Como conquistar clientes: dicas simples e baratas

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Oi, pessoal!

No post de hoje vamos falar sobre como conquistar clientes, mais especificamente, os nossos primeiros clientes. Assim como saber quanto cobrar por seus serviços, conquistar e reter clientes é um desafio para empreendedores. Vem comigo e SE JOGA!

Se preferir, confira o vídeo na íntegra, diretamente do meu canal no Youtube.

Dê o exemplo

Você já tem um cliente: você mesmo! Sua empresa ou marca pessoal. Você precisa fazer para sua empresa aquilo que vai propor aos seus clientes, caso contrário vai faltar empatia e também pecar no velho ditado “casa de ferreiro, espeto de pau”. Um dever de casa para sempre :)

Inbound Marketing

O Marketing de Atração é uma excelente forma de gerar demanda e qualifica-la para que se tornem clientes. Inbound Marketing é nutrir seus leads com conteúdo relevante em cada etapa da jornada de compra. O ponto negativo é que não é um processo rápido, os resultados consistentes costumam levar de 3 a 6 meses.

Apareça!

Quem não é visto, não é lembrado. Como o Inbound Marketing é um processo demorado, é importante que seu nome circule entre seus potenciais clientes. Vá a eventos, palestras, cursos. Se possível, promova uma palestra ou webinar sobre Marketing Digital, um evento gratuito ou de preço acessível, para encorajar o público a comparecer. Ao demonstrar autoridade sobre o tema você conseguirá bons contatos.

Rede de Contatos

É muito importante ter colegas e circular entre pessoas que possam recomendar o seu trabalho. Não é você falando que é competente, é um terceiro, uma chancela de qualidade.

Uma ideia é fazer parte de associações comerciais de sua cidade. Outro caminho é estar de forma consistente em redes sociais como o Linkedin. Adicione contatos de forma estratégica, faça parte de grupos de discussão e de fóruns. Cuidado: não saia adicionando pessoas de forma aleatória e como se não houvesse amanhã, isso transmite desespero. Você não está desesperado, está apenas em busca de ótimas oportunidades comerciais.

Hack na Rede de Contatos

E se você conseguisse construir um case entre sua rede de contatos? Alguém da sua extrema confiança, que sabe da sua competência? Pode ser um amigo ou um parente. É sua chance de oferecer seus serviços com um desconto especial, para garantir a visibilidade e o “case”. Assim você inicia o boca a boca e mostra resultados!

Dica: ONGs

É muito comum nos Estados Unidos que pessoas que queiram abrir empresas ou ingressar no mercado de trabalho executem projetos de Marketing para ONGs, de forma voluntária. Algo pontual: um blog, um evento, cotas de patrocínio. Ao final do projeto, o case é seu! Você ainda pode contar com o depoimento da sua pessoa de contato na ONG falando sobre os resultados alcançados. Além de fazer o bem e ajudar quem precisa, você cria um diferencial para sua trajetória profissional e constrói portfólio.

Espero que conquistem clientes fazendo o que amam com total qualidade. Até a próxima!

QUANTO COBRAR | Serviços e Freelas de Marketing Digital

Camila Renaux - Quanto Cobrar

Oi, pessoal!

No post de hoje vamos falar sobre o tema campeão de dúvidas no blog e no canal: Quanto cobrar pelos meus serviços? Saiba como calcular o valor de sua hora de trabalho e como definir estratégias para conseguir ganhar mais pelos seus serviços como profissional terceirizado, agência ou freelancer. Vem comigo e SE JOGA!

Se preferir, confira o vídeo na íntegra, diretamente do meu canal no Youtube.

Precificação

Para falarmos sobre precificação ou formação de preços, que é um tema bastante complexo, precisamos ter em mente três pilares:

  • Custo (Valor/Hora)
  • Preço que o mercado está disposto a pagar
  • Estratégias de Precificação

Como Calcular Seu Valor/Hora

É quanto custa para você prestar o seu serviço. Ele é calculado por um motivo: para que você não venda com prejuízo. Quando vendemos um produto é mais simples calcular o CMV (custo da mercadoria vendida), mas quando vendemos serviços, isso é mais complexo. Afinal, quanto “custa” o nosso tempo? Como saber quanto “custa” o meu trabalho criativo e muitas vezes intangível?

VALOR/HORA = REMUNERAÇÃO / HORAS TRABALHADAS

Salário como base:

Uma ideia é usar seu salário mais encargos como base. Basta pegar o valor da sua remuneração (com encargos e benefícios) e dividir pelo número de horas trabalhadas no mês.

Vagas como base:

Caso não trabalhe na área e não seja viável usar seu salário como base, uma dica é buscar por vagas no Linkedin ou em sites especializados. A remuneração de um colaborador focado nas mesmas atividades que você vai prestar como serviço é uma ideia da percepção do mercado sobre valor médio do serviço prestado. Munido do valor da remuneração, encargos e benefícios, você pode seguir a mesma lógica das horas trabalhadas e calcular o valor/hora.

Preço que o Mercado está Disposto a Pagar

Não é o nosso custo que dita o preço que vamos praticar e sim, o mercado. Essa é a lei da oferta e da procura. É por isso que todos nós devemos buscar a diferenciação e não a briga pelo preço!

