cabeça das agências e departamentos de Marketing regionais. Descobri que a maioria dos publicitários era ótima para ter ideias sensacionais e bolar campanhas, mas não sabia ao certo por onde começar e como efetivamente fazer a coisa acontecer! Cenário típico:

A FanPage fantástica da empresa, cheia de conteúdos relevantes, não é visitada e tem baixa audiência

  1. As empresas não sabem nada sobre guidelines e cometem erros de conduta, como ter perfis no Facebook
  2. Não existe gestão de crise, política de conteúdo ou coerência nas postagens
  3. Não há objetivo estabelecido, metas ou métricas de sucesso
Opa! Nosso problema é estratégia e planejamento! Sabemos fazer coisas lindas, mas não sabemos o mais importante – dar direcionamento dentro do mercado digital. Por isso, o foco do workshop foram as metodologias de trabalho, desmistificando essa crença de que planejamento é somente aquela etapa chata antes de colocar a mão na massa e entregar o que o cliente “realmente quer e precisa”.

Não existe receita para o sucesso, não tenho como entregar uma solução pronta. Mas, eu podia apresentar ferramentas e métodos de trabalho que nos auxiliam a encontrar as respostas que buscamos! O resultado é compartilhado com todos aqui no Marketing Drops, confira:

P.S: Em todas as oportunidades de falar com alunos, aprendi mais do que ensinei. Aproveito esse post para agradecer aos organizadores da SECOM e da ICOM pelo convite e aos meus “aluninhos”, que vão dar muito show de Marketing Digital ao longo do seu caminho profissional! :)

Mídias sociais e a sustentabilidade

redes sociais e a sustentabilidade

Mídias sociais e sustentabilidade são grandes destaque da cultura da geração Y. Será que dá pra juntar os dois temas? No post de hoje apresento algumas iniciativas verdes em social media:

Aplicativos

Re-Bounty: Esse aplicativo americano tem um conceito muito interessante e completamente alinhado ao estilo de vida e comportamento do usuário nos EUA. O slogan dele diz: “One person’s trash is another’s treasure”. Por lá, são comuns as liquidações feitas no jardim, onde a família expõe aquilo que não quer mais e vende por preços ínfimos. Um dos mantras da sustentabilidade é a reutilização de bens de consumo e esse aplicativo descolado dá show no quesito.

eco:Drive: A multiplataforma da Fiat tem o objetivo de ajudar o motorista a mudar seu estilo de direção para diminuir o impacto ambiental. O usuário deve conectar um pendrive no seu Fiat (Sistema Blue&Me) para registrar e analisar seu modo de direção. Quem reprovar, pode assistir aos vídeos com dicas de direção sustentável.

GoodGuide: Esse exemplo não fala somente sobre aplicativos sustentáveis, fala sobre a influência de novas mídias interativas na decisão de compra do consumidor. O GoodGuide é um guia com 70.000 ítens, que informa sobre o desempenho de produtos e empresas nos quesitos meio ambiente e responsabilidade social. Sua missão é ajudar o consumidor a tomar decisões de compra que reflitam suas preferências e valores.

Manual de Etiqueta Sustentável: Graficamente agradável, este aplicativo é dividido em áreas (reciclagem, energia, água, consumo e cidadania). O manual traz dicas de etiqueta verde, com melhores hábitos e boas práticas para deixar o mundo melhor. A iniciativa tem apoio de grandes empresas privadas como Bunge, Camargo Correa e Abril.

Project Noah: Esse projeto é baseado no poder das multidões, focado em catalogar e identificar novas espécies de organismos. O conceito é o seguinte: nos moldes tradicionais pesquisadores vão à campo e dedicam muito tempo na catalogação de novas espécies. Com a ajuda desse aplicativo, qualquer pessoa com um smartphone pode contribuir e qualquer pesquisador com uma missão pode criar um projeto para pedir contribuição. Basta enviar a foto com detalhes solicitados e ver a colaboração agir!

Crowdsourcing

O conceito de crowdsourcing já é por si só sustentável e dá para notar que muitos dos aplicativos acima usam a inteligência coletiva como base. Aqui nesse post estão três exemplos de plataformas de colaboração que ajudam pessoas ao redor do mundo. A ideia é que todo o tempo e energia que são gastos quando poucas pessoas estão tentando encontrar uma solução para um problema possam ser economizados, já que a solução acontece mais facilmente, através da participação de uma “multidão”. Mas, não é fácil reunir pessoas em torno de um objetivo em comum, por isso, a web é um dos sustentáculos do crowdsourcing, uma rede que interliga pessoas ao redor do mundo, em tempo real.