A seguir, duas sugestões sobre como mapear a expectativa do mercado sobre o valor médio de um serviço.

Plataformas especializadas:

Faça parte de plataformas especializadas que reúnam outros freelancers ou prestadores de serviço. Por serem ambientes específicos e com muitas pessoas, esses ambientes acabam dando uma boa amostragem da expectativa do mercado sobre valores e também do preço médio praticado pelos profissionais. No caso da geração de conteúdo, a Contentools e a Rock Content são bons exemplos. Outra vantagem é conseguir jobs – proposta de valor dessas plataformas – e fazer networking com outros profissionais.

Rede de contatos:

Faça parte de grupos nas redes sociais como Facebook e Linkedin e acione sua rede de contatos que já presta serviços similares aos que você pretende prestar. Troque ideias, especialmente sobre o formato (job, horas, entregáveis) e estratégias de precificação. A vantagem é ser mais conhecido e a possibilidade de formar parcerias com outros profissionais. Muito mais interessante do que ter concorrentes é ter parceiros e assim conseguir trabalhar em colaboração :)

Estratégias de Precificação

Agora que você já tem uma ideia sobre o seu custo e também da expectativa do mercado sobre valores, você vai perceber algo muito interessante: o mercado de Marketing, especialmente o de Marketing Digital, tem valores muito discrepantes! A produção de conteúdo varia de R$7,00 o post (sim, já vi isso!) até pacotes completos que extrapolam os R$15.000,00 ao mês. Acredite, o seu “cliente ideal” não tem expectativa entre o valor mínimo e o valor máximo e sim, um preço médio. Justamente esse é o desafio, encontrar um preço médio entre valores tão discrepantes com propostas de valor e formatos tão distintos.

Ancoragem

Ancoragem de preço é um efeito psicológico natural a todos nós, a percepção de que um preço é “justo” a partir de outro “similar”, uma vez estabelecida uma base de comparação.

Por isso, é interessante descobrir quanto o seu potencial cliente paga atualmente pelo serviço que você presta ou que orçamentos ele recebeu. Essa é a ancoragem que ele já possui.

O preço médio pode sim ser uma ancoragem e é por isso que as pesquisas que cito acima (Linkedin, Vagas e Plataformas) são importantes.

Diferenciação

Você sabia que cobrar muito barato por um serviço pode ser um indicador de má qualidade? Isso porque preço é atributo de valor! O ideal é mostrar diferenciais para conseguir cobrar além do preço médio e claro, cobrir seus custos.

Algumas ideias sobre como criar diferenciais e fugir da briga por preço:

  1. Mapear e compreender as dores do cliente: A segurança que você irá transmitir por ter compreendido exatamente o que o cliente precisa já fará maravilhas nesse sentido. A prestação de serviços é muito intangível e ao demonstrar domínio e entendimento você melhora essa percepção.
  2. Entender o que o cliente realmente quer: prazo, qualidade, agilidade, atendimento? Tente mapear o que o cliente valoriza para além do job em si e reforce esses atributos.
  3. Solução: as vezes o cliente tem uma necessidade mais ampla do que o nosso serviço contempla. Ao invés de dizer sim ou não para tudo, porque não fazer parcerias e transmitir ao cliente essa percepção de solução completa?
  4. Certificações: são chancelas de qualidade, dadas por empresas de renome. Google, Facebook, Hubspot e Rock Content são alguns exemplos. Ao se certificar você agrega valor à sua proposta e pode se diferenciar. Se quiser, saiba mais sobre o tema no vídeo sobre Carreira e Marketing Digital.

Espero que tenham gostado do post! Se tiverem dúvidas, basta comentar! Até a próxima :)

Análise do Livro Outliers – Fora de Série de Malcom Gladwell

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Oi, pessoal!

Hoje vamos falar sobre o livro Fora de SérieOutliers, de um dos meus autores favoritos: Malcolm Gladwell. Um estudo incrível sobre particularidades e dados estatísticos de trajetórias de sucesso para explicar porque algumas pessoas são bem sucedidas e outras não, cheio de lições de Marketing e de Desenvolvimento Pessoal. Vem comigo e se joga!

Se preferir, confira o vídeo na íntegra, diretamente do meu canal no Youtube.

Oportunidade

O autor tem uma frase bem emblemática que diz que os vitoriosos são aqueles que percebem uma oportunidade, tem a presença de espírito para agarrá-la e a força para fazer o que for preciso para torna-la um projeto bem sucedido. Mas ele também explica que nem todo mundo é exposto às mesmas chances. O mito de que criamos as nossas oportunidades, que tudo depende da gente, não é uma verdade absoluta, e infelizmente não vale para todos.

Idade na Escola

As crianças mais velhas da turma tendem a ser mais fortes, mais altas e mais autoconfiantes. Isso é um fator importante na construção da personalidade e na forma como, no futuro, lidaremos com certos aspectos da vida profissional e pessoal. O autor cita exemplos de atletas bolsistas em universidades americanas, que geralmente eram os mais velhos de suas turmas e logo, estavam mais aptos a abraçar oportunidades ligadas aos esportes e serem beneficiados por elas.

Geração

Como o mundo era quando você nasceu? E quando estava na universidade? O autor cita o exemplo do Bill Gates, será que se ele tivesse nascido 5 anos antes, em outro lugar, ele seria o “Bill Gates”? A geração da qual fazemos parte é importante porque traz o contexto de entorno, ser a pessoa certa, na hora certa, no local certo.

Cultura

Certas culturas valorizam mais a disciplina, outras a submissão, outras o sucesso profissional. A cultura na qual estamos inseridos tem grande influência na maneira como nos portamos e como vislumbramos a vida e as oportunidades que nos são apresentadas.

Se Mostrar em Sua Melhor Versão

Aqui entra um papel importante de nossos pais ou criadores, quando somos crianças. Ser condicionado e incentivado a sempre se mostrar em sua melhor versão. Vale a auto análise: quando precisamos nos expor, como fazemos isso? Vamos inseguros e apenas por protocolo? Ou fazemos o nosso melhor, tentando nos apresentar em nossa melhor versão, mesmo que inseguros e com medo? Pessoas bem sucedidas tem essa vontade intrínseca porque desde muito cedo foram incentivadas a fazer isso.

Inteligência Prática

O que determina o sucesso não é nosso brilhantismo escolar. Muito mais importante, é a inteligência prática, ou seja, a forma como se resolve problemas. Podemos ter um QI elevado e uma péssima habilidade em lidar com problemas. Aqui também cabe uma auto análise: como lidamos com os problemas que aparecem em nossas vidas? Sabemos resolve-los?

Considerar o que Faz Importante

Não existem profissões de sucesso! Existe o sentimento de considerar a nossa profissão importante e relevante, dar um significado a ela, se orgulhar! A autonomia, complexidade e relação entre esforço e recompensa são critérios ligados ao grau de importância que damos ao que fazemos, mas isso não precisa ser tão técnico, né? :) Sem um propósito e essa intenção, não temos motivo para fazer o que fazemos e a vida fica menos interessante e nossas chances de sucesso, claro, diminuem.

As Dez mil Horas de Prática Intencional

Somos tão imediatistas, achamos que um mês depois de começar algo novo, já precisamos ser especialistas. Mas existe sim um número “mágico” de horas de esforço e prática intencional, ou seja, efetivamente fazer algo com intuito de se aprimorar e melhorar continuamente. São dez mil horas de treino! O exemplo que Malcolm Gladwell dá é dos Beatles, que fizeram sucesso cedo, mas começaram cedo e de forma intensa e quando estouraram, já tinham dez mil horas de prática. Sem esforço e trabalho duro, nada feito!

Espero que tenham gostado do post! Até a próxima!

Inbound Marketing: o que é, para que serve, como aplicar (e um desabafo)

Inbound-Marketing-Clickbait-Camila-Renaux

Oi, pessoal!

No post de hoje vamos falar sobre Inbound Marketing, explicando todos os conceitos envolvidos, para que serve e algumas dicas sobre como aplicar essa vertente do Marketing Digital na sua empresa. Também tem um desabafo sobre a subversão da prática que tantas vezes vemos por aí.

Se preferir, confira o vídeo na íntegra lá no final desse post, diretamente do meu canal no Youtube.

ENTENDA O CONCEITO

Inbound Marketing é você estar preparado para ser encontrado pelo cliente certo, no momento certo da jornada de compra dele. Esse conceito também pode ser chamado de Marketing de Atração e seu símbolo universal é um imã. O ideia central é que o conteúdo gerado pela empresa é o maior ativo dela e será ele que atrairá os clientes – segmentados conforme a estratégia adotada. Então inicia-se relacionamento em diferentes níveis a partir do interesse desses clientes e refina-se o envio de conteúdos específicos dependendo do momento de cada jornada para por fim, trabalhar a área comercial com os clientes que estejam prontos (e queiram) comprar os serviços ou produtos ofertados pela empresa. Como você faz isso? Captando dados dos clientes, especialmente o e-mail, para iniciar o Marketing Direto. É uma troca. Seu cliente lhe dará seus e-mail em troca de algum benefício real, geralmente gratuito, um conteúdo rico e valioso, por exemplo. Tudo isso automatizado através de ferramentas como e-mail marketing, landing pages, automação e CRM. Vem comigo para entender isso melhor!

JORNADA E FUNIL DE VENDAS

O Inbound Marketing se apóia no respeito à jornada de compra de cada cliente, adaptado à cada estratégia comercial e público alvo que a empresa venha a ter. A proposta é usar ferramentas e estratégias específicas em cada uma das etapas de um funil de vendas, que é composto por – pelo menos – 3 etapas.

imagem ilustrativa de um funil de vendas

1. Descoberta: é o momento de ser encontrado pelo seu potencial cliente, ele está procurando por algo que quer, precisa ou deseja. Nessa etapa, o SEO (Search Engine Optimization) será seu melhor amigo. Ter presença em redes sociais, portais e blogs próprios do seu mercado também ajuda a garantir encontrabilidade. Quando ele encontrar sua empresa, você precisa garantir que saberá quem é esse cliente, caso contrário, ele será apenas um visitante do site, um mero número no Google Analytics. Nesse momento você aplica algumas das técnicas que veremos a seguir para conseguir informações (nome, e-mail, cargo, etc.) para seguir com esse potencial cliente (veja mais abaixo!) pelo funil.