O Rio+Social, evento paralelo ao Rio+20, é um projeto de colaboração que discutiu o poder das redes sociais na construção de um mundo melhor. Além de um discurso feito à muitas mãos, houve transmissão de tudo que aconteceu no evento através do Twitter, usando hashtags.

Blogs

Todo blog levanta uma bandeira, por conceito, um blog é um espaço para quem busca dar opinião. Quando o assunto é sustentabilidade, não faltam exemplos interessantes de blogs sérios e dispostos a fazer a diferença. Para exemplificar, nada melhor do que cases opostos em estilo, mas similares em causa:

estiloseed e ecowish: Os blogs não defendem a causa verde de modo radical, no modelo WWF ou Greenpeace. A escolha por consumir aquilo que agride menos o meio ambiente é natural, sem afetações. Focado em mulheres ligadas em moda, entregam de uma maneira super singela o conceito de bem estar holístico tão em voga nos dias de hoje.

Mercados do Futuro: vencedor de prêmio de jornalismo 2.0 pelo Sebrae, esse blog vertical é uma cooperação de iniciativas empresariais, que visam apresentar cenários e tendências que orientem a tomada de decisão, através do mapeamento de mercado e compartilhamento de conteúdos para um mundo melhor.

Você conhece alguma iniciativa que una mídias sociais e sustentabilidade? Conta pra gente! :)

Gigya – aplicativos para infra estrutura social

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No dia a dia da gestão de mídias sociais costumamos usar métricas e padrões um pouco diferentes daqueles usados no dia a dia dos negócios. Fala-se muito em capital social, engajamento, sentimento, índices de interação, e por aí vai. Todos esses indicadores são tentativas de mensurar resultado e gerenciar canais de forma efetiva. Um termo novo e cada vez mais frequente para esse extenso dicionário é a “infra estrutura social” – aplicativos, plataformas, sites e widgets que criam experiências sociais verdadeiras para usuários e insights importantes para as marcas.

O Gigya é um exemplo clássico de aplicativo para infra estrutura social baseado em conteúdo, APIs para integração e segurança de dados, com 4 aplicações:

1. Plugings Sociais

Os plugings são integrados com redes sociais e incluem funcionalidades bem conhecidas por todos nós, “internautas”:  comentários, compartilhamento, classificações, análises, chat e newsfeeds. 

2. Gerenciamento de identidade social

O gerenciamento de dados sociais é viabilizado por níveis de permissão de acesso, relacionados ao perfil dos usuários e seus dados de comportamento. Essa aplicação inclui um sistema de registro em nuvem que suporta login via form, mídia social e single sign-on, este último permitindo que os diferentes sites de uma marca (hotsite promocional, site institucional e e-commerce, por exemplo) mantenham o usuário logado uma única vez, usufruindo de conteúdo exclusivo.  

3. Gamification

São as estratégias de interação entre marcas e pessoas, baseadas no oferecimento de incentivos. Como em um jogo, são oferecidas recompensas a quem realizar tarefas pré-determinadas. Os objetivos são bem específicos: divulgarrecomendar, avaliar e captar novos clientes. Um exemplo de mídia social baseada em gamification é o Foursquare, rede de geolocalização onde ganhamos pontos e badges. Na plataforma Gigya há uma série de plugins plug-and-play, todos customizáveis. Segundo pesquisas, as visualizações de página de e-commerce aumentam em até 800% quando há estratégias de gamification envolvidas.

4. Métricas

Além de orientar à resultado, essa é uma poderosa arma de adequação de conteúdo e oferta. É com essas informações que as marcas podem adequar suas estratégias.  Um dos maiores propósitos do Gigya é a segurança de dados e o opt in, já que ao integrar suas mídias com um site que use a infra estrutura social, você fornece informações – como as páginas que curte – à marca. Segundo o site SocialTimes, a utilização de aplicativos gratuitos pode lesar as diretrizes do Marketing de Permissão, já que costumam vender os dados de usuários para empresas de spam. Além dos indicadores qualitativos, há também os índices quantitativos. A integração com o GA é total, assim como outras plataformas de analytics e softwares de monitoramento de mídias sociais, em uma área developers muito bem feita. Lá também estão: Experian, Magento, SAP, salesforce, Oracle, Zoho, etc.