Dica: Aqui os conteúdos gerados – chamados de conteúdo de entrada de funil – costumam ser amplos e baseados em dúvidas mais genéricas, típicos da descoberta.

2. Comparação: estamos na Internet e o seu potencial cliente não encontrou apenas a sua empresa como opção, ele tem várias abas abertas e algumas opções na manga. Ele está avaliando alternativas, fazendo escolhas. Aqui o ideal é que você já tenha os dados do seu potencial cliente ou interessado. Assim você poderá refinar melhor os conteúdos que irá encaminhar a ele por e-mail, criando listas segmentadas baseadas em interesses específicos, tudo feito automaticamente. É quando se inicia o relacionamento mais próximo, afinal, você está tentando comunicar sua credibilidade e garantir que seja o escolhido.

Dica: Os conteúdos dessa etapa são mais voltados aos seus serviços e às necessidades e dores que seu cliente possa ter, menos genéricos e amplos do que na etapa anterior.

3. Fechamento: na etapa final, a de fechamento da venda, quando nem sempre somos totalmente online. É normal que nesta etapa um vendedor tenha entrado em contato, uma proposta tenha sido enviada, uma negociação tenha sido iniciada. O mais importante é que, nesta altura do campeonato, sua empresa deve possuir listas específicas para trabalhar com estratégias diferentes quem está interessado em conteúdo de entrada de funil de quem está potencialmente interessado em adquirir seus produtos ou serviços. Nada de disparar newsletter genérica para todo mundo. São jornadas diferentes e necessidades diferentes!

Dica: Nesta etapa o seu conteúdo deve ser orientado à diminuir à aversão ao risco, trabalhar o impulso para o fechamento e muito mais pessoal – mesmo com processos automatizados a sensação deve ser de proximidade.

LEADS

O que é são esses tais de “leads”? Nada mais são do que seus potenciais clientes, aqueles que encontraram seu conteúdo em uma das etapas acima e se cadastraram em um dos canais disponibilizados para isso, entregando seus dados e dessa maneira integrando as estratégias de Inbound Marketing da sua empresa ou marca.

LANDING PAGES

Também chamadas de páginas de destino, são páginas orientadas à conversão, ou seja, páginas simples e diretas, que dão duas escolhas ao visitante: se cadastrar e inserir seus dados ou sair.

É nesta página que você disponibiliza o conteúdo rico, que dependerá da etapa do funil que deseja trabalhar em sua estratégia, e onde você captura os dados como nome, e-mail, empresa e cargo do seu lead.

É o local onde acontece a troca mais comum do Inbound Marketing – você leva os dados do seu potencial cliente e ele um conteúdo valioso e gratuito (ou muito muito muito barato).

imagem ilustrativa de uma landing page

AUTOMAÇÃO DE MARKETING

Acho que já deu para notar que Inbound Marketing dá bastante trabalho. É por causa disso que uma estratégia de Inbound costuma depender de um bom processo de Automação de Marketing, que é basicamente o uso de softwares para executar rotinas de Marketing de forma automática. Exemplo prático: se você clicar em uma campanha com foco x, você cai na lista x e passa a receber os conteúdos com foco em x. Não é necessário um ser humano fazer essa triagem e importar, exportar e integrar listas. Tudo já é feito de forma automática, sempre levando em conta parâmetros pré estabelecidos na estratégia e o comportamento dos leads.

SOFTWARES

Para garantir o conteúdo em si, especialmente o rico, como e-books, webinars e blog posts, você precisará de uma estratégia baseada em pessoas. Esse serviço pode ser terceirizado ou ser executado por uma equipe própria. Uma empresa referência na geração de conteúdo em larga escala no Brasil é a Rock Content. Mas temos diversos exemplos regionais e até um Marketplace de agências especializadas nas diferentes vertentes do Inbound Marketing.

Para a parte de automação, disparo de e-mails com base em listas segmentadas e criação de landing pages para disponibilização de conteúdos, temos algumas opções no mercado:

  1. RD Station
  2. Hubspot
  3. Mailchimp

Também pode ser interessante contar com um CRM, um software especializado em gestão de relacionamento com clientes. O Zoho CRM é uma opção honesta e gratuita para quem quer começar :)

CLICKBAIT E OUTRAS TRETAS

Com o Inbound Marketing ficando mais conhecido e estabelecido no mercado, é natural que a concorrência pela atenção – e clique – do potencial cliente aumente. E é nesse cenário que nos encontramos: hiperconcorrência e usuários cada vez mais saturados de tanto conteúdo (mesmo que de qualidade) por ler e estudar.

Uma solução bem do lado negro da força é o uso de Clickbait ou “Caça Cliques”, com títulos e chamadas super apelativas, uma disputa pelo clique a qualquer custo.

Nessa guerra vale tudo, especialmente o uso de gatilhos super apelativos e bordões como “guia definitivo”, “mais de um milhão de pessoas já baixaram”, “saiba como o fulano alcançou 7 dígitos de faturamento”, entre outros.

O problema é que essa estratégia leva o lead para a sua página, faz com que ele se inscreva, afinal, são gatilhos muito impactantes, mas se o conteúdo não entregar tudo isso que a expectativa gerou, você terá um SER HUMANO frustrado e com um sentimento péssimo em relação a “ter sido enganado”.

Meu desabafo é: marcas são soberanas e construídas no longo prazo, afinal, precisam construir autoridade. Sua marca faz estratégia para seres humanos e eles tem sentimentos humanos. Automação ajuda, usar gatilhos também. Mas levar isso pro lado negro da força, pensando somente no curto prazo… Podemos fazer mais e melhor, né?

Espero que tenham gostado do post! Até a próxima :)

Dica Fácil para SEO – Seu site bem colocado no Google

Dica de SEO - Camila Renaux

Oi, pessoal!

No post de hoje vou compartilhar uma super dica de SEO para facilitar o dia a dia de quem precisa ter o site bem colocado nos resultados de busca do Google.

Sabemos que SEO (Search Engine Optimization ou Otimização para Motores de Busca) é muito mais uma “arte” do que uma “ciência”, afinal, temos uma série de critérios e boas práticas para seguir. Lembrando que tudo depende da concorrência do nosso mercado – concorrência pelos termos de busca (keywords) que nosso cliente usa para buscar e, por consequência, nos encontrar.

Se preferir, confira o vídeo na íntegra lá no fim desse post, diretamente do meu canal no Youtube.

Conteúdo

O pilar principal para ter sucesso em SEO é gerar conteúdo. Sem ele, nada feito! Esse conteúdo precisa ser original, frequente e de qualidade.

Precisamos garantir que os termos de busca estejam no texto, que as imagens estejam otimizadas e que o conteúdo seja o mais completo possível, além de seguir as boas práticas de SEO. Na prática, o conteúdo precisa resolver o problema do nosso cliente ou potencial cliente.

Reciclar

Muitas vezes gastamos muita energia gerando novos posts, que demoram muito para subir no ranking ou sofrem com a concorrência, que em alguns mercados pode ser bem acirrada.

A dica é: recicle conteúdo já existente no seu site ou blog!

Sabe aquele post ou página que já está indexado, mas não consegue vencer a concorrência para estar entre as três primeiras posições? Você vai recicla-lo e otimiza-lo ainda mais, dando um “boost”, uma força extra para ele! O resultado é ganho de autoridade e melhora no ranking. O pulo do gato é não precisar começar do zero!

Como fazer isso:

1. Melhores todos os quesitos do texto: estrutura, uso de palavras chave, negritos, sinônimos e claro, deixe-o mais rico em informações! Faça aquele conteúdo ser ainda mais completo e atual, insira novas informações, agregue mais dicas, links e novidades.

2. Vídeo: se quiser dar ainda mais força para esse conteúdo, utilize o Youtube ao seu favor. Grave um vídeo com o conteúdo que antes era somente textual, publique em seu canal no Youtube e otimize títulos, tags e a descrição. Com esse vídeo já publicado, faça a incorporação (embed) no seu post ou site. Isso dá mais opções ao leitor, que pode consumir o conteúdo através de texto ou vídeo. O Google gosta disso e você ganhará pontos importantes. Outra dica é colocar o link para o post completo na descrição do vídeo! É Link Building acontecendo na prática!

3. Atualizar data: como você realmente melhorou o conteúdo, atualizou, agregou informações e até um novo formato (vídeo), você também ganha o direito de atualizar a data do seu post. É comum usarmos termos como “editado”, “update” ou “revisado” para mostrar ao leitor que esse conteúdo não é novo e sim, reciclado e melhorado.

4. Seja honesto: se a intenção for mudar duas ou três palavrinhas e aí mudar a data do post, se poupe desse trabalho! Essa gambiarra não vai resolver e ainda será anti ético com quem acompanha seu site ou blog. É importante que o conteúdo seja realmente atualizado, melhorado, ganhe novos formatos e fique muito mais completo!

Espero que tenham gostado do post!

Até a próxima :)

Instagram e Stories: Estratégias para Marcas

Camila Renaux fala sobre Instagram

Oi, pessoal!

No post de hoje vamos falar sobre Instagram e Stories: o que dá certo, como gerar resultado, se precisa ter feed harmônico, qual a melhor estratégia de conteúdo e porque está tão difícil ganhar novos seguidores! Vem comigo e se joga!

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1. Instagram não é para todos

Aliás, nada é para todos! O Instagram trará melhores resultados caso a sua marca possua uma estratégia de conteúdo com apelo visual. Imagens bonitas, impactantes, “antes e depois”, composição de produtos! Empresas de moda, fitness, estética, acessórios, arquitetura, entre outros exemplos, tendem a construir um conteúdo mais consistente. Se a sua empresa for B2B (vende para outras empresas) e/ou tiver produtos de cunho muito técnico e industrial (software e motores, por exemplo), vale a pena repensar a presença no Instagram. Uma dica é adaptar: se você vende um produto sem apelo visual, pode usar essa mídia para comunicar as ações institucionais ou de endomarketing, com colaboradores.

2. Encontrabilidade

O Instagram era uma rede social menos concorrida e nela era mais fácil ser encontrado. Usar hashtags (as vezes mais de 50 em um post) era a garantia de ganhar novos seguidores. Hoje temos mais de 800 milhões de usuários na rede e não é mais tão fácil ser visto. Quem não é visto, não é lembrado! O uso das hashatgs (filtros de busca com etiquetas de conteúdo) ainda é válido e pode ser utilizado, sempre com testes de resultado para encontrar o número ideal de hashtags (que trazem resultado!) sem poluir a publicação.