Se quiserem saber mais sobre social data, aqui tem um webinar que fala sobre isso.

Espero que tenham gostado do tema sobre aplicações e infra social! Esse post não é patrocinado, mas tenho o maior prazer em indicar ferramentas de sucesso. Aos interessados em conhecer mais sobre o Gigya – entrem em contato!

Os dados surpreendentes do Marketing Digital

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Sempre que o mercado apresenta novos dados e estatísticas sobre o mercado digital, os profissionais da área correm em busca de informações inovadoras. Para frustração de alguns de nós, muitas vezes essas informações são um lugar comum, que pouco agrega na avalanche de dados que recebemos todos os dias. Alguns players importantes da área de web analytics e web metrics (fique de olho neles, os links estão no post!) publicaram estatísticas muito interessantes na semana passada, veiculados pela Mashable e pela Hubspot. É claro que o Marketing Drops não poderia ficar fora dessa!

Confira alguns dados surpreendentes sobre Marketing Digital e Interativo:

  • Número de publicações e engajamento são inversamente proporcionais no Facebook. Aumenta o número de publicações por dia, diminui a interação! Já sabemos que posts frequentes são importantes para o EdgeRank, mas segundo a Track Social, quando uma marca publica duas vezes ao dia, a segunda publicação tende a receber somente 57% das curtidas e no máximo 78% dos comentários que uma única publicação receberia. Para comprovar se isso funciona também com a sua marca, há somente uma saída: testes. Experimente e comprove se essa estatística de cair o queixo se encaixa na sua realidade.
  • De acordo com a Epsilon, A taxa de click through (CTR) em mensagens disparadas por ferramentas automatizadas é 119% maior do que em e-mails disparados de forma amadora, naquelas listas imensas e que nem sempre usam cópia oculta. A dica aqui é unir personalização – funcionalidade que a grande maioria das ferramentas oferecem – com automação, desfrutando do melhor dos dois lados.
  • Em média, as empresas respondem a apenas 30% dos fãs em mídias sociais, segundo a Factbrowser. Como parece que o engajamento e interesse em atender ao cliente é raro, aproveite a oportunidade de diferenciação e crie laços fortes com seu público social, interaja, pergunte, efetivamente relacione-se!
  • Segundo a OPA, um usuário médio de tablet gasta cerca de 14 horas por semana com o dispositivo. Este tipo de dado é muito importante para entender o comportamento do usuário e a diferença entre light e heavy users.
  • 64% dos donos de smartphones e tablets estão usando seus dispositivos móveis para fazer compras online (Fonte: eDigitalResearch).  Se você vende produtos pela Internet, é hora de  direcionar campanhas específicas para esse público. Momento oversharing: Há duas semanas fiz minha primeira compra online através do iPad e a experiência foi fantástica, muito mais satisfatória para mim do que em um PC. Confesso que pensei: “Será que essa loja está medindo isso? Está realmente preparada para clientes que usam tablets?”
  • A Ipsos divulgou que 20% dos usuários do Facebook compraram algo por causa de anúncios ou comentários de amigos sobre determinado produto! Isso é realmente expressivo! A grande sacada aqui é saber dosar publicidade paga com envolvimento “orgânico”.
  • De acordo com a Display Research, 27% dos televisores comercializados pelo mundo inteiro no 1º trimestre de 2012 tem conexão à Internet. Esta funcionalidade está se tornando padrão para todos os dispositivos! Aqui vale falar sobre um ponto que merece um post à parte: O efeito duas telas. Como é isso? O usuário que assiste TV e, através do smartphone, usa as mídias sociais. Já repararam como grandes eventos televisivos tendem à estar no TT?
  • Até 2016, mais da metade do que for gasto no varejo americano terá sido influenciado pela web (Fonte: Forrester Research). O comportamento de compra é modulado pela cultura online, garanta que sua marca tenha presença  digital para usufruir dessa tendência.
  • De acordo com o Marketing Science Institute, menos de 0,5% de fãs de marcas no Facebook interagem ou se envolvem com a marca que curtiram nessa mídia social. Aqui existem duas hipóteses. A primeira, mais óbvia: as marcas não estão fornecendo o tipo certo de conteúdo. A outra, mais difícil de medir: os fãs que podem até mesmo curtir a marca no Facebook, mas preferem interagir com seus verdadeiros amigos!
  • A pesquisa realizada pelo Twitter sobre os 1.000 termos com maior volume de buscas simultâneas (Twitter Search) apontou que 17% deles dura menos de uma hora. Que insight essa estatística nos proporciona? Frequência é importante para os usuários de Twitter!
  • Segundo a BusinessWeek, 40% das contas e 8% das mensagens em mídias sociais são spam. É importante lembrar que as baixas taxas de aderência à e-mail entre jovens – sim, o e-mail está morrendo – são fortemente moduladas pelo volume de spam. É muito importante evitar isso em canais sociais e interativos! Se a sua marca faz spam e não dá a menor importância ao opt in, cuidado!
  • O Youtube divulgou que seus usuários assistem mais de 3 bilhões de horas de vídeo por mês! A dica aqui é entender que os vídeos dessa mídia precisam de forte apelo e curta duração. Os vídeos mais bem sucedidos são aqueles com menos de dois minutos.
  • A Nielsen publicou um dado surpreendente: cerca de 1 em cada 3 blogueiras são mães. Lembram do “Fenômeno Justin Bieber“? Mães são fortes influenciadoras e merecem a atenção da sua marca.
  • De acordo com a Experian, 91% dos adultos que possuem conexão com a Internet usam mídias sociais regularmente. Social Media faz parte da nossa cultura, do nosso comportamento e da comunicação. Sua marca está preparada para isso?

Impressionados?! Compartilhe com o Marketing Drops dados surpreendentes ou alguma experiência que você ou sua empresa tenham vivido em Marketing Digital! :)

Dicas para recrutar o Analista de Mídias Sociais dos seus sonhos!

Toda empresa – em especial as  pequenas – buscam talentos para facilitar a vida do Departamento de Marketing. Empresas menores não podem se dar ao luxo de contar com gerentes específicos para cada área do mix mercadológico e as ações acabam sendo estruturadas em conjunto, conforme é possível e viável.

O Marketing Drops já trouxe dicas sobre a estruturação de um time focado em mídias sociais e hoje vou falar sobre o recrutamento de estagiários e analistas de Marketing – indispensáveis em tempos de social media. Li um artigo muito bacana sobre o tema no blog da Hubspot e esse post é uma adaptação das sugestões para a realidade do mercado brasileiro.

Antes de anunciar vagas:

Sua empresa com certeza precisa de um analista, mas ela só deve contratar um se:

  • A equipe tem tempo para ensinar e treinar
  • Os líderes pretendem manter o novo talento a longo prazo
  • A organização permitir que o estagiário se ausente para fazer cursos e participar de programas de capacitação fora da empresa

Erros mais comuns:

  • Contratar um estagiário porque o diretor se sente atolado de trabalho;
  • Anunciar vagas de estágio sem que o restante do time fique sabendo;
  • Não ter objetivos e metas para o programa de estágio – a síndrome do “conforme forem aparecendo problemas, você vai aprendendo”. Fuja dessa!

Como definir atividades:

O analista/estagiário tem um papel bastante tático dentro de uma organização, é a pessoa que põe a mão na massa. Porém, essa história de só executar não existe! Se você está do outro lado da mesa, saiba que terá que pensar – e muito! Trazer ideias sempre, sugerir estratégias e não desistir, mesmo depois de alguns nãos.

Trabalhar com mídias sociais não significa que o trabalho do analista começa e termina no Facebook. Ele precisa estar conectado às tendências, buscar conhecimento técnico (estudar web e social media) e compreender os objetivos da empresa como um todo – sejam online ou offline.

Contar com uma relação de atividades a serem desempenhadas é essencial na hora de contratar. Sem essa visão do todo, fica impossível traçar objetivos e mensurar o desempenho do novo membro do time.

Algumas atividades do dia a dia do analista de mídias sociais:

  • Redação de textos
  • Triagem das interações em possíveis crises
  • Resposta para dúvidas e menções nas mídias sociais da empresa
  • Criação e manutenção de perfis
  • Execução tática de promoções (sorteios, concursos, etc.)
  • Monitoramento da marca nas mídias sociais através de softwares
  • Trabalhos com imagens que sejam mais simples (edições, adaptações, etc.)