Os anúncios no Instagram tem foco em cliques que levam para outro site e por isso, não costumam trazer seguidores. O ideal é usar os anúncios para levar as pessoas ao seu site ou loja virtual, com foco em conversões (vendas e cadastros).

3. Edgerank

Edgerank é o algoritmo que determina a entrega do conteúdo no Facebook e no Instagram. Antes dele ser usado, o único critério para a entrega de conteúdo era a ordem cronológica. Os principais critérios que o Edgerank utiliza são: Peso, Afinidade, Qualidade e sim, Cronologia. Isso significa que os conteúdos que serão mais entregues serão aqueles com os quais você mais interage, os que o Instagram considera com maior peso (vídeo, por exemplo), publicações com mais engajamento, etc.

É importante entender isso para usar o Edgerank ao seu favor, ao invés de ser vítima dele.

Segundo pesquisas, os melhores horários para postar: 11:00 | 15:00 | 19:30 às 22:00

4. Stories

A dica de ouro para quem quer resultados no Instagram! O formato de vídeos e fotos rápidos, que permitem interações (directs) e o “overposting” (vários posts) fez tanto sucesso no Snapchat, que o Facebook tentou comprar a empresa. Após a negativa do Snapchat, o Instagram ganhou uma versão quase igual – para usar um termo politicamente correto – e essa virou uma super treta jurídica entre as empresas.

Uma coisa é fato: se a sua marca quer aumentar o engajamento, ganhar visibilidade e alcançar seus seguidores com o conteúdo que produz, é necessário usar o STORIES!

5. Estratégia de Conteúdo para Stories

No início era totalmente baseada em “bastidores”, uma espécie de making of das marcas. Hoje o ideal é que o conteúdo das Stories tenha a cara da sua marca e siga uma linha conceitual de branding, mesmo que em menor intensidade em relação a aquelas publicações que forem para o feed. Uma dica é usar conteúdo exclusivo para essa mídia, incluindo promoções, como cupons de desconto surpresa e exclusivos para quem acompanha o Stories. Também é uma mídia que permite um maior número de posts, sem tanta preocupação com quantidade, podendo se adaptar ao tipo de conteúdo.

DICA DO ESFORÇO VERSUS RESULTADO: Quantas pessoas visualizaram sua primeira história? E a segunda? E a terceira? E a décima? Se esse número cair demais, avalie até onde vale a pena. Quanto esforço você faz para produzir conteúdo e quantas pessoas vão simplesmente pula-lo porque já estão “cansadas”? É muito importante ficar de olho no “apetite” dos seus seguidores para não gastar energia a toa. TESTE, TESTE, TESTE!

6. Feed Harmônico

É aquele feed todo integrado, onde tudo se conversa e as imagens se completam. Ele não faz muito sentido na hora de pensar em comportamento do usuário, Instagram não é site e não consumimos conteúdo assim. Mas para empresas do ramo da moda, é interessante ter um! O público alvo aprecia, os estilistas gostam, comunica um cuidado visual que marcas desse segmento apreciam. Mas não é obrigatório, nem regra!

DICA: usar uma pitada disso na estratégia – mesmo que as publicações não sejam interligadas visualmente, é possível sim ter unidade visual e contar uma história ao longo dos posts.

7. Relacionamento

Não use o Instagram apenas para mostrar seu conteúdo, expor seu produto, falar de você. Use-o para ouvir e para conversar! Responda comentários, monitore contas e respostas de outras empresas, comente publicações de clientes e formadores de opinião. O mais importante é possibilitar diálogos e fazer relacionamento verdadeiro.

 

Espero que tenham gostado do post! E vocês? Como usam o Instagram? Conte nos comentários, eu adoro responder vocês <3

Fome de Poder – Lições de Marketing

Fome de Poder Lições de Marketing - Camila Renaux

Oi, pessoal! No post de hoje vou comentar as lições de Marketing do filme FOME DE PODER, que narra a história real da criação do Mc Donald’s, sua estratégia empresarial e a história de seu “fundador” – Ray Kroc. Tem no Netflix! O filme é cheio de sacadas de Marketing! Vem comigo e se joga!

Se preferir, confira o vídeo na íntegra lá no fim desse post, diretamente do meu canal no Youtube.

1. CONHEÇA O SEU PÚBLICO

O público alvo do Mc Donald’s são as famílias. Mas as ofertas existentes antes da sua criação eram primordialmente drive-ins, locais de festa e bagunça, frequentados por jovens. A rede de fast food soube entender que seu público era diferente e focou em um produto mais adequado e um ambiente familiar, com bancos e locais para sentar. EssE era o DIFERENCIAL!

Em outro momento do filme, essa adequação de público aparece também para os franqueados – outro público de interesse. Endinheirados da cidade não cuidavam das franquias com o esmero que Ray Kroc esperava e isso era péssimo para a marca. Ao  franquear para casais que faziam do restaurante sua “segunda casa”, trabalhavam juntos e cuidavam dos mínimos detalhes, o Mc Donalds tinha melhores resultados. Saber quem é o seu público e adequar sua oferta para ele é chave para ter um diferencial!