Características desejadas em um analista de mídias sociais:

Não existe uma receita de bolo para o estagiário perfeito, mas algumas características são essenciais para quem quer trabalhar com qualquer vertente de Marketing Interativo. Dentre as características intangíveis, as principais são: curiosidade, pró atividade e relacionamento. Mídias sociais são baseadas em trocas de informação. Um analista conecta múltiplos departamentos, é ele que terá que buscar as respostas corretas e intermediar interesses nem sempre convergentes entre os setores. Se você odeia se relacionar/conversar/escutar, repense seu desejo de trabalhar na área!

Na parte técnica, as características desejadas são bem mais específicas:

  1. Conhecimento de gramática, ortografia e sintaxe: nada é pior do que erro de português na presença digital de uma marca. Revisar todos os textos antes da publicação por medo de encontrar algum assassinato à Língua Portuguesa é impraticável. Fique de olho na qualidade da escrita do candidato.
  2. Habilidades avançadas de redação: não basta escrever corretamente, é preciso escrever bem! Conseguir contar uma história, estruturar uma narrativa envolvente, ir direto ao ponto… Existem dicas que auxiliam o web writing e a adequação de textos em diferentes mídias sociais, um conhecimento que o analista deve dominar.
  3. Presença digital do candidato: é difícil confiar em quem fala mas não faz. Por isso, o candidato ideal mantém atualizadas suas redes sociais de forma consistente. Quem mantém um blog ganha pontos, porque é o tipo de projeto pessoal que exige disciplina, comprometimento e que dá vivência sobre estratégia de conteúdo na web. Estagiários, criem um bom perfil no Linkedin! Essa é a rede social de quem tem carreira – e não emprego – e lá estão discussões que não acontecem em outras mídias.
  4. Comportamento em mídias sociais: sem hipocrisias, somos todos avaliados em redes sociais. O que publicamos, comentamos e curtimos diz muito sobre nossa índole e sobre nossa maneira de encarar os limites entre o domínio público e o privado. Candidatos extremamente conectados, que saem compartilhando informações como se não houvesse amanhã costumam ser problemáticos – baixa capacidade de concentração são inimigos dos analistas de forma geral. Síndrome do “over-sharing”, piadinhas de mal gosto, racismo, preconceito e linguagem de baixo calão jogam contra um candidato – para qualquer vaga.
  5. Capacidade de análise: perfis analíticos tendem a sair-se bem em cargos que envolvam mídias sociais, especialmente devido à necessidade de monitorar a marca em meios digitais. A habilidade de analisar e a visão do todo são diferenciais para o estagiário 2.0.

Como estruturar a entrevista:

A melhor entrevista é dividida em duas etapas. Na primeira, uma conversa informal quebra o gelo entre a empresa e o candidato. São solucionadas dúvidas de ambos os lados, o recrutador explica as atividades que serão desempenhadas e o objetivo da empresa com aquela vaga.

Acho bacana que o tom seja de conversa e não de interrogatório, fica mais fácil perceber os comportamentos do candidato, como a curiosidade e a capacidade de relacionamento interpessoal. Ao fazer muito terrorismo e fulminar o estagiário com perguntas, o resultado será um só: medo. Quem tem medo fica nervoso, quem fica nervoso erra. A entrevista não existe pro ego do recrutador, existe para que se possa entender se o candidato se encaixa naquilo que a empresa busca.

Caso o analista em potencial possua perfil e competências emocionais condizentes com a vaga e estilo da empresa, ele poderá passar para a segunda etapa da entrevista: o teste prático. Confiar somente na conversa informal é muito arriscado, um estagiário precisa saber o que está fazendo.

Crie um caso prático e estipule um tempo para que o candidato resolva, como se fosse uma prova.

Sugestões de casos práticos:

  1. Problema de Marketing
  2. Briefing com objetivo para campanha
  3. Post pro blog institucional (aqui vale fornecer material para averiguar o aproveitamento de fontes externas);
  4. Questionário que avalie a visão do analista, quanto às oportunidades e ameaças de uma estratégia em mídias sociais para a empresa
  5. Conceituar uma crise fictícia em mídias sociais e questionar sobre as condutas que poderiam ser adotadas.

Onde encontrar candidatos:

Agora você já sabe o que procurar em um analista. Mas, onde eles se escondem?

Nas boas universidades! Tenha uma instituição de ensino como sua parceira nessa busca. Procure a coordenação dos cursos desejados, converse, explique seu objetivo e peça para que a vaga seja enviada aos alunos através da lista de e-mail interna. Cartazes, editais e boca a boca ajudam, mas o melhor é contar com pessoas chave dentro da instituição, que fazem a notícia circular com o impacto merecido.

Alguns cursos são especialmente bons como fonte de talentos para atuar com mídias sociais: Comunicação Social, Marketing, Jornalismo, Relações Públicas e Publicidade & Propaganda.

Empresas com atuações mais técnicas, como design, economia e engenharia contratam estudantes dessas áreas com competências complementares para atuar em mídias sociais. Acho essa uma estratégia fantástica! Esse analista não será um peixe fora d’água no escritório e a polivalência auxilia o dia a dia em empresas com rotinas mais específicas.

Parceiros verticais ajudam muito no processo! Bons exemplos: Seção Jovens da Cia de Talentos e a ferramenta focada no Twitter Social Vagas. Se a sua empresa já conta com presença digital e um dos objetivos para mídias sociais for a atração e retenção de talentos, use os canais oficiais para divulgação. Isso mostra que a empresa está engajada em fazer uso estratégico das ferramentas que possui.

Remuneração:

A remuneração para o cargo de analista de Marketing varia bastante, dependendo da região, maturidade do mercado e porte da empresa. Para equipes pequenas e médias, o salário varia entre R$600,00 e R$1.500,00 – podendo haver benefícios extras. As variáveis: nível de conhecimento técnico, já ter concluído a graduação, potencial para desenvolver estratégias e as habilidades múltiplas (Ex: o candidato consegue ser alocado em diversas funções sem perder qualidade – tem conhecimento de photoshop, redação e excel).

Paciência é ingrediente essencial para a busca de estagiários e analistas! Não deixe para em cima da hora, planeje essa etapa, garantindo que você terá tempo para procurar por um bom profissional. Boa sorte! :)

Sua empresa precisa de auxílio para maximizar resultados em redes sociais? Entre em contato com Camila Renaux Consultoria em Marketing Digital!

Marketing no mercado de arte

beatriz-milhazes

A tela ao lado, de Beatriz Milhazes, foi vendida no ano passado por R$ 1,8 milhão em um leilão em Londres. Beatriz só era conhecida por círculos de especialistas e, após a cifra milionária, caiu nas graças da imprensa e ganhou o grande público. Esse acontecimento reacendeu o debate em torno do mercado de arte brasileiro e suas implicações mercadológicas são o tema do post de hoje, aqui no Marketing Drops.

Sobre o post

Sempre acompanhei o mercado de arte, cresci ouvindo histórias sobre artistas e visitando museus. Minha mãe, Ester Renaux, é arquiteta e artista plástica. Veio dela o pedido: “O que o Marketing Digital pode fazer pelo mercado de arte?”. Iniciou-se uma pesquisa de mercado – realizada ao longo de 3 meses com aproximadamente 500 participantes – que mostrou alguns pontos interessantes que discutiremos ao longo deste post.

Percepção

A era do design fez a percepção sobre o que é arte se deslocar. O objeto de design tem um público alvo e se relaciona com um propósito final específico, com determinada usabilidade. Arte não. É pura expressão. Móveis, tapetes, paredes e esculturas ganharam ares de design de produto e o consumidor final reagiu muito bem à isso.

Algumas das razões:

  • Preço: Uma peça de arte será sempre única, exclusiva e impossível de se reproduzir. Exemplo real: se você adquirir uma imitação da Mona Lisa, por mais parecida que seja, não será a Mona Lisa. Essa raridade se relaciona com o posicionamento – preços altos e alto envolvimento na compra.
  • Conhecimento: Justamente pelo posicionamento, a necessidade de conhecer arte é atributo para a compra. Mas conhecer arte não é tão simples. São muitos os movimentos, os artistas e as fases. Essa curva de aprendizado fez com que a aquisição de um painel de madeira com pátina fosse muito mais simples do que a compra de uma tela com alguns “rabiscos”. Consumidores buscam simplicidade e facilidade, sempre.
  • Medo: Conversando com consumidores, encontrei algumas citações comuns. Ex: “Eu não entendo de arte, mas essa tela me parece bonita. O que o artista quis retratar?”. Essa fala diz muito sobre o medo do consumidor, uma dor relacionado ao desconhecimento.
  • Percepção: A pergunta acima me pareceu mais difícil de ser respondida quando a pesquisa apontou que uma grande motivação de compra é o status. Quem compra uma BMW também compra status, o que mostra que o mercado de arte se relaciona muito com o mercado de bens de luxo.