 

2. TENHA UM PRODUTO PRIMOROSO

O filme mostra o trabalho incansável dos irmãos Mc Donald’s para encontrar o processo perfeito para a cozinha, rapidez no atendimento e até o número de fatias de picles que cada hambúrguer deveria ter – um esmero sem fim com o produto! Mesmo quem não tem um centavo para investir em Marketing consegue construir marca e reputação com um bom produto percebido (pelo seu cliente, não por você mesmo!) e processos primorosos. Quem é excelente é lembrado, recomendado e dificilmente esquecido! 

 

3. VENDER NÃO É O MESMO QUE LUCRAR

Essa lição parece óbvia, mas na prática ela pega muitos de nós. É que faturar não significa lucrar e muitas vezes temos excelentes resultados de vendas e mesmo assim não sobra (ou falta!) no final do mês. Isso se dá por não respeitarmos as margens de lucro, seja por estarmos com gastos elevados ou por alguma prática muito agressiva de promoção baseada em descontos. Não foi diferente com Ray Kroc, nosso protagonista. O Mc Donald’s já ia bem, abria novas franquias, vendia como nunca. Mas a marca devia ao banco e não conseguia pagar os empréstimos. As margens de lucro da venda de hambúrguer não cobriam os investimentos que estavam sendo realizados, havia “descasamento” de fluxo de caixa e a estratégia de vendas não estava alinhada com as necessidades financeiras da empresa. Quem nunca? Não basta vender mais, é preciso vender melhor!

 

4. SAIBA QUAL É O SEU NEGÓCIO

O momento de ouro do filme! Super romantizado, como se fosse um passe de mágica, mas me fez pensar muito! Ray Kroc encontra um consultor, Harry Sonneborn, e com ele chega a conclusão que o Mc Donald’s não está no ramo de alimentação e sim, no ramo imobiliário! É tudo sobre a localização de cada loja. A sacada é ser dono dos pontos de venda, usa-los como garantias bancárias para financiar o crescimento das franquias e ter os imóveis no patrimônio da empresa. Esse é um exercício para todos nós, verdadeiras perguntas mágicas: O que eu verdadeiramente vendo e qual a estratégia que vai garantir a minha consolidação?

 

5. DÊ IMPORTÂNCIA À CONSTRUÇÃO DA MARCA

Ray Kroc afirma que ao ver os arcos dourados do Mc Donald’s enxergou ali uma nova igreja – e que não abriria somente aos domingos. Ele considerava o nome “Mc Donald’s” um símbolo da cultura americana, o cerne de um estilo de vida. Branding (construção de marca) é caro, leva tempo, demanda investimento em Comunicação e é tarefa das mais complexas! Qual o símbolo da nossa estratégia de branding? Ela vai além de um logotipo? Não subestime o poder de uma marca!

 

6. SEJA VOCÊ MESMO E SEJA COERENTE AO SEU ESTILO

Ray Kroc é bem Darth Vader. Ele vai pro lado negro da força e lá permanece, fiel ao seu estilo, às suas metas, àquilo que acredita, uma determinação cega. Eu fiquei bem tentada a critica-lo sem dó nem piedade, talvez por ter valores diferentes e crenças contrárias. Mas também ouvi colegas comentando sobre tudo que construiu, um legado, uma história de superação, etc. Eles também tinham razão… Me dei conta que, em um momento em que há fórmulas para tudo e polaridade de opiniões, só nos resta ser quem somos e respeitar isso, agindo com ética e coerência – à luz do nosso estilo próprio. Se ele está certo ou errado, é feliz ou triste, é tudo perspectiva. E o que é sucesso para mim? Estou alinhada com isso ou lutando para me adequar à uma realidade que não me representa? Permitir-se escolher e a partir dessa escolha bancar ser quem é!

 

E você, o que achou do filme? Conte nos comentários! Até a próxima! :)

Livros de Marketing que amei ler

Melhores Livros Marketing Digital Camila Renaux

Oi, pessoal! No post de hoje vou dar dicas sobre livros de marketing que eu amei ler! Não basta ser importante, a leitura precisa ser agradável também! Vem comigo e se joga!

Se preferir, confira o vídeo na íntegra lá no fim desse post, diretamente do meu canal no Youtube.

  1. A Imaginação de Marketing de Theodore Levitt e o artigo A Miopia de Marketing

Um livro antigo, da década de 60, mas que como todo clássico, ainda é atual. O autor define um dos conceitos mais impactantes do Marketing, o de Miopia – confundir a proposição de valor, ou aquilo que você verdadeiramente vende, com o seu produto. Por exemplo: quem compra uma BMW não está comprando um carro e sim, status. Por isso, a razão de existir da marca BMW e seus atributos intangíveis precisam estar alinhados e ser comunicados visando esse objetivo. A sacada é: o que eu verdadeiramente vendo? Qual a razão de existir da minha empresa ou marca?

  1. Reimagine de Tom Peters

Um livro visual e que tem cara de revista, super agradável de ler. O tema é como conquistar um diferencial, ou seja, ele complementa o conceito do livro de Theodore Levitt visando o “ser e o parecer”. Não apenas ter produtos fantásticos, porém desconhecidos ou ter uma Comunicação impactante e ampliada, mas cujo produto/serviço ofertado não consegue sustentar. A proposta do autor é a de reinventar o seu negócio, buscando diferenciais exclusivos. Em mercados muito competitivos, nos quais a competição muitas vezes é definida pelo preço, é uma leitura que pode inspirar e trazer ideias valiosas para o dia a dia.