 

Marketing 

Na perspectiva do Marketing Digital, conteúdo é o elo entre marca e público alvo. Realizando alguns testes e adequações à uma estratégia de conteúdo foi possível mapear e mensurar alguns temas de maior interesse, que nos direcionam sobre os anseios do público alvo:

 

a-grande-feira-luciano-trigoVanguarda:

 

Tudo aquilo que é inusitado, diferente e chocante chama a atenção dos consumidores e remete à reflexão. Esse é o cerne da estratégia de muitos artistas, como Vik Muniz, que pinta quadros com calda de chocolate e geléia.  Afinal, isso é arte?

Recomendo a leitura do livro “A Grande Feira”, de Luciano Trigo, uma reação ao vale tudo na arte contemporânea. Segundo o autor, o propósito de crítica com materiais pouco ortodoxos – como fez Picasso ao esculpir o guidão de uma bicicleta – acabou. O que existe agora é uma morte agonizante da arte em detrimento de um esforço de Marketing que tem como único objetivo a repercussão midiática. Luciano cita como exemplos algumas instalações – obras de arte efêmeras – um tanto bizarrasmuros grafitados que são vendidos por cifras milionárias e removidos das ruas, para serem instalados em salas de estar (?), perdendo todo seu conceito junto ao entorno.

Obs: A capa do livro é a obra The Physical Impossibility of Death in the Mind of Someone Living, do artista Damien Hirst. O tanque de formol com o tubarão foi vendido por 12 milhões de dólares. Dois anos depois, o comprador percebeu que o tubarão estava se decompondo. Artista e colecionador negociaram uma substituição por outro tubarão e não se falou mais no assunto!

Investimento:

O retorno sobre investimento (ROI) no mercado de arte pode ser astronômico e muitas pessoas tem se interessado por esse modelo de “aplicação financeira”. Pela perspectiva de comportamento do consumidor, ao adquirir arte pensando em retorno, não se compra aquilo que é conceitualmente ou esteticamente admirado e sim, aquilo que pode fornecer a maior margem de lucro. O Brasil conta com um fundo de investimento de arte, chamado Brazil Golden Art, e também com uma bolsa de arte, que fica no Rio de Janeiro.

Faça você mesmo

Mais do que comprar arte, querem fazer sua própria arte. Conteúdos que ensinam a remodelar ambientes e reproduzir técnicas de arte são super acessados. Os consumidores querem entender o “como se faz”, colocar a mão na massa e fazer parte de uma história. Um case bacana que retrata tudo isso é a rede social Instagram, um aplicativo para compartilhamento de fotos através do iPhone. O usuário pode aplicar efeitos em suas fotos, vivendo a sensação de ser um fotógrafo profissional.

Ponto de venda

Galerias, museus e salões tornaram-se ambientes um pouco pedantes para os consumidores, que são recepcionados por pessoas esnobes, que falam de artistas – na maioria das vezes desconhecidos – citando somente o primeiro nome e elencando exposições no exterior. Os clientes finais – casais com e sem filhos, entre 25 e 55 anos – preferem contar com prestadores de serviços especializados que os orientem sobre o que fazer. É aí que entram arquitetos, decoradores e designers. Muitas vezes, esses profissionais também estão receosos e estimulam a escolha de objetos estilosos e funcionais, em detrimento da arte. Os comissionamentos – amplamente praticados pelo mercado – são mais atrativos em lojas do que em galeriais, o que retro alimenta o ciclo. Cases interessantes sobre Espaços de Arte do Facebook, muito mais interativos e colaborativos do que as tradicionais galerias são o Ester Renaux Arquitetura & Arte e o FaceArte. Vale o clique!

Conforme a pesquisa for caminhando, postarei aqui no blog minhas impressões sobre o fascinante universo da arte contemporânea! Até a próxima :)