  1. Posicionamento – A Batalha por sua Mente de Jack Trout e Al Ries

Posicionamento é o espaço que ocupamos na mente do nosso cliente. É como se fosse a gaveta na qual ele guarda a informação sobre quem somos, o que acha de nós, enfim, como nos percebe! Sabe aquela coisa de “primeira marca quem vem à mente quando pensamos em um produto”? É isso! Esse é um desafio tão grande para todos nós que esse livro vira leitura obrigatória, nem que seja para pelo menos termos ideia desses conceitos e de como o processo de posicionamento funciona. Conhecer mais sobre o tema é apaixonante e a leitura, prazerosa!

  1. A Estratégia do Oceano Azul de Chan Kim

Um dos meus livros favoritos e daqueles que de vez em quando releio, só para me inspirar novamente. O conceito primordial é criar negócios inovadores, repletos de diferenciais e que criem um posicionamento único e forte na mente do consumidor. O oceano vermelho é aquele no qual há concorrência acirrada, briga por preço e a demanda já é existente. O oceano azul é aquele na qual criou-se uma nova demanda, não há concorrência e não há briga por preço, só pelo valor percebido. O livro é bem prático e cheio de exemplos! O mais impactante, na minha opinião, é o do Cirque du Soleil, na qual o autor defende o uso da metodologia de quatro quadrantes – ELIMINAR, REDUZIR, CRIAR e ELEVAR e a explica de forma didática e acessível a todos. Leitura recomendada e das mais agradáveis!

  1. A Cauda Longa e Grátis, ambos de Chris Anderson

O autor é tão fantástico que merece o combo, é impossível escolher um só. São livros que você devora, não consegue parar de ler! No primeiro, A Cauda Longa, Chris Anderson cria o conceito de explorar os mercados de nicho ou mercados segmentados. Em um exemplo usando livros, segmentos ou nichos seriam, por exemplo, livros de terror com palhaços. Já os best-sellers, seriam os mais vendidos da livraria, como Harry Potter ou 50 Tons de Cinza. Anderson prova que através da Internet é possível gerar tanta receita com produtos de nicho quanto se geraria com produtos best-sellers (mais vendidos). A lição é: conheça seu público! E claro, não tenha medo de ser específico e de ter foco. Quanto mais segmentado, mais assertivo e mais fácil se posicionar.

Já no incrível Grátis, Chris Anderson vai além e mostra como ofertas gratuitas podem fazer a diferença na estratégia da sua empresa. O livro é cheio de exemplos e casos inspiradores! A principal mensagem é a que, mesmo ofertando algo gratuitamente, é possível alcançar margens de lucro altas. O autor explora conceitos como Freemium, uma estratégia na qual existem produtos grátis, mas também produtos precificados e focados em necessidades específicas. É de explodir cabeças e chorar quando termina!

  1. Fazendo a Estratégia Acontecer de Fernando Luzio

Um livro prático, cheio de exemplos, muito bem diagramado e que sempre recomendo para quem vai fazer TCC ou precisa defender e implementar estratégias em organizações. Nosso maior desafio na maioria das vezes é a implementação e não o planejamento. Esse livro me cativa porque fala desse tema polêmico e muitas vezes subvalorizado de forma muito prática. Se você estiver passando por um Planejamento Estratégico de Marketing (PEM) vai gostar dessa dica! E por ser bem acessível e de fácil compreensão, o livro é bem agradável e cumpre o papel de leitura que adoramos :)

Espero que tenham gostado do post! Tem algum livro de Marketing preferido? Conte nos comentários! Até a próxima! :)

Concorrentes usam o nome da sua marca no Adwords? Entenda as Regras!

Camila-Renaux-Concorrência-Adwords

Concorrentes estão usando o nome da minha marca como uma palavra chave em suas campanhas no Google Adwords! É permitido? O que posso fazer para evitar isso?

Entenda as regras e o que pode ser feito no vídeo abaixo:

 

Links citados no vídeo:

Canal da Consultora Camila Renaux no Youtube: https://www.youtube.com/camilarenaux

[Vídeo] Como monitorar concorrentes

camila-renaux-monitoramento-de-concorrencia

Oi, pessoal!

No Drops de hoje vamos falar sobre monitoramento de concorrentes, um conteúdo em vídeo \o/

Conheça dicas, estratégias e ferramentas gratuitas – ou pelo menos acessíveis – para monitorar, analisar e acompanhar de perto sua concorrência através do enfoque do Marketing Digital.

Monitore a Concorrência: Sites, Acessos, Audiência no Facebook, Análise Qualitativa em Redes Sociais, Plataformas de E-commerce e até mesmo Cliques em Links :)

Ferramentas citadas no vídeo:

  • Built With: https://builtwith.com/
  • Bit.ly: https://bitly.com/
  • Similarweb: https://www.similarweb.com/
  • SemRush: https://pt.semrush.com/
  • Seekr: https://seekr.com.br/
  • Scup: https://www.scup.com/social/en/

Espero que tenham gostado! Até a próxima :)